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 Contos Eróticos

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Entre Amigos: Eu e o Alfredo

Vou contar como foi minha vida mais novo e virgem até os 18 anos, totalmente inocente, uma inocência que hoje em dia não se encontra, chega a ser até fora da realidade, mas eu era assim, foi como eu fui criado, e contarei como me tornei um viadinho de um amigo, por três anos, eu morava na capital com meu pai e minha mãe, estudava numa escola particular muito conservadora, eu tinha de 18 anos e estava no ultimo ano do ensino médio, quando meu pai ficou desempregado, e nos mudamos para o interior , numa cidade pequena, muitas ruas sem asfalto, com muitos terrenos vazios e com matas, pois era um bairro de periferia.

Minha mãe fez minha transferência da escola que eu estudava para uma escola estadual quase no meio do ano. Minha antiga escola tinha um nível bem superior da escola que eu tinha entrado, por isso eu era considerado um aluno inteligente, por esse motivo a professora me colocou do lado de um aluno que ja tinha reprovado 3 vezes, o Alfredo ele era alto bonito tinha uns 20 anos já, e era muito desligado da escola.

Fiz uma boa amizade com Alfredo, e me sentia seguro devido ao tamanho dele, todos os moleques tinha medo e respeito por ele, no intervalo eu sempre dividia meu lanche com ele, e na hora de ir embora por coincidência era o mesmo trajeto que o meu, pois ele morava perto da minha casa.

Um dia estávamos indo pra casa, quando o Alfredo disse, vou ali no meu lugar secreto bater uma punheta, e me convidou pra entrar no mato com ele, eu curioso fui. No local secreto dele ,ele ja estava de pau duro tirou e começou a bater a punheta , eu fiquei só olhando e admirado pelo tamanho do pau dele . muito maior que o meu. Passado pouco mais de 5 minutos ele fez uma cara de dor e disse, to gozando e soltou um jato de porra que espirrou longe. Ai perguntei: doeu? ele disse não é muito gostoso, você nunca bateu punheta não. Como eu disse não, ele falou, quando você for tomar banho, você bate , você vai ver como é gostoso gozar, e então fomos embora.

A noite fui tomar banho e me lembrava do pau dele e fiquei com meu pinto duro e bati a punheta, achei gostoso mas não gozei como ele disse que era ,e nem saiu porra nenhuma.

No outro dia na escola falei pro Alfredo que tinha batido mas não gozei não, ai ele falou vamos la no lugarzinho que eu te ensino, saímos da aula e fomos la pro mato, chegando lá ele ja de pau duro começou a bater a punheta e falou pega aqui e bate pra mim, na hora eu disse, que não era viado, mas ele falou que não tinha nada a ver , viado era quem queria usar roupa de mulher, eu meio sem jeito peguei e comecei a bater a punheta nele, logo ele gozou e esporreou na minha mão, um liquido branco grosso e quente, eu fiquei de pau duro mas não falei pra ele. Ai ele falou pra mim que tinha três jeitos de gozar, um era batendo punheta, outro era ser chupado e engolindo o leite que saia e o terceiro era dando o cu. Mas eu disse ai vira viado, e ele falou que não, que era só pra gozar. Ele me convidou pra voltar mais tarde tipo 3 horas pra gente experimentar outro jeito.

Meu pai ja tinha montado uma distribuidora de água e gás e eu ficava com ele a tarde e disse que tinha um trabalho de escola pra fazer e que era na casa de um colega dali de perto, meu pai não se importou, então as 3 horas eu peguei minha mochila pra disfarçar e fui, quando estava chegando eu vi um moleque saindo do mato , vi que era o Airton um menino da minha idade, ele saiu olhou pros lados e depois saiu correndo, eu entrei no lugar secreto e o Alfredo estava se vestindo. Quando ele me viu ele disse, pensei que você não vinha, por isso chamei o Airton. Ai eu perguntei o que ele faz, e o Alfredo disse que comia o cu dele, e como ele ja tinha gozado não ia dar pra me ensinar a gozar chupando, mas que amanha depois da aula me ensinava. Confesso que fiquei com uma pontinha de ciúmes. Voltei pra loja do meu pai.

