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 Contos Eróticos

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Entre Amigos: O padre e o viuvo

A vida de um padre é marcada por muitas coisas, porém uma delas é a solidão. O padre tem de fazer da solidão sua companheira. Moro sozinho e faço questão disso, pois se a solidão é um ponto difícil, posso contar com a liberdade e nela viver minha intimidade, mesmo cercado pelos paroquianos. A casa onde moro não está isolada, fica em meio à casa de muitos paroquianos e amigos. Todos têm acesso a casa.

Este fato aconteceu a poucos dias, pleno mês de abriu/2017. Um homem, a princípio muito reservado me procurou na secretaria paroquial para uma conversa. Já o tinha visto pelas ruas do bairro e na missa. Apresentou-se e logo falou de sua viuvez, pai de dois filhos, aposentado, embora seja um cinqüentão bem afeiçoado. Falou da solidão e do desejo de viver alguma coisa com uma mulher. A conversa foi fluindo naturalmente e foi se tornando muito boa. Ofereci-lhe água, café. Percebi que ele foi ficando mais à vontade.

Daí lhe perguntei quanto tempo estava viúvo, ele falou que já fazia oito anos e que desde então não tinha vivido nada e dedicara-se aos cuidados dos filhos, da casa etc. Perguntei se ele tinha feito voto de castidade (risos). Demonstrou um susto e rapidamente negou. Muito timidamente falou das masturbações, mais confessou que já estava cansado de se punhetar e que servia só pra aumentar a solidão e o desejo.

Falou que uma vez um amigo se aproximou e manifestou um desejo "estranho" por ele, mais ele preferiu não aceitar por entender que é pecado dois homens juntos na cama. Indaguei se isso lhe causara algum desejo. Ele respondeu que na falta de uma mulher servia. Nesta hora olhei para sua mala e ele percebeu.

Continuamos a conversa e não consegui desviar o olhar de sua mala. Então, ele passou a passar a mão. Percebi que algo crescia e tomava forma. Passei a lamber os meus lábios.

Levantei-me, tranquei a porta da sala e coloquei a mão no seu ombro. Ele me olhou e levou minha mão até sua mala. Pronto. Abri o zíper e coloquei pra fora um pau branco, cabeçudo, grosso não muito grande e chorão, não perdi tempo e comecei a passar a língua e sorver aquele melzinho. Ele mais que esperto pegou minha cabeça e pediu: chupa! Engoli aquele cacete como se fosse um pirulito. Muito bom!

Ele ficou de pé e foi tirando a roupa e eu também. Colocou-me deitado em cima da minha mesa de trabalho e linguou meu cu. Depois meteu sem camisinha e logo gozou, tamanho era o seu tesão. Em seguida demonstrou preocupação por está enrabando o padre da paróquia e por ter feito sem camisinha. Procurei tranqüilizá-lo. Daí, então, o pau cresceu de novo e ele não perdeu tempo. Dessa vez fiquei de quatro e ele meteu sem piedade bombou muito e pediu para eu deitar e gozou na posição papai/mamãe. Só então me beijou. Que beijo gostoso. Perguntei por que não havia me beijado antes. Ele disse que esquecera, tamanho o tesão e vontade de gozar.

Ficamos nos beijando e ele pediu que queria mais, só respondi eis-me aqui.

Foi muito bom! Estou esperando sua visita, mais já faz um mês e nada.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/pedro_eros1



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