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 Contos Eróticos

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Familia: Fui fêmea do meu pai



Havia cheiro de sexo no ar. Aquele aroma típico e revelador de que naquele ambiente duas pessoas fizeram amor alguns instantes antes. Era um cheiro de pele, de suor, cheiro de macho exalando feronômios e impregando todo o lugar. Percebi que sobre o tapete da sala havia um par de taças de champagne vazias. Algumas peças de roupa largadas a esmo indicavam que ali havia acontecido o ato sexual. Uma garrafa de champagne também vazia e deitada sobre o tapete denunciava que os amantes tinham sorvido de fina bebida francesa em meio ao ato de amor. O cheiro forte de sexo também revelava que passaram a noite toda copulando e deveriam estar com muito desejo, pois a sala estava bem desarrumada. Havia uma calcinha vermelha sobre uma poltrona e uma máscara de mestre dominador num canto da sala. Fiz de conta que não percebi estes apetrechos no rápido olhar que passei pelo lugar.

Um dos personagens que acabara de copular naquele lugar eu já conhecia. Ele estava parado diante de mim a me observar: era um homem de 45 anos, alto, cabelos castanho-claros com alguns fios grisalhos. Pele queimada do sol, rosto másculo e sem barba, algumas pequenas rugas ao redor dos olhos. Tinha lábios muito carnudos e os olhos eram duas amêndoas com um brilho peculiar. Notei a bela camisa com os dois botões superiores entreabertos revelando uma bela corrente fina de ouro com um pequena medalha quadrada repousando sobre um farto tufo de pelos muito lisos, o que revelava ser aquele homem dono de um peitoral peludo. Deveria ter mais ou menos 1,85m, 85 kg, muito forte e malhado, resultado de anos de academia. Sob as bermudas estava um par de pernas peludas com coxas muito grossas, as quais eram o resultado de seu hábito em pedalar desde os 18 anos de idade. Mãos fortes com dedos curtos e grossos se harmonizavam com todo o conjunto que lhe dava um ar extremamente viril. Aquele homem exalava sexo. Certamente transara durante toda a noite e, olhando para seu porte másculo e aspecto macho, aquele homem deve ter feito da dona daquela calcinha uma verdadeira e completa fêmea.

Tudo isso poderia ser indiferente para mim se não fosse por um detalhe muito simples. Aquele homem era meu pai. Percebi seu olhar um pouco incrédulo logo que abriu a porta para me receber. Ele não esperava minha chegada, ainda mais trazendo uma mochila de viagem. Separado de minha mãe desde que eu tinha 10 anos, nós nos víamos e nos falávamos muito pouco. Agora, aos 19 anos, eu era um homem feito e quase um ano e meio sem notícias dele eu decidira visitá-lo de surpresa e, de certa forma, tentar resgatar o amor dele.

- Eu não esperava você, filho! - disse ele meio sem jeito por causa da cena no apartamento.

- Desculpe, pai. Eu deveria ter avisado você.

- Se soubesse teria mandado a empregada arrumar tudo.

- Relaxa, pai - falei meio sem jeito por causa do desconforto dele.

- Fez boa viagem?

- Fiz sim.

Meu pai estava tentando ser gentil. A "viagem" que ele mencionou não demorava mais do que uma hora de ônibus, visto que ele morava em Santos, litoral de São Paulo, e eu morava na capital.

- Olha, pai, me desculpa por chegar sem avisar! - exclamei um pouco envergonhado.

Coloquei minha mochila sobre o sofá, perto da peça feminina que havia sido abandonada pela dona. Meu pai a apanhou, dobrou rapidamente meio que tentando escondê-la.

- Tudo bem, guri, você não precisa se descupar e nem avisar. Esta casa também é sua. Estava com saudades de você.

Ele me abraçou com força, um pouco mais à vontade do que no momento em que abriu a porta do apartamento e deu de cara comigo. Senti uma estranha sensação de aconchego quando ele me abraçou e me envolveu. Rapidamente eu me lembrei do tempo em que eu corria para seus braços logo depois de ter um pesadelo e ele me protegia. Eu me sentia seguro, protegido, coisa que nunca mais senti.

Ele recolheu as taças, a garrafa vazia e me pediu para segui-lo até a cozinha. Notei que ele estava sem jeito para falar sobre a situação da noite anterior. Tentei quebrar o gelo e deixá-lo à vontade:

- E sua namorada, pai?

Ele estava colocando as taças vazias na pia.

- Namorada? Bem, até que está tudo bem.

- Você já esqueceu a mamãe?

Senti um arrependimento logo depois de ter feito a perfunta. Meu pai olhou sério para mim:

- Filho, isso é uma página virada pra mim. Pode ser que para você ainda não, mas já se passaram quase 10 anos.

- Eu sei, pai. Mas é que muitas vezes me lembro de vocês dois juntos e isso me dá saudades.

- Flávio, eu sei que não é fácil para os filhos, mas nós também temos o direito de ser felizes.

- Eu sei, pai - disse eu - Desculpe por tocar neste assunto.

Ele preparou um café e arrumou a mesa enquanto eu lhe contava sobre minha vida na faculdade de Direito. Sentou-se na minha frente e me serviu leite.

- Você não vai comer? - perguntei enquanto ele sorvia de sua xícara de café.

- Agora não, estou sem fome.

Eu sabia que a falta de fome se devia à noitada anterior. Difícil não imaginar seu próprio pai fazendo sexo no tapete da sala de estar com uma desconhecida. Lógico, uma desconhecida para mim, não para ele. Percebi uma leve ponta de ciúmes enquanto imaginava a cena.

- Você poderia ficar morando aqui comigo, guri.

O convite não me parecia uma boa idéia, visto que eu tinha minha vida em São Paulo.

- Tem a faculdade, pai, acho que não dá. Apesar de que eu adoro esta cidade e as praias. Meu pai sorriu.

- Não vou mentir que eu tenho minha vida, meu espaço, mas você é meu filho. Eu me sinto culpado por ter me afastado de você.

- Obrigado, pai. Mas esta visita é para a gente matar as saudades, então eu vou encher bastante o seu saco.

Ele riu enquanto bebia do café.

- Você não me enche, filho. Estou feliz por você estar aqui. Aliás, você vai ficar no quarto de hóspedes, será seu o tempo que quiser.

- Valeu, pai. Mas e a sua namorada, não vai ficar chateada por eu estar aqui?

Percebi que ele ficou um pouco sério ao falar dela.

- Fique tranquilo, filho. Talvez a gente não possa mais namorar aqui, mas é para isso que existe motel, não é?

Dei um sorriso sem graça e a ponta de ciúmes voltou. Era difícil aceitar a idéia de uma outra mulher tomando o lugar de minha mãe.

- Qual a idade dela, pai?

Ele me olhou nos olhos, parecia um pouco constrangido em responder.

- Bom, ela tem 19 anos.

- Minha idade.

- É. Mas ela me faz bem.

Fiquei quieto. Ela tinha idade para ser minha irmã

- E quando eu vou conhecê-la, pai?

- Em breve, filho. - ele tinha a voz séria e um ar de preocupação. Percebi que meu pai não se sentia à vontade falando dela.

- E você, guri? Tá namorando?

Agora era minha vez de ficar pouco à vontade. Já sabia que era gay, mas nem minha mãe e muito menos meu pai sabiam disso. Estava sem namorado, então seria fácil dar uma resposta sem que parecesse uma mentira.

- Não, pai, eu tô sozinho.

- Dá uma caminhada no calçadão que você já conhece alguém legal! - brincou ele.

- Hehehe...valeu, pai, farei isso.

Depois do café fui tomar um banho. O box estava molhado, sinal de que alguém tomara banho ali antes da minha chegada. Impossível não imaginar a cena: meu pai e sua namorada trepando ali, naquele lugar pequeno, de certa forma apertado, mas que oferecia prazer selvagem aos corpos ardendo em tesão. Imaginei a cena e bati uma punheta. Foi um jato de gozo fantástico, um prazer imenso que me fez encostar o rosto contra o azulejo enquanto a água do chuveiro caía sobre minhas costas. O mais interessante veio depois: eu me conscientizei que tivera tamanho e rápido prazer imaginando o corpo de meu pai ali naquele quadrado. Alguma coisa de errado estava acontecendo, pois eu me apanhei sentindo desejo pelo meu próprio pai.

Sentindo-me um pouco culpado terminei o banho e fui para o quarto me vestir. Enquanto estava procurando uma bermuda na minha mochila eu ouvi a voz de meu pai, distante. Estava falando ao telefone e, logo que ouviu meu barulho por perto ele desligou. Deveria estar falando com ela e prevenindo-a de que eu estava ali.

- Tá revigorado, filho? - perguntou ele entrando no quarto.

Eu estava de zorba e meu pai prestou atenção no meu corpo, uma curiosidade típica de pai:

- Nossa, guri, como você desenvolveu. Está malhando?

- Tô sim, pai.

Percebi um olhar inocente vindo dele. Um olhar de orgulho, de certa forma, do tipo "fui eu quem fiz".

- Continue assim, filhote. Quando tiver a minha idade saberá o quanto uma atividade física vale a pena.

- Não tenho muita paciência com academia, pai, mas faz bem para o ânimo também.

- É verdade, filho. Bom, vamos à praia?

- Você não vai trabalhar hoje?

- Liguei no escritório e avisei meu sócio que hoje vou dedicar meu dia a você. Não tenho audiências marcadas para hoje.

- Que bom, pai. E o escritório está legal?

- Está sim. Daqui a pouco você virá trabalhar comigo.

- Faltam 3 anos ainda, pai - exclamei imaginando o dia da formatura.

- Passa muito rápido, filho, você vai. - disse ele - Bem, passe o protetor e a gente vai para a praia.

Ele saiu e eu obedeci. Coloquei minha sunga, a bermuda e passei o protetor. Meia hora depois já saíamos para aproveitar um dia de praia apesar de meu pai, ao que parecia, não ter dormido nada na noite anterior.

No dia seguinte meu pai saiu cedo para trabalhar e eu fiquei sozinho em casa. O lado ruim de ter férias é que nem todo mundo está na mesma situação e acabamos obrigados a aceitar esta condição.

Assisti TV a manhã toda e esperei meu pai chegar para o almoço. A emprega da casa que vinha de segunda a sexta preparou arroz, feijão, bife à milanesa e batata frita, um almoço típico para quem tem pressa. Meu pai chegou para almoçar e conversamos bastante. Ele me contou sobre alguns casos no escritório e até sobre situações engraçadas que eu iria enfrentar no futuro como advogado. Meu pai era um homem muito envolvente, tinha boa oratória, tinha uma personalidade forte, até um pouco mandão e acho que era esta segurança nele que o tornavam um homem cativante.

Meu pai voltou para o trabalho, a empregada terminou o serviço e saiu. Fiquei sozinho no apartamento e depois de me cansar da programação da TV acabei adormecendo. Fiquei um bom tempo cochilando, até que acordei e me virei no sofá. Foi aí que minha mão encontrou uma embalagem de camisinha sob a almofada em que eu descansava a cabeça. Achei graça naquilo e me lembrei do dia anterior quando por muito pouco não flagrei meu pai e sua namorada.

Foi só lembrar daquilo e fiquei excitado. A imagem de meu pai fazendo sexo me assaltou novamente. E senti uma culpa imensa por pensar naquilo. Ele era meu pai e eu deveria olhar para ele como tal, não como um homem de meus desejos.

Tentando esquecer o desejo fui até o quarto dele e liguei o computador para entrar na Internet. Meu pai colocou uma senha na inicialização e depois de tentar com as prováveis opções como nomes e datas de aniversário, incluindo os meus, acabei desistindo. Fiquei intrigado por meu pai ter colocado senha no computador sendo que ele mora sozinho. Conclui que ele fizera aquilo para que eu não ficasse fuçando suas coisas. Até me passou pela cabeça a idéia de meu pai ter pastas e pastas de fotos e vídeos de sexo com mulheres. Infelizmente esta dúvida não seria sanada naquela tarde.

Olhei para o guarda-roupa e senti vontade de bisbilhotar ali. Sabia que ali estavam apenas ternos, gravatas, camisas e outras roupas de meu pai. Uma olhada rápida e realmente só havia coisas comuns, nada demais. Até que meus olhos encontraram um pequeno baú de madeira revestido com veludo. Não tinha chave, só uma pequena tranca. Movido pela curiosidade, não perdi tempo e abri a pequena caixa de mais ou menos um metro quadrado.

O que encontrei ali me fizeram ficar espantado e ainda mais curioso. Dentro dele estavam guardadas dezenas de peças íntimas de mulher, calcinhas de vários modelos e cores, um par de babydolls, sutiãs, meias finas, duas cintasligas, maquiagem, duas perucas, minisaias e a máscara de mestre dominador que eu observara no momento de minha chegada. Havia, ainda, um pequeno chicote que, logicamente, era usado nas sessões de sexo com dominação e um par de sandálias de salto muito alto. Fiquei um pouco assustado por descobrir que meu pai gostava de dominação sexual. Ele deveria colecionar as calcinhas de suas namoradas e esta era a única explicação para elas estarem guardadas ali e não mais com suas donas.

Coloquei o baú sobre a cama box de meu pai e olhei peça por peça. As imagens de meu pai retirando as calcinhas do corpo de suas amantes de me causou um misto de excitação e ciúmes. Fiquei excitado por imaginar meu pai dominando aquelas mulheres, seu corpo másculo sobre os delas ali mesmo, naquela cama. Ciúmes porque ele estava com elas.

O tesão foi muito grande e me senti cada vez mais desejando meu pai. Aproveitei que estava sozinho e fiquei nu. Queria saber como era a sensação de usar aquelas roupas ali, justamente no ninho de prazer que meu pai construíra para si.

Vesti um fio dental preto belíssimo. Tinha rendas na frente e seu fio desapareceu pelo meu rego, deixando a marca do fio sobre minha cintura. Na frente a renda formava um tapasexo que me dava um ar bastante sensual. Vesti um babydoll preto que tinha rendas na barra formando um tipo de vestido. Coloquei a cintaliga e as meias finas. Calcei a sandália de salto-alto e vesti a peruca ruiva. O tom combinou com minha pele muito branca, típica de quem mora em São Paulo e vê o sol da praia uma vez por ano. Abri um dos estojos de maquiagem, passei um baton vermelho, usei o delineador, lápis nos olhos e pó compacto. Não passei a sombra por não fazer a mínima idéia de como se usaria aquilo. Era a primeira vez que me maquiava e estava fazendo uma experiência insólita.

Tenho um corpo alto e bem torneado, cerca de 1.80m, 80 kg. Sou um pouco mais baixo e menos entroncado do que meu pai, completamente liso no peito e com pelos somente nas pernas.

Aproximei-me do espelho grande na parede do quarto e me observei. Havia me transformado numa crossdresser, a primeira experiência deste tipo na minha vida. Já tinha lido a respeito disso, do prazer que muitas pessoas sentem usando roupas do sexo oposto e naquele momento tive uma estranha sensação no corpo. Apanhei-me excitado e o volume querendo arrebentar o tecido do tapasexo que estava vestindo. Só então notei que aquele tapasexo tinha sido criado para guardar um pênis e não uma vagina. Uma calcinha tem a fronte menor.

Fiquei surpreso com a idéia que me passou pela cabeça: será que meu pai usava aquelas roupas? Aquele tapasexo era usado por ele em sessões de dominação ou algo assim? A resposta não viria agora e procurei esquecer isso por um momento. Fiquei me observando diante do espelho e me senti muito feminina. A sensação de ser feminilizada me agradou e eu jamais imaginei que sentiria prazer com isso. Caminhei um pouco pelo quarto e me exibi diante do espelho. O tesão era imenso e eu queria aliviar toda aquela excitação. Ajoelhei-me sobre a cama usando o salto alto e fiquei de frente para minha imagem no espelho. Havia uma crossdresser virgem ajoelhada sobre o colchão, a bunda roçando a colcha, as mãos percorrendo o tecido do babydoll e as meias sobre as pernas. Fiz movimentos com a cabeça de forma a jogar o cabelo para os lados, para frente e para trás e esbocei caras e bocas como uma dançarina de bordel. Senti uma mulher desabrochando de dentro de mim. Meu pau estava estourando de tanto prazer e logo percebi que iria gozar. Sem que eu tocasse meu cacete senti a explosão de gozo sob o tecido do tapasexo. Uma sensação de prazer indescritível fez meu corpo estremecer enquanto arfava e lançava a cabeleira e a cabeça para trás. Senti o gozo começando a escorrer pela virilha tentando vazar pelo tecido do fiodental.

Apanhei minha cueca e enxuguei a porra que extravazava. Eu tinha que ter cuidado para não manchar a colcha e o lençol da cama de meu pai. Fiquei mais alguns minutos ali admirando meu corpo e minha imagem no espelho. Sentia-me uma mulher, uma fêmea. Mais que isso, percebi que algo novo e diferente havia sido descoberto por mim. Eu sentira prazer usando aquelas roupas. Eu sentira prazer me sentindo mulher. Eu sentira prazer me descobrindo como uma crossdresser.

Passada a emoção do momento veio a sensação de culpa e susto. Senti-me mal por estar fazendo aquilo, uma culpa enorme me invadiu e me senti um pouco sujo, como se estivesse agredindo minha masculinidade. Tirei as roupas femininas, a peruca e guardei tudo no devido lugar dentro do baú e do guardaroupa. Corri para o banheiro e entrei sob o chuveiro ainda usando o tapasexo. Lavei-o com sabonete e limpei todo o resquício de porra. Lavei o rosto e retire toda maquiagem do rosto. Fiz tudo muito rápido pois tinha que estender o tapasexo na área de serviço e aproveitar o resto de sol da tarde que ainda refletia no varal. Feito isso voltei ao banheiro e olhei com cuidado para o rosto. Havia ainda sinais do lápis no contorno dos olhos e levei um tempo ainda para removê-lo. Não queria que meu pai suspeitasse de nada, afinal de contas seria uma grande decepção para ele saber que sou gay e, ainda por cima, um crossdresser.

O tapasexo estava devidamente seco duas horas depois e pouco antes de meu pai chegar.

Guardei tudo direitinho no seu devido lugar e voltei para a TV. Não passaram nem 15 minutos depois de fechar o baú e o guardaroupa e meu pai já entrava no apartamento. Estava exausto e todo suado depois de um dia de trabalho.

- Oi, filho!

- Oi, pai. Tá cansado? - perguntei.

- Muito, filho. - disse ele largando o paletó e a pasta do notebook sobre o sofá e sentando em frente a mim.

Ele abriu as pernas e começou a afrouxar o nó da gravata. Abriu a camisa, botão por botão, e foi revelando aos poucos o tórax e o abdomen. Senti um arrepio de desejo diante daquela cena: depois de muitos anos eu estava diante de meu pai se desnudando inocentemente e me provocando estranhas sensações. Percebi o volume sob sua calça do terno e cheguei à conclusão que meu pai era muito dotado, pois a protuberância sob o tecido era bem visível.

Ele abriu a camisa e o peito farto de pelos se evidenciou. Meu pai era um urso de quarenta e cinco anos com alguns fios grisalhos no peito. O abdomen com uma leve barriguinha típica da idade não tinha pelos, a não ser um filete que passava pelo umbigo e terminava por debaixo da cinta da calça. Há algum tempo desejava vê-lo assim, nu em pelo, mesmo que parcialmente. No dia anterior, na praia, ele usava uma regata e não tirou a camiseta em nenhum momento, então não tive a oportunidade de apreciar aquela visão majestosa diante de mim.

