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 Contos Eróticos

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Familia: Banho de mangueira

Meados de 2013. Eu tinha 19 anos, já estava no segundo semestre da faculdade e entraria em férias escolares em dezembro. Ansioso por esse momento, visto que iria passar quase três meses na casa de uma de minhas tias numa cidade próxima a São Paulo, fazia planos: piscina, pescaria, trilhas, bike, montanhismo...

Essa tia - Yolanda, era separada de meu tio, irmão de meu pai, e estava amasiada com um senhor de 49 anos, baixinho, moreno de sol, olhos azuis, grisalho, calvo - o "tio" Mário. Minha tia era evangélica e frequentava cultos, além do domingo, mais três vezes na semana. Nos domingos, o culto era pela manhã; na semana, à noite, entre 19 e 21:30h.

Aquele verão foi muito quente. A casa, numa chácara próxima à cidade, tinha piscina e isso me proporcionou nadar todos os dias. Depois do café da manhã, quase diariamente, ficávamos ela, seu "namorido" e eu na piscina. Depois de 15 dias, eu estava bronzeado, muito bronzeado. Usava todos os dias a mesma sunga - preta, cavadinha. Isso fez com que eu ficasse com "marquinha".... As partes do corpo recobertas por ela ficaram branquinhas! As demais, bronze puro!

Durante vários momentos dessas manhãs, percebia um olhar guloso do "tio" Mário... Isso me deixava num misto de constrangimento e lisonja - constrangimento porque estava diante de minha tia e temia que ela também percebesse; lisonja porque sempre tive atração por homens maduros. Nunca havia vivido situação assemelhada. Tenho glúteos redondos e durinhos e me dava conta de que - talvez!, essa fosse a razão de um suposto apetite homo do "tio" Mário.

Na segunda semana de férias, já era janeiro, minha tia retomou sua frequência aos cultos. Ia de carro. Saía de casa por volta de 18:15 e retornava depois de 22 horas.

Na casa, ficávamos eu e "ele" - ai! que prazer eu passei a sentir ao nos vermos a sós... A empregada ia embora às 18 e deixava nosso jantar já encaminhado.

Era uma quarta-feira, a temperatura, por volta de 20 horas, estava acima de trinta graus e eu não queria ficar dentro de casa, em ambiente com ar condicionado. Preferi ficar sentado na varanda conversando com o "tio"...

Dado o calor, ele propôs, a certa altura de nossa conversa, que tomássemos um banho frio. Havia um chuveiro próximo à piscina, mas ele sugeriu tomarmos banho de mangueira. Havia uma torneira com mangueira acoplada atrás da casa.

Eu concordei e me dirigi ao local proposto. Quando caminhávamos para lá, ele disse:

- Um instantinho. Pode ir que eu já volto.

Quando retornou, trazia num dos braços, duas toalhas; na mão direita, um sabonete.

Eu me antecipei, abri a torneira e esguichei água nele. Parecíamos dois meninos rindo, gargalhando mesmo! Logo ele me pediu que o ensaboasse nas costas. Não titubeei: passei a ensaboá-lo. Quando ele se virou pra mim, percebi que estava de pau duro.

Olhei curiosamente e ele, com um sorriso e olhar dos mais sacanas, me provocou:

- Gosta?!

Balancei a cabeça afirmativamente. Foi o bastante para ele me puxar para junto de seu corpo, me abraçar com força e já ir me beijando o pescoço. Desceu a boca até meus mamilos e passou beijá-los e mordiscá-los. Eu tremia de tesão, arrepiadíssimo!

Agachou-se e beijou meu pau sobre minha bermuda. Já estava duríssimo!

Ato contínuo, levantou-se e forçou minha cabeça em direção ao seu cacete. Que sensação maluca tomou conta de mim! Queria engolir aquele corpo inteirinho, começando pelo pênis - e que pênis! Uns 20cm, grosso, reto, pelos aparados.

Agarrei-me às suas coxas e nádegas e sugava aquela sucuri com um tesão incontrolável!

