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 Contos Eróticos

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Entre Amigos: Minha iniciação

Tenho 54 anos, casado, dentista em São Paulo. O que vou contar aconteceu há 40 anos. Naquela época não havia internet, nem celular ou computador.

Morávamos em uma cidade de Minas Gerais. Meu pai era contador de uma grande exportadora de café e viajava constantemente a trabalho. A empresa tinha uma casa de hóspedes à beira do rio, para receber clientes de todo o Brasil. O caseiro antigo aposentou e a empresa contratou o Juca, um moreno alto, forte e simpático, com um lindo sorriso. Logo fiquei de olho nele e ia sempre na casa de hóspedes. Nessa época eu tinha interesse em homens, mas nunca tinha dado. Sentia forte atração pelo caseiro e decidi perder a virgindade com ele.

Um domingo à tarde fui de bicicleta até a casa. Estava tudo em silêncio. Vi uma janela aberta na casa dele e decidi espiar. Juca estava dormindo de costas, de cueca. Fiquei olhando aquele macho e depois, quando fui sair, esbarrei em um vaso que se quebrou. Juca acordou com o barulho e perguntou:

-- Quem é? Quem está aí?

Respondi e ele me mandou entrar. Estava sentado na cama e se levantou para me cumprimentar. Eu sentei na cama e não conseguia tirar os olhos daquela cueca. Ele logo percebeu e me perguntou:

-- O que você está procurando? E alisava a rola dentro da cueca.

Não conseguia responder. Ele então me disse que tinha uma coisa para me mostrar. Abaixou a cueca e mostrou sua rola. Tinha uns 18cm e não muito grossa. Achei lindo. Nunca tinha visto um homem nu. Ele chegou bem perto e me disse:

-- Pode pegar. Ele não morde. Pega. Vai.

Estiquei a mão e peguei naquele pau macio que foi endurecendo com meus movimentos.

Logo ele me mandou parar e ordenou que eu desse um beijo naquela cabeça. Depois me mandou abrir a boca e foi enfiando a rola me dizendo para não morder. Eu estava totalmente dominado por aquele macho. Ele enfiava a rola na minha boca e quase me sufocava.

Depois me mandou tirar a roupa. Fiquei de costas e ele disse:

-- Que maravilha! Sua bunda é lisinha. Parece de uma menina. Você vai ser minha mulherzinha.

Me mandou deitar na cama, com a cara no travesseiro, a bunda empinada e as pernas bem abertas. Que cuzinho lindo você tem. Passou um creme do dedo médio e enfiou no meu rabo. Eu gemi e ele enfiava o dedo e tirava. Que cuzinho apertado.

Depois, passou creme no seu cacete e encaixou no meu anelzinho. Senti a cabeça entrando e parecia que meu cu ia rasgar. Eu gemia:

-- Para, Juca. Tá doendo.... Tira... Tira... Devagar... Sou virgem.

Ele riu e me disse para aguentar e foi socando até o talo. Parou um pouco para que eu me acostumasse. Eu tinha desabado na cama e ele se deitou em cima de mim, sempre com o pau atolado. Beijava minha nuca e me chamava de gatinha... putinha.... mulherzinha. A dor foi passando e senti um tesão louco com aquele cacete no rabo. Juca percebeu e começou a bombar com força. Meu cu estava pegando fogo. Bom demais! Ele gemia e eu notei que ia gozar. Comecei a piscar o cu e ele me encheu de porra. Tirou o pau e eu me deitei a seu lado. Beijei sua boca e ele me acariciava.

-- Agora você é minha mulherzinha. Gostou de perder o cabaço?

-- Adorei meu macho. Meu homem.

Comecei a ir toda semana pra lá e ele me comendo. Um dia me disse que fosse dormir com ele. Dei uma desculpa em casa. Avisei que ia dormir na casa de um colega que não tinha telefone.

Quando cheguei no sítio, ele me mandou entrar e me mostrou a surpresa. Tinha comprado uma camisola e uma calcinha. Vesti tudo e ele ficou doido. Me fazia desfilar pela quarto e depois me fodeu várias vezes. Isso durou 2 anos até eu terminar o colegial e ir estudar em SP. Nunca mais o vi e nem tive outras relações.

Há alguns meses, descobri este site de contos e outros sites gays. Toda sexta-feira, encerro meu expediente mais cedo, tranco o consultório e fico lendo os contos e me masturbando. Estou pensando em arranjar um macho maduro, ativo e que faça despertar aquela fêmea que ainda existe dentro de mim. Será que eu consigo??

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/



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