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 Contos Eróticos

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Familia: O motoqueiro da pizzaria

Sou coroa com mais de 55 anos, casado e com duas filhas adultas. Moro numa casa em um bom bairro da zona sul de São Paulo. Hoje sou passivo, mas nem sempre fui assim.

Tudo começou quando fiz 50 anos e tive que ceder às pressões da família, esposa e filhas, e ir ao urologista fazer o famoso exame da próstata. Fui, meio empurrado mas fui.

Fiz o exame do toque e depois os exames de laboratório mostraram que algo não ia bem. Fiz biopsia e apareceram células cancerígenas na próstata, ainda em fase inicial. O médico recomendou a retirada total da próstata para evitar que o câncer se espalhasse. Fiz a cirurgia, que me deixou impotente e sem nenhuma ereção, e o pior, com incontinência urinária, tinha que usar um absorvente masculino que era muito incomodo.

Conversei com o medico que me aconselhou a fazer fisioterapia. Fui, pensando que seriam simples exercícios. Qual o que, o fisioterapeuta enfiou um eletrodo no meu cu e aplicava micro choques mandando eu contrair e fazer outros exercícios, mas sempre com aquele eletrodo no cu.

As primeiras vezes eu ficava tenso, constrangido, mal falava com o fisioterapeuta. Logo fui me acostumando e cheguei até a achar gostoso aqueles choquinhos, davam um tesão diferente. Uma vez até brinquei com o fisioterapeuta:

- Isso aqui deve ser a Disneylandia dos viadinhos.

Ele riu e disse que sim, que tinha quem gostasse muito.

Bom, toquei a vida o mais normal possível, só não tinha mais sexo com a esposa, em um ano acabamos por nos acostumar. Num determinado final de semana, elas, as três, foram visitar a irmã dela que morava no interior, de modo que fiquei sozinho já na sexta-feira em casa. A noitinha tomei banho, coloquei um pijama curto sem cueca já que estava calor, e logo após fazer um lanche a campainha tocou, fui atender e era o namorado de minha filha.

Expliquei que haviam ido ao interior e só voltariam no domingo. Ele ficou bravo.

- Onde já se viu! Porque não me avisou?

- Bom, eu não sei, acho que foi tudo em cima da hora.

- Pô, e agora?

- Não sei, não quer entrar? Tomar uma cerveja?

- Quero sim.

Ele entrou, tomamos uma cerveja, conversamos e ele disse que estava no maior tesão, como iria fazer agora sem ela? Brincando sugeri que tocasse uma punheta. Ao que ele respondeu:

- Só se você tocar para mim, afinal você é o pai dela e já que ela não está você vai assumir o lugar dela.

- Que é isso? Não sou chegado nisso não.

- Qual é? Você já está brocha mesmo, não vai ser nada de mais para você. Assim vai ter sexo de novo.

- Quem te disse que estou brocha?

- Ué, todo mundo da família fala disso.

- Caralho! Eu disse que não era para contar para ninguém.

- É, mas acho que o bairro inteiro sabe.

Enquanto conversávamos ele tirou o pau para fora já meio duro. Dei uma olhada e não sei porque me veio na lembrança as seções de fisioterapia com aqueles choquinhos no cu. Confesso que fiquei excitado, como seria ao invés do eletrodo, um pinto de verdade? Mas fiquei na minha. Aí ele começou a se acariciar, e o pau cada fez mais duro, eu já quase não conseguia tirar os olhos dele, uma hora ele disse:

- Não fique aí só olhando não, pegue de uma vez, se quiser pode até chupar.

Timidamente peguei e comecei a punheta-lo. Sem entusiasmo no inicio. Uma hora ele me abraçou pelo pescoço e puxou minha boca para perto do seu pinto.

Fiquei ali olhando aquele pinto duro e desejoso sem saber o que fazer, estava numa dúvida terrível, mas demorou pouco a indecisão, coloquei na boca e comecei a chupar. Não demorou quase nada e ele gozou, senti nojo e cuspi tudo. Ele deu risada.