Fiquei em pé novamente porque ele me puxou para cima e passei a lamber suas axilas, seus mamilos, seu pescoço, seu queixo.

Ficamos nesse rala-e-rola por mais de meia hora, alternando-nos em chupadas e lambidas - ora eu chupava seu cacete, ora ele lambia meu cuzinho, meus mamilos e até meu cacete!

Sempre atentos ao barulho do carro chegando, enxugamo-nos e fomos para o sofá da sala. Nesse ambiente e dispondo de espaço estofado, passamos a nos beijar e como ele beijava!

Esse "esquenta" durou mais aproximadamente meia hora. Tendo em vista que minha tia poderia chegar, decidimos pôr fim a esse amasso e projetamos a próxima saída dela - seria na cama dela!

Na quarta-feira, ela saiu atrasada para o culto; contudo, combinamos que iríamos aguardar seu retorno para jantarmos. Ela saiu feliz e nós muuuuitoooo felizes porque, como já havíamos tratado, estaríamos na cama dela para fazer amor.

Eu já havia tomado banho e pus uma cuequinha preta, bem cavada, assemelhando-se a uma calcinha. Uma bermuda de tecido leve, branca, que deixava entrever a cuequinha, camiseta branca e perfume.

Como já previa que eu seria alvo de um olhar devorador, passei a desfilar pela casa a fim de mostrar que eu estava "sensual". Quando podia, piscava para o "tio" e ele respondia com um sorriso sacana, gesticulando e querendo dizer: - Me aguarde!

Aquilo foi me deixando melado. Meu pau dava sinal de que eu teria uma "noite de núpcias". Meu cuzinho já piscava doidamente. Por sorte, minha camiseta era longa e cobria meu pau (que já estava endurecido); dessa forma, ninguém percebia.

Mal minha tia saiu - estávamos na sala - ele me deu um beijo daqueles e me disse:

- Um instante que vou preparar nossa cama.

Depois de alguns minutos, voltou, me pegou nos braços e me levou até a suíte. Beijou-me novamente e me colocou na cama, esta já devidamente recoberta, para não levantar suspeitas.

Deitou-me de costas e me beijou, e lambeu, e mordiscou frente e verso. Deteve-se longamente no meu cuzinho, lambendo-o. Essa atitude me levou às nuvens - nunca tinha sido chupado assim e tanto! Meu tesão foi ao ápice! Não via a hora de que ele me penetrasse. Gemia como uma gata no cio.

Pôs-me de frango e disse:

- Quero meter em você olhando nos seus olhos, beijando sua boca.

Pediu que eu colocasse a camisinha com a boca no seu cacete depois lubrificou meu cuzinho com um dedo, dois dedos, três dedos. Lambuzou sua rola com KY e iniciou a penetração.

Foi de um cuidado e de um carinho extremos. Punha a cabeça e tirava, punha e tirava a fim de sentir minhas reações. Como viu que eu gemia e clamava por aquela rola duríssima, passou a penetrar da mesma forma: pondo e tirando, pondo e tirando, sem pressa. Quando percebemos que não ia doer, implorei para que pusesse tudo e ele passou a empurrar.

Quando sentimos que seus pêlos tocavam minha bunda, ele iniciou o vai-e-vem. E que vai-e-vem! Penetrava tudo e parava para ver meu semblante. Me beijava com o pau todo enterrado, tirava e punha novamente e chupava meus mamilos. Essa trepada me fez gozar sem que eu pusesse as mãos no meu cacete. Não aguentei tanto tesão que ele me proporcionava até aquele instante.

De repente, senti seu pau endurecer mais ainda e engrossar. Pensei comigo:

- Ele vai gozar!

Puxei-o para minha boca e ele deu um urro de prazer, enchendo a camisinha de porra.

Prostrou-se ao meu lado.

Fui pra cima dele e beijei seu corpo todo, limpei seu pau, lambendo o que restava daquele líquido mágico.

Quando nos demos conta, o relógio já passava de 21:30h. Minha tia estava prestes a chegar e precisávamos desfazer "a cena do crime", tomar banho e ficar na sala a ver TV como dois santos. E foi o que fizemos.

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