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 Contos Eróticos

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Entre Amigos: O Taxista Garanhão

Sou consultor, pós-graduado na área ambiental, tenho 1.77, 75 Kg, branco bronzeado das caminhadas matinais, cabelo mais para claro, mas já ficando grisalho, pernas e coxas grossas e uma bunda que chama a atenção de mulheres e dos homens também.

O fato que vou narrar aconteceu a algum tempo. Na época, tinha 29 anos e prestava meus serviços em várias regiões do país, por isso precisei ficar seis meses morando em Salvador. Para ter mais conforto, aluguei uma casa em uma praia que ficava no meio do caminho entre o trabalho e o centro da cidade.

No dia do fato, não trabalhei porque tinha coisas pra resolver na rua. Aproveitei e fui ao shopping, almocei, dei um tempo e peguei um táxi pra voltar para casa. Sentei na cadeira da frente, cumprimentei o motorista, passei o endereço e fiquei na minha. Sou um tipo de poucas palavras, meio sisudo muitas vezes, mas o motorista era do tipo simpático e falante e foi logo puxando conversa. Falava um pouco do trânsito, da cidade, do que leu no jornal no dia anterior. Perguntou de onde eu era porque achou o meu sotaque diferente. Eu respondi que era do interior do Rio Grande do Sul e que estava em Salvador por causa do trabalho, mas que já havia vindo à cidade quando, na época de adolescente, participava de campeonatos estudantis de futsal. Ele disse que era de Maceió, mas que morava em Salvador desde os 10 anos.

Pegamos uma avenida congestionada e o trânsito ficou lento, os assuntos foram se aprofundando e ele perguntou se eu era casado. Respondi que já tinha morado junto, mas que as constantes viagens acabavam não ajudando e a mulherada acabava pressionando muito por uma vida com mais rotina. Ele me disse que compreendia bem como era mulher quando pressionava. Disse que era noivo, mas que seu foco, no momento, não era casamento, mas terminar a faculdade que estava na fase do TCC e, futuramente, montar o sua própria clínica de fisioterapia.

A conversa inteligente e a simplicidade do rapaz fez eu prestar mais atenção nele. Acho que tinha a minha idade, talvez um pouco menos, apesar da aparência mais madura, talvez pelo tipo de vida mais esforçado. Era moreno claro, cabelo tipo militar, à primeira vista um tipo comum, mas que, se a gente repara com mais cuidado, vai notando mais a beleza. Mãos grandes, vozeirão, sorriso amplo, Às vezes, enquanto falava, olhava ligeiramente pra mim pelo retrovisor. No início, eu retribuía o olhar apenas em sinal de gentileza, mas depois comecei a olhar com admiração.

Chegando ao destino, fui pagar a corrida, mas ele alegou não ter troco. Eu disse que ele poderia ficar com o troco, daí ele me daria o número do celular dele e eu o chamaria para uma nova corrida, então ficaria tudo certo. Ele ouviu minha proposta, mas perguntou se eu confiaria se ele fosse trocar o dinheiro em um posto próximo, no que concordei. Passado uns minutos, ele retornou. O carro parou e antes que eu conseguisse abrir o portão, ele desceu do carro pra entregar o dinheiro.

Nessa hora, meu pau ficou duro vendo aquele macho. Era um palmo mais alto do que eu, daquele tipo de cara que parecem magros, mas são largos e corpulentos. Em um instinto, foquei em direção a rola do cara, mas tirei rapidamente o olho para que ele não percebesse. Acho que foi tarde demais, porque ele puxou um assunto qualquer e minha reação foi convidá-lo pra tomar uma água, sei lá o que mais saiu da minha boca naquela hora.

Educadamente, me pediu licença e sentou no banco da cozinha americana. Eu estava seduzido, mas embaraçado com a situação. Era um fato inusitado, pelo menos para mim. Ele quebrou o gelo e disse que estava gostando do nosso papo, que iria tirar o resto da tarde pra descansar e, se eu quisesse, por conta da corrida, me mostraria uns pontos da cidade que, com certeza, eu iria gostar de conhecer. Eu concordei, mas pensei que minha vontade, agora, era de conhecer um outro ponto turístico: o corpo dele.

Nessa altura, diante da desenvoltura dele, comecei a sentir receio do que eu seria capaz naquela tarde. Fazia um bom tempo que estava me virando na punheta e não tinha estado com muitos homens na minha vida. Mesmo sendo bissexual, eu me considerava um garanhão comedor de bocetas, sempre posei de hétero, sério e bem sucedido profissionalmente. Agora, estava desejando descaradamente ser a puta de outro macho.

Sempre fiz minhas sacanagens, mas só lembrava de ter sido passivo com dois caras. Daí, tive a ideia de perguntar se ele não queria tomar um banho por causa do calor. Ele deu um sorriso e aceitou. Vibrei por dentro e fui pegar a toalha. Indiquei o caminho do banheiro social e fui ate á suíte tomar um banho rápido, peguei a mangueira da duchinha e improvisei uma chuca. Vesti uma bermuda e quando olhei na porta do quarto, me deparei com uma visão do paraíso. Ele estava enrolado na toalha, veio na minha direção e foi logo me beijando e dizendo que sentiu tesão por mim desde quando eu entrei no carro. Exalava um cheiro gostoso de homem limpo e roçava um volume considerável contra a minha barriga, um cacete grosso, marrom, com uma pentelheira escura em torno dela.