Um flash de culpa me assolou. Eu estava sentindo tesão por meu próprio pai e aquilo era errado. Comecei a acreditar que havia algo errado comigo. Estava desejando me vestir como mulher e, ainda por cima, um desejo proibido pelo meu próprio pai.

- Ficou em casa hoje?

A voz dele cortou meus pensamentos e eu estava bem distraído pensando naquelas idéias malucas.

- Ei, Flávio? - chamou ele estalando o dedo - Tá onde?

Ele riu e eu despertei.

- Oi, pai?

- Viajou longe agora, heim? - brincou ele

- É. Desculpa, o que você perguntou, pai?

- Perguntei se você ficou em casa hoje.

- Fiquei vendo TV. Nada de mais.

- Vai à praia, filho. Você veio para se divertir e não para ficar infurnado aqui.

- Amanhã eu vou, pai.

- Amanhã terei duas audiências longas na parte da tarde, senão iria com você.

- Bom, tem a semana toda para você ir comigo, pai.

- Vou tentar desmarcar alguma coisa e a gente combina.

- Tá legal, pai.

Ele levantou e foi tirando a camisa. Meu pai estava suado, a camisa molhada de suor. Era impossível para mim não olhar com admiração e desejo. Cheguei a sentir o cheiro de homem que ele estava exalando e uma ereção tomou conta de mim. Disfarcei colocando uma almofada sobre o colo.

- Vamos comer um hamburguer, filho?

- Vamos sim, pai!

- Vou preparar algo para nós, guri. Mas antes vou tomar um banho.

- Tá legal, pai.

Ele foi até seu quarto, retirou a calça e a zorba, lançando-as sobre a cama. Enrolou uma toalha na cintura e caminhou até o banheiro. Senti o coração saltar pela boca diante daquela visão maravilhosa. Meu pai era uma tentação e eu procurei varrer aqueles desejos libidinosos da minha cabeça.

Ele se fechou lá e um desejo pecaminoso me invadiu. Larguei a almofada e fui até o quarto dele. Vi a zorba e a camisa suadas sobre a cama. A tentação foi maior do que meu pudor.

Apanhei a zorba branca e encostei o tecido contra o nariz. Procurei exatamente pela parte onde seu pau esteve repousado durante todo aquele dia de calor santista. O tecido estava molhado e o que senti me fez estremecer. Pela primeira vez minhas narinas sentiam o perfume de sexo de meu pai. Um perfume erótico, delicioso, hipnotizador. Era um cheiro de homem, um cheiro de suor, um cheiro de macho, havia testosterona presente ali em forma de suor e de aroma. Havia um misto de suor, de urina, de pele e talvez até mesmo de porra ou do líquido seminal de meu pai. Fiquei muito excitado sentindo o cheiro dele e fiquei um bom tempo aspirando fundo o perfume impregnado naquele tecido. Senti que tinha nas mãos um bem precioso, um tesouro. Naquela cueca usada, suja, com restos de urina e fluidos de um homem de 45 anos havia algo que, até então, nunca tivera a oportunidade de ter em mãos ou sequer experimentado: a essência de macho de meu próprio pai. Aquele cheiro que era único, que nenhum outro macho sobre a terra teria igual, pois o perfume natural de um homem é como a impressão digital: é único, exclusivo.

Meus dedos agarravam a cueca com as duas mãos e eu esfreguei o tecido contra meu rosto por alguns minutos. Estava extasiado, inebriado. O perfume de macho de meu pai me excitou. Se eu fosse uma mulher sabia que estaria excitada, da mesma forma como minha mãe se excitou ao se entregar a ele. Agora tinha como sentir o cheiro de macho que minha própria mãe sentiu quando decidiu ser fecundada como uma fêmea desejosa de procriar e assim me trouxe à vida.

Pensamentos sujos, imundos, libidinosos inundaram minha mente. Meu pau parecia que iria estourar de tanto tesão enquanto o aroma de macho daquele homem invadia minhas narinas e o cheiro de sexo alcançava as zonas de prazer erógeno de meu cérebro. Fantasias deliciosas me invadiram e eu desejei ardentemente ser uma fêmea de verdade nos braços daquele homem. Puxei a camisa também usada e ensopada de suor e cheirei a região das axilas. Meu pai usava um perfume e um desodorante muito bons, mas consegui captar um resquício de homem no tecido. Comecei a alternar os aromas, levando ora o tecido da cueca, ora o tecido da camisa contra o nariz, aspirando fundo e deixando aqueles aromas inebriantes me dominarem. Eu estava literalmente no cio, como uma cadela, uma fêmea do mundo selvagem desesperado pelo DNA do macho certo para perpetuar a espécie.

Um leve sopro de razão invadiu o meu ser. O lado animal deu espaço para o lado racional e me dei conta de que meu pai poderia estar terminando seu banho. Assustado, larguei tudo ali lamentando ter que abandonar aquele cheiro, aquela peça preciosa e única contendo o perfume alucinógino e afrodisíaco.

Nisso, o telefone tocou e atendi a extensão que ficava ao lado da cama de meu pai. Assim que respondi a pessoa do outro lado desligou. Ou era engano ou então percebeu que não era a voz de meu pai e desligou.

Fui para meu quarto e liguei a TV para disfarçar. Ouvi meu pai saindo do banho e logo estava em seu quarto. Imaginei como seria vê-lo se enxugar, passando a toalha por cada parte de seu corpo másculo, alisando os pelos molhados no peito e nas coxas grossas e peludas.

Fiquei excitado novamente e desejei muito bater uma punheta. Porém, meu pai estava no quarto ao lado e poderia entrar a qualquer momento. Tive de me conter um pouco apesar de todo o tesão. Nunca sentira tanto tesão, tanta vontade de gozar, ainda mais tendo meu pai em pensamento.

O celular de meu pai tocou e ele ficou conversando com alguém. Fiquei vendo a TV torcendo para meu pai não perceber que eu estivera em seu quarto mexendo em suas coisas. Logo ele entrou no meu quarto e veio anunciar:

- Filho, vamos comer alguma coisa, pois eu vou dar uma saída.

Uma ponta de desapontamento me invadiu.

- Poxa, pai, achei que a gente ia ficar em casa conversando.

Meu pai esboçou um ar triste por mim.

- Desculpa, filho...eu já tinha combinado sair hoje. Foi antes de você chegar, já tinha o programa.

O desapontamento se misturou a uma ponta de ciúmes. Meu pai iria me deixar em casa para se encontrar com sua namorada.

- Quando vai me apresentar a ela, pai?

Nós estávamos na cozinha e meu pai estava colocando água para ferver e fazer um café quando percebi que a pergunta o desconcertou.

- Apresentar? Como assim, filho?

- Sua namorada. A rival da mamãe?

O ciúmes era tanto que coloquei minha mãe no meio, mas na verdade esta desconhecida era minha própria rival.

- Filho, sua mãe e eu estamos separados, esqueceu?

- Tá, pai, desculpa - exclamei sentando à mesa visivelmente aborrecido.

- O que você tem? Eu te sinto triste desde que você chegou?

Ele acendeu o fogão, colocou a chaleira e depois se sentou na minha frente.

- Me fale o que está acontecendo? Eu sei que nós perdemos o contato por um bom tempo, mas agora é um bom momento para a gente retomar nossa amizade.

"Amizade?" - pensei comigo - "Estou ardendo em tesão por você, isso é muito mais do que amizade!"

- Por quê tanta tristeza no olhar, filho?

Desviei os olhos dele e quando meu pai tentou continuar o celular dele tocou novamente.

Percebi que era ela, pois meu pai se levantou e foi atender no quarto para que eu não ouvisse. As TVs das salas e dos quartos estavam desligadas, então havia um grande silêncio no ambiente, o que me permitiu ouvir meu pai um pouco irritado ao telefone.

- Eu sei que a gente combinou, mas ele é meu filho, esqueceu?

Sorri de satisfação ainda sentado à mesa. Meu pai estava se desentendendo com ela por minha causa e aquilo me deixou feliz. No fundo eu torcia para que aquela invasora sumisse da vida dele mesmo sem nunca tê-la conhecido. Poderia ser uma boa pessoa, até mesmo uma boa companhia para ele, mas eu estava com uma estranha sensação de posse, como se meu pai fosse meu e não quisesse dividi-lo com mais ninguém, principalmente uma mulher.

Comecei a arrumar a mesa para nosso lanche e fingi não ter ouvido nada. Meu pai voltou à cozinha um pouco transtornado, mas não dividiu comigo o que tinha acontecido. Ajudei-o a preparar o lanche e não falamos mais nada sobre as impressões que ele estava tendo a meu respeito. Perguntou sobre a faculdade, falou um pouco sobre o dia a dia no escritório de advocacia e combinamos de eu ficar alguns dias lá com ele observando a rotina.

Depois que comemos ele se levantou e colocou a louça dentro da pia dizendo que lavaria depois que voltasse. Aquilo me aborreceu, pois pensei que ele tivesse desistido de sair com sua namorada. Fiquei um pouco emburrado e não consegui disfarçar. Meu pai percebeu, mas como ele também estava um pouco aborrecido, nem comentou nada.

- Pai, pode destravar a senha do seu computador antes de sair? Vou entrar na net um pouco.

Ele ficou em silêncio por um momento e depois respondeu:

- Vou criar um ambiente de rede para você, filho. Assim não misturamos nossas coisas.

Fiquei desconfiado. Aquele tipo de reação era a prova de que meu pai tinha segredos no computador e não queria que eu descobrisse. Ele criou um ambiente e uma pasta próprias para mim e acesso à Internet.

Meia hora depois ele se despediu de mim e saiu dizendo que chegaria perto da meia-noite. Comecei a achar um saco ficar sozinho e sem ter o que fazer. O que mais aborrecia era não ter como me distrair e ainda estar sentindo tamanho tesão. Santos é uma cidade altamente sexualizada. Ela cheira à sexo. Não é difícil caminhar pela orla e encontrar alguém disposto a um programa rápido. Mas o tesão que sentia era por ele, meu pai. Não queria um desconhecido, queria o meu pai. O cheiro dele ainda estava impregnado em minhas narinas.

Tentando me distrair, resolvi entrar na Internet e acessei a sala de batepapo da cidade de Santos. Escolhi o nick "Fêmea na Cama", lembrando o que fizera ali mesmo, no quarto de meu pai, vestindo peças femininas e me sentindo mulher.

Logo, três usuários da sala me chamaram e me pediram para abrir a cam. Foi aí que tive uma idéia. Queria me distrair e, como meu pai iria demorar, decidi me vestir de menina novamente e me exibir na cam. Fui até o guarda-roupa e abri o conhecido baú com apetrechos femininos. Escolhi um fio dental vermelho desta vez, uma camisolinha também vermelha, meia fina tipo arrastão de mesma cor, que me tornou uma verdadeira putinha. Coloquei um salto alto preto, uma peruca preta e parti para a maquiagem. Desta vez usei sombra e fiquei espantado com a facilidade em usá-la, coisa que não tinha prática. Passei baton bem vermelho e lápis preto, depois o pó compacto. Olhei-me por completo diante do espelho e ali estava uma verdadeira menina. Voltei para o computador e retomei a conversa na sala. Outros usuários tinham me chamado enquanto estava ausente. Adotei o nome "Flávia" e passamos a teclar. Um deles se destacou pela boa educação e conversa. Seu nome era Diego e tinha 24 anos. Trocamos msn e logo eu estava abrindo minha cam para ele. O que mais me chamou a atenção era que ele estava mostrando seu rosto e me pediu o mesmo.

Obedeci, pois a maquiagem e a peruca não revelavam muito do meu rosto verdadeiro.

"Nossa, você é linda, gata!" - elogiou ele sorrindo

Senti a mesma fêmea do outro dia brotando em mim. Eu conseguia perceber duas personalidades: uma masculina e outra feminina, estando esta aprisionada, subjugada num corpo de homem.

- Obrigada! - digitei no msn

Ele era um cara bonito, olhos claros e cabelos muito negros contrastando com a pele também clara e a harmonia das feições.

"Faça um show pra mim, gata! Quero te ver!"

Aquele pedido inusitado me pegou de surpresa. Nunca imaginei em fazer aquilo. E eu estava sendo tratada como mandava o momento: uma fêmea. Posicionei a cam na direção da cama de meu pai e passei a me exibir para Diego. Liguei o áudio do bate papo via messenger para que eu pudesse ouvir Diego me dando ordens pela cam enquanto me exibia. Comecei a desfilar diante da cam, rebolava, abaixava e mostrava o bumbum com o fio dental enfiado no rabinho. Quanto mais eu me mexia, mais ele se excitava:

"Nossa, gata, que delícia! Que menina linda! Rebola para seu macho, vai safadinha...rebola gostoso para seu macho assistir!"

Quanto mais Diego falava aquelas palavras deliciosas, mais a fêmea aprisionada se libertava. Passei a roçar as mãos por todo o meu corpo e gemer como uma fêmea no cio. Ele conseguia ouvir meus gemidos pelo microfone e logo ele baixou sua cam na direção do pau, que era enorme, estava rígido e pulsando em sua mão.

"Vai, sua cadela safada, rebola pra mim, rebola enquanto eu bato uma punheta assistindo você, sua vagabunda!"

Ele dizia palavras de humilhação, me xingava, mas ao invés de me sentir mal eu simplesmente estava adorando. Quanto mais ele me xingava, mais feminina me tornava, mais excitada, mais suava e me sentia mulher. Tinha a sensação de estar sofrendo uma metamorfose de macho para fêmea.

"Tá com tesão, né, vadia?" - a voz de Diego na caixa de som era arfante, sinal de que estava se masturbando com velocidade - "Quero você assim, bem cadelinha para seu macho...vou encher teu rabo de porra, sua vagabunda imunda, suja, vadia! Ahhhhh!"

Ele urrou de tesão e, além de ouvir tudo, ainda vi seu pau espirrando porra diante da cam. Eu fiz de conta que me masturbava ajoelhada sobre a cama e alisava meu pau sob o tapa-sexo, fazendo de conta que massageava uma buceta que não estava ali, que por uma falha da natureza acabou não se desenvolvendo.

De onde estava eu vi Diego se limpando. Havia muita porra em sua mão e eu lambi os lábios fazendo uma pose erótica para que ele me imaginasse ali, lambendo os resquícios de esperma. Não demorou muito e ele fechou a cam, saiu do msn e nem se despediu. Aquilo foi frustrante. Eu estava ali, totalmente montada, totalmente fêmea pronta para oferecer prazer e receber também. Mas o que recebi foi simplesmente uma comunicação interrompida como paga. Eu me senti usada, um mero objeto de prazer. Os homens gozam e viram para o lado, ou então acendem um cigarro e ligam a TV, enquanto suas mulheres ficam esperando a sua vez em ter prazer. No meu caso específico, percebi que não houve cigarro e nem TV. O cara simplesmente gozou e fechou o msn na minha cara. Fiquei chateada e me senti um lixo. A fêmea, totalmente aborrecida e se sentindo um mero pedaço de carne começou a se recolher. Não estava mais excitada, tão pouco desejosa em permanecer bonita.

Decepcionada, retirei a peruca e, pouco a pouco a cinderela passou a virar abóbora: tirei a camisola, os sapatos, as meias, e o fio dental. dobrei e guardei tudo exatamente como tinha encontrado para que meu pai nada percebesse.

Fui até o banheiro e tomei um banho demorado removendo toda a maquiagem. Vi a fêmea desaparecer, pouco a pouco. Sentimentos estranhos me invadiram. Me senti péssimo, culpado e enganado, como se tivesse sido sexualmente usado por alguém e simplesmente descartado em seguida. Senti raiva daqueles desejos, de me sentir mulher, de querer ser uma fêmea para outros caras. Mas o mais estranho disso tudo foi a sensação de estar traindo meu pai.

Saí do banho e fui para meu quarto. Vez ou outra os pensamentos de culpa me assaltavam. Ora me culpava por estar desejando ser mulher, ora por estar me exibindo para homens sendo que queria ser a fêmea de meu pai. Achei que estivesse enlouquecendo ou algo assim. Estaria eu tendo o desejo de me transformar em uma travesti? Aquilo tudo era um absurdo para mim. Não conseguia me imaginar com seios e muito menos tomando hormônios.

Logo, adormeci. Acordei com barulhos vindos da sala e percebi que era meu pai quem tinha acabado de chegar. Olhei para o relógio do celular. Eram quase uma hora da manhã. Senti a mesma ponta de ciúmes, pois meu pai deveria ter estado com ela até aquele instante. Se duvidasse, estaria ainda com o perfume barato dela na roupa, no corpo, na pele.

Procurei me acalmar e tentei dormir de novo. Logo, meu pai foi dormir também e peguei novamente no sono. *

Na manhã seguinte levantei para fazer xixi e encontrei meu pai preparando o café da manhã antes de sair para o trabalho. Havia suco de laranja, queijo, presunto, panetone, geléia de frutas e pão fresquinho que ele mesmo descera comprar na padaria que ficava em frente ao prédio.

- Nossa, filho, caiu da cama?

- Bom dia, pai - falei ainda sonolento - Nas férias eu sempre acordo cedo, acho que meu relógio biológico está acostumado.

- Sei como é - disse ele fechando a garrafa térmica e colocando-a na mesa - Mas você não precisa levantar tão cedo. Vai à praia?

- Acho que sim. Talvez eu vá ao shopping também.

- Bem, você mora em São Paulo, então nem preciso dizer a você que o mesmo cuidado com assaltos que você tem lá deve ter aqui também, não é?

- Claro, pai! - exclamei colocando leite na xícara. Ele se sentou para tomar café comigo.

- E aí, o que aprontou ontem? Muita curtição na webcam?

Aquela pergunta me fez gelar. Como meu pai poderia saber que eu tinha usado a cam? Será que deixei alguma pista? Ele percebeu que eu tinha me assustado com sua pergunta.

- Calma, Flávio - riu ele - Não precisa arregalar os olhos assim. Todo mundo usa a webcam para se exibir. Alguns para se exibir para os amigos e a família, outros para estranhos. Não quero saber o que você fez, quero apenas saber se você se distraiu.

- Como você sabe que usei a cam, pai? - perguntei ainda confuso.

- Ela estava apontada para minha cama! - disse ele rindo e sem demonstrar raiva ou aborrecimento

- Pô, desculpa aí, pai!

- Filho, nós somos homens. Nós dois gostamos de sexo, não é?

- Pô, pai, eu não fiz sexo não!

Meu pai continuou rindo e tomando seu café. Incrível como ele estava mais à vontade em falar sobre aquilo do que eu.

- Filho, se você fez sexo ou não, o que importa é que você encontrou algo para fazer.

- Encontrei sim, pai, mas não fiz sexo não. Imagina se vou fazer alguma coisa na sua cama?

- Aquela cama é sua também, filho!

Nossa, aquele comentário quase me desmontou. Se meu pai soubesse o quanto ouvir aquilo me deixou feliz, talvez se arrependesse. O resultado se deu embaixo da mesa sem que ele pudesse ver.

- Prometo que nunca vou sujar sua cama, pai! - falei sorrindo e um pouco mais aliviado

- Eu sei - riu ele - E lembre-se, sexo virtual ainda é o mais seguro!