No dia seguinte no intervalo da aula o Alfredo me avisou que íamos no nosso lugarzinho depois da aula. Alfredo pegou uma garrafinha de água, encheu na torneira e fomos , sempre com cuidado pra ninguém ver, entramos no mato, chegando ele abaixou o short e ja de pau duro derramou a água no pau , disse que era pra lavar e me mandou chupar, como eu disse que não queria ele falou, você não quer saber se vai gozar? falei quero, e ele então na punheta você não gozou, tem que chupar pra saber, eu meio com receio peguei e comecei a chupar meio envergonhado, mas depois fui me soltando e chupei certinho, ele disse que ia gozar e que eu tinha que engolir tudinho, acabei obedecendo e fiz. Ele gemeu gemeu e gozou. Eu fui engolindo e chupando até o pau dele fica mole.

Ele falou que eu estava fazendo tudo certinho e perguntou se eu tava batendo punheta em casa. Disse que sim mas que só saia uma aguinha, e ele falou é assim mesmo que começa. Saímos, e caminhando o Alfredo falou , lembra de ontem o Airton? Eu disse sim, ai ele falou, o Airton da o cu pra mim porque ele só goza dando o cu , ele ja bateu ja chupou e só goza dando mesmo, e ele gosta de dar o cu pra mim porque ele acha muito gostoso, eu com um pouquinho de ciúmes disse e você me ensina? Ele disse, então quando você for tomar banho e bater a punheta você passa bastante shampoo no cu e no dedo e enfia o máximo que dá, o shampoo é pra ficar lisinho, depois você enfia dois dedos e vê se seu pinto fica duro, você bate punheta com o dedo no cu, tá certo? Eu disse sim. Então amanha antes de vim na escola você faz coco e toma banho e faz do jeito que te falei com o shampoo tá certo. Sim então amanhã depois da aula nós vamos no nosso lugarzinho.

Fui pra escola e o dia parecia que não passava pela minha ansiedade, na verdade eu ja estava com muita vontade de dar pra ele. Mas não queria ser taxado como viadinho. Terminou a aula saímos, sem nunca ninguém desconfiar, nem mesmo o Airton e fomos pro lugar secreto. Chegando no local Alfredo tirou toda a roupa, ficando completamente pelado de pau duro, me pediu pra ficar também no que atendi prontamente. Ele pediu pra eu dar uma chupadinha no pau dele, coisa que eu ja tava com vontade mesmo, comecei a chupar ja fiquei de pinto duro e mostrei pro Alfredo, ele disse ah você esta gostando, logo vai gozar, ele me abraçou, e com as mãos fazia caricias no meu peito, na minhas costas e na minha bunda. Aquilo estava me dando muita tesão, me virou de costa pra ele encostando o pau na minha bunda, me beijou a nuca , beijou na orelha e eu todo arrepiado, depois beijou minha bunda varias vezes e disse que de todos que ele comeu eu era o mais gostoso e mais bonito, aquilo me deixou nas nuvens, como ele ja sabia que ia me comer ele trouxe embrulhadinho um punhado de margarina e passou no meu cuzinho, coisa que eu ja achei uma delicia e depois passou no pau dele todinho, mandou eu dar uma arcada pra frente e abrir minha bunda com as mãos, encostou aquele pau duro no meu cu e foi empurrando devagarinho, a hora que a cabeça passou no meu anelzinho e eu senti uma dor, e eu travei, ele parou passando a mão no meu peito e falando no meu ouvido, fica tranquilo que não vai doer . Você deve se soltar, quando eu relaxei ele abraçou minha barriga e socou de uma vez, senti uma dor mais forte mas como ele me segurava tive que aguentar, assim que passou ele começou o vai e vem, ai começou a ficar muito gostoso, ele tirou, passou mais um pouco de margarina e meteu de novo entrando com mais facilidade, ele meteu por uns 8 minutos sem parar quando comecei a tremer, as pernas ter uns espasmos de tesão, e acabei ficando todo molinho, e ele gozou dentro do meu cu também.

Nós nos limpamos, eu disse que tinha gozado e muito e ele falou que eu era como o Airtom que só gozava dando o cu. Senti vontade de beijar ele na boca mas não fiz, e fomos embora e eu falei pra ele guardar segredo nosso. Depois desse dia ele me comia sempre, isso durou por cerca de 3 anos, só não durou mais porque ele começou a trabalhar e nossos horario não deu mais certo. Hoje eu sou um cara bisexual ja namoro mas sou muito discreto. È só.

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