Não me fiz de rogado, me ajoelhei e tentei abocanhar toda aquela maravilha. Na verdade, não tinha boca nem experiência pra tudo aquilo, mas fui até onde o tesão me levou. Ele gemia, me chamando de mauricinho filho da puta, de branquinho tesudo, de doutorzinho gostoso. Eu babava na vara, cheirava o sacão, lambia as coxas, enquanto tocava uma punheta. Pedi pra ela deitar na cama, daí pude ver melhor as pernas longas, as coxas levemente peludas e um volume animal no meio das pernas, mas o que mais me deu tesão foi a cara de homem, meio carinhoso, meio rústico e, mais uma vez cai de língua na rola. Não parava de chupar, fiquei hipnotizado.

Ele continuava gemendo, batia o pau no meu rosto, dizia que eu era o bebezão dele, que iria me dar mais mamadeira, mas dessa vez eu iria tomar pelo rabo. Nessa hora gelei, era muito pau pra um buraco que não era acostumado. Falei pra ele do meu receio e ele disse que eu não me preocupasse, que não faria aquilo que eu não quisesse. Falei que queria muito dar pra ele e o cara ficou doido quando eu disse isso. Ele estava em ponto de bala, dizendo que estava pirado na minha bunda branca, falava que uma bunda redondinha como a minha era pra se comer sem pressa.

Nessa hora o cara me ganhou, o que era medo passou a virar só desejo. Colocou-me de quatro em cima da cama, lambeu a minha bunda, dava linguadas na portinha dizendo que adorava uma bunda carnuda de um puto branquinho, que o meu cu iria ver o que era uma rola de macho nordestino. Falava coisas que me deixavam com mais tesão como "o taxista vai arregaçar o cu do patrãozinho" e "puto gostoso tem que viver levando vara mesmo". Meu pau estava tão duro que babava. Só voltei a mim quando o ouvi perguntando pela camisinha. Entreguei a ele, mas ele ordenou, com uma voz firme, que eu mesmo colocasse, obedeci na hora, afinal queria receber uma surra de pica do meu taxista. Coloquei a camisinha naquela cobra grossa, babei muito nela e enfiei muito lubrificante no meu cu. Pedi pra começar sentando na pica.

Subi na cama, me posicionei e senti um tranco de dor. Ele pediu que eu relaxasse e não tivesse medo. Depois que a cabeça passou, ainda doía, mas ele pediu pra eu continuar. Depois de um tempo imóvel ele deu um solavanco tirando de mim um grito abafado e começou um movimento de gangorra comigo dizendo que iria tirar esse ar de "granfino" arrogante que eu tinha, e que eu iria gostar tanto que iria quicar mais que bola em quadra de futsal.

Ouvir aquilo me dava uma sensação maluca de estar sendo desejado. Aquela rola entrando no meu rabo era a quebra de vários preconceitos que eu ainda tinha. Tateei a base do cacete e estava tudo dentro do cu. Nesse momento, fiquei com orgulho por estar dando prazer para aquele homem. Eu continuava alucinado, subia e descia naquela caceta, rebolava como um louco em cima da jeba. Quem me visse naquela situação não diria que eu era um macho discreto e masculino na sociedade. Naquele momento, eu não tinha mais a noção das coisas, só queria saber de vara.

Ele me colocou de frango assado e eu entrelacei as pernas nas costas dele. Eu não queria mais sair dali. Tinha nascido pra levar aquela vara. Não sabia o que era sentir prazer pelo cu até aquele dia. Depois de socar muito, me preparou dizendo que estava perto de gozar. Eu mal peguei no meu cacete e um arrepio se propagou da minha próstata pro resto do meu corpo, minha vara respondia jorrando leite. Queria que aquele momento não acabasse. Ele tremeu, deu um urro e caiu de lado, tirando a camisinha com muita porra branca e viscosa. Dormimos cerca de uma hora, nos beijamos e fomos tomar um relaxante banho juntos, com direito a chupada no meu pau.

Durante minha estada em Salvador, dividi a cama com aquele cara sempre que podíamos. Propus a ele fazermos todos os exames para passarmos a transar sem camisinha. Depois disso, no dia em que ele dormia aqui em casa, logo cedinho já tomava minha "mamadeira de piroca", ou então já saia da cama pro banho com o leite escorrendo pelas pernas. Depois voltei pra minha cidade, com direito a uma declaração de amor e amizade por parte dele.

Sempre nos falávamos por telefone, mas eu iria continuar retornando, pelo menos, a cada seis meses, por causa do trabalho. Mas, de comum acordo, não transaríamos mais, porque o casamento se aproximava. Meses depois da cerimônia, a esposa dele faleceu em um acidente de carro. Ele passou uma fase muito abalado.

Depois de uma ano da morte da esposa, ele mudou seus planos de ter uma clínica e começou a trabalhar com transporte turístico. Mudei pra Salvador e estamos juntos. Moramos em casas separadas, mas assumimos a nossa relação. O tesão mútuo ainda é o mesmo, mas não pegamos no pé um do outro. Acho que a liberdade ainda é o melhor pra manter aceso um relacionamento.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/skyluque448



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