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 Contos Eróticos

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Entre Amigos: Casal de Vizinhos

Sou médico. Este conto se reporta ao período seguinte à conclusão de minha residência num hospital de grande porte na cidade de São Paulo. Havia terminado a residência e estava prestando concursos em alguns hospitais públicos e fazendo entrevistas em hospitais privados.

Assim, tinha períodos de folga em casa. Moro sozinho num prédio de apartamentos (minha família é do interior de Goiás) e, além de usar a piscina do prédio, batia bola com os meninos vizinhos na quadra.

Num dia de calor, lá pelas dezessete horas, apareceu um vizinho adulto, boa pinta, saradão, só de calção, casado, morador de um apê acima do meu. Ele ficou num time e eu no time contrário a fim de dividir as forças com os moleques.

O fato de estar em times contrários me proporcionou a oportunidade de, muitas vezes, nos darmos combate, entrar no corpo-a-corpo . . . E que corpo! Por volta de seis e meia, os meninos precisaram parar o jogo. Nós dois, adultos, entramos embaixo do chuveiro da piscina a fim de darmos um mergulho.

Na água, ele me sugeriu tomarmos uma cerveja no apê dele. Disse que a esposa chegaria depois das oito . . . e deu uma risadinha! Foi uma senha!

Subimos.

Ainda na cozinha, ele me falou:

- Espere aqui. Vou buscar uma toalha pra nós dois.

De volta, ele me propôs nos enxugarmos... ( o caro leitor acha que eu declinaria?!)

Quando começamos, já nus, ele estava de pau duro...

Ele pediu que enxugasse as costas dele. depois a frente. Que cacete tinha meu vizinho!

Quando me virei para que ele enxugasse minhas costas, ele me abraçou pela cintura e sussurrou no meu ouvido:

- Você é um tesão e estou de olho em você faz tempo! Agora vejo que eu não estava errado. Sua bundinha é divina!

Eu me enchi de orgulho com o elogio daquele garanhão. Empinei minha bunda na direção daquele cacetão. Ele passou a lamber minhas orelhas, meu pescoço; virou-me de frente pra ele e mordiscou meus mamilos... Ai! Que tesão! Tocar meus mamilos me enlouquece!

Desceu até o umbigo e enfiou a língua nele; desceu mais e abocanhou meu cacete. Virou-me de costas e passou a lamber meu cuzinho... Que arrepio! Que loucura aquela língua!

Com meu botão cor-de-rosa lubrificado, começou a pincelá-lo com sua rola, tentando penetrar-me. Arrebitei minha bunda em direção àquele mastro no sentido de que a penetração se consumasse. Entrou a cabeça. Devagar, ele foi introduzindo o corpo de seu pênis. Dor e prazer se misturaram. Encostei na mesa da cozinha, ficando quase que de quatro e implorei que pusesse tudo. Ele, pacientemente, foi empurrando aquele mastro até que senti suas bolas encostarem na minha bunda. Pronto! O mais difícil estava concluído! Passou então a ir e vir. Mais vinha do que ia!

Parava com a rola dentro de mim e me dizia ser o sexo anal comigo melhor do que o praticado com a mulher dele!

Sentia-me no Paraíso quando ouvi um barulho no corredor. Assustado, perguntei se a porta estava trancada. Ele sorriu e disse:

- Calma! Não se assuste! Sua noite pode melhorar muito!

Empurrou-me para a sala e jogou-me no sofá. Pulou em cima de mim e passou a me beijar loucamente. Naquele êxtase, nem me dei conta de que a mulher dele já estava na sala (ela entrou pé ante pé) e assistia a tudo que estávamos fazendo.

Na primeira pausa, ele olhou pra ela, dizendo:

- Oi, amor! Olha que presente eu estou lhe dando!

- Estou vendo, amor! Estou cansada, mas vou tomar um banho e já volto.

Desconsertado, respirei aliviado, mas preocupado:

- Que presente é esse?!

- Daqui a pouco você vai saber... e sorriu maliciosamente.

Minutos depois, ela retorna vestindo uma camisola branca, longa. Entrevi um cacete em sua lingerie. Quando se aproximou, ela abriu a mesma e expôs seu strap on ! Uma cacetaça! Também portava um tubo de KY. Comecei a entender o que estava por acontecer.

Ele me colocou no seu colo e ela sentou-se ao nosso lado, pedindo que eu beijasse seu marido e tocasse seus seios.

Ela era loira, linda, seios médios, bunda grande... buceta carnuda. E uma cara de tarada! My God!

Enquanto eu tocava-lhe os seios, ele tocava a buceta dela; começou a gemer de tesão. Foi ficando "no ponto"!

Ela propôs que eu me deitasse no tapete, que ficasse de quatro; passou a lamber meu cuzinho . . . que língua quente!

Sabia atingir meus pontos vulneráveis nas nádegas, nas pregas e no meu botão cor-de-rosa. Ele só olhava e batia uma punheta. Estava já me levando à loucura quando "ordenou" (sim! ela comandava essa sessão de sexo a três) que eu ficasse de lado a fim de poder introduzir seu "cacete" em mim. Enquanto eu era penetrado, deveria chupar o mastro de seu marido...

Nunca tinha vivido situação semelhante: ser possuído por um homem e por uma mulher ao mesmo tempo. Gozei logo porque fui muito bem comido por ela, tendo na boca um cacete enorme, duro, lindo! Produzimos uma sinfonia a seis mãos visto que todos nós gememos muito durante todo o tempo em que desfrutávamos dos corpos de cada um de nós.

Depois, ela ordenou ao marido que chupasse meu cacete enquanto ela o comia com o strap. Foi uma loucura! Ela pedia/ordenava que eu desse meu cacete a ela a fim de que ela chupasse enquanto comia o marido.

Depois de mais de duas horas de sexo intenso, fomos tomar banho - os três juntos... E os dois me fizeram de fêmea, beijando-me, chupando-me, mordendo minha bunda, ele me comendo, ela chupando meus mamilos, meu cacete.

Isso durou até quase meia-noite. Tomamos um lanche e encerramos aquela sessão de sexo com a certeza de que outras iriam acontecer... e aconteceram!

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/kzadopervert1



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