Nós dois rimos juntos. Foi a primeira vez que ri alto com meu pai desde que chegara no apartamento.

Terminamos o café e colocamos a louça na pia junto com a louça do outro dia. Fiz menção em lavar, mas meu pai me impediu.

- Deixe aí, Flávio. A Nádia virá hoje para limpar a casa.

- Ah tá, tinha me esquecido que a empregada vem hoje.

Meu pai foi até seu quarto escolher uma gravata e fui atrás dele. Gostava de ver meu pai se aprontando para o trabalho. Ele estava muito bonito, muito elegante: camisa azul com punhos e colarinho brancos, calça de terno azul-marinho. A única coisa que destoava eram os detalhes da gravata que ele escolhera para usar naquela manhã.

- Pai, acho que a gravata não tá combinando!

- Não?!

Ele olhou para a gravata descansando sobre seu peito másculo. Abri o guarda-roupas e depois de vasculhar as gravatas encontrei uma bem mais apropriada para o traje. Ele a colocou e me aproximei para ajeitar o nó. Senti o hálito de meu pai enquanto nossas bocas se aproximaram. Surgiu uma incontrolável vontade de beijar seus lábios carnudos e a presença daquele homem tão perto estava acabando comigo. Olhei nos olhos dele enquanto ajeitava a gravata e ele me encarou com tranquilidade. Fiquei levemente hipnotizado diante daqueles olhos e conclui que meu pai conseguia hipnotizar fêmeas. Naquele instante ele estava olhando para "Flávia", tanto que senti ele praticamente invandindo minha alma.

- O que foi? - perguntei, desconcertado

- Você...

Estremeci. Meu pai teria percebido algo? Gelei, pois me dei conta de que havia usado sombra, lápis e rímel na noite anterior. Será que havia ficado algum resquício de maquiagem e ele percebera? Minhas pernas tremeram diante daquela possibilidade.

- O que foi, pai?

- Você tem os meus olhos, filho!

As pernas estavam moles. Achei que fosse cair ali mesmo de tanta tensão.

- Você tem olhos esverdeados como os meus. Dependendo do seu humor eles mudam de cor. Hoje estão bem verdes. Os meus olhos são assim também. Aquilo era verdade. Meu pai e eu tínhamos os mesmos olhos, cujos brilhos mudavam de acordo com nosso estado de espírito. Era uma herança dele que eu sentia orgulho de possuir. Depois dos olhos, a única herança genética que tinha de meu pai eram os lábios também carnudos. Todo o resto era de minha mãe: queixo pequeno, orelhas pequenas, nariz pequeno, enfim, tinha um rosto mais para "angelical" apesar de ser alto e ter um corpo bem torneado por causa da academia. Isso me deixava feliz, pois quando me vesti de mulher consegui adquirir uma imagem bem feminina.

- Deve ter sido a conversa no msn de ontem, heim? - riu ele batendo no meu ombro

Eu sorri e movi com a cabeça em negativa.

- Vai brincar hoje, guri? - perguntou ele apontando para o computador - Cuidado, a Nádia estará por aqui hoje!

Eu fiquei sem jeito, todo tímido, como é de minha natureza e meu pai me puxou contra ele, me dando um abraço e rindo alto. Nossa, eu estremeci com aquele gesto repentino, inesperado. Meu pai me puxou com força e consegui deitar a cabeça sobre seu ombro. Senti o calor do pescoço dele em minha orelha e meu nariz em contato com seu ombro encontrou o perfume preferido que ele acabara de borrifar. As mãos fortes dele me puxaram com força e seus braços me acolheram. Retribui e puxei meu pai contra meu corpo. Uma ereção imediata me invadiu e eu já esperava. Afinal, o perfume daquele homem e o calor que vinha de seu corpo me fizeram estremecer totalmente. Senti que me entreguei àquele abraço em retribuição ao carinho de meu pai. De certa forma eu me senti um pouco culpado, pois meu pai me abraçara como um pai abraça a seu filho, enquanto que eu estava pulsando de tesão, de desejo, de calor por aquele corpo, tamanha minha vontade de rasgar suas roupas, de beijar sua boca carnuda, de devorar sua língua com a minha. Devo ter exagerado um pouco na dose, pois meu pai interrompeu o abraço um pouco desconcertado e apreensivo.

- Tenho de ir, filho, estou atrasado.

Ele me deu um beijo no rosto, apanhou suas coisas e se despediu de mim. Antes de sair me aconselhou a aproveitar o dia na praia ao invés de ficar diante do computador. Sorri e ele saiu. Fechei os olhos e levei a mão ao volume que eu estava tentando esconder sob a bermuda. Notei que o tecido estava molhado, na verdade encharcado de tanto tesão pelo meu pai. Quis resolver aquilo imediatamente, aliviar aquele tesão batendo uma punheta em homenagem a ele. Eu queria, eu ardia, eu devorava o desejo de ter meu pai nos meus braços e não conseguia mais lutar contra aquilo.

Corri até a lavanderia e vasculhei o cesto de roupas sujas. Busquei pela cueca que ele usara durante o sono e levei-a imediatamente contra as narinas. O mesmo aroma delicioso de macho estava impregnado ali. O mesmo cheiro de suor, de urina, de porra, de sêmen, de macho, tudo ali especialmente para mim. A essência de meu pai penetrando minhas narinas e extasiando meu corpo com aquele perfume inebriante. Sorvi aquela essência cheirando e chupando o tecido com os lábios. Parecia estar desesperado por um restículo de porra que fosse, queria me alimentar, matar aquela fome pelo meu pai. Permaneci ali um bom tempo inebriado por aquele cheiro de testosterona pura. Sabia que meu pai não tinha tomado banho depois que chegou em casa, o que me levou a concluir que ele trepara com sua namorada e o resto de porra e suor da noite estava todo ali, impregnando o tecido que agora para mim era como um pano umedecido no deserto escaldante do desejo. Sabia o que sentiam os sobreviventes num deserto quando buscavam desesperados pelo líquido da vida. A minha vida, num certo sentido, estava naquele cheiro e no gosto que eu conseguia sentir vindo daquele tecido. De certa forma, eu estava buscando ali as minhas origens, a minha fonte, o meu princípio. Eu viera daquela porra, daquele cheiro, daquele gosto. Agora queria voltar para ele, me afogar nele, me inundar com ele, me saciar com ele.

Recobrei um pouco da lucidez e me despertei do sonho envolvente de sentir o cheiro de meu pai e seu aroma de macho. Fiquei sentindo seu perfume um pouco mais, até que minha atenção foi interrompida. Voltei para a minha direita e vi Nádia, a empregada, parada junto à porta de entrada da lavanderia olhando fixamente para mim.

- Nádia? - exclamei, assustado e tirando a cueca do nariz

- Desculpa, Seu Flávio, não quis assustar o senhor. Eu tenho a chave da porta que seu pai me forneceu quando comecei a trabalhar aqui. Me desculpa!

- Não, não...eu estava verificando as peças sujas. Achei que tinha colocado uma peça limpa misturada com as sujas.

- Não tem problema, Seu Flávio. E que bom que o senhor lembra de separar as roupas limpas e sujas. Tem moço da sua idade que coloca tudo junto no cesto.

Percebi que ela se convenceu de minha desculpa, pois já foi logo preparando o balde com água para começar suas tarefas.

- Aprendi com minha mãe, Nádia! - disse tentando difarçar ainda mais o mal entendido.

- Ah, que bom. Pensei que seu pai tinha lhe ensinado. O senhor é muito educado, já percebi isso no dia que o senhor chegou. O senhor é educado como seu pai.

- Obrigado, Nádia. Olha, já tem café na mesa.

- "Brigada", seu Flávio. Eu tomo café antes de sair de casa, não se preocupe. Já vou iniciar as tarefas, viu? Dá licença.

- Fique à vontade, Nádia.

Joguei a cueca usada de meu pai de volta no cesto de roupas sujas e fui para meu quarto. Sentir aquele cheiro estava me deixando louco. Fiquei alucinado com vontade de me punhetar sentindo aquele aroma de macho, mas com a presença da empregada na casa seria muito complicado.

Fui até o quarto de meu pai e liguei o computador. Ainda era muito cedo para encontrar amigos no msn, então decidi entrar com meu endereço alternativo criado justamente para "caçar" na net. Fiquei surpreso ao ver que Diego estava online, o rapaz que gozara pela webcam. Logo que me viu entrando, ele me chamou:

"Oi, safada!"

- Bom dia para você também! - escrevi um pouco irritado pela falta de educação dele.

"Bom dia, gata! Como vai essa bundinha linda de fêmea?"

Somente em ler aquilo já fiquei excitado. Incrível como algumas palavras podiam fazer a fêmea dentro de mim ser desperta. Nós não abrimos a cam, pois ele estava em seu trabalho.

- Gostosa, eu acho! - respondi

"Delícia. Quero você, gata. Você quer ser minha?"

- Não, cara...você gozou e fechou a cam. Me senti péssimo com isso.

"Desculpa, linda, não queria te magoar. Eu estava com muito tesão!"

- Tanto tesão que perdeu até o senso de educação e respeito. Cara, do outro lado do monitor sempre tem um ser humano, sabia?

"Poxa, gata, me desculpa. Fui um cafajeste, admito. Como eu faço para me desculpar?"

- Não sei.

"Quer me conhecer? Pessoalmente?"

Meu coração disparou. A idéia de conhecer um cara pessoalmente sendo sua fêmea me assustava.

- Você tem certeza disso? - perguntei achando ser mais um papo furado de fake.

"Absoluta, gata. Você é perfeita. Uma mulher perfeita que merece ser tratada como uma deusa na cama. O que acha de nos conhecermos?"

- Você mora com quem?

"Com minha família. Sou casado."

Uma ponta de decepção me invadiu. Eu achava que ele era solteiro e não mais um comprometido da net.

"Isso é problema pra você?"

- Complicado, né, cara! - eu escrevi - Casados geralmente fogem de encontros reais, ficam somente na punheta virtual.

"Mas eu quero você, gata. Quero te conhecer e te fazer minha femeazinha passiva."

Quanto mais ele digitava, mais excitado eu ficava pela possibilidade em ser uma fêmea de verdade. Meu pau queria estourar e a vontade de colocar uma calcinha só crescia. Mal via a hora de Nádia terminar seu trabalho e ir embora para me deixar sozinho com minhas fantasias.

"Você quer ser minha cadelinha?" - Diego tinha um jeito especial de me provocar, de fazer a fêmea aprisionada em mim se libertar.

- Quero muito ser sua cadela no cio, amor! - digitei - Me enrabe com vontade e me transforme numa fêmea completa.

"Vou gozar no teu rabo lindo, minha deusa!"

Aquilo me enlouqueceu só de imaginar.

- Você quer me engravidar, quer?

"Quero, minha deusa!" - digitou ele enquanto meu tesão crescia - "Quero fecundar teu óvulo e te dar um filho meu!"

O calor no meu corpo de fêmea só aumentava. A sensação de imaginar tudo aquilo era enlouquecedor. Ficamos teclando por horas e fantasiando o que faríamos quando nos encontrássemos. Terminamos por marcar um encontro no maior shopping da cidade naquele final de tarde. Ele disse que a mulher estava em São Paulo e só voltaria no dia seguinte, sendo que teríamos uma noite inteira para sexo. Combinamos de nos encontrar logo depois do trabalho dele.

Mal terminei de desligar o computador e o fone tocou. Era meu pai:

"Flavio, vc já almoçou?"

Meu pai tinha uma voz muito grossa e no telefone ficou mais sexy.

- Oi, pai, ainda não.

Só então me dei conta de que já era quase meio-dia.

"Vamos almoçar juntos, então. Passo pegar você em quinze minutos".

Meia hora depois estávamos almoçando num restaurante na Avenida Presidente Wilson.

- Legal aqui, pai! - exclamei animado mais por estar com meu pai do que pelo lugar propriamente dito.

- Gostou, filho? Pensei em te tirar de casa, você tá muito solitário.

- Tô feliz por estar com você, pai.

Meu pai estava sentado em minha frente e segurou minha mão com carinho. Como sempre, bastava ele me tocar para sentir um arrepio pelo corpo e ganhar uma bela ereção.

- Também estou feliz por estarmos juntos, filhão!

Olhei para ele com carinho. Meu pai estava tão bonito! Fiquei feliz porque eu ajudara a deixá-lo mais bonito com a gravata mais harmônica com o seu traje. Os cabelos grisalhos que se misturavam com os fios castanhos de sua farta cabeleira lhe davam um charme inigualável. Mesmo ali, no meio de toda aquela gente eu conseguia distinguir seu cheiro de macho, seu cheiro de homem.

Meus pensamentos foram cortados pelo som do celular de meu pai.

- Alô? Oi, fala rapaz! - disse meu pai, animadamente - Sim, eu estou com meu filho aqui. Tá estacionando? Legal, estou esperando!

Ele desligou e se apressou em me explicar do que se tratava:

- É o Olavo, meu sócio no escritório. Está vindo com o filho para almoçar conosco. Acabaram de estacionar aí fora.

Um certo desapontamento me invadiu. Eu queria ficar sozinho com meu pai, mesmo que fosse em meio a uma multidão de estranhos. Aquele sentimento de posse me invadia de uma forma cada vez maior.

- Aliás, o filho dele se formou há pouco tempo e está trabalhando conosco. É um pouco mais velho que você.

Não demonstrei muita satisfação, mas meu pai estava muito contente naquela manhã e nem deve ter se dado conta. Meu pai pediu uma cerveja e eu um refrigerante. Assim que a bebida chegou nós fizemos um brinde:

- A você, filho! À nossa amizade!

"Lá vem ele de novo com este papo de amizade" - pensei eu.

- À nós dois, pai! - exclamei

Ele piscou o olho e bebeu da cerveja. Um leve bigode de espuma branca se formou sobre os lábios dele. Um desejo de recolher aquela espuma com minha língua me invadiu. Meu pai era um deus, um príncipe, um rei que exalava cheiro de sexo em tudo o que falava ou fazia.

Nisso, meu devaneio foi interrompido por dois homens que se aproximaram da mesa. Estavam usando gravatas e os paletós devem ter ficado dentro do carro. Meu pai se levantou para cumprimentá-los e eu o acompanhei.

- Flávio, este é o Olavo.

- Prazer! - exclamei estendendo a mão.

- E este é seu filho André!

Um frio na barriga me invadiu. Na minha frente estava quem eu nunca imaginaria que pudesse encontrar logo ali. Meu olhar congelou quando reconheci justamente Diego, o rapaz que teclara pouco antes comigo pelo msn.

O seu Olavo me cumprimentou e "André" também, ambos sorridentes. Eu fiquei totalmente desconcertado diante deles e pude perceber que André me olhava com certa curiosidade. Só então me dei conta de que ele me vira na cam usando roupas femininas, peruca e maquiagem e estivesse, de certa forma, desejando descobrir a familiaridade em meu rosto.

- Então você tá fazendo Direito, rapaz? - perguntou o seu Olavo

- Estou sim. Terminei o segundo ano.

- Passa muito rápido, você vai ver. Daqui a pouco estará trabalhando com a gente, né Fernando? - afirmou voltando-se para meu pai

- Sim, meu herdeiro do escritório! - sorriu meu pai com satisfação

- Em que faculdade está estudando? - perguntou André visivelmente curioso sobre mim. Eu estava com o coração na boca, pois temia que ele me reconhecesse. Nunca imaginei que me veria numa situação como aquela, uma tremenda saia justa que somente o vai-e-vém da vida é capaz de armar.

- Na São Judas! - respondi sem muito interesse em conversar. Na verdade eu estava apavorado só de abrir a boca e ele descobrisse quem eu era.

- É uma boa faculdade. Eu fiz na São Francisco! - disse André

A conversa se desenrolou em torno do Curso de Direito e eu estava totalmente agoniado com aquela situação. André não tirava os olhos de mim e eu sabia que ele estava tentando descobrir de onde conhecia o meu rosto. Por mais que estivesse maquiado e com peruca sempre é possível perceber uma familiaridade na feição.

A situação era bem interessante e eu estava diante de três homens totalmente distintos.

Na minha frente estava meu pai, o mais bonito dentre eles e que me despertava enorme tesão. Eu não sabia o que faria com aquele sentimento que estava alimentando por ele, um misto de amor, sentimento e, ao mesmo tempo, desejo sexual, um sentimento totalmente animal.

À minha esquerda estava seu Olavo. Um homem alto como meu pai, porém menos bonito. Era do tipo bonachão, daqueles caras de cinquenta anos que devem ficar sentados em frente à TV no domingo com a perna aberta e coçando o saco, apesar de ter boas maneiras à mesa, mas tinha um jeito meio truculento de falar. Era calvo com um pouco de cabelos grisalhos nas laterais e têmporas. Não era feio, parecia ter sido muito bonito na juventude. Tinha uma grande barriga que, de certa maneira, lhe dava um pouco de charme. Tinha um bigode grisalho e um aspecto de homem rude, bronco, do tipo machista.

À minha direita estava André. Ou Diego, sei lá. Um jovem extremamente bonito, cabelos castanho-claros e lisos, sobrancelhas grossas e olhos claros, traços fortes como o pai, porém mais belo. Deveria ter mais ou menos um metro e oitenta e cinco, corpo malhado e ostentava uma aliança na mão direita. Ele tinha me dito no msn que era casado e agora eu descobria a verdade: estava noivo.

O almoço se arrastou para mim. Eles estavam conversando animadamente, mas eu me sentia pouco a vontade diante da presença de André, o qual não tirava os olhos de mim. Meu pai percebeu que eu estava muito calado e, vez ou outra me fazia um sinal com as sobrancelhas para saber o que estava acontecendo.

- Você vai conhecer o escritório, Flávio? - perguntou seu Olavo para mim

Aquela pergunta me pegou totalmente de surpresa. Eu não tinha nenhum plano neste sentido.

- Eu? Não sei...

- Vai sim! - anunciou meu pai - Vai passar a tarde comigo hoje.

Meu pai piscou pra mim e eu amoleci totalmente. Sempre que ele piscava pra mim eu ficava simplesmente enternecido. Cada vez mais tinha certeza que estava apaixonado por meu próprio pai.

Não disse nada, apenas sorri. Meu pai tinha um imenso poder de persuasão sobre mim. Ele falava e eu acatava. A única coisa desconfortável para mim era a presença de André. Passar a tarde no escritório com ele seria bastante angustiante, pois eu sabia o quanto ele tentaria descobrir de onde me conhecia. Sem falar que tínhamos combinado de nos encontrar justamente no final da tarde daquele dia no maior shopping da cidade. Tínhamos, inclusive, trocado telefones para nos comunicarmos. Eu simplesmente não sabia o que fazer diante de toda aquela situação.

Depois do almoço fui com meu pai para o escritório. É um bonito e importante escritório em Santos. Tanto ele quanto o seu Olavo tinham uma secretária própria e um estagiário para cada um. André também tinha sua sala conjugada ao do pai.

Meu pai tinha clientes para atender durante a tarde toda e me pediu para ficar com ele a fim de entender a rotina do escritório. Estar com ele já era o suficiente para mim. Aquele homem não saía dos meus pensamentos e eu vivia um misto de culpa e imenso tesão. Tentava entender o que estava acontecendo, mas compreendi que o desejo e o sentimento são coisas que a razão simplesmente não pode explicar.

