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 Contos Eróticos

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Fetiche: Meu maior fetiche

Não sinto nenhuma atração pelos homens. Eles me atraem tanto quanto as mulheres. Biceps, glúteos, tríceps, pernas, coxas, abdome, rostos bonitos não me dizem absolutamente nada. O que eu gosto mesmo neles é do caralho. Grossos? Duros? Pretos? Grandes a ponto de provocar dor de prazer ou de rejeição? Essa curiosidade é completamente saciada numa sauna. Lá o ambiente proporciona aos homens heteros ou não, que desejam admirar ou mesmo manusear um caralho alheio, uma segurança perfeita para o recato dos que não desejam se expor logo nas primeiras vezes.

Até voce se enturmar e passar a conhecer seus freqüentadores o vapor da sauna úmida te permite liberdade de olhar, admirar e viajar em todos aqueles mastros sem ser reprovado. Na sauna úmida o ambiente é perfeito mas na sauna seca os cuidados devem ser maiores e por isso mesmo, os olhares e as ações, mais discretas. Fora as saunas existentes nos clubes e destinadas aos seus associados e onde o clima é hostil para os admiradores dos vários caralhos á vista, a única sauna aberta a quaisquer freqüentadores da cidade era um local repleto de heteros e muitos homos que se confundiam após se tornarem conhecidos de todos.

Nas primeiras vezes não era possível identificá-los e todos se comportavam com discrição ate se conhecerem e descobrirem seu lado. Havia heteros que se indignavam com qualquer tipo de abordagem, ate mesmo um mero olhar dirigido para o pau deles e outros que sequer admitiam conversas na sauna, para não permitir intimidades. No entanto, após conhecer suas preferências ninguém era mais incomodado.

No inicio fiquei um pouco perdido ate começar a entender os códigos praticados pelos freqüentadores. Ate então, mesmo a olhada mais discreta era dada com um certo temor e por isso mesmo a visão nunca era saboreada de acordo com o objeto visto. A situação começou a mudar quando eu mudei de dia de freqüência, devido a uma viagem de negócios. Em vez de terças e quintas, conforme rotina, fui a sauna numa quarta feira.

Logo de cara fui filmado por um cara moreno que antes de entrar na sauna me olhou acintosamente, sentado na sala de TV. Deixei-o e entrar e fui atrás conferir em que sauna, seca ou úmida, ele entraria. Ele entrou na sauna úmida, a ideal para quebrar resistências e permitir a intimidade desejada sem pudor, devido à espessa nuvem de vapor e à pouca luminosidade, propositalmente projetada.Em menos de 5 minutos, meu pau já tava na boca dele e o dele na minha. Foi minha estréia nessa sauna. Dali resolvemos sair mas a única coisa que rolou entre nós, já que ele queria uma relação estável, foi muito boquete.

A partir daí comecei a freqüentar essa sauna sempre às quartas feiras e não me arrependo. Como todos os freqüentadores faziam a sauna nus, apenas enrolados numa toalha, uma vez dentro do ambiente, as toalhas eram removidas, deixando à mostra todos aqueles exuberantes instrumentos de prazer. Um dos códigos então praticados e conhecidos dos iniciados era o manuseio dos caralhos: enquanto todos os homos ou simpatizantes deixavam seus caralhos de lado para ficar olhando os caralhos alheios, todos os heteros, alisavam acintosamente, os seus, alguns inclusive, simulando, uma punhetinha.

Era a dica para qualquer um tomar a iniciativa que quisesse, sem pedir licença: boquete, punheta, amassos em geral. Era uma delicia ver e participar dessa orgia, que é claro, era feita sempre com muito cuidado para não constranger outros freqüentadores que não participavam do clube. Essa adrenalina dava ainda mais tesão.

Um episódio desse tipo aconteceu inclusive comigo ainda na fase de reconhecimento do terreno: ao entrar na sauna seca flagrei um boquete subitamente interrompido com a minha chegada. Tranquilizei os participantes dizendo que a minha presença ali não deveria ser motivo de empecilho para ninguém nem para nada, ao que os participantes não se fizeram de rogados, o boqueteiro continuou o boquete, agora não em um, mas sim, em dois caralhos sob os olhares ávidos dos demais freqüentadores, muitos ali, desejando estar em qualquer uma daquelas situações.

