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 Contos Eróticos

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Entre Amigos: Minha história recente

Olá, quero compartilhar com vocês minha história recente sobre calvice, mas para isso tenho que retroceder um pouco.

Sou homem, fui casado até 3 anos atrás, ficamos casados por 3 anos e não tivemos filhos por opção, hoje estou com 33 anos. Depois da separação aproveitei o apartamento só meu e comecei a levar toda mulher que conseguia "cantar", fiz muito sexo lá.

Também levava uns amigos que iam para assistir futebol, tomar cerveja e jogar conversa fora. Nada de sexo. Tudo bem, alguns papos sobre, mas nada de homossexualismo.

Na época eu andava preocupado com o inicio de uma calvice, apesar de novo já apresentava sinais incontestáveis de que iria ficar "careca", e isso me apavorava.

Num dos domingos assistindo futebol com amigos o papo chegou nesse assunto, quando disse da minha preocupação em ficar careca um deles me disse o nome de um comprido que segundo ele era "tiro e queda", resolvia mesmo o problema. Claro, anotei o nome e já na segunda feira fui comprar.

O farmacêutico perguntou se era de 1 ou 5mg, eu não sabia, então ele perguntou se era para a próstata ou para o cabelo, quando falei que era para o cabelo me disse para tomar o de 1mg. Comprei. Isso foi a ano e meio atrás.

Comecei, e três meses depois já notava uma melhora no cabelo, nesse período fui perdendo o libido, meu pau quase não ficava duro, perdi o tesão, já nem procurava mais as mulheres pra trazer aqui, mas não associei ao comprimido, achava que era stress.

Tudo bem, pelo menos o futebol continuamos a assistir em casa, o verão chegou e com ele aqui na minha cidade vem um calor da porra.

Num desses domingos, três amigos em casa vendo futebol quando um deles pediu licença para tirar a camisa pois estava muito calor, ninguém se opôs, muito ao contrário, tiraram também. Só eu não tirei, mas minutos depois acabei tirando. Assim que tirei um deles brincou comigo:

- Caraca Marcio, você está com uns seios lindos!

- Seios nada, isso aqui é peito de academia.

Quem eu estava querendo enganar? Já fazia um ano que não ia na academia por causa dos encontros sexuais com mulheres no apartamento.

Bem, ficamos a ver o futebol e no final ao sair um deles colocou a mão no meu peito e senti alguma coisa, estavam muito sensíveis e o biquinho estava durinho.

- Você diz que é academia? Não parece, olhe só como enche minha mão. Biquinho durinho assim a academia não faz.

- Cara, para com isso. - e afastei a mão dele.

Foram embora e fiquei ali sem entender direito. Fui ao quarto e olhei, dessa vez com atenção, e vi que realmente estava com um seio pequeno parecido com de mulher, assustei. Será que meu peito estava mudando mesmo? E o biquinho que estava constantemente duro? E aquela sensibilidade toda? Bom, arrumei a sala, lavei a louça, joguei o lixo e fui ver TV, estava sem animo para sair atrás de alguma mulher pois sabia que meu pau estava com dificuldades de ficar duro e eu não queria passar vexame.

Às tantas, a curiosidade bateu e fui no computador ver se achava algo sobre meu estado.

Claro que achei, e não foram boas notícias, descobri que tudo aquilo eram possíveis efeitos colaterais do comprimido que estava tomando. Colateral nada, eu estava com todos os sintomas descritos lá. Resolvi parar, mas na hora banho quando olhei no espelho e vi que o cabelo tinha parado de cair e estava ficando bonito resolvi terminar a quarta caixa do comprimido, já estava começada, não podia simplesmente jogar fora. Isso que estou relatando aconteceu a uns oito meses atrás.

Na segunda, no trabalho, um daquele amigos do dia anterior, o Pedro, chegou perto de mim e disse baixinho:

- Olha, você está um tesão com esse seio lindo.