Eram mais ou menos quinze horas e meu pai estava atendendo um cliente cuja ação versava sobre uma reintegração de posse. Meu pai vasculhou sua mesa procurando pelos autos do processo que deveriam estar ali e não os encontrou.

- Flávio, pode me fazer um favor?

- Claro, Dr. Fernando! - disse eu tratando-o com formalidade diante do cliente sentado imediatamente à mesa e aguardando.

- Vá até a sala do André e peça a ele os autos do processo do senhor Lucas Martins.

Meu pai poderia ter pedido tudo, menos aquilo. Encurralado, não tive saída a não ser fazer o que ele me pedira. Fui até a sala de André, a porta estava aberta e o local vazio. Ele deveria estar na sala do pai. Não sabia se esperava ele voltar ou se eu mesmo procurava os autos sobre a mesa dele. Queria evitar ao máximo ter contato com André, pois toda aquela situação me deixara desconcertado e eu não queria mais ter contato com ele, mesmo sabendo que tínhamos combinado um encontro para aquela tarde.

Havia uma pequena pilha com cinco processos sobre a mesa dele. Comecei a procurar pelos autos que meu pai pediu e nisso meu celular tocou. Não reconheci o número e atendi assim mesmo: - Alô?

Um silêncio breve se fez.

- Alô?

"Oi, minha safadinha!"

Notei que a mesma voz que ouvia no fone estava logo atrás de mim. Virei e encontrei André segurando o celular próximo ao ouvido e fechando a porta do escritório rapidamente. Tinha um sorriso de satisfação no rosto.

Desliguei o fone e fiquei gelado, engolindo em seco. A porta se fechou totalmente e ficamos somente nós dois na sala.

- Eu sabia que te conhecia de algum lugar, só não lembrava de onde! - disse ele guardando o celular no bolso interno do paletó.

- Cara, aqui a gente tem que ter cuidado.

- Eu sei, cadelinha!

Apesar do ambiente nada propício eu sentira prazer em ouvir aquilo.

- Eu reconheci você de cara, "Diego"!

Ele riu alto e depois se conteve, pois se deu conta de que o local não era apropriado.

- Todo mundo é fake na internet, safada.

- Fala baixo, cara!

Ele se aproximou de mim e expressou um ar de safadeza. Se colocou ao meu lado, quase se roçando em mim: - Quero você pra mim, cadela! Hoje você será minha! Você acha que isso tudo foi coincidência? O destino trouxe a minha putinha para perto de mim.

Senti tesão ouvindo aquilo junto com o misto de apreensão diante da situação. Nisso, fomos interrompidos por uma batida na porta e meu pai logo entrou apressado. Estava atrás dos autos que eu tinha a missão de buscar. André e eu fingimos estar procurando os autos juntos na mesa a fim de disfarçar o fato de estarmos tão próximos.

- Nossa, guri, foi buscar o processo no fórum? - brincou meu pai - O cliente está aflito.

- Desculpa, pai!

- Eu não estava achando, Fernando! - disfarçou André entregando os autos do processo para meu pai. - Obrigado, André. Venha, Flávio, quero que você acompanhe este caso comigo! - disse meu pai saindo em seguida rumo a sua sala.

André aproveitou que ficamos sozinhos novamente e olhou para mim com o mesmo ar de safadeza.

- E pensar que você chegou mais cedo do que o combinado! - riu ele.

- Meu pai está me esperando! - falei fazendo menção em sair dali. Ele me segurou pelo braço e me puxou com força contra ele. Havia um certo ar de dominação naquele gesto.

- Hoje você será minha, entendeu? Toda minha...sua cadela!

Ele me empurrou e depois de um breve choque diante da situação inusitada voltei para a sala de meu pai onde ele conversava com seu cliente. A forma com que André me tratou me despertou desejo, mas eu procurei não pensar mais naquilo pois estava num ambiente de trabalho e seriedade. Sem falar que a presença de meu pai me desconcertava e comecei a me sentir mal com a idéia de sair com André estando visivelmente envolvido pelo meu próprio pai.

Perto das seis horas, final de expediente, eu estava com meu pai no escritório enquanto ele terminava uma petição inicial. Meu celular tocou e vi que era o número de André. Se eu não atendesse meu pai poderia achar estranho. - Alô?

"Eu sei que não pode falar, cadela. Seu macho está aqui na outra sala sentado à mesa roçando a mão no pau e pensando em você".

- Opa, tudo bem? - disfarcei

Meu pai pareceu não dar atenção e continuou trabalhando no computador.

"Tô ótimo, sua vagabunda. Tô com tesão. Daqui a uma hora eu vou para o shopping esperar você. Estarei na praça de alimentação, perto dos cinemas. Me ligue quando chegar lá. Vou aproveitar e comprar algumas lingeries para você usar pra mim no motel, sua cadela. Não atrase. Beijo".

Ele desligou e eu fiquei atônito. Ele estava mesmo decidido. Olhei para meu pai, tão lindo, tão bonito sentado na frente do notebook concentrado em seu trabalho. Eu adorei passar a tarde com ele, ouvindo-o falar com tanto conhecimento sobre as causas de seus clientes, dando conforto às pessoas que buscavam seus direitos. Meu pai era sexy, lindo e ainda por cima muito galante e gentil. Notei que uma cliente que estivera ali durante a tarde olhava para ele de uma maneira muito provocativa e aquilo me deixou enciumado. Meu pai, contúdo, era muito profissional e fazia de conta que não percebia certas insinuações, o que me deixava extremamente satisfeito.

- Pronto, filho, acabei! - anunciou ele mandando o arquivo para a impressora.

Ele fechou o notebook, guardou-o na pasta, arrumou suas coisas e me chamou para irmos embora.

- Vamos, Flávio, chega por hoje.

Uma dúvida atroz tomou conta de mim. Eu estava com tesão por causa das coisas que André me dissera no fone, lembrei de tudo o que falamos pelo msn e a vontade de fazer sexo era enorme. Porém, estar com meu pai me dava imenso bem estar e satisfação. Ao pensar em André tinha a impressão de estar traindo o amor que sentia pelo meu pai e uma confusão enorme tomava conta de mim.

Entramos no carro e fomos para casa conversando sobre a rotina do escritório. Meu pai, para variar, com aquele aspecto suado depois de um dia de trabalho, apesar do ar condicionado intermitentente ligado. Notei um volume enorme entre as pernas dele muito bem destacado por causa da calça social do terno. Eu daria qualquer coisa para enfiar o nariz naquele meio de pernas e sentir o aroma de macho que deveria exalar dali.

- Gostou de passar a tarde comigo, guri?

- Muito, pai!

Ele não sabia, mas a satisfação era por estar com ele e não pelo escritório propriamente dito.

- A gente podia ir ao Guarujá no fim de semana, o que acha? - propôs ele

- Você ainda tem aquela casa, pai?

- Tenho sim...você ainda lembra de lá?

- Vagamente, pai!



Meu pai tinha uma casa no Guarujá na segunda quadra depois do mar na praia de Pernambuco. Era um lugar já invadido por turistas, mas ainda assim muito legal para descansar e se distrair. Eu estivera lá uma única vez, quando era criança, antes dele se separar de minha mãe. - Vou te levar lá, filho. Gosto daquele lugar.

- Vai ser legal, pai. É bom estar com você! - exclamei todo satisfeito pela atenção dele comigo.

- Que bom, Flávio. Quero ver você sempre satisfeito de estar comigo.

Meu pai e aquela força hipnotizadora que somente ele tinha voltaram a me inebriar. Coloquei a mão sobre seu braço direito, que estava segurando o voltante.

- Estou muito satisfeito de estar com você, pai!

Ele olhou rapidamente para mim, a fim de não se distrair no trânsito, e um sorriso lindo surgiu em seu rosto. - Você me deu um grande presente, Flávio. Passar suas férias da faculdade com seu velho pai está sendo muito bom pra mim.

Senti vontade de abraçá-lo, beijá-lo, roçá-lo. O misto de amor e tesão só me invadiam cada vez mais e eu tinha de fazer o máximo possível para que ele não percebesse meus sentimentos.

Peguei o celular e, discretamente, enviei um torpedo para André. Avisei que não poderia ir ao encontro e que conversaríamos em outra oportunidade. Eu esperava não vê-lo tão cedo, pois o único local onde isso poderia acontecer seria no escritório e, salvo a pedido do meu pai, não voltaria lá tão cedo. Desliguei o celular, pois sabia que ele tentaria me ligar para tirar satisfação. Porém, eu não poderia fazer aquilo com meu pai. Meu amor por ele me obrigava a ser fiel, por mais que ele não fizesse nem idéia do que sentia por ele. Sorri, feliz comigo mesmo e olhei com carinho para meu pai.

Fomos direto para casa e combinamos de ir ao cinema naquela noite. Eu topava qualquer programa desde que estivesse com ele. Meu pai era meu homem, meu herói, meu sonho. Eu ardia em desejo por ele e o amava cada vez mais em silêncio.

Mal colocamos o pé dentro do apartamento e o celular de meu pai tocou. Eu estava em meu quarto procurando uma bermuda para colocar depois do banho e pude ouvir um pouco da conversa vindo do quarto dele:

- Eu sei que combinei contigo, meu anjo, mas é meu filho, não me peça para escolher.

Notei que meu pai estava um pouco exaltado. Logo concluí que deveria ser sua namorada misteriosa cobrando pela presença dele. Eu não a conhecia, mas já a detestava. Afinal, ela estava tentando roubar meu pai de mim. Meu pai abaixou o tom de voz e logo se fez um silêncio. Fui para o banho animado e feliz pois estaríamos juntos. Olhei para meu corpo no espelho e me admirei por um certo tempo. Tenho poucos pelos, mais concentrados nas pernas e um pouco na região do rabinho. Nunca me depilei e gostei da idéia de fazê-lo pensando em meu pai. Afinal de contas, queria ser uma fêmea completa quando estivesse montada pensando nele.



Tomei meu banho e logo que saí do banheiro encontrei meu pai sentado assistindo TV. Ele estava sem camisa, só de calção e nem preciso dizer que fiquei extasiado. Notei os pêlos de sua axila esquerda molhados de suor enquanto ele amparava o braço sobre o sofá, sentado meio de lado.

- Pronto, pai, o banheiro tá livre!

- Valeu, filho...

Ele se levantou e fez menção de ir para o banho. Ele parou e se voltou para mim, que ainda o admirava.

- Flávio, me desculpa, mas hoje não vai dar pra gente ir ao cinema.

Meu semblante desmoronou diante daquela notícia.

- Por quê, pai?

- Eu tinha esquecido que já havia marcado outro compromisso, Flávio...

Uma ira terrível contra aquela mulher me invadiu e, mesmo sem me descontrolar nas palavras, meu pai percebeu a decepção em meu rosto.

- Não fique chateado comigo, filho. A gente vai amanhã.

- Esta mulher só quer atrapalhar minhas férias, pai! - acusei

- Não é nada disso, filho. Sou eu quem estou ficando velho e esqueço dos meus compromissos. Vou tentar ser mais atento com minha agenda.

- Olha, pai, não conheço esta guria, mas já te digo que não gosto dela!

- Filho, não diga isso...

- Nem quero conhecê-la, pai! Nunca me apresente!

Falei alto e fui para meu quarto batendo a porta. Meu pai não veio atrás de mim, sabia que não adiantava. Ele estava dividido entre seu filho e uma buceta, foi a conclusão que cheguei. Aquilo me decepcionou. Comecei a me vitimizar, de uma certa maneira. Enquanto eu estava sendo fiel a ele, desmarcando até mesmo um compromisso sexual com um cara que me fazia sentir fêmea, justamente por respeito a ele, a paga que eu recebia era ser trocado por uma vagina. Senti raiva dela e mágoa pelo meu pai estar me trocando pela presença de uma mulher. Os sentimentos eram ambíguos, pois era um sentimento de filho possessivo mesclado com o de mulher traída. Mas como eu poderia culpar meu pai se ele era justa e tão somente isso: meu pai?

Fiquei deitado na minha cama, de mal humor. Meia hora depois a porta do quarto se abriu e meu pai entrou. Ele sentou ao meu lado, na cama, e olhou pra mim com um ar de preocupação. Estava arrumado para sair e usando o perfume Dolce & Gabana que eu adorava.

- Não fique triste, Flávio.

- Tudo bem, pai! - exclamei meio manhoso

- Isso corta meu coração, guri, não quero que fique chateado comigo.

- Pai, sem problemas, a gente vai no cinema outro dia.

Eu estava visivelmente aborrecido. Meu pai tinha uns gestos meio abruptos e que me deixavam sem muita ação. Diante da minha impassibilidade ele simplesmente se debruçou sobre mim e deitou sua cabeça sobre a minha, colando o seu rosto no meu. Senti que meu pau ia estourar, tamanha a excitação que me invadiu. O cheiro do perfume, o calor do seu corpo, seu toque, sua presença, tudo me fizeram simplesmente derreter de emoção. Senti vontade de puxá-lo contra o meu corpo e beijá-lo inteiro.

- Eu amo você, filho! - disse ele, carinhosamente

- Eu também amo você, pai...

Ficamos assim abraçados durante alguns segundos, mas o tesão misturado com o afeto eram tão fortes que nem consegui calcular o tempo. Logo meu pai me deu um beijo na bochecha e me ofereceu um rápido cafuné. Quando ele se levantou, percebi que seus olhos notaram o volume embaixo da minha bermuda. Meu pai disfarçou e fez de conta que não percebeu, mas eu sabia que ele tinha flagrado minha excitação.

- Prometo que amanhã eu serei só seu, filho! - ele dizia coisas que me deixavam simplesmente alucinado.

- Promete, pai?

- Palavra de paizão!

Meu pai era lindo demais. Ele conseguia me deixar todo mole com seu jeito e suas palavras. Assim que ele saiu eu permaneci durante mais algum tempo pensando no que estava acontecendo comigo. Sentia ciúmes dele, pois eu já olhava para ele como se fosse meu. Detestava esta namorada que nem fazia questão de conhecer, pois ela roubava meu pai de mim. Logo a decepção voltou e pensamentos um tanto egoístas começaram a me invadir. Comecei a achar que estava fazendo papel de bobo, pois meu pai me deixara sozinho em casa para fazer sexo com uma vagabunda qualquer. Passei a culpá-lo pelo meu mal estar, acreditar que ele era um ingrato e não merecia meu respeito e minha fidelidade. Era um típico pensamento de mulher traída, esnobada, deixada de lado. Levantei da cama e fui até o quarto dele. Aproveitei que ficaria sozinho por horas e resolvi me analisar melhor para tentar sentir com mais profundidade o que vinha a ser tudo aquilo.

Comecei a me despir, lentamente e analisei meu corpo. Eu era um cara que fazia academia, gostava de malhar não para ficar sarado, mas para ficar saudável. Olhando com calma eu percebi que a falta de pelos me oferecia um aspecto mais delicado, apesar de eu não ser nenhum pouco efeminado. Tenho o típico corpo de nadador: alto, esguio, ombros largos, corpo liso com alguns pelos nas pernas e na região do rabinho. Virei de costas e apontei o bumbum para o espelho abrindo as nádegas com as mãos. Estava bem peludinho e tomei uma decisão importante: depilar o rabinho e abrir minha cam para o André, caso ele estivesse online. Sei que ele deveria estar "p" da vida comigo por causa do bolo que dei nele, mas talvez ainda tivesse tempo de ao menos fazer uma brincadeira pela net. Um certo arrependimento me assolou:

"Deveria ter ido fuder com o André. Meu pai me trocou por uma vagabunda, então vou traí-lo também!" Eu tentava justificar a estranha sensação de posse e ciúmes que estava observando em mim. Fui ao banheiro, preparei espuma de barba e meu aparelho de gilete. Eu sabia que a melhor forma de depilar seria com cera quente ou creme depilatório, mas eu não tinha tempo para isso, já que estava morrendo de tesão para me vestir como fêmea e me exibir na cam. Usei um espelho pequeno, que deixei no chão e fiquei sentado em posição de cócoras depilando os pelos ao redor do meu rabinho. Delicada e pausadamente foi se revelando uma área todinha rosa em torno do meu botãozinho anal. Eu não era mais virgem, mas poderia me considerar uma donzela na condição de crossdresser.

"Vou dar meu rabo para um homem que mereça tirar minha virgindade!" - pensei ainda magoado com meu pai. Minutos depois eu já tinha o rabinho completamente liso. Depilei também a região da virilha, o saco e o caminho entre o rabinho e os testículos. Com uma tesoura eu aparei os pelos pubianos e meu grelhinho ficou em forma de "v". Raspei as axilas também, pois queria ficar o mais próximo possível de um corpo feminino. Tomei um banho demorado e, enquanto a água escorria pelo meu corpo eu percebi que a fêmea estava despertando. Lavei muito bem meu sexo e meu rabinho. Saindo do banho eu me enxuguei com delicadeza em frente ao espelho do quarto de meu pai. Adorei o resultado pós-depilatório, mas percebi que a aprovação vinha da fêmea dentro de mim. Desfilei diante do espelho e exibi meu bumbum macio, liso, todo rosadinho e preparado para ser oferecido para qualquer homem que o desejasse.

O tesão começou a aumentar e corri para o guarda-roupas em busca das roupinhas que meu pai mantinha guardadas. Eu ainda não conseguira descobrir quem era a dona ou quem foram as donas daquelas peças. Não conseguia imaginar meu próprio pai como uma crossdresser, pelo menos era algo muito improvável para mim. Pouco a pouco eu fui me montando diante do espelho. O corpo nu e imberbe foi sendo coberto por lindas e sexies peças de tecido: um par de meias-finas pretas, fio dental do tipo tapasexo também preto, salto alto, camisola preta, a mesma peruca ruiva de cabelos cacheados, baton, lápis, rímel, pó compacto e muito tesão. Logo aquela fêmea estava novamente desperta, viva diante do espelho. "Flávia" estava de volta.

Desfilei diante do espelho e empinei o bumbum várias vezes. Era delicioso ver o meu bumbum rebolando um pouco abaixo da barra da camisolinha transparente. Juntava as coxas enquanto caminhava de forma que meu caminhar se tornasse bastante sensual. Sob o tapasexo, meu cacete lutava para arrebentar o tecido que o aprisionava. Comecei a gemer como uma ninfetinha, roçar as mãos pelas pernas, barriga, tórax, pescoço e faces, numa tentativa de explorar a mim mesmo, descobrir a fêmea que havia em mim. Era como se "Flávia" mal acreditasse que estava ali com um corpo totalmente a sua disposição para vivenciar seus desejos de fêmea. Eu me sentia como uma vadia pronta para sair às ruas e caçar um homem. Comecei a me contorcer como uma certa "rainha do rebolado" de tempos passados e que eu tinha visto na televisão. Eu me sentia felina, fêmea, mulher e o tesão crescia cada vez mais. Corri ao computador e liguei a internet. Diego não estava online. Liguei o celular e logo recebi mensagens com suas tentativas de ligações para mim. Ele deveria estar fulo de raiva e decepcionado, e eu não tirava sua razão, pois eu também estava muito a fim. Fiquei na dúvida se retornava a ligação para ele ou não, mas tive receios, já que ele era noivo e poderia estar com a moça.

