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 Contos Eróticos

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Entre Amigos: Amigos de fé

Era uma vez dois garotos que moravam vizinhos em uma rua tranquila de um bairro tradicional na zona sul de São Paulo. Eles nasceram com diferença de um mês, João nasceu antes então Pedro era o mais novo. Cresceram juntos, aprontando, brincando e estudando juntos. Pela idade igual sempre caiam na mesma classe da escola, eram como diz a música "...amigos de fé, irmãos, camaradas...".

A amizade ia muito bem, mas um dia Pedro procurou João dizendo que precisava falar sobre alguma coisa que tinha ouvido.

- Tudo bem, vamos lá em casa e aproveitamos para fazer a lição de matemática.

Lá chegando Pedro disse que um amigo em comum havia dito que tinha feito troca-troca com ele.

- Sim, fiz sim, ele propôs e eu topei.

- Mas porque com ele e não comigo, afinal somos melhores amigos.

- Sei lá, ele propôs, foi só uma vez. E com você eu não tinha certeza que aceitaria, você gosta de tudo certinho. Achei que não toparia.

- Se qualquer um sugerisse isso eu não toparia, mas com você é claro que toparia.

- Bom, se é assim vamos fazer agora mesmo. Abaixe a calça que eu começo.

- Mas não é no par ou impar que se decide isso?

- Sim, mas sou mais velho, um mês só mas sou, e estamos na minha casa, então eu começo.

Disse isso e foi até a cômoda onde pegou uma pomada dermatológica, tipo um gel, que tinha lá. Ele tinha mentido, já tinha feito mais de uma vez, inclusive com o Zezé, garoto mais velho, que o havia ensinado a usar alguma coisa em gel para facilitar a entrada.

- Ué? Para que isso?

- Para você não sentir dor. Vai por mim, isso facilita a entrada.

Disse já passando em seu pinto, e como o amigo estava de 4 passou um pouco também em seu cuzinho virgem, colocou o pinto e forçou, claro que entrou fácil, estava bem lubrificado, aí parou e perguntou se estava doendo e se podia continuar.

- Dói sim, mas dá para aguentar, pode continuar.

Ele começou meio devagar e foi aumentando, estava muito tesudo e logo gozou, um gozo ainda pequeno e tirou. - Agora é minha vez. - disse Pedro.

Repetiram tudo e ele também gozou rápido. Mas não tirou logo, deitou sobre o amigo e o beijou na boca, no que foi prontamente correspondido. Ficaram curtindo o momento por um bom tempo e antes de se limparem ainda se beijaram mais uma vez, quando Pedro acabou dizendo:

- Eu te amo, agora mais ainda.

João ouviu e não respondeu, deu outro beijo no amigo e se levantou para limpar tudo.

Ficaram mais ligados ainda, passaram a no mínimo uma vez por semana fazer sexo, fora que em qualquer oportunidade trocavam beijos e carícias, estava ficando até arriscado serem flagrados pelos colegas de escola. Mas não foram, e levaram a vida assim por um ano, até que João disse:

- Pedro, já reparou que agora com 18 anos todos nossos amigos estão arrumando namoradas? Eu acho que seria bom arrumarmos também, assim não vão desconfiar da gente.

- Mas Pedro, eu já tenho você, não quero namorar mais ninguém.

- Veja bem, não é para valer, é só para disfarçar.

- Se você pensa assim eu faço, mas faço por você.

E assim foi, rapidamente arrumaram namoradinhas e seus encontros naturalmente foram ficando mais espaçados, até que o pai de João foi transferido para Valinhos, uma cidade perto de São Paulo onde a empresa tinha a unidade fabril, já tinham 20 anos. Pedro ficou chocado com a separação, chorou muito, até largou a namoradinha.

Mas a vida continuou, cada um seguiu seu destino. Estudaram, se formaram, começaram a trabalhar, casaram e constituíram família. E assim viveram felizes para sempre.

Felizes para sempre? Não! Não eram totalmente felizes. Ambos tinha saudades, e muitas, um do outro.

Mas nos breves encontros que tiveram nas décadas seguintes nenhum dos dois tocava no assunto com medo do outro não gostar de falar a respeito. Foram, na verdade, 30 anos até que finalmente se encontraram sem as esposas numa conferência profissional. Após saírem foram à uma lanchonete onde entre um chopp e outro finalmente Pedro falou:

- Sei que é uma bobagem, mas sabe que tenho saudades daquele tempo.

- Verdade? Nossa, eu também tenho, nunca toquei no assunto pois pensava que você já tinha até esquecido.

- Como poderia? Eu curtia cada minuto que passávamos juntos.

- Eu também. Olhe, já somos quarentões agora, acha que conseguiríamos retomar aquele louco romance?

- Eu ia sugerir para a gente tentar.

- Ué! Então vamos, que tal agora mesmo?

Saindo dali foram procurar um Motel onde poderiam, com discrição, fazer amor. Assim que entraram no quarto se abraçaram e se beijaram longamente enquanto seus paus iam ficando duros. Antes mesmo de terminar o beijo já estavam tirando as roupas até ficarem nus. Deitaram e continuaram a se beijar e acariciar dizendo como tinham sentido falta daquilo.

- Bom, hoje vai ter que ser no par ou impar. rsrsrs...

Não importa quem ganhou, os dois meteram, e sem se levantarem continuaram o romance e logo estavam metendo novamente. Depois que terminaram Pedro sugeriu de inventarem uma desculpa para as esposas e dormirem juntos para desfrutarem mais um pouco. Dito e feito, ligaram e disseram ter que fazer uma visita na fábrica que ficava em outra cidade, mas que no dia seguinte estariam de volta.

Feito isso se banharam e nus ainda ficaram a conversar, se acariciando e beijando de vez em quando. Às tantas se vestiram e saíram para jantar onde continuaram a conversa, havia tanto a contar um para o outro. Terminado o jantar foram à um hotel e lá logo se desfizeram das roupas e voltaram a se acariciar e beijar. Estavam nas nuvens! Parecia que estavam em lua de mel.

Naquela noite fizeram sexo novamente e finalmente dormiram abraçados. Ao acordar, durante o banho que tomaram juntos, foi que pela primeira vez na vida se chuparam e gozaram na boca um do outro. Adoraram. Depois mais sexo e em seguida sem muita disposição se vestiram para cada um ir para sua casa, não sem antes trocarem juras de amor e combinarem um outro encontro para dali a dez dias e depois a cada quinzena, para sempre.

A partir daí sim viveram felizes para sempre, quer dizer, até agora pelo menos.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/coroapassiv



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