Já é assinante?
Esqueci a senha
 Contos Eróticos

Quer receber contos eróticos diariamente no seu email? É grátis!

Entre Amigos: Trabalho noturno

Boas meus amigos, ontem aqui no Rio caiu um pé dágua sem igual, tinha um serviço para fazer e como havia marcado depois das 20h para que ninguém na empresa ficasse me pentelhando, e poderia trabalhar mais tranquilo, acabei pegando um transito louco, e só pude chegar no local as 22h, o segurança estava por conta, mas depois de uma boa conversa ficou tudo resolvido, entrei e fui logo desligando tudo, como estava abafado e muito quente, eu fiquei só de bermuda, tirei a camisa e o tênis, só não tirei tudo pois sabia que a qualquer hora o segurança iria passar por lá, pois sempre faz uma ronda.

Por volta das 23:40h não estava aguentando mais o calor, e tirei a bermuda, o Paulo já tinha passado, então fiquei bem, muito bem a vontade, estava trabalhando sozinho ontem e com o carro, então fui com uma calcinha da minha esposa fazer o serviço, estava até decidido, na volta passar pela Quinta da Boavista e arrastar uma boneca que sempre me deixa com muito tesão.

Acabei ficando tão envolvido no trabalho que não percebi as janelas abertas, e fui trepando na escada e passando os fios, quando saio da sala do diretor, dou de cara com o Paulo, camisa aberta, mostrando seu peitoral lisinho e a barriguilha da calça também aberta e uma geba grossa e comprida de capuz, uma coisa linda e gostosa, fiquei sem ação, ele chegou perto e foi logo apertando minha bunda e beijando meu pescoço, tentei em vão argumentar, mas ele já foi tirando tudo e com uma das mãos segurando a minha cabeça, forçando de encontro seu caralho.

Paulo é um moreno de 2,05m, com seus 98Kg de pura massa muscular, desses 8Kg deve estar na piroca, rsrs ... Tentei colocar toda na boca mas não entrava, segurei ele pelo pau e fomos para o banheiro, peguei um sabão liquido e lavei muito bem aquele instrumento, depois no banheiro mesmo, sentei no vaso e iniciei uma mamada deliciosa, cada lambida seu caralho dava um solavanco que batia na minha bochecha. Arregacei sua pele e deixei bem a mostra sua cabeça vermelha mais para vinho. Fui engolindo bem devagar passando a língua de leve, Paulo gemia e dizia que eu era um coroa viadinho bem tesudo, que estava olhando lá de baixo e pensou que era uma tremenda mulher, ele ia falando e meu cu piscava.

Segurei com as duas mãos seu mastro e iniciei uma gulosa bem rápida. Seu pau cresceu na minha mão e antes de dizer que iria gozar, seu jato de porra inundou minha boca, lacrou meus olhos, entrou no meu nariz e veio jato de porra até na orelha, era uma farta quantidade de leite, ainda dei umas lambidas, mas o Paulo queria mais, se virou e na pia mesmo lavou seu instrumento falando que agora queria meter no meu rabo, que iria trata-lo como uma buceta bem carnuda, com a mão cheia de sabonete, lambuzou meu rabo, enfiou dois dedos no meu cú e falou que eu iria me sentir um verdadeiro macho por levar aquela pica sem chorar.

Cheguei a ficar com o frio na barriga, ia tirar a calcinha mas ele mandou deixar, pois tem uma tara de comer um rabo com a calcinha de ladinho, coloquei uma das pernas no vaso e me apoiei na pia do banheiro. Ele ficou admirando minha bunda e fazendo espuma com o sabonete no meu cu. Antes de colocar a camisinha ele disse que queria sentir a pele passando pelo meu rego, deu duas ou três pinceladas e já com a camisinha colocada, mas parecia uma toca, ele encostou seu caralho na entrada e pediu para eu me solta. Então o Paulo foi empurrando bem devagar, pude sentir a cabeça entrar bem lentamente, me rasgando as pregas, quando meu anel, envolveu sua cabeça, ele parou e deixou seu pau latejando a cabeça no meu anus, apertava minha bunda e dava tapas, depois segurou com força e abriu bastante e foi empurrando bem devagar toda sua anaconda meu cu a dentro.

Era uma dor com tesão misturado, as pernas foram ficando fracas e não aguentei, baixei e juntei as duas, ele ficou mais tarado ainda, apertando minha bunda de encontro o seu pau, segurou mais forte e começou a estocar violentamente, parecia que eu iria me cagar todo, foi uma sensação estranha, achava que a calcinha estava entrando junto, mas ao passar a mão na bunda podia sentir que ele estava segurando junto ao apertar minha bunda, seu caralho aumentou de volume e ele deu um grito, um pouco fino, mas passou a cravar bem lentamente no meu cu dizendo que estava gozando como nunca havia feito, pude sentir seu leite encher a camisinha, desta vez seu pau logo amoleceu, mas não perdera o tamanho, perguntei pra ele se quando ia a praia ele usava calção, pois este pau não ficaria preso num qualquer, ele respondeu que não gostava de usar que ia sempre de bermuda.

Paulo lavou mais uma vez seu pau, se vestiu e desceu, eu continuei com a calcinha toda torta na bunda e com o cu pegando fogo, para terminar o trabalho, por volta das 2h da manhã eu desci e ele estava com uma cara de acabado na portaria, dizendo que o velho que trabalha com ele tinha faltado e que não teria tempo de descansar, disse que era uma pena, pois queria mais uma ver sentar no seu colo, ele riu e falou que outro dia ele estaria mais disposto, sai de lá pensando, se ele não estava disposto e gozou duas vezes sem o pau amolecer e jogou aquela quantidade de leite nas duas, fiquei curioso para experimentar essa disposição!

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/decalcinharj



COMPARTILHE ESSA HISTÓRIA COM SEUS AMIGOS

Deixe seu comentário, o autor do conto será avisado!
Não é permitido informar telefone, email ou outras formas de contato. Apenas para fazer comentários sobre o conto!

Seu email (não será divulgado)


Seu comentário

Aceito receber contos eróticos no meu email gratuitamente