Não demorou muito e tive a resposta. Por ter ligado meu celular ele recebeu a mensagem dizendo que meu número já estava disponível para receber chamadas. Atendi sabendo que ia ouvir algumas boas verdades: - Alô? - eu atendi com a voz melosa e me fazendo de fêmea "Safada, me deu os canos!" - Desculpa, amor - falei melosamente - Mas eu tive um imprevisto... "Fiquei te esperando, cara..." - Você não recebeu meu torpedo, amor? "Recebi, mas eu já estava lá há meia hora te esperando! Sacanagem, heim, cara?" - Ai, amor, me desculpa mesmo! - pedi quase que gemendo no fone "Humm...tá com tesão, né?" - perguntou ele percebendo minha vontade - Muito, amor... "E você tá montada?" - Tô, gato...todinha montada, produzida pra você! "Ai, sua cadela, não faz assim, não...tô na rua ainda. Tô esperando minha noiva que está numa loja aqui no Gonzaga". - É mesmo, amor? E você gostou de saber que sua cadelinha tá montadinha pensando em você, tá? "Adorei, gata...nossa, que tesão...já tô ficando melado!" - Que delícia, amor! - eu estava igualmente excitado e subi na cama de meu pai. Fiquei de joelhos diante do espelho e agora percebera que meu pai tinha aquele espelho tamanho grande porque deveria gostar de fazer sexo olhando a cena. - Agora eu estou em cima da cama, amor! "Nossa, cadelinha, que delícia! E você vai enfiar o dedinho dentro do rabinho pra mim, vai?" - Você quer, amor? - perguntei fazendo manha "Quero, minha delícia...enfia um dedo no rabinho pensando no teu macho aqui, vai?" O tesão era tanto que comecei a gemer como uma cadela no cio. Afastei o pequeno fio de pano que cobria meu rabinho e comecei a enfiar um dedinho nele, enquanto segurava o celular. Foi aí que tive a idéia de ligar o vivavoz e assim ficar com as duas mãos livres para agir. - Pronto, amor...está no vivavoz e estou com um dedinho na portinha pensando em você! "Humm, tesão! Que delícia...tô ligando o ar condicionado aqui para minha noiva não perceber o cheiro que meu pau tá produzindo embaixo da bermuda. Sua safada, sua cadela ordinária!" - Fala mais, amor, fala! Me faça sua vagabunda, vai? - pedi gemendo e colocando o dedo mais fundo rabinho a dentro. "Diga que tá com tesão, cadela, diz!" - ordenou ele

- Estou com tesão, amor...muito tesão...eu sou uma vagabunda no cio, uma cadela ordinária e quero muito que você me devore como uma safada! Quero ser enrabada, amor!

Eu gemia, pedia, arfava, enfiava mais um dedo no cuzinho enquanto ele dizia coisas deliciosas sobre minha moral, dizendo palavrões que me deixavam cada vez mais excitada.

- Não pára, amor, continua...tesão...eu vou ovular de tanto tesão!

"Ovula para teu macho, sua cadela, vai! Nossa, vagabunda, eu vou te fuder tanto, mas tanto que você vai ter certeza que é mulher! Cadela!"

Gemi alto com aquilo e ouvi a ligação cair pelo vivavoz. Ele deve ter desligado porque sua noiva deveria estar entrando no carro. Eu estava justamente no meio do meu prazer animal e fiquei paralisado. Talvez aterrorizado, pois meu coração saltou à boca. Eu mal pude acreditar quando vi meu pai parado junto à porta assistindo e ouvindo a toda aquele episódio. Meu mundo simplesmente desmoronou.

Desconcertado, praticamente em pânico, cobri o rosto com as mãos.

- Meu Deus! - exclamei envergonhado.

Meu pai não disse nada. Ficou parado junto à porta, impassível. Estava sério e percebi o ar de incredulidade que ele expressava.

Estava tudo acabado, não tinha mais como esconder. Qualquer coisa que eu dissesse não ia adiantar, então não tentei imaginar nenhuma desculpa esfarrapada, pois contra fatos não havia qualquer argumento.

Saltei da cama e corri até ele totalmente desesperado. Abracei meu pai e tentei buscar compreensão no abraço.

Ele não retribuiu o abraço na mesma proporção que o meu. Estava chocado e eu compreendia sua falta de reação. Ele me segurou pelos braços, afastou-me dele e olhou direto nos meus olhos. Ainda estava incrédulo. Seu silêncio era terrível e eu sabia que estava passando por um julgamento moral dentro da mente dele.

Seu olhar me rastreava como um raio-x e ele olhou para mim dos pés à cabeça. Percebi que ele analisava todos os detalhes e fiquei imaginando se estava com vergonha de mim e do que estava vendo diante dele.

- Pai! - exclamei quase chorando

- As coisas que você acabou de dizer...é isso que você quer para sua vida? - disse ele quebrando o silêncio, finalmente.

- Eu...

- Você mexeu nas minhas coisas. Nunca pensei que você...

- Pai, me perdoa...

Eu estava desesperado. Tinha medo de perder o amor de meu pai. Ao mesmo tempo, por mais vergonha que a situação proporcionasse, finalmente eu estava como sempre desejara: totalmente fêmea diante dele. Meu pai agora sabia quem eu era, o que queria, o que desejava. Só falta uma coisa: saber que era ele quem eu desejava.

Um pensamento rápido me assaltolu, talvez mais movido pelo instinto do que pela razão. Depois do pensamento veio a ação e, num impulso rápido, eu agarrei a cabeça de meu pai e a puxei contra mim. Colei minha boca na dele e o beijei com fome. Um rápido momento de prazer me invadiu, pois finalmente eu provava do beijo dele, o beijo que tanto ansiava. Ele foi pego de surpresa, logicamente. Demorou dois ou três segundos para reagir, a tempo de se libertar de meus lábios e me empurrar com força para longe dele.

- Pare com isso! - gritou ele, assombrado.

- Pai, eu te amo! Me perdoa, pai!

Eu estava totalmente desesperado e sem saber o que fazer. Caí de joelhos diante dele e agarrei suas pernas, chorando. Implorei para que me perdoasse. Eu estava ali, ajoelhada, como uma fêmea implorando o perdão do macho, uma cena típica de dominação e feminilização.

Meu pai, contudo, não estava com espírito para qualquer tipo de fetiche. Ele estava chocado, decepcionado até. Continuou impassível por um instante assistindo o meu desespero. Em seguida ele se afastou de mim e fiquei ali, sentada no chão, desolada.

- Vou te dar um tempo para você se recompor! - disse ele e se afastou.

Ouvi a porta do apartamento fechando. Meu pai me deixara sozinho ali e sem me dizer nenhuma palavra de compreensão. Ele estava decepcionado comigo e eu tinha que aceitar aquele fato. Não havia mais nada a fazer. Eu perdera o respeito de meu pai e, pior que isso, perdera o amor dele também.

Levantei e arranquei a peruca com violência. Tirei a camisolinha, os sapatos, a meia fina e o fio dental. Guardei tudo e coloquei o baú de volta no guarda-roupas. Se não fosse por aquelas roupas eu não teria perdido o amor do homem que mais amava. Fui ao banheiro e lavei toda a maquiagem do rosto. Fiquei chorando um bom tempo embaixo do chuveiro. Não sabia mais com que cara olharia para meu pai.

Terminei o banho, vesti a bermuda, a camiseta e fui para meu quarto. Deitei na cama e fiquei ali tentando decidir o que faria em seguida. Pensei em voltar para São Paulo logo de manhã, pois não havia mais clima para permanecer no apartamento do meu pai.

Cerca de meia hora depois meu pai voltou. Ele se postou junto à porta do meu quarto, mas eu não tinha coragem de olhar para ele. Permaneci deitado com a cabeça sobre o travesseiro encarando a parede direta à minha frente.

- Você quer comer alguma coisa? - perguntou ele

- Não.

- Tá certo. Vou dormir. Boa noite.

Não respondi. Meu pai se fechou em seu quarto e eu fiquei ali por um bom tempo tentando decidir o que fazer da minha vida. Não sabia por que motivos meu pai chegara mais cedo em casa e me flagrara naquela cena vergonhosa. No mínimo tinha discutido com sua namorada e decidido voltar mais cedo. Novamente aquela mulher interferindo na minha vida. Agora ela estava contribuindo para que eu perdesse o amor de meu pai. Cada vez mais eu a detestava.

Fiquei por horas rolando na cama, até que adormeci. Acordei perto das nove horas e levantei assustado. Tinha a impressão de que vivera um pesadelo até me dar conta de que tinha sido tudo real. Pelo horário meu pai já deveria ter saído para o escritório. Levantei e encontrei a mesa do café da manhã arrumada. Havia um bilhete dele para mim:

"Filho, vou ao escritório cancelar minha agenda e depois vou para o Guarujá. Precisamos conversar. Pegue seu carro na garagem e me encontre lá. Precisamos conversar. O endereço está atrás deste bilhete. Eu te amo, filho. Ass: Papai."

Um imenso sorriso invadiu meu rosto. Meu pai ainda me amava. Comecei a chorar, emocionado. Ainda não estava tudo perdido. Eu tinha ainda a chance de encontrá-lo e me explicar. Eu abriria mão de tudo para ter de volta o amor de meu pai.

Tomei meu café da manhã e fui arrumar minhas coisas. Resolvi não demorar muito, pois queria encontrar meu pai o mais rápido possível. Peguei meu carro que estava guardado na segunda vaga de garagem desde o dia da minha chegada e parti para o Guarujá. Apanhei a balsa e admirei o trajeto. Apesar da alegria de poder reencontrar meu pai eu estava muito envergonhado e não sabia como encará-lo. Nisso, meus pensamentos foram interrompidos pelo som de meu celular. Reconheci o número de André no visor. Não atendi, pois ele era a última pessoa com quem gostaria de falar naquele momento. Segundos depois chegava uma mensagem dele:

"E aí, cadelinha. Tive que desligar ontem, pois minha noiva chegou na hora. Vamos nos ver hoje? Quero você, vagabunda!"

Não respondi. Estava decidido a abandonar aqueles fetiches. Por causa daquelas fantasias sexuais eu decepcionara meu pai e agora estava tentando recuperar o amor dele.

Não foi difícil encontrar a casa de meu pai. Bastava pegar a avenida beiramar e próximo a um supermercado virar à esquerda. Logo que estacionei meu coração disparou. Meu pai ligou em meu celular e eu imaginei mil coisas. Será que ele iria me pedir para não entrar, para voltar embora? Será que iria me xingar e dizer que não era mais seu filho?

- Oi, pai! - atendi depois de respirar fundo para tomar coragem.

- Você já chegou? - a voz dele estava normal.

- Já, acabei de estacionar aqui em frente.

- Vou abrir a porta pra você.

Logo, o portão eletrônico se abriu e vi meu pai parado no fundo da garagem fazendo um sinal para que eu recolhesse o carro. Logo já estava lá dentro e, assim que saí do carro, meu pai me cumprimentou com um aperto de mão. Ele estava sem jeito e eu muito mais. Não tocamos no assunto, pois não era hora e nem local para conversarmos sobre o que ele testemunhara. Logo ele me levou para meu quarto.

A casa tinha dois quartos, segundo ele. Meu pai me levou para o quarto onde eu ia ficar e notei que ele se esqueceu de me mostrar a casa. Ele estava tão acostumado comigo que já não se importava mais com algumas formalidades e me considerava como membro da casa. Uma sala conjugada com a cozinha, típica de praia pela sua simplicidade e praticidade, um banheiro amplo. Havia uma rede na área que dáva para a porta da frente onde meu pai disse que gostava de descansar. A decoração da casa era simples também, pois meu pai disse que por não ter muito tempo para cuidar da casa, a maresia acabava estragando a mobília e os aparelhos eletrônicos. Assim, ele optou por ter comodidade e conforto sem gastar muito.

Já era quase meio dia e meu pai me avisou que íamos passar a tarde na praia. Ninguém ousava tocar no assunto da noite passada, apesar de que eu sabia que meu pai me chamara ali para justamente conversarmos sobre aquilo.

A praia ficava a cerca de cem metros da casa de meu pai. Fomos caminhando levando nosso guarda-sol e duas cadeiras. Meu pai estava usando uma regata preta e sunga preta. Impossível não olhar para ele e desejá-lo. Procurei me livrar do desejo, pois eu estava tentando reconquistar o amor dele. No entanto, não podia deixar de observar que meu pai estava simplesmente lindo de boné, regata, sunga e sandálias enquanto carregava o guarda-sol.

A praia estava relativamente cheia apesar de ser uma quarta-feira, pois era o período de férias. Encontramos um local para nos instalarmos próximo a uma barraca, fiz o buraco na areia e meu pai armou o guarda-sol. Pedimos duas cervejas e ficamos admirando a beleza do mar.

A angústia já começava a me invadir de novo. A incerteza sobre o que meu pai estava sentindo ou pensando a meu respeito e a falta de jeito de minha parte eram muito constrangedoras. Havia momentos em que me recordava da cena em que vi meu pai parado junto à porta olhando para mim e tinha vontade de desaparecer. E quando me lembrei das coisas que dissera para André e depois o beijo que dei em meu pai senti vontade de me enfiar na areia para desaparecer.

A cerveja chegou e fizemos um brinde dizendo apenas "saúde". Notei que meu pai não iria tocar no assunto e então me dei conta do que estava acontecendo. Meu pai estava esperando que eu mesmo sentisse o momento certo para conversar sobre aquela situação. Só dependia de mim dar o primeiro passo para finalmente colocar tudo em pratos limpos, apesar de que eu sabia que não tinha como me justificar.

Olhei para o mar e fiquei ouvindo o barulho das ondas. O dia estava muito bonito, ensolarado e bem quente. Estamos num ponto relativamente distante de outros turistas o que me daria a oportunidade de conversar com meu pai discretamente sobre o ocorrido. Eu não era mais um menino e tinha que ter coragem para enfrentar os fatos: meu pai me flagrara vestindo roupas de mulher, roupas que ele mantinha guardadas em seu próprio quarto. Além disso, ele me viu e ouviu participando de sexo pelo telefone. Para completar eu havia lhe dado um beijo forçado e colocado nosso amor de pai e filho em risco.

Logo já estava na terceira cerveja e meu pai ainda bebia a primeira. Ele percebeu que eu estava tenso e tentando encontrar coragem para me explicar. Meu pai era um homem maduro e muito perspicaz. Ele sabia que eu estava em dificuldades para falar sobre aquilo. Ele bebeu um gole da cerveja e ficou segurando a lata gelada sobre o colo.

- Ontem cheguei mais cedo porque eu tive uma discussão com a Marcela.

Finalmente eu descobrira o nome dela. E minhas suspeitas eram fundadas, pois por culpa dela meu pai me flagrara naquela cena terrível.

- Faz tempo que você se veste de mulher?

Sua voz atravessou minha mente como um raio. Chegara a hora derradeira e eu não podia mais fugir. Bebi mais um pouco de cerveja e respirei fundo antes de responder. Um calor me invadiu e senti que meu rosto ficou ruborizado.

- Aconteceu agora. Eu mexi nas suas coisas e encontrei o baú. Vesti as roupas por impulso.

- E desde quando você vive sua homossexualidade?

- Desde os quinze anos.

Meu pai não olhou para mim enquanto eu respondia suas perguntas. Ele olhava para algum ponto na praia com uma aparência séria. Não tinha uma expressão de quem estava me condenando, mas também não parecia nem um pouco compreensivo. Ele estava visivelmente confuso com a situação.

- Eu não sabia...

- Pai, sempre gostei de homens e isso não é sua culpa e nem da mamãe, se é isso que está se passando pela sua cabeça! - falei com convicção disposto a ser o mais verdadeiro possível já que o momento estava se abrindo para isso.

- Não sinto culpa por você ser gay, Flávio - disse ele calmamente - Eu apenas disse que não sabia. Não fazia idéia. Se soubesse seria melhor, pois não deve ter sido fácil para você ter que descobrir isso sozinho. Neste aspecto eu sinto que poderia ter estado presente, mas não estive.

De uma certa forma ele estava certo. Não foi fácil me descobrir homossexual e ainda mais sem a presença de meu pai. Minha mãe não sabe de minha sexualidade e as poucas pessoas que sabem são amigos de muita confiança.

- Mas também não pense que foi o fato de você se separar da mamãe que me fez ser assim...

Ele olhou para mim pela primeira vez desde que a conversa iniciou.

- Isso não existe, Flávio. As pessoas são heterossexuais ou homossexuais porque a natureza quer assim. Não tem nada a ver com educação ou cultura.

Respirei mais aliviado. Fiquei feliz porque meu pai tinha uma mentalidade aberta.

Entretanto, não era porque estávamos conversando calmamente que eu estava tranquilo. Havia muitas coisas a serem ditas ainda.

- Pai, quanto ao beijo...

- Flávio, esqueça isso! - ele estava levando a lata de cerveja à boca e parou antes de sorver o líquido - Isso não vem ao caso.

- Mas eu preciso falar disso, pai.

- Nós vamos conversar, Flávio, mas não agora. Não aqui...

Só aí me dei conta de que outros turistas tinham se instalado próximos a nós e a privacidade estava comprometida. Assenti com a cabeça demonstrando que tinha entendido. Meu pai bebeu de sua cerveja e piscou para mim como um sinal de captação da mensagem.

- De qualquer forma, eu jamais condenaria meu filho por demonstrar carinho por mim. Mas conversaremos sobre isso, fique tranquilo, filho.

Sorri levemente com os lábios e fiquei mais aliviado.

- Flávio, peço apenas que você mantenha cuidado. Seja cauteloso com estas pessoas que você conhecer pela Internet ou pelo telefone.

- Eu sei, pai.

- Não quero que você sofra. Quero apenas que você seja feliz.

Não sei se era o amor pelo meu pai que transformara a visão captada pelos meus olhos, mas ele estava tão bonito usando aquela sunga, do corpo dourado e untado de protetor solar começando a brotar as primeiras gotículas de suor e o sol refletindo na areia tornando o dia tão claro e radiante. Aquilo tudo me fez amar o momento, por estar ali. Senti vontade de abraçar meu pai ali mesmo, em agradecimento, mas eu me contive. Meu pai era muito compreensivo e, pouco a pouco, fomos sorrindo mais, ficando mais à vontade, mesmo com a conversa pela metade e apenas iniciada. Porém, aquilo já era um grande começo e eu sabia que ainda teríamos a longa e derradeira conversa quando voltássemos para casa. Eu tinha muito o que explicar ao meu pai, mas torcia para que ele continuasse compreensivo como estava sendo até agora.

Ficamos na praia o resto do dia falando sobre muitas coisas, tomamos banho de mar, caminhamos, corremos, enfim nós curtimos um dia de praia como pai e filho, e eu estava feliz porque pouco a pouco eu estava conquistando o carinho de meu pai novamente.

Perto das sete horas meu pai avisou que ia voltar para casa, tomar um banho e preparar algo para nós. Eu decidi ficar mais um pouco, enquanto ele levava sua cadeira. Na verdade eu queria me preparar psicologicamente para ter que sentar com ele e conversar detalhadamente sobre os fatos da noite anterior. Nadei um pouco e pensei como entraria no assunto do fetiche de crossdresser. Meu pai demonstrou compreensão quanto ao beijo, mas eu ainda estava preocupado e envergonhado com aquele meu gesto afoito.

Perto das oito horas eu desarmei o guarda-sol, peguei minha cadeira de praia e voltei para casa. Meu pai estava deitado na rede e percebi que estava me esperando já de banho tomado.

