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Entre Amigos: Ajuda do Vovô

Quase que esqueci de contar o que rolou neste sábado.

Amanheceu um dia lindo, e meu avô chega a minha casa sem avisar, é sempre uma alegria saber que ele esta bem e que sabe se virar, então pedi pra ele ficar a vontade e me perdoar por estar tão à vontade, mas é que eu não sabia que alguém ia vir até a minha casa e estava aproveitando que não tinha ninguém para fazer uma arrumação no quarto da bagulhada. Eu tinha colocado uma calcinha vermelha de renda da minha mulher que estava para lavar, mas com a chegada do vovô eu só tinha colocado uma bermuda por cima.

Fiz outro café e nos sentamos para bater um papo, ele foi logo falando que não esquecia o dia do seu aniversário, como relatei anteriormente e que não via a hora de fazer outra farra igual, eu brinquei falando que isso podia matá-lo e ele respondeu que morreria rindo, rsrs... E foi logo dizendo que duvidava se eu não estivesse vestindo uma calcinha naquele momento, rimos e eu confirmei pra ele que sim, arriando a bermuda e mostrando a calcinha.

Ele disse que eu estava lindo, assim à vontade... com essa calcinha. Pediu para dar uma apertada na minha bunda e que queria cheirar também, falei que estava suado e que iria tomar uma ducha para ficar mais cheiroso, deixei o vovô terminando o café e fui pro banho, voltei usando apenas uma camisola longa sobre o corpo, quando me aproximei da porta da cozinha notei que vovô já estava peladão batendo uma punheta para o pau ficar mais duro.

Meu cú contraiu. Eu perguntei como ele sabia que eu estava só e que estaria usando a calcinha, ele respondeu que: estava analisando a situação quando minha esposa passou pela padaria e comentou que eu estaria em casa fazendo esta arrumação. Desde seu aniversário que ia dormir de pau duro sonhando com isso.

Eu sorri, e disse que estava louco para usar mesmo a calcinha. Assim que elas saíram eu levantei, tomei o café e fiquei só de calcinha para fazer a arrumação, deixei ao lado a bermuda caso precisasse, era muito mais gostoso trabalhar em casa assim...

Vovô disse entender perfeitamente, que também gostava de ficar a vontade em casa, de short, até sem cueca, como estava agora. Nós sorrimos e eu disse que sabia disto. Que meu pai também não gostava de usar cuecas para não apertar o tornado, rsrsrs... rimos mais um pouco e vovô fez cara de safado e perguntou como eu estava por baixo da camisola. Então fiquei de pé em sua frente e disse para ele me ajudar a levantar a camisola, aos poucos ele foi levantando e falando besteira sobre o que estava vendo, comentou que ficaria louco se um dia eu fosse dormir com ele e ficasse assim, falei na mesma hora que no seu próximo aniversário.

Após eu falar isso, vovô segurou o caralho duro e reto e perguntou se eu havia visto ele assim. Eu gelei, era mesmo grosso, minhas pregas contraíram ficando mais apertadas. Eu fiquei parada olhando, vovô puxou meu braço e colocou a minha mão em seu pênis. Era bom demais estar pegando naquele caralho cabeçudo. Como eu queria aquilo. Eu estava com a boca aberta e babada de tanto tesão. Eu de leve comecei a punhetar, vovô puxou-me para perto e passou a mão em minha bunda, e começou a desamarrar a camisola e fazendo ela descer até o chão, me deixando completamente nu.

Vovô elogiou, apertou, passou os dedos no meu cuzinho. Eu estava pulsando de tesão. Perguntou se eu estava gostando. Eu só gemia e com a cabeça fazia que sim. Eu queria que vc soubesse. Vovô levantou e começou a me beijar o rosto, o pescoço, o peito, meus braços e eu continuava punhetando ele. Vovô passou a língua em meu pescoço e no meu ouvido, eu fiquei louco, todo arrepiado, vovô pediu para eu debruçar na beirada da mesa da cozinha.

Eu atendi prontamente, vovô foi se chegando, se abaixou e abrindo minhas pernas pode ver véu cú piscar. Ele elogiou, começou a beijar minhas coxas, minhas nádegas e a passar aquele rosto com a barba por fazer no meio das minhas pernas, eu tentava beliscar seu nariz com meu cu de tanto tesão.

Eu estava tarado de tanto tesão, quando a sua boca encostou e começou a lamber toda a volta do meu cu eu tive espasmos e ejaculei um pouco sem tocar no pau. Eu adorei sentir sua boca encostando no meu rego e molhando meu cu com sua saliva, lambendo toda a extensão do meu rego , esfregando a língua de cima até embaixo. À medida que vovô lambia, eu abria mais as pernas, eu queria me oferecer todo. Eu estava me sentindo uma verdadeira vagabunda toda arreganhada para o vovô. Como era bom me arreganhar.

Enquanto lambia, vovô enfiou um dedo de leve na minha bunda e depois tirou, eu não agüentei e pedi mais, vovô então começou a enfiar dois dedinhos em minha bunda junto com a lingua, que começou a piscar, cada contraída que eu dava ele enfiava a língua mais fundo. Nossa como era bom ficar aberto para meu vovô. Como é gostoso ter um dedo no cú, dois e uma lingua.

Vovô ficava escorregando os dois dedos para fora e para dentro de mim como se eu fosse uma puta . Tinha parado de me lamber, mas continuava admirando seu neto, me mostrando que tinha uma bunda carnuda e bem durinha, como eu estava todo arreganhado para ele, à medida que vovô enfiava e tirava de leve os dedos de mim eu comecei a tremer de tesão, minhas pregas ficavam contraindo, eu tremia todo. Eu estava sentindo que iria gozar novamente, então vovô tirou os dedos, apontou a cabeça vermelha do seu caralho na minha entrada dos funtos e de uma única enterrada fez seu tronco ir até o fundo, falou que eu seria a puta mais realizada do mundo.

Vovô segurou minhas nádegas, apertou com força, ele é um coroa forte e robusto, com um vigor impar, enterrou seu caralho até as suas bolas baterem nas minhas, pediu para eu contrair meu anus e rebolar, acho que foram duas contraídas e vovô retirou tudo e enterrou novamente, cada estocada era com mais força até que ele anunciou o gozo, foi um orgasmo mútuo, gozarmos ambos, meu vô tem tanto leite que chegou a escorrer pelas pernas.... Tomamos um banho junto onde eu mamei muito seu caralho e depois ganhei como premio a sua ajuda na arrumação do quartinho...

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/decalcinharj



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