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 Contos Eróticos

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Entre Amigos: Como virei boneca

Sou uma "boneca" já com quase 32 anos e curto até um relativo sucesso. Comecei (mas não fico mais) nas ruas, onde fui descoberta por um caça-talentos (cafetão) e hoje atendo como "acompanhante" de uma agencia, levo uma vida confortável.

Ontem acordei nostálgica e fiquei me lembrando de como tudo começou e resolvi contar à vocês:

Morava no interior do estado de São Paulo, mas nasci no bairro da Lapa na capital onde morei até quase os 10 anos de idade numa casa que ficava vizinha à uma oficina mecânica, depois tinha uma venda, um depósito e um cinema. A casa tinha um pequeno quintal e da parte superior da oficina podiam ver o que fazíamos lá, e eu, criança, costumava brincar no quintal sem me importar. Vez ou outra via alguém da oficina me observando, mas não dava me incomodava com aquilo.

Um dia, quando eu tinha entre 8 e 9 anos, avisaram que iria faltar água por dois dias na rua e minha mãe tratou de armazenar água onde fosse possível. Quando cheguei da escola não pude tomar banho de chuveiro como fazia todo dia, então minha mãe colocou uma bacia grande com água no quintal e me mandou tomar banho lá. Eu fui né, nem lembrei do detalhe da oficina.

Eu estava lá, nuzinho, brincando na água quando percebo que tinha um mecânico me observando. Nossa fiquei morrendo de vergonha e me virei com o intuito de me esconder. Santa inocência! Virando de costas mostrei justamente o que ele queria ver: minha bunda. Eu era quase gordinho e tinha cabelos loiros compridos pois minha mãe gostava assim. Assim que me virei ouvi um assobio: "fiu-fiu", sai dali correndo, me enrolei na toalha e entrei em casa morrendo de vergonha.

Bem, dia seguinte minha mãe me mandou buscar umas coisas na venda e depois de pegar tudo o que ela pediu parei e fiquei olhando uns doces na vitrine, foi quando escutei alguém falar:

- Vc quer um?

- Queria, mas estou sem dinheiro.

- Não tem problema, escolhe um que eu pago para vc.

- Não, obrigado, minha mãe disse para eu nunca aceitar nada de estranhos.

- Mas eu não sou completamente estranho, somos vizinhos, trabalho na oficina mecânica ao lado de sua casa. Já nos vimos algumas vezes.

- É?? Vc que me olha as vezes? Foi vc que me viu tomando banho?

- Sim, foi sim e gostei muito, vc poderia fazer isso mais vezes.

- Não! Imagina. Aquele dia foi porque faltou água.

Bom, acabei aceitando o doce, agradeci e fui embora. Dia seguinte ao chegar da escola ele estava parado em frente à oficina, me cumprimentou e puxou conversa. Perguntou meu nome, idade, do que eu gostava, coisas assim. Numa das respostas eu disse gostar muito de cinema, ao que ele prontamente me convidou para ir ao cinema ali perto com ele.

- Não, obrigado. O cinema só abre a noite e eu não posso.

- Não, de sábado tem matine. Quem sabe sábado próximo a gente pode ir?

- Não sei, vou perguntar para minha mãe.

- Não precisa, isso vai ser um assunto entre amigos homens.

- Tá, vou pensar então, tá passando um filme que quero ver, na sexta eu te respondo.

Eu na verdade nem maliciei, queria mesmo era ir ver o filme e aceitei o convite. Em casa menti que ia com amigos da escola e fui. Lá me encontrei com ele na bilheteria, me comprou pipocas e entramos, sentamos na ultima fila. Tinha poucas pessoas na plateia. Ele falava o tempo todo, de tudo, mas lá dentro quando ficou escuro, ele pôs a mão na minha perna e continuou falando. De vez em quando ele mexia a mão, como se estivesse a me alisar. Eu não maliciava, parecia um carinho e era gostoso. Depois de uns minutos ele pegou a minha mão e a colocou na perna dele e dizendo: - Vc pode me acariciar também, eu vou gostar.

Então comecei a repetir o que ele fazia. Até que ele colocou sua mão em meu pinto, ai eu também coloquei no dele. Nossa, estava duro que nem pedra, automaticamente retirei a mão assustado, ele pegou minha mão e a recolocou lá: - Não se assuste, ele só está feliz por estar aqui com você.

Fiquei com a mão ali sem saber o que fazer, então ele pegou na minha mão e foi fazendo eu acariciar o pinto dele por cima da calça mesmo. Ai eu já comecei a maliciar, mas não imaginava a real intenção dele, pensei que era só brincar um pouco.

- Vc quer ver como ele está?

- Não sei, e se alguém ver a gente fazendo isso?

- Ninguém vai ver. - disse já abrindo o zíper da calça e colocando para fora. Ai recolocou minha mão lá e senti como estava realmente duro, então ele me abraçou e me beijou na boca. Nossa, senti nojo na hora. Ai ele me pegou pelo pescoço e me abaixou até seu pinto e disse baixinho:

- Põe ele na boca.