- Vai tomar um banho, Flávio. Vou preparar algo para a gente.

- Tá bom, pai.

Entrei no banheiro e tomei uma ducha demorada. Eu costumava me demorar no banho e ainda mais depois de um dia de praia todo cheio de maresia e areia. Enquanto a água escorria sobre meu corpo eu tentei imaginar mil maneiras de me acalmar para a conversa derradeira com meu pai. Meia hora depois eu desliguei o chuveiro e me enxuguei. Passei meu perfume e saí para o corredor. Meu quarto ficava logo em frente ao banheiro, enquanto que o quarto de meu pai ficava no final dele. Entrei em meu quarto ainda enrolado na toalha. Fechei a porta e acendi a luz. Notei que havia alguma coisa em cima da minha cama, algo que eu não lembrava de ter deixado ali. Era uma sacola de papelão de uma loja de departamentos famosa. Abri o conteúdo e fiquei atônico. Dentro dela tinha uma camisola preta e transparente com babados de renda. Uma tanga preta minúscula, meia fina do tipo arrastão, cinta liga, um jogo de maquiagem e um par de sandálias de salto com tiras prateadas. Meu coração veio à boca e um desapontamento cruel me invadiu. Percebi que meu pai queria me humilhar, que estava me punindo. Estaria ele decidido a me ensinar a "ser homem"? Queria que eu me sentisse envergonhado ainda mais do que já estava?

Havia um bilhete preso junto à sacola. Abri e li o conteúdo:

"Se você me ama use isto e venha conversar comigo".

Meu pai estava me testando. Ele estava jogando, sinal que nossa conversa durante a tarde tinha sido pouco proveitosa. Eu me senti humilhado por ele estar questionando meu amor de filho condicionado ao uso de uma roupa. Ao mesmo tempo fiquei indignado porque ele estava, de certa forma, condenando meu fetiche.

Fiquei durante algum tempo olhando aquelas lingeries lindas. Pensei em ir até a cozinha e jogar tudo diante dele e ir embora para sempre. Ao mesmo tempo, imaginei que ele estivesse pensando em testar minha capacidade de renunciar aos meus desejos. Talvez ele se sentisse envergonhado por ter um filho crossdresser e queria que eu parasse com aquilo tudo. Mas fiquei irritando por imaginar que meu pai quisesse controlar meus desejos. Como ele ousava fazer aquilo, tentar controlar minha vida? Deveria estar sentado na mesa da cozinha esperando que eu saísse e brigasse com ele como o filho "macho" jogando aquelas roupas em sua cara. Ele estava testando minha masculinidade.

Decidi enfrentar meu pai. Ele não tinha o direito de me dizer o que eu deveria fazer ou deixar de fazer, de sentir ou deixar de sentir. Ele teria que respeitar minha intimidade e eu o chocaria se fosse preciso. No mínimo ele estava duvidando que eu aceitasse o desafio de me produzir e me apresentar diante dele montada como fêmea. Mas eu ia provar que não abriria mão de meus desejos e fetiches porque ele era meu pai. Apanhei as lingeries e olhei para elas por um tempo, em pé ao lado da cama. Deixei a toalha de banho cair sobre meus pés e tomei a decisão para enfrentar meu pai de uma vez por todas.

Vinte minutos depois eu estava totalmente montada. Abri a porta do guarda-roupas onde havia um espelho embutido e me admirei. Eu estava linda. Não tinha peruca, o que me deu um aspecto totalmente andrógino. Diferente, mas muito interessante. Gostei porque havia um resquício de masculinidade em mim e isso é o que torna uma crossdresser passiva realizada: o corpo masculino subjugado pelo feminino.

Eu estava tenso e nem mesmo a maquiagem que eu já aprendera a fazer muito bem conseguia disfarçar meu nervosismo. Eu estava muito bonita e sensual e agora chegara o momento de enfrentar meu pai. Lamentei por não ter um frigobar no quarto, pois eu estava precisando de uma cerveja.

Fui até a porta e segurei a maçaneta. Meu pai deveria estar me esperando para que eu aparecesse com as roupas na mão e as entregasse a ele provando que eu era "filho macho". Mas eu estava decidido a mostrar a ele que ninguém poderia interferir em meus fetiches.

Respirei fundo, girei a maçaneta e saí para o corredor que dáva até a sala. Meu pai não estava nem ali, nem na cozinha. Fui até a área de serviço que dáva para a garagem e não havia nenhum sinal dele. Compreendi que ele deveria estar em seu quarto assistindo televisão. Não havia outro jeito, tinha que entrar lá e colocar um ponto final naquilo tudo.

Caminhei com o salto estalando no piso de madeira da casa. Bati à porta do quarto dele e não houve resposta. Estranhei porque a televisão parecia estar ligada, mas ele não respondeu. Abri a porta e entrei.

Eu ainda não conhecia aquele cômodo. E fiquei sem palavras quando entrei e descobri o que havia no quarto do meu pai, pois finalmente eu entendi porque ele não me mostrara aquela parte da casa. Havia pétalas de rosas vermelhas espalhadas ao longo do piso do ambiente. Fechei a porta e fui caminhando até a cama dele, vazia. Era redonda e sobre ela também havia pétalas de rosas vermelhas. Ao lado, perto da janela, um carrinho normalmente usado em hotéis e restaurantes com um balde de champagne com gelo, duas taças e um prato de vidro com uvas, ameixas, morangos e damascos. O quarto estava à meia-luz com velas aromáticas acesas e espalhadas por todo o ambiente deixando um perfume delicioso no lugar. No teto sobre a cama meu pai mandara instalar um espelho estrategicamente posicionado. Na parede atrás e à direita da cama haviam outros dois espelhos especialmente colocados para aumentar a sensação de prazer dos que se deitassem naquela cama. A televisão estava ligada e num olhar rápido para a tela entendi que se tratava de um filme erótico envolvendo travestis fudendo numa orgia com vários caras.

"Meu Deus, o que ele está fazendo comigo?"

Imaginei que meu pai estivesse disposto a me humilhar ainda mais. Eu estava parado ao lado da cama tentando entender o que ele pretendia quando a porta da suite do quarto, que estava apenas encostada, se abriu atrás de mim. Vi meu meu pai surgindo com duas taças de champagne nas mãos.

Ele estava usando uma camisa de manga curta preta e aberta mostrando o peito e o abdômen cabeludos. Uma corrente de ouro com um pingente discreto repousava sobre um tufo de pelos. Uma sunga preta completava o figurino e ele estava com os pés descalços.

- Então você se montou! - exclamou ele me admirando dos pés à cabeça. Seu olhar era de fascinação.

- Pai, não sei por que você quer me humilhar assim, mas você precisa respeitar meu espaço.

Ele se aproximou de mim e me entregou uma taça. Bateu com a sua contra a minha e no "tintin" esboçou um sorriso. Fiquei olhando para ele atônito. Ele bebeu do champagne e não tirou os olhos de mim por nenhum momento. Como eu não bebia o champagne, ele pegou minha taça e colocou as duas sobre o criado mundo ao lado da cama. Ele se aproximou de mim e me olhou com seriedade.

- Pai, você tá me magoando! - lamentei

Ele sorriu e seu gesto foi o mais inesperado possível. Ele agarrou meu braço direito e segurou minha cintura puxando-me contra seu corpo com força. Fui projetada contra ele e me senti comprimida junto ao seu corpo másculo. Minhas mãos acabaram por se apoiar sobre seu tórax peludo e eu estava totalmente dominada. Ele olhou por um instante para meu rosto maquiado e penetrou seus olhos verdes nos meus. Parecia estar admirando a obra que ele mesmo fizera quando transou com minha mãe. Em seguida, o mais inusitado aconteceu: ele colou sua boca carnuda na minha e iniciou um beijo ardente e faminto. Meu estado de choque começou a mudar e senti meu corpo amolecer. Era inacreditável aquilo. Meu pai estava me beijando.

Senti sua língua se degladiando com a minha. Nossas bocas se roçavam com uma fome sem igual e o beijo de meu pai fez meu sexo endurecer em segundos. O instinto falou mais alto e eu me entreguei, completamente, abraçando seu pescoço, envolvendo-o como uma fêmea se lança nos braços de seu macho.

Quase dois minutos ininterruptos de beijo de língua, muita saliva em nossas bocas e pele e meu pai me afastou dele arfando. Olhei para ele, anestesiado, um pouco temeroso, pois parecia que ele tinha despertado de algum sono hipnótico. Ele estava sério de novo e respirando de maneira ofegante. Aquele beijo roubou o ar de nossos pulmões. Por fim, ele disse as palavras que transformaram totalmente aquele momento:

- Hoje eu quero que você seja minha!

Ele me lançou sobre a cama redonda, que balançou com meu corpo. Tinha o tamanho king size e um colchão deliciosamente macio. Eu estava me sentindo tão inebriada pelo cheiro dele e por aquele momento inacreditável que me senti caindo em câmera lenta. O mundo parou ao meu redor e eu só via a imagem dele olhando para mim com desejo e fome. Meu pai retirou a camisa, atirou-a no chão e se jogou sobre mim. O peso do corpo dele me dominou e comecei a perceber que "Flávia" estava desabrochando. No alto, pelo espelho no teto, eu pude ver as costas másculas de meu pai enquanto seu corpo repousava sobre o meu. Aliás, o sonho da fêmea que morava dentro de mim estava justamente se realizando. Ele olhou no fundo dos meus olhos, admirou meu rosto e sorriu. Logo estávamos nos devorando de novo num beijo ardente, molhado, apaixonado, salivante e cheio de tesão em meio às pétalas de rosas.

Aquele momento mudaria completamente minha vida.

Nós dois éramos puro tesão. Não havia palavras, pois qualquer coisa que fosse dita poderia quebrar aquele momento mágico.

Sua língua macia invadia minha boca e eu podia sentir o pulsar do coração dentro de seu peito encostado ao meu. Nossos corpos se uniram num abraço demorado, enquanto prendia o corpo de meu pai com minhas pernas, forçando-o contra o meu. Ele beijava minha boca e a sensação de prazer e deleite era indescritível. Meu pai lambeu meu rosto e vez ou outra penetrava sua língua em meu ouvido, o que me fazia estremecer completamente. A fêmea aprisionada estava sendo libertada nos braços daquele macho voraz e viril. Minhas mãos deslizavam pelas suas costas enquanto ele me imobilizava na cama como o macho aprisiona a fêmea desejada. Sua língua corria pelos meus lábios, a saliva molhada em torno deles e sorria de forma a hipnotizar-me com seu olhar. Senti o gosto de champagne misturada ao seu beijo e me deliciei por finalmente conhecer o sabor que tinha a boca de meu pai totalmente faminto.

Pensamentos infernais percorreram minha mente naquele instante de euforia eterna. Eu sabia que aquilo poderia ser considerado pecado, pois eu estava nos braços de meu próprio pai, o homem que me trouxe vida. E se o inferno era estar nos braços daquele homem, não poderia haver deleite melhor do que aquele momento em que me sentia no paraíso. E, com certeza, estar beijando aquele macho fazia eu me sentir nas portas do céu.

Suas mãos seguravam minha cabeça vez ou outra com força e nossas bocas ainda se devoraram naquele beijo pecaminoso e prolongado. Ele continuava a beijar meus lábios com toda a fome do mundo e sua língua insistia em se degladiar com a minha. Em determinados momentos, sua boca se libertava da minha e ele sorria para mim. Ele me admirava e eu percebia desejo no seu olhar. Era um desejo selvagem, como se ele não reconhecesse mais seu filho, mas tão somente "Flávia", a fêmea que agora estava aprisionada em seus braços.

Preso pelos seus braços fortes e másculos eu pude sentir o aroma de meu pai. Era cheiro de macho faminto por sexo. Se os homens exalam perfume sexual, então o perfume de meu pai era o mais poderoso para se atrair fêmeas. E eu era uma delas, pois me sentia completamente envolvido pelo cheiro de meu pai. Era a natureza falando mais alto, o meu próprio DNA reconhecendo a sua origem. Eu era parte dele, tinha meu início nele, meu corpo reconhecia o dele e a vontade de ser um só com ele novamente me invadia. Um dia eu era parte de seu sêmen e agora a criatura queria se fundir novamente ao seu criador.

Eu correspondia aos seus beijos com todo o meu amor filial. Comecei a lamber o suor de sua testa, o suor em torno dos cabelos, suas pálpebras, o nariz, bochechas e o contorno de seus lábios. Meu pai costumava transpirar bastante e sentir o gosto salgado de sua pele era o mesmo que encontrar água num deserto escaldante. No meu caso, o oásis era o corpo de meu pai naquela cama que me ofereceria alimento.

Estávamos suando como animais no cio e o cheiro de sexo começou a se desprender de nossos corpos. Meu pai aproveitou e explorou meu rabinho enfiando o dedo entre o tecido de minha tanga, encontrando meu botãozinho rosa e penetrando-o, delicadamente. Ele ficou massageando meu rabo e comecei a gemer ainda com a boca dele grudada a minha. Ele retirou o dedo de meu rabinho e o colocou em minha boca. Eu chupei seu dedo e senti o gosto de meu cuzinho, ao mesmo tempo que o umedecia com minha saliva. Gemia como uma cadela e meu pai voltou a penetrar meu rabinho com o dedo lubrificando-o com minha própria saliva. Trouxe novamente para minha boca e chupei com vontade. Pouco a pouco meu pai lubrificava meu rabo, alternando beijos de língua e o dedinho molhado na minha boca. Ele sorria sem dizer nada e aquele era o perfeito sorriso de um cafajeste.

Meu pai tinha um aroma sexual. Estava em sua pele, na sua cútis, uma espécie de encarnação sexual, o próprio sexo materializado e pronto para ser saboreado. Eu desejava a porra daquele homem. Desejava ser uma fêmea nos braços dele e tomar verdadeiros banhos de porra. Eu queria beber seu leite e meu pai guardava consigo o alimento necessário para aquele momento.

Pouco depois ele parou de me beijar e ficou de joelhos sobre a cama, puxando meu corpo e me colocando sentada em frente a ele. Meu pai estava hipnotizado pelo meu corpo e apenas arfava de prazer e me admirava. Seu braço esquerdo se esticou e ele apanhou a taça de champagne que tinha me entregado e que eu não tinha bebido ainda. Ele pegou sua taça também e a elevou olhando direto nos meus olhos. Finalmente ele proferiu as primeiras palavras desde que iniciamos nosso momento de amor:

- À mais linda das fêmeas!

Brindamos e bebemos sem tirar os olhos um do outro. Já não eram mais pai e filho quem estavam ali. Era um macho e uma fêmea famintos um pelo outro. Terminamos o champagne, colocamos as taças ao lado da cama e ali mesmo, de joelhos um diante do outro nos abraçamos de novo e nos beijamos apaixonadamente. Agora havia mais champagne em nossos beijos e o tesão só crescia. Meu pai parecia um animal, tamanha a sua fome pelo meu beijo. Esfregamos nossas bocas, lambíamos nossa saliva, recolhíamos o produto de nosso beijo como se recolhe o néctar dos deuses.

Ele caminhou sobre os joelhos até outro ponto da cama, esticou o braço e apanhou um cacho de uvas que repousava na travessa sobre o carrinho estrategicamente colocado próximo à cama. Meu pai pegou um grão de uva e o colocou dentro de minha boca. Colocou um dentro de sua própria boca e em seguida me beijou. Agora tínhamos gosto de uvas na boca e nosso beijo ficou ainda mais gostoso. Meu pai era um grande amante e eu percebia isso pelos detalhes com que agia naqueles momentos de puro tesão. Cinco grãos de uvas foram suficientes. Ele deixou o cacho ao lado das taças de champagne e me puxou de volta contra seu corpo. Estávamos ofegantes de tantos beijos.

Meu pai estava apenas de sunga e levei minha mão até o volume que desejava arrebentar o tecido. Estávamos de joelhos um de frente para o outro. Sem deixar de nos beijar eu puxei seu cacete para fora e senti o imenso volume na minha mão. Não olhei para ele, quis apenas senti-lo, tocá-lo. Era quente e pulsante e sabia que ali havia vida pulsando. Massageei seu saco e subi pelo corpo do membro até a cabeça que estava babando como nunca. Minha mão ficou molhada de líquido seminal. A baba do cacete de meu pai melara toda sua sunga e agora molhava minha mão que ficou toda lubrificada para punhetá-lo. Os beijos continuaram intensos e meu pai começou a respirar mais profundamente à medida que eu o punhetava. Agora a fêmea provocava seu macho. Ela queria acasalar e a forma que a fêmea encontra para isso é conquistando, atraindo o macho para a cópula derradeira. É o instinto animal de perpetuação da espécie. Eu sabia que aquele macho queria copular, seu instinto de macho estava exalando o perfume que eu queria, e eu sabia que meu instinto de fêmea também brotava pelos meus poros e o atraía para o acasalamento.

Eu o punhetei por um tempo que é impossível precisar. Só arfávamos de tanto tesão e desejo naqueles beijos cheios de volúpia. Senti que meu pai estava ficando cada vez faminto pelos meus beijos e meu corpo, à medida que eu o punhetava. Seu pau quente e rígido era uma imensa lança de carne na minha mão. Eu acariciava seu sexo desde as bolas até a cabeça, melando todo seu cacete e minha mão com o líquido viscoso que babava de sua glande. O cheiro característico de sexo começou a inebriar o ambiente. Era o perfume de macho exalando do sexo de meu pai.

Ele estava enlouquecido de tesão. Ele interrompeu nosso beijo e começou a descer pelo meu pescoço. Aproveitei para olhar para o espelho e mirei em nossa imagem refletida na parede. Eu estava sendo lambida no pescoço por um homem viril e másculo, cujo membro pulsante babava em minha mão direita, enquanto que a esquerda alisava seu peito peludo. Ele segurava minhas nádegas e me puxava contra seu corpo. Estava ansioso para possuir o corpo daquela fêmea que o excitava e o chamava para o acasalamento.

Sem dizer nada, eu ergui os braços e ele retirou minha camisola pelo alto, deixando meu tórax imberbe desnudo. Ele desceu pelo meu pescoço e alcançou meus mamilos. Começou a mordiscá-los e me retesei de prazer. Gemi como uma cadelinha a cada mordiscada de meu pai. Ele lambia e mordiscava, beijava e lambuzava o biquinho de meus peitinhos enquanto eu o abraçava e puxava sua cabeça contra o meu corpo. Senti o cheiro doce dos seus cabelos e repousei o rosto sobre sua cabeça. Levei a mão direita à boca e lambi todo líquido lubrificante que ficara entre meus dedos, resultado da breve punheta que lhe fiz. Meu pai arfava como um animal desesperado por sexo.

Eu também estava ofegante e gemia como uma vadia no cio e sabia que meu gemido era um canto enigmático que era capaz de atrair um macho desejoso de acasalar com uma fêmea. Ele ficou um bom tempo mordendo e lambendo meus peitinhos enquanto eu jogava a cabeça para todos os lados e nos admirava nos espelhos em todos os ângulos que podia ver. Estava amando aquele ninho de sexo que se formara ali, onde pai e filho perceberam que poderiam fornicar sem medo de estarem pecando, pois naquele leito redondo toda a forma de amor poderia ser possível e praticada.

Ele voltou para meus lábios, rapidamente, como se estivesse com saudades da boca que deixara de beijar por alguns instantes. Estava sem fôlego:

- Ah...ah...cadela! Minha cadela safada!