- Para com isso! Já disse que é peito de academia.

- Tem certeza? Eu acho que você está tomando hormônio feminino.

- Tá louco! É claro que não.

- Você uma vez disse que seu cabelo estava caindo e o Miranda te recomendou um comprimido. Você está tomando?

- Sim, e resolveu o problema do cabelo.

- Então você está tomando um remédio que feminiliza os homens. Já reparou que sua voz está mais suave? Que seu pinto diminuiu? Que não tem mais tesão por mulher? Tem saído com alguma ultimamente? Além, é claro, desses seios lindos que conseguiu!

- Nã... Nã... Não, nada disso. - Gaguejei pois ele havia acertado tudo. Mas eu não podia admitir, eu não era homossexual.

- Bem, pense a respeito, eu acho que sim. Depois nos falamos. Tchau.

Ele saiu e fiquei encucado. Será que vou virar viado? Será que não vou mais conseguir comer mulher? Será que meu pinto diminuiu mesmo? Afinal já fazia um bom tempo que não via ele duro. O dia passou e em casa, no banho, resolvi bater uma punheta. Demorou a ficar duro e ai então constatei que estava sim ligeiramente menor.

- Puta que pariu! - pensei. A punheta foi demorada, nada de gozar. Gozei, mas bem menos que eu gozava antes.

Fiquei encucado e quase não conseguia dormir.

- E ai? Pensou a respeito? - Era o Pedro novamente.

- Sim, nem dormi direito.

- Porque?

- Será que isso é reversível?

- Olhe, não sei, mas você devia aproveitar e experimentar uma transa com homem. Que me diz?

- Cla... cla... claro que não.

- Ué? Porque gaguejou então?

- Não sei.

- Olhe, ninguém aqui sabe, mas eu adoro um cuzinho de homem. Se quiser estou às ordens.

- Para com isso Pedro. Você sabe que sou homem.

- Sim, mas se você experimentar não vai deixar de ser homem.

- Nã... nã... não, não quero experimentar.

- Tai, está gaguejando de novo. Está inseguro.

- Não, não estou não. Só estou confuso com tudo isso.

- Ah... então admite que tudo que falei está acontecendo?

- Sim, quer dizer, mais ou menos. Algumas coisas sim, os seios por exemplo, mas continuo a gostar de mulher.

- Sim, gostar é uma coisa, comer é outra.

- Eu vou conseguir sim, até já marquei com uma para hoje a noite.

- Boa sorte então! Amanhã me conte como foi.

Eu realmente havia telefonado para uma delas e marcado, tinha que por aquilo a limpo.

Dia seguinte lá vem o Pedro de novo:

- E ai? Como foi?

- Um desastre, um vexame.

- Pois é, não te disse?

- Ficamos ali nas preliminares, muito beijo e passadas de mão, e "ele" nada! Até que uma hora ela perguntou o que estava havendo, antes era só tocar e ele reagia. Expliquei resumidamente para ela que em seguida se vestiu e foi embora.

- Bem, se quiser continuar a fazer sexo vai ter que mudar de lado. E você sabe que pode contar comigo.

- Não, obrigado, mesmo que eu resolvesse experimentar seria com alguém desconhecido. E eu não vou experimentar.

- Tudo bem, sei que vai querer. Pode não ser hoje, amanhã, essa semana, mas um dia vai querer e estarei aqui te esperando.

- Pode esperar sentado.

- Sim, me diga isso daqui um tempo. Tchau.

O tempo realmente passou, na semana seguinte tentei de novo com uma mulher e de novo aquele resultado desastroso. Já estava ficando desesperado. Acabei marcando uma consulta com um médico para ver se poderia reverter aquilo, só que a consulta iria demorar.

Chequei no trabalho e lá vem o Pedro de novo:

- E ai? Como está? Parou o remédio?

- Sim, mas e meu cabelo, será que volta a cair?

