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Entre Amigos: Despedida de Solteiro

Adotei Dinho em meu coração, como meu melhor amigo, desde que me conheço por gente. Assim como Sarinha. Um vivia na casa do outro e vice-versa. Pra brincar, estudar, comer, pousar... namorar. Dinho sempre foi um garoto mignon lindo, de cabelos encaracolados escuros e pele clara, companheiro, afetuoso, paciente, estudioso, inteligente, generoso, presente. Sarinha linda, loura, olhar deslumbrante, voz de sussurro no ouvido, com as mesmas ou mais qualidades. Não tive irmãos, mas eles nunca me deixaram sentir esta falta.

Amávamos Sarinha, mas ele renunciou a ela, pra que eu pudesse namorar timidamente, pois nossa religião não permitia liberalidades pré-nupciais. Quando saíamos, ele sempre ia junto, porque nada tinha graça sem sua presença. E ela o tratava sem ciúme, coisa que as anteriores tapadonas não conseguiam e por isso dançaram. Sempre o abraçava também, passava a mão nos seus caracóis e beijava o rosto. Às vezes eu não podia levá-la em algum lugar, ele era convocado e com permissão pra abraçar e beijar na bochecha. Às vezes passeávamos abraçados, beijava um e outro.

Fiquei noivo e nada mudou: Dinho pousando lá em casa ou eu na dele conforme o horário e local em que os eventos terminavam. Levávamos ela até sua casa linda de tijolos e ainda ganhávamos boas-vindas de seu husky.

Na semana do casamento, Dinho me acalmava com sua presença e auxiliando com sua prontidão nos inúmeros probleminhas que surgiam na conclusão da mudança pro apartamento e também auxiliando Sarinha e sua mãe com detalhes da festa.

Nem me passou pela cabeça que ele havia me preparado algo especial.

Depois da aprovação de Sarinha e eu na organização do apê, cada um ia pra sua casa, mas ele não parecia bem e insisti pra pousar lá em casa. Ele foi direto pro meu quarto e me puxou junto. Tomamos banho e deitamos, ele na minha cama, eu no colchonete. Mas ele me puxou e dormimos abraçados.

Noite seguinte, cheguei ao apezinho dele pra minha "despedida de solteiro" e fiquei esperando no sofá a surpresa, enquanto ele se demorava no quarto ou banheiro. A campainha tocou e recebi uma linda morena classuda, de short de cetim índigo e blusa vinho em degradè com o batom:

Claudine!

Perguntou se eu era o noivo, começou a me acariciar daquele jeito que acorda até defunto. Servi-lhe uma taça de champanhe sem álcool enquanto ela examinava a barraca armada na minha calça chino caqui novinha que eu não queria nem amassar, e a soundbar do Dinho começava a tocar You Can Leave Your Hat On.

Ela desceu as carícias, apertou a mala, abriu os Buttons-fly com uma facilidade e rapidez que nem mesmo eu tinha, acostumado a zíperes que estava. Tirou pra fora o Pintãozinho (como Dinho o apelidou, por eu o ter apelidado de Bundudinho), sorriu aprovando e caiu de boca, e continuou mesmo depois que gozei ansiosamente, deitou de lado mostrando um bumbumzinho supimpa e levou minha mão até ele. Foi encostar o dedo e gozar de novo.

Enquanto ela e o Pintãozinho descansavam, comecei a primeira massagem de bunda da minha vida: examinei bem de perto, apalpei, dei palmadas, beijei, lambi, chupei, mordisquei, fiquei literalmente babando, tentando enfiar a língua, ofegante, deslumbrado e latejante de novo inacreditavelmente.

Encostei na entrada e percebi que era virgem como eu, que iria dar trabalho pra fazer sem machucar. Mas, vinte longos e deliciosos minutos depois a cabeça entrava com a aprovação de um belo gemido. Cinco minutos depois Pintãozinho estava todo apertado lá dentro iniciando a partida decisiva da castidade contra a luxúria. Como não queria gozar antes da hora, fui bem devagar, o que lhe deu muito prazer e relaxamento, podendo até dar umas piscadinhas entre enfiadas.

Até que uma piscadona lambuzou tudo...

Levei um susto enorme ao reconhecer o Dinho gemendo, gozando:

Cara, por que fez isto comigo? Por quê me fez fazer isto com você?

Pra você nunca esquecer de mim... porque eu te amo...

Pra que você saiba o que é o sexo.., nunca deixaria vc com uma prostituta.

Bundudinho, você sabe que eu também te amo, mas...

Vc me queria, eu queria... sussurrava lacrimejante.



No apê, tem um quarto só pra vc, não contei? Vamos continuar nos vendo sempre. Sarinha sabe o que sentimos um pelo outro e respeita, já se sentiu até intrusa. Ela também ama você, Dinho. Eu sei... Amo vocês. Se vc não casar com ela, eu caso.

Vamos tomar uma ducha? Depois quero ver o terno do meu padrinho lindão.

Olha! Assim não vale: ficar mais bonito que o noivo! Mais moderno. Bonito é impossível.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/Nippler



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17/07/2016 13:50:19 - Primeiro conto realmente bem escrito e cheio de emoções, Parabéns!

17/07/2016 10:53:52 - Meio confuso, falta um pouco de contexto, mas num geral até que não é dos piores

16/07/2016 20:37:38 - Excelente conto. Um dos poucos que li aqui. Sem vulgaridade, sem grandes descrições, mas com um dose de lascividade muito forte.

16/07/2016 20:19:37 - Belo conto amoroso, mas sem tesão; rsrsrs abraços...

16/07/2016 11:27:17 - Acho que faltou um parágrafo onde ela põe uma venda nêle????

16/07/2016 00:54:56 - Adorei. Lembrei do dia em que dei para meu amigo no dia de seu casamento.

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