Não falei nada, apenas gemi e engoli sua língua de novo. O beijo daquele homem era algo fora do comum. Ele tinha verdadeira fome de sexo e agora sabia de onde vinha a minha própria volúpia e meus desejos de sexo. Eu era a cópia de meu pai quando o assunto era sexo.

De repente, ele me olhou de maneira selvagem. Não era mais meu pai há muito tempo. Era um animal faminto que me devorava com os olhos e com a boca, e a fêmea em seus braços sabia que seria devorada naquele ninho de sexo de todas as maneiras possíveis.

Num gesto abrupto e dominador, meu pai me derrubou sobre a barriga na cama e eu me submeti a todos os seus caprichos. Caí sobre o colchão como uma fêmea sendo subjugada. Ele deitou sobre meu corpo e começou a lamber minha nuca. Seu pau estava fora da sunga, mas eu não conseguia vê-lo, apenas senti-lo se esfregando entre minhas nádegas e disputando o espaço tomado pelo fio-dental em meu reguinho. Ele roçava o seu corpo sobre o meu e senti o contato do seu peito peludo sobre minhas costas. Ele começou um momento de vai-e-vém simulando uma penetração. Seu pau percorria a superfície de meu reguinho, de cima abaixo, enquanto ele movimentava o quadril e o tórax sobre meu corpo dominado.

Eu olhava para o espelho e nossos olhares se cruzaram. Ele me lambia o pescoço e enfiava sua língua em meu ouvido, fazendo-me enlouquecer. Ele segurou meus braços, pois instintivamente desejava me encolher, dominada pelo tesão que ele me proporcionava. Ele me imobilizou com seu peso e suas mãos fortes seguraram meus braços. Eu gemia alto, como uma gata felina no cio, gemia como uma fêmea sendo preparada para a cópula e quase vencida pelo macho dominante.

- Tá com tesão, vagabunda, tá?

- Estou...muito! - balbuciei em meio aos gemidos

- Você gosta disso, não é, cadelinha? Você queria isso, não é? Fala pra mim, vadia, fala que você queria a pica do seu pai.

- Eu quero muito, pai...quero muito a sua pica!

- É mesmo, vadia? Quer ser minha menininha, quer?

- Eu sou tua menininha!

- Ai, delícia...vagabunda...vou comer este rabo, cadela!

- Vai, paizinho, me come...me devora...me enraba...me faça sua femeazinha!

- Cadela!

Ele se levantou e então pude ver sua vara liberta da sunga. Deveria ter uns dezenove ou vinte centímetros. Era enorme e roliça com grandes veias por onde o sangue pulsava e lhe dava forma além de uma enorme cabeça rosada e toda babada.

Meu pai me colocou de bruços em posição diretamente à frente de sua pica. Eu sabia o que ele queria. Aproximei a boca daquela vara deliciosa apontada na minha direção.

- Chupa o cacete do teu pai, cadela! - ordenou ele

Espasmos de desejo invadiram o meu ser e aproximei minha língua da imensa lança de carne diante de meu rosto. Toquei a ponta da língua em sua cabeça vermelha e lambi o líquido viscoso que ela cuspia. Meu pai estremeceu e mandou que eu continuasse.

- Isso, cadela...lambe a pica do teu pai. Lambe a pica que te criou, vadia! Você saiu daí de dentro, vadia...chupa, lamba esta pica que te trouxe ao mundo, sua vagabunda!

Aquilo me excitou ainda mais. Obedeci, sentindo-me faminto por aquele homem. Engoli sua espada de carne e meu pai gemia a cada movimento de minha boca em torno de seu corpo roliço e recheado de veias. Eu não tirava os olhos dos seus, chupava olhando para cima, direto nos olhos dele, como se buscasse um olhar de aprovação de meu pai de que estava fazendo tudo direitinho, exatamente como ele queria que sua filhinha fizesse. Ele sorria, satisfeito. Começou a movimentar o quadril, o que aumentava o vai-e-vem dentro e fora de minha boca. Eu me apoiava em suas coxas grossas e peludas enquanto ele estava ajoelhado na cama. Comecei a me sentir extremamente vulgar e agora sabia o que sentiam as vagabundinhas que davam para seus namorados, maridos ou amantes. As fêmeas adoravam se sentir submissas, assim como eu também me deliciava agora em chupar meu homem com uma fome indescritível. E o melhor de tudo é que aquele homem era somente meu, pois era meu pai.

A cada entrar e sair de minha boca o membro de meu pai se tornava mais rígido e eu sabia o propósito daquilo. Enquanto o chupava, instintivamente, fui alisando suas coxas, barriga, peito, demonstrando estar desesperada por aquele homem. Sentia um poder felino despertando e parecia que uma pantera faminta por sexo e prazer estava totalmente liberta. Quanto mais eu o chupava mais ele gemia e arfava. Vez ou outra passava as mãos pelas minhas costas, percorria minha pele até alcançar o bumbum e encontrava meu cuzinho com o dedo. Começou a penetrá-lo novamente e eu rebolava com prazer. Lambi o suor em torno de seus testículos, enterrei minha língua em seus pelos púbicos e apreciei o sabor do líquido seminal de um espécime macho.

Estava inebriada pelo cheiro de sexo que vinha do saco de meu pai. Lambi as bolas com vontade, pois eu sabia que ali dentro estava guardada a essência que eu tanto procurava para matar minha fome por meu pai. Recolhi todo o suor delas e esfregava sua pica em minhas bochechas e meus lábios a alisavam em movimentos frenéticos tentando extrair dali o meu alimento.

Ele segurou minha cabeça e começou a movimentar o quadril até atingir a velocidade propícia para fuder minha boca. Seu cacete deslizava pelos meus lábios e sumia dentro da minha boca coberta ainda com alguns resquícios de baton vermelho que eu usara antes de me preparar para o coito. Nossa sessão de beijos preliminares haviam limpado quase completamente meus lábios da cor vermelha escarlate.

Meu pai estava bufando de tesão e o líquido que vertia de seu cacete inundava minha boca. O gosto salgado me trazia vida, como se eu estivesse reconhecendo aquele sabor. Eu viera dali mesmo um dia e já me banhara naquele líquido pré seminal. Eu estava voltando às origens.

- Isso, cadela...mama a pica do teu pai. Eu vou te dar porra, vadia...a porra de onde você veio, sua safada! A porra que te deu vida!

Ele me humilhava e aquilo me dava ainda mais tesão, a medida que ele explorava meu rabinho com os dedos da mão direita e batia na nádega com a esquerda. Um tapinha não dói, principalmente se for uma palmada de pai.

Eu estava hipnotizada com a cabeça daquele pau tentando alcançar o fundo da minha garganta e vez ou outra me afogava. Meu pai me mandava chupar sem parar e me xingava toda vez que me engasgava.

- Vai, cadela, não pára. Engole esta pica sem parar...nada de se engasgar, engole tudo, quero você engolindo esta pica, sua puta safada!

Ele retirou seu cacete, deitou-se de barriga para cima e mandou eu chupá-lo olhando para ele com o bumbum arrebitado. Como uma boa esposa eu obedeci.

- Chupa seu pai, filhinha...chupa seu paizão, minha cadelinha!

De joelhos na cama, posicionei-me entre as pernas peludas e abertas de meu pai. A sunga preta estava abaixada até perto dos pés. Aproveitei para retirá-la de uma vez e aproximei-a de meu nariz. Aspirei fundo o aroma que tinha nela. O perfume de macho de meu pai impregnava o tecido úmido e melado pelo seu líquido seminal.

- Você é muito vadia, Flavinha!

Adorei por ele me tratar no feminino. Ele sabia exatamente como eu deveria ser tratada na cama sendo uma menina.

Ele passava a língua pelos lábios enquanto eu abocanhava novamente sua pica rígida. Aquele mastro não parava de babar e eu sabia que não demoraria muito para meu pai me devorar por completo.

Que homem delicioso ele era. E que ferramenta de amor ele tinha. Minha mãe era uma heroína por engolir aquela tora todas as noites e eu sabia que eles trepavam nas mais diversas e inimagináveis posições, pois meu pai era insaciável na cama.

- Mama o teu papai, cadelinha! - mandou ele com os braços repousando atrás da cabeça e exibindo suas axilas peludas. Meu pai era um tesão de macho, pois tudo nela era perfeito, no seu devido lugar e na medida certa. Notei gotas de suor nos pêlos das axilas e não demorou muito para que eu deixasse seu pau para ir lamber aquela deliciosa parte do seu corpo. Ele ficou assistindo minha boca percorrer suas axilas e sorver do suor que estava ali. Ele agarrou meu rosto e me puxou de novo contra sua boca. Eu estava com a boca salgada, repleta de resíduos de suor e líquido seminal. Meu pai estava faminto para provar do seu próprio gosto na minha boca.

Deixei sua boca e voltei para seu cacete, engolindo-o rapidamente. Toda a pica sumiu para dentro da minha garganta e fiquei olhando para meu pai com uma expressão de vadia. Que sensação indescritível ver meu pai se contorcendo de prazer e esboçando as mais diversas expressões em seu semblante enquanto fodia minha boca. Notei que ele admirava a cena através do espelho no alto do teto, principalmente o rebolado de minha bundinha arrebitada ainda de fio dental.

- Vai, filhota, come a vara de teu pai, come!

Ele estava fudendo minha boca enquanto o chupava enlouquecidamente. O gosto de meu pai era delicioso. No demorou muito e ele começou a urrar de prazer.

Ele me fez parar a fim de que eu não o fizesse gozar tão rápido. Fiquei de quatro e de frente para o espelho da parede e de lado para o que estava atrás da cama. Meu pai se ajoelhou atrás de mim e me mandou abaixar a cabeça, ficando de bruços com a bundinha levantada. Ele apenas afastou meu fio dental para o lado e desnudou beu buraquinho rosa. Ele balcubiou alguma coisa, mas percebi que era satisfação pelo que havia encontrado embaixo daquele pedacinho de pano. Logo em seguida senti sua língua lambendo meu rabinho e pouco a pouco fui estremecendo à medida que meu pai me fudia com sua língua faminta por meu rabo. Eu gemia e rebolava, tamanho meu tesão. Meu pai se divertiu em meu rabo por muito tempo, lambendo, lambuzando meu botãozinho rosa com sua saliva e me penetrando com o dedo. Eu estava sendo preparada para o abate.

- Que cu mais lindo, Flavinha! Que cu lindo eu te dei, minha fêmea! - gritou ele orgulhoso por ter sido o autor daquele feito.

- Este cu é todinho teu, paizinho! - falei com a vozinha mole e efeminada.

- Todo depiladinho e lisinho pra mim...que delícia, minha menina!

Meu pai esticou o braço e apanhou um lubrificante que estava no carrinho ao lado da cama. Tudo havia sido estrategicamente pensado. Meu pai era um garanhão e um grande general na batalha do sexo. O melhor é que nesta guerra o final era maravilhoso tanto para o vencedor quanto para o vencido.

Ele lambuzou meu rabinho com bastante gel e foi enfiando os dedos, abrindo caminho e me preparando. Eu estava totalmente em êxtase e ansiosa para receber a pica de meu pai.

- Tá com tesão, né, vagabunda? Tá úmida e quente, tá molhadinha, né, sua safada? Você é uma cadela mesmo, uma puta ordinária que eu vou fuder a noite inteira e você vai rebolar na minha pica como uma vadia no cio, entendeu? Safada, vagabunda, vadia, puta, imunda!

Mais ele me xingava e mais tesão eu sentia. Meu pai se posicionou e começou a forçar a cabeça de seu pau enorme contra meu botãozinho rosa.

- Que cu lindo você tem, minha piranha! Como eu caprichei quando te dei este rabo. É por isso que este cuzinho é meu, sabia? Eu fiz este cuzinho com minha porra e eu sou o dono dele, entendeu, vadia?

- Vai, pai...come o rabinho da tua filhinha, vai? Come o rabo da tua vagabunda!

- Isso, cadela, pede por pica do teu pai, implora pelo cacete do teu pai e macho que eu vou te fazer mulher, sua vagabunda!

- Ai, que tesão! - gemi enquanto ele entrava com tudo em meu rabo.

Numa única arremetida meu pai já estava totalmente dentro de mim. Achei que fosse desmaiar tamanha a dor que senti. Meu pai foi violento, não teve piedade e me enrabou com força. Meu cu ardeu em fogo e senti as pernas amolecerem. Ele estava totalmente dentro de mim e urrou como um animal que se apodera da presa:

- Ahh, delícia! Que tesão de rabo, meu Deus!

Gritei e chorei de dor, mas ele estava só preocupado em me fuder olhando para nossos corpos através dos espelhos. Ele cerrava os dentes e mordia os lábios de tanto tesão que sentia. Era um animal vivendo o sexo em toda sua intensidade. Mesmo assistindo meu sofrimento, ele continuou forçando sua pica dentro do meu rabo até os bagos. De repente, ele ofereceu uma nova bombada, depois outra e mais outra, em movimentos alternados e lentos. Parecia estar laceando meu rabo e queria que eu me acostumasse com aquele cacete invadindo totalmente minhas entranhas. A dor foi muito grande, quase insuportvel. Eu o senti dilacerando meu rabo, mas quando ele começou a aumentar os movimentos de vai e vem, a sensação de prazer começou a tomar conta de mim e transformei-me na mais ordinária das putas. Meu pai gostou daquilo, pois ele se excitava com minha expressão de prazer através do espelho. Quanto mais ele metia e bombava, mais eu demonstrava estar gostando, o que o deixava louco.

Aos meus gemidos se confundiam os gemidos das várias travestis fudendo no DVD que era exibido na televisão. Meu pai deixara aquele filme para aumentar nosso tesão, mas ao que tudo parecia o filme era o que menos chamava nossa atenção desde o início.

Olhei para ele através do espelho e passei a fazer movimentos com língua por sobre os lábios de forma provocativa. Ele arfava e mordia os lábios enquanto metia com vontade. Meu pai bombava com gosto e estava com fome de rabo.

- Puta safada, rebola a pica de teu pai, rebola! Vou te dar o que você merece, sua cadela imunda!

Eu gemia alto e meu cu foi deixando de arder para sentir prazer por estar sendo devorado por aquela pica enorme e rígida. A pica de onde eu viera um dia agora estava me comendo como uma cadela no cio. Ele metia e eu ouvia o barulho de seu saco batendo contra minhas nádegas. Meu pai retirava sua pica vez ou outra e depois enfiava tudo novamente.

As estocadas aumentaram de intensidade, passando a ser fortes, vigorosas e alucinantes. Ele era um verdadeiro touro explodindo de desejo. Completamente ensandecido de prazer, ele enterrou seu mastro enorme dentro de mim, gemendo bem alto, enquanto eu o chamava de meu garanhão, dizendo que meu cu era sua propriedade e que de agora em diante eu seria seu objeto de sexo e prazer.

Vez ou outra seu peito peludo e suado encostava em minhas costas e ele me dizia delícias ao pé do ouvido. Havia cheiro de macho e sexo no ar e eu jamais poderia imaginar que um dia aquilo aconteceria justamente comigo e meu próprio pai.

- Que cu lindo, cadela! Que delícia de cu! Que delícia de cu a minha filhinha tem. E este cuzinho é do papai, não é?

- Sim, paizinho...o cu da cadelinha é seu!

- Vadia! - gritou ele desferindo um tapa em minha bundinha. Aquilo me deixou ainda mais doida de tesão.

- Isso, safado...bate, bate no rabo da tuda cadela!

Ele deu mais um tapa e eu estava adorando.

- Mais forte, cafajeste...bate com força no rabo desta vagabunda! Bate!

Ele foi batendo e aumentando a intensidade da força à medida que eu pedia para bater mais.

- Safada...vai apanhar na bundinha para aprender a ser uma boa menina, sua vadia!

- Bate, bate, canalha! - ele adorou por chamá-lo daquela forma.

- Sou teu canalha, né, sua cadela. Este canalha e cafajeste está te fazendo mulher, minha menina safada, vadia, vagabunda, imunda, cretina! Você é uma cadela imunda de rua, sua puta! Dá este rabo gostoso pra mim, vadia, vai!

Que tesão ouvir aquilo. Eu havia me tornado uma puta completa e o mais delicioso por ser a puta de meu próprio pai.

- Vou te fecundar, menina! Vou te dar um filho, cadela! Vai ser meu filho e teu irmãozinho, sua vadia! Vou encher este rabo de esperma e fecundar teu óvulo, sua vagabunda!

Delirei em ouvir aquilo. Meu pai sabia como me humilhar e fazer eu me sentir uma fêmea de verdade.

- Vai, pai, fecunda a tua cadelinha...fecunda o meu óvulo e me dá um filho, me dá um irmãozinho, pai!

- Eu vou jorrar tanta porra neste rabo que você vai ficar grávida de teu pai, sua safada! Vou inundar este cu com minha porra, sua vadia! Vai ter tanta porra aí dentro que você vai me dar um netinho, cadela!

Ele segurou meus cabelos e começou a falar aquelas delícias. Puxava meus cabelos e batia no meu bumbum enquanto socava seu cacete dentro do meu rabo. As bolas batiam com vontade contra meu bumbum e eu gemia, gania como uma cadela. Eu já gemia alto, sem qualquer pudor, tamanha a liberdade de clima que eu e meu pai alcançamos juntos. Ele me olhava pelo espelho com um aspecto selvagem, parecia estar possuído, pois seu semblante era de puro tesão. Eu rebolava, ele estocava, puxava meu cabelo, eu gemia, umedecia os lábios para provocá-lo, ele metia com mais força ainda e assim fomos fudendo como dois animais.

Eu queria sexo, muito sexo, o mais delirante dos prazeres entre machos e meu pai era o meu eleito. Sem piedade, senti que ele me comia com gosto e pensei que aquele homem deveria estar de dieta sexual, tamanha a sua fome por mim. Parecia um animal selvagem e ele me preveniu que iria gozar dentro de mim. Era aquilo mesmo que eu esperava ter: a porra de meu pai dentro de mim

De repente, ele começou a urrar como um animal e pude ver pelo espelho o momento em que lançou a cabeça para trás e começou a ter espasmos com a pica ainda dentro do meu rabo. Parecia que estava levando um choque e urrava como um touro.

Foi o sexo mais delicioso que já praticara e ele caiu sobre a cama todo ensopado de suor. Seu pau ainda não estava mole e ele me fez chupa-lo novamente. Abocanhei seu membro mais uma vez e suguei todo o suor e sêmen que ainda restava ali. Era um gosto indescritível, delicioso. Queria cada gota do leite de macho daquele homem e não desperdiçar absolutamente nada.

Em nossas corpos estavam grudadas algumas pétalas de rosa vermelha que meu pai preparara antes de fudermos. Não poderia existir nada mais romântico do que pai e filho fudendo em meio a pétalas de rosas vermelhas.

Ele respirava ofegante e assistia minha performance. Gemia vez ou outra e eu sabia que ainda tinha porra suficiente ali dentro para continuar me fazendo mulher. Levei a mão até minhas coxas e senti sua porra escorrendo pelo meu rabo.

- Lamba meu leitinho, cadela! - ordenou ele.

Obedeci. Que delícia sentir o gosto da porra do meu pai que saiu do meu rabo de fêmea.

- Tá gostoso, putinha?

- Delicioso, paizinho! - respondi lambendo os dedos e recolhendo toda a porra possível.