- Você está preocupado com o cabelo e não com sua nova condição sexual?

- Bem, com os dois na verdade até já marquei uma consulta.

- Não adianta, mesmo se forem reversíveis não será totalmente.

- Sério?

- Sim, seu tesão e seu pinto nunca voltarão ao normal, e seus seios ficaram para sempre, só com cirurgia para tirar.

- Cacaca! Tô fudido então!

- Sim, já te falei, aproveite, vire de lado e continue a fazer sexo. Estou aqui só te aguardando.

- Para com isso!

- Bem, me avise a hora que mudar de ideia. Que tal a gente tomar uma cerveja hoje no final do expediente?

- Certo. Boa ideia, estou mesmo precisando relaxar.

Ficamos combinados e a noite fui fomos para o bar. Conversa vai, cerveja também, às tantas já sem muito controle sobre o que falava acabei confessando que estava sim curioso de como seria dar o cu, mas também muito assustado.

- Que é isso? Você sabe que somos amigos e que nunca iria querer te machucar.

- É, mas tenho medo que vá doer.

- Que nada, meu pau não é dos maiores e faço com muito cuidado e carinho. Topa agora?

- Nã... nã... não sei.

- Tá vendo, gaguejou de novo, quer, mas está indeciso. Vamos de uma vez.

- Bem, você promete?

- Claro que prometo você me conhece.

- Tá, vamos aproveitar que estou meio alto mesmo e vamos, mas onde?

- Pode ser no seu apartamento, lá você vai ficar mais a vontade.

- Certo. Vamos já antes que eu mude de ideia.

Fomos, lá ficamos nus, ele de pau duro e eu de pau murcho. Tomamos uma ducha rápida onde ele me esfregou todinho, principalmente a bunda. Aquilo me deixou mais curioso ainda pois eu estava gostando.

Nem nos enxugamos e fomos para o quarto. Lá chegando ele me abraçou por trás, me dando uma bela encochada e me beijou a nuca, em seguida me virou e me beijou na boca. Nossa! Nunca havia sequer imaginado beijar um homem, mas gostei, ele sabia beijar, sua língua me explorava gulosa e gostosamente. Enquanto me beijava sua mão percorria meu corpo inteiro, e eu me excitando com tudo aquilo, mas meu pau ali "mortinho". Ele chegou na minha bunda e me disse no ouvido:

- Você percebeu que sua bunda aumentou?

- Não. Será?

- Aumentou e ficou mais gostosa ainda. Vamos para a cama eu quero ela.

Fomos e lá ele se deitou sobre mim e voltou a me beijar. Já estava gostando daquilo tudo, parecia que tinha uma fêmea dentro de mim querendo se libertar. De leve e com carinho ele foi me virando e eu sem opor resistência nenhuma, até que fiquei de bunda para cima. Ele começou a me beijar o pescoço, lamber minhas costas e foi abaixando até chegar na minha bunda:

- Ah que bunda gostosa. É lisa e fofinha. - disse antes de me dar umas mordiscadas em cada nádega. Nossa, eu cheguei a arrepiar. Não entendia o que estava acontecendo comigo, a fêmea estava mesmo se libertando e me deixando confuso.

Ele mordiscou mais umas vezes e começou a me lamber até chegar no meu cuzinho virgem. Lambeu com tanto tesão me deixando bem molhadinho com sua saliva. Ai me empinou um pouco a bunda e colocou seu pinto bem na saída, que agora iria servir de entrada. Eu gelei, estava com medo que ia doer e nem tinha certeza ainda se queria.

Bem, ele se deitou sobre mim, eu de bruços, passou a mão por debaixo de mim começando a acariciar meus seios, que estavam sensíveis demais, falando coisas no meu ouvido e as vezes enfiando sua língua nele, eu, confuso e excitado ao mesmo tempo, nem percebi ele me penetrando devagar. Uma hora só ouvi ele dizer:

- Pronto, está todinho dentro de você. Não é mais virgem. Gostou?

