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 Contos Eróticos

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Familia: Eu sou Fêmea (Mayra)

Tenho 32 anos, moro em São Paulo e sou Crosdresser (CD) praticamente desde meus 18 anos. Sou discreta, e como CD gosto de ser chamada de Mayra.

Minha história é um pouco interessante, apesar de não ser muito diferente da maioria das CDs que vejo nas salas de Bate Papo.

Eu era jovem nos meus 18 anos, quando a família inteira foi passar o Natal e o Réveillon na praia, alugaram uma casa bem grande e lá nos acomodamos da melhor forma possível, eu fiquei num quarto com dois primos menores e um tio, irmão de minha mãe, de 31 anos.

Uma manhã fui usar o banheiro quando percebi que meu tio, Julio, estava lá dentro e a porta estava entre aberta, fiquei ali esperando ele sair, mas dei uma olhadinha e ele estava no box tomando banho, reparei que estava de pau duro, nunca havia visto um de adulto duro e fiquei olhando, só de curiosidade.

Quando ele saiu do banho reparou que tinha alguém na porta, veio abrir e me perguntou:

- Quer entrar? Pode entrar e fazer o que tenha vontade, pois só vou me enxugar e sair.

Entrei e fui mijar, mas mesmo tentando disfarçar, não conseguia parar de olhar para seu pinto. É claro que ele acabou percebendo e me perguntou:

- Que foi? Você gosta disso?

- Não, é que achei bonito, só isso.

- Como assim achou bonito? Nunca tinha visto um assim?

- Já, mas de adulto é a primeira vez. Só vi dos colegas no vestiário em dias de competição quando mais novo, mas não é a mesma coisa.

- Já que achou bonito quer pegar nele?

- Nã... não, é claro que não.- respondi que não mas já querendo pegar, só de curiosidade.

- Tá! Bem, vou sair, vamos rápido que todo mundo está indo para a praia.

A praia estava ótima, mas de vez em quando reparava que ele estava me olhando, e eu a ele, claro. Mas nada aconteceu, acabaram as festas e na despedida ele me disse:

- Eu vou no seu aniversário, quero conversar com você. - e me deu um beijo de tio, bem discreto no rosto. Esqueci de dizer, ele morava numa cidade afastada de São Paulo.

Faço aniversário em março, então por três meses fiquei com tudo aquilo vindo na minha memória de vez em quando. Eu, apesar dos 18 anos, era ainda muito inocente, não tinha experiência nenhuma sobre sexo. Na verdade eu nem sabia direito se queria alguma coisa com ele, só lembrava que era bonito.

O tempo passou e no meu aniversário lá estava ele, e também um monte de gente da família. Ao chegar ele pediu para minha mãe, sua irmã, se poderia dormir em casa, afinal tinha um feriado para emendar. Claro que minha mãe concordou e como a cama de hospedes ficava no meu quarto ele iria dormir lá. No quarto de minha irmã é que ele não poderia ficar.

A festa transcorreu bem e no final quando todo mundo foi embora, ajudamos na limpeza e fomos tomar banho para dormir, minha irmã primeiro, depois meu tio e eu por ultimo.

Ao entrar no quarto ele já na cama me chamou e disse:

- Vem cá, quero te dar seu presente de aniversário.

Estranhei mas fui. Sentei na beira da cama quando ele puxou a coberta e disse para eu deitar. Ao puxar a coberta notei que ele estava nu, mas deitei assim mesmo. Assim que deitei ele me abraçou e me beijou na boca, um beijo longo e apaixonado. Nunca havia sequer imaginado uma coisa daquela, só que amei, sua língua procurava a minha e me deixava louco de tesão, uma coisa que nunca havia sentido antes.

Ele começou uma conversa a foi encaminhando para chegar naquele dia da praia.

- Notei que você gostou do que viu lá no banheiro da casa na praia.

- Sim, achei bonito, duro, reto e clarinho.

- Sim, pois é, então hoje quero te dar ele como presente de aniversário, acho que vai gostar.

Dizendo isso pegou minha mão e foi levando em direção ao seu pinto. Não consegui resistir.

Nossa! Estava duro como pedra. Fiquei ali segurando sem saber o que fazer e ele perguntou se eu sabia bater punheta, quando respondi que achava que sim ele me mandou bater para ele. Foi só um pouquinho e ele logo disse:

- Agora preciso entregar o presente. - disse isso e foi me virando com carinho e cuidado até que fiquei de bruços. O safado já tinha planejado tudo aquilo, pois não sei de onde tirou um sache com gel e logo foi passando em meu cuzinho, e no seu pinto também.

- Você sabe o que vai acontecer agora, não sabe?

- Acho que sei.

- Está com medo?

- Um pouco.

- Você já fez isso antes? Sabe como é?

- Não, nunca fiz, nem imagino como vai ser, acho que vai doer.

- Vou ser cuidadoso com você, mas um pouco vai doer sim, você consegue aguentar. Tudo bem?

- Acho que sim.

- Está com medo? Quer parar?

- Não! Quero que você me tire a virgindade.