Peguei um pano e limpei todo o chão. Enquanto limpava percebi que ele ainda estava de pau duro, e ele por sua vez percebeu que eu estava sem cueca. Aí quando estava abaixado me agarrou por trás e abaixou meu pijama. Gelei. Tentei escapar. Não foi possível, primeiro porque ele segurava com vontade e segundo porque eu tentava escapar sem muita vontade, acho que inconscientemente eu queria.

Ele me deitou no sofá, tirou a roupa toda, e veio por cima, ajeitou seu pinto bem na entrada e forçou, doeu muito e não entrou, aí ele perguntou se tinha gel em casa, disse que sim e ele me mandou buscar, fui correndo, aí passou no pinto e no meu cu, dessa vez entrou e ele me fudeu, demorou para gozar. Doeu mas eu gostei. Depois de nos lavarmos ele mandou chupar de novo. Num instante estava duro e ele me fudeu outra vez. Gostei mais do que a primeira. Depois que ele foi embora fiquei ali sozinho revivendo mentalmente cada instante.

Continuamos a fazer, a gente sempre dava um jeito, ora em casa quando elas estavam no trabalho, ora na casa dele. Era tipo uma vez por mês.

Só que nem seis meses depois eles brigaram e desmamcharam o namoro, continuamos um pouco mais, só que logo ele arranjou outra namorada e deixou de me procurar. Mas eu já era viradinho agora e de repente fiquei sem ter um homem para quem dar. Só havia feito com ele.

Depois de alguns meses elas foram novamente para o interior e fiquei sozinho em casa. No sábado depois de um banho coloquei um pijaminha leve, sem cueca, e resolvi pedir uma pizza.

Quando o motoqueiro chegou vi que era um rapaz simpático e resolvi arriscar, afinal estava morrendo de vontade, não aguentava mais, só que nunca tinha nem imaginado "cantar" um homem, mas era uma oportunidade única, não podia deixar de tentar, se não desse certo nunca mais pediria pizza naquela pizzaria. Peguei o dinheiro e coloquei uma nota de dois reais por cima, entreguei e disse:

- O que vai ser? A nota de dois reais ou uma chupada?

Ele me olhou, demorou uns segundos pensando, que para mim pareceram uma eternidade, estava morrendo de medo dele responder que não gostava de viado, mas ele só disse:

- Fico com a chupada.

Rapidamente mandei ele entrar e já me abaixei, ele tirou e dei-lhe uma bela chupada. Só que na hora de gozar ele me mandou ficar de quatro, queria me encher o cu de porra. Não me fiz de rogado, fiquei e ele enfiou tudo, até o saco bater na minha bunda. Aí me fudeu um pouco e gozou, encheu mesmo meu cu de porra, ficou escorrendo pelas pernas e caiu um monte no chão. Ele se recompôs e foi embora, disse que tinha outras entregas a fazer, mas se eu quisesse ele voltava quando acabassem as entregas. Por volta da uma hora da manhã.

- Claro que sim, eu te espero.

Ele saiu e eu fui limpar aquela porra que sujou todo o piso. Acabei comendo pizza fria.

Ele voltou e acabou dormindo comigo, na mesma cama que eu dormia com a esposa. Acho que ele estava muito atrasado, me fudeu umas três vezes antes de dormirmos. E claro, mais uma quando acordamos. Aí foi embora.

A grande pena disso tudo é que nem sempre eu ficava sozinho, mas quando ficava ligava para o celular dele e se ele pudesse vinha me comer de novo. Ele parou de trabalhar na pizzaria e nunca mais o vi.

Só que não dava mais para ficar sem homem, foi quando me lembrei que meu antigo genro havia dito que o bairro inteiro devia saber, então sempre que saia, que ia fazer alguma compra, ficava reparando como as pessoas me olhavam, dava para perceber alguns olhares gulosos. À esses eu respondia com um olhar de consentimento, eles então geralmente se aproximavam e puxavam conversa, dai para acabar na cama era um pulinho, rsrsrs...

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/http://disponivel.uol.com.br/Coroapassiv



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