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Entre Amigos: A idade da inocência

Esta é a história de como perdi a virgindade e de meu primeiro amor correspondido. Desde os dezoito anos, vivia meio na fossa por causa de uma menina. Seis anos depois de ter me mudado pra Curitiba pra fazer faculdade. Convidei um primo que veio pra estudar também, e rachamos um apezinho agora só pra gente.

Ele, além de bonito e forte era bem mais legal que meus companheiros anteriores, chatos, sacanas e esnobes falidos com sentimento de casta. Apesar de rico, era humilde e muito ativo: sabia cozinhar, auxiliava na limpeza, era atencioso e boa companhia também, talvez por não ter irmão.

Ao contrário dos anteriores, respeitava meus colegas e amigos e me incluía com os seus. Gostava muito de exercícios e de acampar. Logo organizou uma excursão para a serra da graciosa com escalada e acampamento e me convocou, junto com mais dois amigos da escola e seu melhor amigo da nossa cidade, um rapaz muito simpático.

Eu não queria ir porque não tinha preparo algum pra escaladas, mas não o queria magoar; então ele disse que me carregaria se fosse preciso e me abraçou forte e só soltou após eu concordar.

Companheiros fazem tudo juntos, e você é o meu; queria que você fosse meu irmão; sussurrou e me beijou.

Na excursão, Mário seu melhor amigo notou que ele me tratava melhor que a ele, então passei a lhe dar a mesma atenção. Até então não havia me dado contam de como ele era atencioso comigo. Apesar de muito cansados, ficamos todos muito felizes com a aventura e por e termos visto tantas paisagens e animais, e vivenciado tantas coisas junto naqueles dias.

Numa outra ocasião, fomos só ele e eu, só para acampar num recanto da serra com riacho, o que foi bem legal. Na barraca, tentei abraçar ele, mas ele não gostou e, na volta, ficou vários dias sem falar comigo. Notei que eu sempre falava na "vaca", como ele chamava minha ex, então decidi não verbalizar mais as lembranças talvez que o irritavam.

Um dia, voltando do curso noturno que fazíamos, me abraçou várias vezes no trajeto, e, nas ruas menos iluminadas, me beijava a bochecha; achei estranho um machãozinho como ele agir assim, mas parecia muito feliz comigo. Como dia seguinte tínhamos de levantar cedo, tratamos de ir logo pra cama. Mas, quando ia me deitar na minha, ele me segurou e me fez encostar nele por trás, e não me soltou.

Ficou de quatro com a bunda de fora e, segurando meu pênis, queria que eu o penetrasse. Surpreso, assustado, entrei em taquicardia. Disse que nunca tinha feito aquilo e que nem sabia como, mas ele conseguiu uma ereção parcial me manipulando e já foi enfiando, o que foi muito dolorido pra mim e também pra ele, acho. Felizmente, logo se satisfez, me soltou e apagou. E minha antiga insônia voltou pra ficar.

O bom, era seu carinho e a intimidade que tínhamos, mas eu vivia frustrado, cansado e cochilando toda hora. Ele não entendia aquilo e tentava me "acalmar" de todas as formas, mas nada adiantava. Ele disse que gostou do meu pintão desde quando fomos pra praia uma vez, e me viu de sunga. E que eu tinha de aceitar ser o macho dele, pois ele precisava de um, e que a gente sempre se gostou.

Me acostumei a satisfazê-lo, mesmo sem desejo; apesar de ele nunca falar de experiências anteriores, suspeitava que ele voltasse pro amigo. Mais dedicado ainda, passou a me dar banhos, me massagear, enfim buscar todas as formas possíveis de relaxamento.

Eu o estranhava, tão másculo, bonito, bem-falante, atraído por um cara mais velho, magro e franzino como eu; mas, como diria Jô Soares, são les choses de la vie ou chose de loque.

Eu havia voltado a alternar soníferos e relaxantes musculares. Numa manhã de primavera, após dormir maravilhosamente, acordei com ele aproveitando minha ereção da manhã me fazendo sexo oral, e deixei, não consegui resistir. Sonolento, notei que ele gozou sem se tocar e eu estava quase e avisei que podia sujá-lo se não parasse, mas ele não se importou. Então explodi literalmente, e ele sorveu tudo sem nojo, continuando até não sair mais nada e o membro se acalmar.

Pronto, agora a idade da inocência acabou. E a insônia também. Tomara! Disse e ficou quietinho embaixo do meu braço meio envergonhado, mas orgulhoso.

Hoje, anos depois, entendo melhor. Acho que nenhuma garota teria feito o que ele fez por mim, com tanta paciência, dedicação, amizade e amor sinceros, sem esperar compromissos.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/Carcereiro



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