- Não! Que é isso? Eu não quero.

Mas não teve jeito, ele colocou seu pinto na minha boca e com as mãos ia puxando e empurrando minha cabeça. Eu não sabia o que fazer e não conseguia escapar. Uma hora ele parou e disse:

- Vamos no banheiro que eu quero comer vc.

- Não, o sr. está entendendo errado, eu não sou viadinho.

- Não era, mas agora vc já pegou e já chupou o meu pau, se vc não for eu conto para sua mãe que vc agora é viadinho. - Não!! Vc não pode contar, ela me mata.

- Bom, então vc vai comigo lá no banheiro e a assim ela não precisa te matar.

- Tá, mas não vai demorar né? Eu quero terminar de ver o filme.

- Não, e eu vou tomar cuidado para não te machucar e vou gozar rápido, vc me deixou muito tesudo.

Fomos e estava vazio, ai entramos num box e ele já foi me beijando de novo e passando a mão na minha bunda, em seguida abaixou minha calça e a dele tbm:

- Ajoelha ai em cima da bacia e vira a bundinha para mim.

Fiz o que me mandou e tentando olhar para trás vi que ele cuspiu no pinto e em seguida o colocou na entrada de meu cuzinho. Devagar, bem devagar, ele foi forçando até que entrou, doeu é claro, mas ai ele parou e disse:

- Acostuma com ele ai dentro e relaxa para não doer muito.

Dito isso começou a empurrar para dentro bem devagar. Claro que entrou tudo, ele nem era muito dotado mesmo, ai começou a me fuder, doía, mas também me causava uma sensação estranha, não sabia se era bom ou se era ruim, só sei que mexia comigo. Foi rápido mesmo, mas não gozou lá dentro, gozou na minha bunda. Ai me limpou com papel higiênico e disse que na próxima vez seria lá dentro. Sem entender direito o que significava disse que tudo bem.

A partir dai todo dia que chagava da escola encontrava ele em frente da oficia esperando para me cumprimentar, as vezes com um doce de presente. Na sexta ele me chamou e perguntou:

- Vamos amanhã de novo no cinema?

- Acho que sim, semana passada não consegui ver o filme todo. - respondi sem me lembrar que ele havia dito que da próxima seria lá dentro.

Fomos e dessa vez ele me lambeu o cu, nossa que sensação estranha, era ruim, mas era bom ao mesmo tempo, a região do anus é muito sensível, depois me colocou de 4 e novamente me penetrou, e como havia dito, depois de uma foda rapidinha, me encheu o cu de porra, nossa, que sensação estranha eu senti. No fundo até gostei. O difícil foi limpar tudo. Sai dali com porra ainda dentro de mim. Conforme andava sentia umas golfadas e um pouco dela saindo para minha cueca, bom voltei para a poltrona e sentei, ai parou de sair. Chegando em casa fui direto ao banheiro me livrar daquilo, saiu um monte ainda, escorria, e eu achei gostoso sentir aquilo saindo de dentro de mim, quando ficava em pé escorria pelas minhas pernas, a cueca estava toda melada, tive que lavar para minha mãe não perceber.

Depois disso passamos a nos encontrar quase toda semana, as vezes no cinema, as vezes na oficina no final do expediente, mas uma vez foi em casa mesmo, no meu quarto, minha mãe havia ido visitar sua irmã no interior, essa foi a mais gostosa, ele me colocou em posições que eu nem imaginava, adorei quando veio por cima de mim de bruços e me fodia mordendo minha orelha e falando coisas no meu ouvido, além de me beijar no pescoço.

Eu sei dizer que cada vez gostava daquilo e queria mais. Semana que não conseguíamos fazer eu ficava frustrado. Fizemos por quase uns seis meses, eu acho, ai meu pai foi transferido para uma cidade próxima e eu fiquei sem ter para quem dar. Mas vocês sabem né, os garotos da escola logo me descobriram, parece que eles têm um radar para descobrir os passivos, no inicio neguei que era, resisti, até que um dia acabei cedendo para um deles, bonitinho, mais velho um pouco, só que pedi para pagar o cinema para mim, foi lá que fizemos. Ai já viu né, eles vêm, te passam uma cantada, te comem e depois saem contando bravatas, e logo tinham vários me cantando, passei a aceitar com mais frequência, mas sempre pedindo algum favor em troca: fazer a lição de matemática para mim; também pedia dinheiro e dizia que era para comprar calcinhas, sempre davam, mas era pouco. Então foi que percebi que podia ganhar dinheiro com meu "talento", e quando completei 19 anos voltei à São Paulo, me enturmei com outras "bonecas", coloquei silicone nos seios, e fui para as ruas. Foi um período difícil, até ser descoberta pelo tal "caça-talentos ".

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/coroapassiv



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