- Como assim, nem senti entrar. - e fui com a mão lá atrás conferir, só achei o saco dele, estava realmente todo dentro.

- Pois é, não te disse que seria cuidadoso e carinhoso?

- E agora? Não sou mais virgem?

- Não, e agora você será minha putinha, vou te fuder bem gostoso.

Dito isso ele começou bem devagar e aos poucos foi aumentando de modo a não me causar dor, pelo menos muita dor, pois dor a gente sempre sente um pouco e acaba gostando.

Ele meteu, meteu e meteu, nem sei quanto tempo foi, eu estava em êxtase, não sentia o tempo passar, até que anunciou que ia gozar, e gozou dentro do meu cuzinho, que já não era mais virgem, foi uma sensação muito estranha, mas também muito gostosa. Ele gozou e ficou ali deitado em cima de mim e eu, quer dizer, minha fêmea, já curtindo muito tudo aquilo.

Quando seu pinto começou a murchar ele tirou e me mandou ficar em pé, não entendi mas fiquei. Foi quando senti a porra dele escorrendo pelas minhas pernas, achei muito tesudo aquilo, ele perguntou:

- Que tal, gostando dessa porra?

- Nossa! Não estou acreditando, mas sim, estou adorando, que sensação mais gostosa.

- Quer mais?

- Sim, claro que quero!

- Vamos nos limpar e recomeçar, mas vai ter que me chupar para ele ficar duro de novo.

- Faço qualquer coisa para deixar ele duro de novo. - minha fêmea estava a mil.

Assim fizemos, fomos no chuveiro e lá ele me fez abaixar e mamar seu pinto que logo começou a ficar duro, que delicia era sentir ele endurecendo na minha boca. Nisso ele me levantou e perguntou no meu ouvido, depois de falar que eu era gostosa, putinha, coisas assim, se podia gozar na minha boca. Fiquei sem saber o que responder, não fazia ideia de como seria.

- Abaixa ai e me chupa de novo e se prepara para receber a porra de seu macho.

Abaixei e o chupei com muita vontade, aquilo estava me deixando com vontade de experimentar. Nem bem acabei de pensar isso ele disse que ia gozar e enfiou até o fundo de minha boca quase me sufocando e gozou. No primeiro instante me causou um pouco de náuseas, mas não vomitei, cuspi no ralo, ao que ele me disse:

- Devia ter engolido.

- Não consegui, me deu náuseas, se não cuspisse ia vomitar.

- Tudo bem, você aprende.

Nos lavamos e voltamos para a cama onde ficamos batendo papo por um tempo, num certo instante ele perguntou:

- E então? O que achou? Ficou um gosto de "quero mais"?

- Bem, para ser sincero, quando você começou a fuder me bateu uma vergonha do que estava fazendo, pensei em parar ali mesmo, mas como estava bom fui postergando a decisão até que você gozou e me encheu o cu de porra, ai era tarde, já havia gostado. Vou querer mais sim.

- Então seremos amantes daqui em diante, pois eu também gostei demais de sua bunda, de seu seios, de seu cuzinho, de você, de tudo enfim. Quer ser minha amante e putinha?

- Quero, é claro que quero.

- Vai usar lingerie para mim?

- Vou comprar umas bem bonitas para usar para você.

Pois foi assim que virei passivo, e estou gostando, nem fui naquela consulta para reverter o quadro. Já estamos com seis meses fazendo uma vez por semana, eu queria que fosse mais, mas ele é casado e tem que fazer a lição de casa também para ela não começar a desconfiar.

Como tenho seios às vezes eu visto as lingeries, calcinha e sutiã, para ele, aliás quase sempre, estou adorando isso.

Se você está ficando careca, pense bem em tomar esse remédio, a menos que tenha uma fêmea dentro de você e queira libertá-la.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/oldbras@yahoo.com.br



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