- Cadela imunda...como você é vagabunda, Flávia! Que filhinha vadia eu tenho!

Tornei a beijá-lo e ele sentiu um pouquinho do gosto de sua própria porra em meus lábios.

Ficamos nos lambendo durante um bom tempo e logo meu pai estava começando a ficar em ponto de bala novamente. Deslizei com a língua pelo seu corpo e fui até seu pau. Passei todo o seu cacete pela base do meu nariz a fim de aspirar o perfume de sexo que exalava dele. Lambi novamente aquele mastro delicioso desde o saco até a cabeça, sempre olhando com provocação para meu pai, que se contorcia e se deliciava com a boca de sua filhinha safada.

Engoli as bolas e passei a lamber todo o suor de sua verilha, das coxas, do saco e todo sabor que vertia da pela de meu pai. Ele se agarrava aos lençóis e se contorcia gemendo à medida que eu me alimentava de suas essências.

Sabendo que ele estava pronto novamente, terminei por retirar meu fio dental ficando apenas com as meias e o salto alto. Eu me posicionei de cócoras sobre ele e me preparei para ter seu sexo dentro de mim outra vez. Com cuidado, ajeitei a cabeça de seu pau junto à portinha do meu rabo e comecei a sentar vagarosamente sobre ele, até que percebi um prazeroso ardor a tomar conta de meu rabo por completo. Senti cada centímetro de sua pica invasora explorando meu cuzinho, rompendo o resto de hímen que meu corpo de fêmea ainda tinha, abrindo espaço num ambiente quente e acolhedor.

- Vai Flávia, cavalga a pica do teu pai, minha menina safada!

Comecei a chupar meu dedo anular simulando uma chupada e gemer ainda mais.

- Come meu rabinho, pai...come meu cuzinho, me inunda de porra!

- Vagabunda! Vagabunda! - gritava ele

Delirante de desejo eu arremetia meu próprio corpo contra a maravilhosa máquina de amor de meu pai, fazendo-a invadir meu rabo por completo. Sentia o cacete faminto e pulsante me penetrar com uma fome deliciosa, invadindo meu âmago, conquistando, dominando e possuindo aquele território e me fazendo sua fêmea. O tempo todo eu me sentia exatamente como uma fêmea selvagem delirante e desesperada para acasalar, enquanto meu pai urrava de prazer.

Eu rebolava sobre ele, cavalgava-o desejando fazer todos os seus caprichos, doida, faminta. Vez ou outra eu deslizava minhas mãos sobre seu peito e agarrava seus pelos. Olhei pelo espelho e vi meu corpo de fêmea ainda usando meias finas e salto alto a cavalgar seu macho.

Não demorou muito e meu pai pai avisou:

- Ai...vou gozar, Flávia.

Interrompi a cavalgada selvagem e impedi meu pai de gozar. Saí de cima dele e me coloquei de quatro diante dele. Meu pai entendeu o que eu queria. Meu pai se ajoelhou na cama e eu fiquei agachada diante de seu sexo que estava completamente pronto para cuspir seu leite da fonte. Meu pai me olhava com uma expressão de súplica, como se estivesse explorando para que o fizesse atingir o ápice.

Ele começou a se masturbar e eu me preparei para receber o desejado néctar daquele deus de sexo e luxúria. Meu pai estava suando às bicas, mesmo com o ambiente climatizado pelo ar condicionado no quarto. Logo ele começou a gemer com maior intensidade e abri a boca esperando pelo meu prêmio. Um urro de tesão alto anunciou o jato forte e quente que espirrou direto em minha boca e meu pai lançou a cabeça para trás em sinal de imenso prazer.

Minha boca foi inundada por uma deliciosa e intensa golfada de porra quente produzida dentro daquele saco suado e melado pela minha saliva. Finalmente eu estava provando a porra que um dia me trouxera à vida. Engoli aquele sêmen quente e saboroso e enquanto meu pai massageava o pau eu o abocanhei para recolher toda sua semente preciosa. Seu pau sumiu novamente em minha boca e eu quase me engasguei com sua porra grossa e viscosa. Aquele creme de leite de macho inundou minha boca, deixou seu gosto salgado e se agarrou às paredes de minha garganta. Apoiada com os braços sobre o colchão e ainda agachada diante de meu homem, eu continuei a sugar seu pau para tentar arrancar as últimas gotas de sêmen que restassem ali. Lambi novamente as bolas em sinal de agradecimento por aquela usina de porra me oferecer aquele banquete e voltei a mamar meu pai que ainda se recobrava de sua gozada. Ele me segurou pelos braços e me fez ficar diante dele, ainda de joelhos diante dele. Satisfeito, ele me beijou e eu o envolvi em meus braços. Sentimos o gosto de porra, suor e saliva em nosso beijo cheio de pecado. Meu pai segurou meu pau e começou a me punhetar enquanto me beijava. Eu gemia enquanto nos beijávamos e eu estava tão excitada que não demoraria muito para gozar.

- Goza pra mim, filhinha! Goza para o papai, menina!

Ele se jogou sobre os travesseiros e me colocou sentada sobre seu colo. Meu pai voltou a me punhetar enquanto eu simulava estar cavalgando sobre ele. Comprimiu meu pau contra sua barriga e enquanto eu movimentava meu corpo começou ao mesmo a massagem em meu cacete. Não demorou muito e eu gozei em cima dele, melando todo seu peito e barriga com minha porra.

- Isso, cadelinha...goza gostoso para seu pai, minha vadiazinha!

Gemi de prazer e logo caí desfalecida sobre ele. Meu pai me puxou contra ele e nos lambuzamos em porra e suor concluindo nossa foda com um beijo apaixonado e ainda repleto de volúpia. Nós éramos puro êxtase. O cheiro de sexo impregnado no ambiente e em nossos corpos denunciava um acasalamento selvagem e incestuoso. Não poderia haver pecado naquilo que tínhamos acabado de fazer, pois o que existia entre eu e meu pai era o mais puro sentimento de amor.

Terminamos de nos beijar e ficamos descansando por um tempo. Meu pai afagava meus cabelos e eu me aninhava em seu peito peludo com aroma de porra.

- Você é maravilhosa, minha menina! - murmurou ele beijando minha testa.

Eu descansava sobre seu peito e sorri, satisfeita por ter deliciado meu pai com meu corpo. A última vez que eu estivera assim, aninhada aos braços do meu pai, eu ainda era pequeno e ele não tinha se separado de minha mãe. Lembro que quando tinha pesadelos eu ia correndo me aninhar com ele.

Eu estava feliz porque meu pai sentira tamanho prazer em meus braços.

- Você gostou, paizinho?

- Muito, minha deusa. Você é uma fêmea perfeita!

- Que bom, pai! - exclamei, satisfeita.

- Uma crossdresser deve deixar todos os seus instintos de fêmea aflorarem para satisfazer seu macho. Vocês são mulheres perfeitas.

Aquilo me deixou muito feliz. Perceber que meu pai era compreensivo com minhas fantasias e desejos, além de parecer conhecer o universo das CDs.

- Pai, você já transou com outras CDs?

Ele demorou um pouco para responder. Estava afagando meus cabelos enquanto eu alisava seu peito peludo e repousava em seus braços. Parecia estar se lembrando de fatos passados para poder responder.

- Sempre transei com meninas como você, Flávia.

Senti uma ponta de ciúmes, mas queria ouvir o que meu pai tinha para contar.

- Então faz tempo que você conhece o universo das crossdressers?

- Sim, minha menina, muito tempo. Desde o tempo em que ainda não havia internet e os encontros se faziam por meio de classificados em revistas eróticas.

Fiquei tentando imaginar como seria um mundo sem internet e sem salas de bate papo. Os classificados em revistas eróticas ainda existem, mas não conseguia pensar na possibilidade de marcar encontros reais sem as facilidades da internet.

- Pensei que este universo das CDs fosse algo recente.

- Não, isso existe há muito tempo. A diferença é que a internet veio facilitar tudo e deu mais visibilidade ao mundo das CDs. É muito mais fácil encontrar meninas crossdressers hoje por causa da net.

- Eu não imaginava que você tinha este fetiche, pai.

- Eu curto CDs desde minha adolescência, Flávia.

Aquilo me espantou. Significa que antes de conhecer minha mãe meu pai já era um admirador de meninas crossdressers.

- Bem, eu sei que você não sabe disso, mas sua mãe me deixou depois que descobriu meu romance com uma CD.

Olhei para ele espantado. Meu pai era uma caixa de surpresas.

- Como assim, pai?

- Ela me flagrou na cama com uma CD.

- Nossa, pai! - eu me levantei e olhei para ele tentando imaginar a cena. Eu tinha dez anos quando eles se separaram e minha mãe sempre me dissera que o motivo da separação foi pelo desgaste natural da relação.

- Onde foi isso, pai?

- Aqui mesmo, nessa cama.

Não pude deixar de olhar para a cama e imaginar a cena. Eu e ele acabáramos de viver uma trepada inesquecível como macho e fêmea e fiquei imaginando como minha mãe reagiria se nos visse juntos. Espantei aquele pensamento imediatamente, pois não saberia como lidar com uma situação como aquela.

- Quem era ela, pai?

- Um antigo colega de faculdade, você não chegou a conhecê-lo. Ele é casado, tem filhos da sua idade. Faz tempo que não nos vemos. Nós nos encontramos por acaso aqui na praia durante férias de verão. Você ainda era criança. Nós nos reaproximamos e não demorou muito para a gente começar a se curtir. Viramos amantes e vivemos assim durante três anos.

Por mais chocantes que fossem aquelas declarações eu não pude deixar de me sentir excitada.

- E você gostava dela, pai? - perguntei, interessado.

- Nós nos dávamos muito bem como amigos e na cama também. Ela sabia ser uma menina perfeita. Sua mãe estava viajando para o interior e acabou voltando antes da data prevista. Naquela época os celulares ainda eram novidade, então não havia este hábito de ligar avisando onde estávamos. Eu lembro que ela tinha deixado você na casa de seus avós e veio me encontrar aqui. Acabou por nos flagrar no ato.

Meu pai riu lembrando da situação. Eu me recordei deste detalhe em que minha mãe me deixou na casa dos pais dela para vir encontrar meu pai. Pouco depois eles se separaram.

- Ela deve ter ficado muito chocada.

- Muito. É difícil para uma mulher entender o que leva um homem a buscar prazer nos braços de um travesti ou um crossdresser. Elas tentam descobrir o que há de errado com elas, por que seus maridos buscam sexo com homens travestidos sendo que elas são mulheres naturais.

- E qual o motivo, pai?

- Não há motivo, Flávia! Você é capaz de explicar porque sente tanto prazer se vestindo de mulher e ser tratada como fêmea?

- Não, não faço idéia.

- Não há como explicar as causas do tesão. Eu sempre gostei de mulheres, até o dia em que comecei a ler contos em revistas sobre travestis e crossdressers. Não demorou muito para eu começar a buscar conhecer este universo mais profundamente, até que encontrei este meu amigo e acabamos descobrindo que gostávamos da mesma coisa.

Ele se levantou e sentou em posição de lótus diante de mim. Meu pai estava lindo todo melado de suor e porra sentado na minha frente. Seu pau repousava sobre o saco enorme recebendo o merecido descanso depois do cumprimento do dever.

- Vocês são mulheres perfeitas, Flávia.

Eu estava adorando ouvir meu pai falando. Fiquei deitada olhando para ele.

- Você vai achar graça, linda, mas a mulher perfeita é uma CD. Vocês não têm dor de cabeça, não têm menstruação, não precisam de anticoncepcional, não fazem doce para dar o rabo, mamam nossa pica com uma fome e vontade que nós nem precisamos pedir, bebem nossa porra, sabem onde estão localizados nossos pontos de prazer, gemem alto, rebolam com vontade, estão sempre cheirosas, arrumadas, montadas para nós...enfim, vocês são perfeitas. O brinquedinho que vocês carregam nada mais é do que um apêndice a mais para o prazer.

- Que delícia, pai! - exclamei novamente excitada e ficando de joelhos na frente dele. Nos beijamos gostoso e nos acariciamos. Senti o aroma de porra e suor exalando de meu corpo.

- Estou fedendo, pai! - brinquei desviando o rosto.

Ele moveu a cabeça, em negativa.

- Não, minha menina. Nunca mais diga isso. Você está perfumada. Você está exalando o perfume de amor entre um macho e uma fêmea. Você exala feronômio, minha fêmea! O perfume do acasalamento. Somente uma CD é capaz de produzir este aroma. Este é o teu cheiro de fêmea, minha gata!

Ele me beijou e eu estava cada vez mais apaixonada pelo meu pai.

- Somente a biologia e a psicologia são capazes de explicar a fascinação que vocês CDs exercem sobre alguns homens. Não são todos os caras que curtem, mas há muitos que adoram viver este fetiche. Isso porque, penso eu, existe uma relação de instinto biológico e fundo psicológico nessa relação. Vocês CDs são homens de alma feminina. São mulheres aprisionadas num corpo masculino. Não chegam a ser transsexuais, pois não têm desejo de mudarem de sexo e nem tomam hormônios. A questão biológica aí é que vocês são mulheres de alma num corpo biológico diferente. E o psicológico está no desejo de serem subjugadas pelo macho, sentem-se protegidas nos braços do macho que as devora e, em retribuição, vocês dão o cu como ninguém e nos tratam como se fôssemos o melhor homem da espécie. E nós, os machos adoramos saber que aquele homem na nossa cama é uma femeazinha submissa que está ali para servir nosso instinto animal de macho, de ser nossa escravinha sexual, de trepar conosco sem qualquer medo ou hesitação que algumas mulheres têm. Vocês fazem todas as nossas vontades e querem ser devoradas por nós como verdadeiras fêmeas, pois se sentem amparadas por nós, protegidas, amadas, desejadas. Vocês se montam para nós, sentem tesão em ficarem bonitas, sensuais, cheirosas, macias, depiladas, fêmeas de verdade. Este fetiche é um tesão.

Fiquei fascinada com a explicação de meu pai. Nunca tinha parado para pensar com profundidade de onde vinha o desejo de ser um crossdresser. Nisso, notamos que havia sangue no lençol e meu pai perguntou se meu rabinho estava doendo.

- Arde um pouco, pai. Mas está tudo bem.

Ele me beijou de novo e sorriu acariciando meu queixo.

- Este sangue é a sua virgindade de CD que eu tirei, minha menina linda! - disse ele baixinho no meu ouvido. - Eu arrebentei teu hímen de menina virgem, minha gata!

Estremeci, pois meu pai conseguia mexer com todos os meus hormônios.

Ele se levantou e caminhou até a suíte. Meu pai se demorou um pouco lá dentro e logo voltou para junto da cama. Ele estava lindo todo nu na minha frente.

- Vem cá, menina! - disse ele fazendo um sinal para que eu me aproximasse da beira da cama.

Obedeci. Meu pai retirou meus sapatos e minhas meias delicadamente. Ele me olhava fascinado.

- Que gata linda eu fiz!

Sorri, satisfeita. Ele envolveu seus braços sob minhas costas e minhas pernas, erguendo-me no alto e me levando para dentro da suíte. Havia uma banheira de hidromassagem onde ele preparava um banho para mim. Eu estava agarrada a ele como uma fêmea abraçada ao macho. Ele me colocou dentro da banheira e voltou para o quarto. Voltou trazendo a bandeija com frutas e o champagne. Ele entrou na banheira, encheu as taças e me entregou para brindarmos novamente.

- Quero minha femeazinha relaxada e sem dor! - avisou ele me beijando depois de dar um gole no champagne.

Deveriam ser mais ou menos uma da manhã, pois ficamos fudendo por um bom tempo na cama e eu estava com muita fome. Meu pai me deu uvas e damascos. Ele comeu ameixas e me beijava para compartilhar o alimento comigo. Eu ofereci uvas de minha boca para a sua e ficamos nos alimentando por um longo tempo. Eu estava vivendo uma lua-de-mel inesquecível com o homem que escolhi para ser meu macho e que, por uma coincidência do destino era meu pai.

Tomamos um banho relaxante e ficamos nos amando. Meu pai não penetrou mais meu rabinho, pois disse que eu deveria relaxar um pouco para não ferir meu rabinho. Permaneceu lambendo meu cuzinho e me beijando, sempre carinhoso e sua saliva no meu rabo deveria ter poder cicatrizante, pois bastou ele chupar meu rabo para o ardor passar. Ele me tornou uma menina em seus braços e realizou meu sonho de tê-lo só para mim. Eu estava apaixonada e a ligação biológica entre nós não me impediu de desejá-lo e tê-lo como meu macho.

Meu pai trocou o lençol e as fronhas dos travesseiros enquanto eu terminava meu banho. Ele me enxugou com uma toalha macia e me colocou de volta na cama. Eu estava me sentindo uma princesa. Ele abriu o guarda-roupa e trouxe uma lingerie branca para que eu usasse: meia fina e cinta liga, calcinha branca e um babydoll de mesma cor. Encontrou uma peruca ruiva e disse que queria me ver com ela. Meu pai explicou que aquelas peças eram de Marcela e, apesar de não gostar de ouvir aquele nome acabei não demonstrando minha insatisfação em usá-las, afinal eu era uma fêmea que queria agradar meu homem.

Para que tudo ficasse completo ele abriu uma gaveta do criado mudo onde havia um gel anestésico e lubrificante. Pediu para que eu deitasse de bumbum para cima e abrisse as pernas. Carinhosamente ele começou a lubrificar meu rabinho com aquele gel que deixou tudo geladinho. Não sentia dor desde que meu pai chupara meu rabinho na banheira de hidromassagem, mas ele disse que eu tinha de me prevenir.

- Não quero que você sinta dor, minha fêmea! - disse ele olhando para mim pelo espelho e passando o gel com amor e carinho.

Ele fechou o tubo e deu um beijo demorado na minha bundinha lisa. Levantou e foi buscar mais champagne na geladeira enquanto eu me vestia de menina novamente com as roupinhas brancas que ele providenciara.

Ele demorou o suficiente para que eu pudesse me arrumar. Deitei na cama de lado e encolhi as pernas numa pose sensual. A lingerie branca me deixou excitada, ainda mais depois de um banho relaxante. Assim que meu pai entrou no quarto trazendo mais champagne gelado ficou logo extasiado:

- Meu Deus, que princesa!

Ele colocou o champagne no gelo e deitou ao meu lado. Estava usando uma cueca boxer preta e logo percebi o volume crescendo diante da cena que ele estava vendo.

Meu pai me beijou e alisou meu corpo e pernas com admiração. Não era difícil para uma fêmea perceber que seu macho estava salivando de desejo por ela.

Logo estávamos nos beijando e não demorou muito para meu pai e eu iniciarmos uma nova maratona de sexo intenso. Primeiro eu o cavalguei novamente e depois meu pai me enrabou de quatro, de frango assado, de ladinho, em pé contra a parede do quarto enquanto eu me agarrava em seu pescoço e ele estocava em meu rabo. Ele gozou dentro de meu rabo ali mesmo, em pé, os dois agarrados contra a parede do quarto. Ainda dentro de mim ele me levou de volta para a cama e depois me fez lamber seu pau melado.

Fudemos a noite toda até que fomos vencidos pelo torpor natural após horas de prazer. Dormimos o resto da noite abraçados e eu me sentia realizada por ter sido fêmea de meu pai.

(continua...)

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