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 Contos Eróticos

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Entre Amigos: Nunca use o que não é seu

Fui fazer um serviço na casa da minha cunhada, como sempre ela e seu marido me pedem para quebrar um galho, desta vez foi mudar o armário de um lado para o outro do quarto, como o meu cunhado não pode fazer muito esforço eu fui numa boa, estava só mesmo, com a patroa fora, fui até a casa deles, minha cunhada já havia saído e meu cunhado estava me esperando, cheguei e ele foi logo mostrando o armário e dizendo onde iria ficar, falou que estaria na sala e que qualquer coisa era só chamar. Fui desmontando peça por peça e quando retirei a ultima gaveta encontrei uma calcinha fio dental maravilhosa, na hora me deu um tremendo tesão em imaginar minha cunhadinha com aquele rabão usando essa calcinha, fiquei de pau duro latejando. Mas coloquei a calcinha de lado e continuei a desmontagem, quando retiro o suporte das gavetas encontro uma camisola curta, putz! Aí eu fui ao banheiro e toquei uma pensando nela vestida com aquela combinação.

Chamei o meu cunhado e falei que iria mover a base, como era leve, disse que não iria precisar dele, falei que havia colocado pedaços do carpete nos pés do armário para não arranhar o chão e que ficaria fácil de mover, ele então falou que iria dar um pulo na piscina para fazer os exercícios da fisioterapia e que voltaria logo, ele bateu a porta e eu fui direto ao banheiro vestir a calcinha e a camisola para ver como ficaria e aproveitar para fazer algumas fotos.

Estava pronto para tirar a camisola quando dou de cara com meu cunhado me olhando com sua pica para o lado de fora da sunga, dizendo que para fazer isso ele não teria problemas, falou que eu estava uma verdadeira putinha e que queria comer meu rabo, coisa que sua esposa não deixava, pois reclamava do tamanho do seu pau, sem ficar encabulado, fiquei de joelhos na sua frente e coloquei aquele músculo na boca, foi latejando e crescendo, era bem carnudo e com veias empoladas, estava um pouco suado, mas o tesão ficou maior, chupei e chupei muito, até sair caldo, fomos para a cama do quarto de hospedes e fizemos um delicioso 69, ele linguando meu cu e eu chupando até suas bolas, em determinado momento seu pau latejou e não coube mais na minha boca, ele então resmungou que iria gozar e que queria me comer bem gostoso, virei-me e fiquei de quatro com os joelhos na beirada da cam, ele pediu para eu deitar o peito na cama e ficar com a bunda bem empinada para ele. Senti um gel gelado escorrer pelo meu rego e cobrir meu anel, seus dedos alisando bastante o meu cu e intercalando as dedadas para relaxar meu rabo, apontou seu mastro na entrada e pediu para eu rebolar, fui rebolando e sentindo as beliscadas que sua cabeçona dava no meu cú, até que uma hora entrou rasgando e foi deslizando até sentir seu sacão bater no meu, deu duas estocadas fazendo barulho de pele suada batendo em outra pele suada, que no caso era minha bunda na sua virilha.

Ficou um tempo parado para descansar e aproveitou para alisar minha bunda e ficar falando como seria maravilhoso comer o rabo da sua esposa, perguntei porque ela nunca deixou e ele falou novamente que se assusta com o tamanho do seu pau, então eu brinquei, que o rabo dela era bem maior que o meu e que eu estava adorando, então ele apertou mais minha bunda e iniciou os movimentos de entrar e sair, sair por completo, enterrar tudo novamente e tirar tudo, até eu contrair o anus e fazer ele gemer, pensei que iria ter em treco, pois já era um senhor de 68 Anos, com uma geba de quase 20 cm e bem grossa, disse para ele ir devagar pois o sangue estava todo no seu caralho e que poderia ter fraqueza, então seu pau latejou, engrossou mais um pouco e com um apertão mais forte nas minhas nádegas ele urrou de tesão e encheu meu rabo de leite, continuou estocando, apertando e gemendo, o pau não parava de latejar, parecia uma bomba peniana que não parava de encher, foi ai que eu entendi o que a minha cunhada sentia quando ele gozava dentro dela, o seu pau não parava de crescer, depois de algum tempo, o anus acostumou e passou a ser mais gostoso, então eu gozei como um adolescente, sem tocar no pau.

Antes de tirar tiramos algumas fotos e fomos tomar um banho quente para relaxar, foi uma trepada bem gostosa, quando nos arrumamos ele comentou que tudo isso aconteceu porque eu usei uma roupa que não era minha e que agora o meu rabo seria dele também!

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/decalcinharj



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