Gel passado ele foi abrindo minhas pernas e se posicionando com o pinto bem na portinha, que para ele seria a entrada de meu cuzinho virgem. Ajeitando, começou devagar a fazer pressão, quando começou a entrar ele se deitou sobre mim e começou a me beijar a nuca e o ouvido, às vezes enfiava a língua, além de dizer coisas provocantes, tipo: como você é gostosa; como é apertadinha, que loucura, você é demais, está gostando? Posso enfiar o resto? E eu ali, já num êxtase que nem conseguia controlar. Era muito tesão ouvir aquilo tudo. E ele percebendo meu êxtase dizia que era para soltar minha fêmea, liberar, que ela estava querendo sair, que eu aproveitaria mais. Quando avisou que já estava todinho dentro de mim nem acreditei, levei a mão lá atrás para conferir e sim, estava todinho dentro. Ai fiquei louca, comecei a rebolar no pau dele, e gemer bem baixinho, e ele só falando:

- Isso mesmo... solta sua fêmea, liberta ela, sente seu tio te fazendo de fêmea.

Eu, mesmo sem nunca ter feito nada assim, parecia uma fêmea experiente, rebolava, mordia seu pau com o cu, fazia exatamente o ele queria. Até que não resistiu mais e anunciou que ia gozar. Senti um calor me invadindo e foi maravilhoso. Ele se deixou ficar ali em cima de mim, me dizendo coisas deliciosas de ouvir.

- Tio, porque você sempre falava para eu soltar a fêmea, eu sou menino, não tem menininha aqui.

- Sei, e mesmo depois de hoje você continua a ser menino. Não se preocupe com isso.

- Mas e essa fêmea que você falou?

- Bem, todo homem tem uma fêmea dentro dele, alguns passam a vida toda e não descobrem isso, são os homens comuns, a grande maioria. Tem alguns que descobrem, mas não aceitam, mas sabendo que outros aceitam, procuram esses para fazer sexo com eles; tem também os que descobrem e não sabem como dominar a fêmea e acabam virando imitações de mulher, cheios de trejeitos, voz afinada. Alguns viram travestis. Estão sempre procurando chamar a atenção dos homens, que na sua maioria não gosta muito disso, mas enfim tem aqueles que descobrem e aprendem como lidar com isso, só liberando a fêmea na hora e nas situações certas, geralmente esses acabam sendo as crosdresser. São discretos, educados, atenciosos, sem, no entanto deixar transparecer sua condição.

- O que é isso tio?

- Crosdresser são as CDs, homens que quando sentem vontade e a situação permite, se vestem com roupas femininas para liberar a fêmea de dentro deles.

- Para fazer sexo?

- Nem sempre, mas quase sempre. E acho que você vai ser uma bem bonita e vou te chamar de Mayra.

Bem, levantei, fui ao banheiro e deixei aquela porra toda sair de dentro de mim, foi um tesão sentir.

Voltei e ia para minha cama quando ele me chamou e disse que ainda tinha mais um presente. Fui e me sentei na cama quando ele pegou um pacotinho e me deu. Abri e para minha surpresa tinha uma calcinha vermelha. Fiquei sem palavras, mas imediatamente a vesti e me mostrei à ele rebolando a bunda.

- Olhe, essa é a primeira peça para sua crossdreser, certo?

O abracei e beijei na boca e disse que havia amado aqueles presentes todos. Ele me colocou deitado a seu lado e depois de um tempo adormecemos de conchinha.

Pela manhã acordei e senti que ele já estava de pau duro e se esfregando no meu reguinho, comecei a me ajeitar quando senti o cheiro de café. Pulei da cama e corri para a minha, já vestindo a calça do pijama por cima da calcinha.

- Que foi? Porque saiu daqui?

- Minha mãe está fazendo café, já pensou ela entrar aqui e pegar nós dois pelados na mesma cama? - não passou nem 15 minutos ela entrou anunciando que era hora de levantar pois o café já estava na mesa.

O sábado passou de forma normal, mas eu fiquei o dia inteiro com a calcinha. Muita conversa, almoço e visita à casa de familiares. Perto da noite ele anunciou que ia embora para não pegar o transito do domingo. Fiquei triste. Na hora de despedir ele me disse baixinho que logo haveria um feriado grande e que viria passar comigo.

Foram três meses até chegar o feriado, nem preciso dizer que nesse período usei a calcinha quase todos os dias, lavava no chuveiro e enrolava numa camiseta para secar.

Ele veio e ficou em casa por três dias e duas noites, me trouxe mais uma calcinha, amarela dessa vez. Dormíamos juntos, sempre fazendo sexo e conversando. Numa dessas conversas confessei estar apaixonado por ele e queria que ele fosse meu para sempre. Mas ele me respondeu:

- Olha, gosto demais de você, mas não criei a Mayra só para mim, criei para o mundo, você pode ter o homem que quiser, é livre para escolher.

- Não tio, só quero você.

- A mim você já tem e vai ter sempre, mas estamos longe e vai ter vezes que você vai querer e eu não vou estar aqui. Então pode fazer sexo com quem quiser. Mas saiba escolher, nada de garotinhos que saiam por ai contando para todo mundo, isso vai te fazer ser o viadinho da turma.

- Tio, eu só quero você, não vou procurar ninguém.

O final de semana acabou e ele foi embora, mas por duas noites eu havia sido a fêmea dele.

Então agora eu já tinha duas calcinhas e ficava difícil esconder. Um dia tive uma ideia, tirei a ultima gaveta do armário, coloquei as calcinhas num plástico para não sujar e as coloquei lá, recoloquei a gaveta e pronto, ninguém nunca iria achar. De vez em quando pegava uma ou outra para usar.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/oldbras



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