No entanto, infelizmente para os amantes desse tipo de fantasia, a sauna fechou as portas deixando órfãos uma legião de freqüentadores e admiradores de caralhos alheios. Mas essa orfandade não durou muito tempo. No lado oposto da cidade, uma casa espaçosa, com cerca de sete cômodos foi reformada e adaptada para abrigar uma nova sauna, essa assumidamente gay. Um pequeno cômodo mais aconchegante foi destinado à sauna seca, que foi construída com apenas dois desníveis e uma iluminação com pouca intensidade.

A sauna úmida foi construída no maior espaço da casa e recebeu uma iluminação indireta bem discreta a fim de combinar com a nuvem de vapor formada pelo aumento da temperatura e proporcionar a intimidade e discrição desejadas. Num outro cômodo foi construído o vestiário com um espelho ocupando toda a parede, permitindo que bundas e caralhos sejam expostos e admirados a vontade. A sala bem grande foi adaptada para um bar e recepção.

O banheiro admite pequenos amassos, preliminares de ações que podem ser concretizadas em outros locais mais adequados. Numa pequena sala foi instalada uma área para massagem serviço mais que recomendado nesse ambiente. O ponto alto ficou para a sala de repouso/TV, onde foram instaladas puffs, poltronas bastante confortáveis e uma TV de tela plana que exibe o tempo todo filmes pornográficos homossexuais.

No primeiro dia em que estive lá, numa quarta feira, por sinal encontrei no vestiário um freqüentador da antiga sauna que fechou as portas. Já de saída ele manuseava seu pau na frente do espelho do vestiário, repetindo, inconsciente ou não o código adotado no ambiente antigo. Era um daqueles que recebia um boquete no dia em que, involuntariamente, interrompi seu prazer. O pau dele era maravilhoso, preto, duro e grande sem ser exagerado, o ideal para o meu cu. Puxei um papo furado sem tirar os olhos do pau dele, que percebendo o assedio visual, ofereceu-me. Agarrei de leve aquele instrumento de prazer e cai de boca avidamente.

Após 5 minutos o boquete foi interrompido já que o dono daquela pica maravilhosa estava de saída. Marcamos uma data para uma nova sessão e nos despedimos. Ele saiu e eu entrei, já doido de tesão. Repeti meu ritual que é primeiro tomar uma sauna seca e depois a úmida. Na sauna seca havia três jovens conversando banalidades, entrei no papo e contribui com mais algumas. Sai para uma ducha e encontrei dois rapazes no banho, um deles com um pausão durão saindo chuveiro. Olhei discretamente, com receio de que o outro pudesse se aborrecer com o olhar. Ao entrar na sauna úmida o dono do pausão estava lá, sozinho. Puxei um assunto qualquer tentando dar uma pegadinha naquela maravilha, mas o cara não entendeu e saiu rapidamente e sumiu.

No entanto um daqueles jovens que estavam na sauna seca entrou e percebendo que estávamos sós, puxou um papo e sem nem esperar a resposta já foi acariciando meu peito, beijando o meu pescoço e segurando o meu pau. Sem falar uma palavra cai de boca e mamei a vontade, sem medo de ferir suscetibilidades. Antes de sair para uma chuveirada, sentei no pau duro dele ainda dentro da sauna.

Foi o que bastou para que o viadinho ficasse doido,saindo atrás de mim para a ducha, de pau duro. Era um pau bonito, gostoso, de tamanho e diâmetro médio que não faria estrago no meu cu. Voltei para a sauna e continuei a mamar ate que o leite jorrou na minha boca. O viadinho ficou desesperado de prazer e de frustração por que o que ele queria mesmo era comer meu cu. Sai para outra ducha com o viadinho me esperando para chupar meu pau, mas eu estava interessado mesmo era no pau do negão que eu havia encontrado no vestiário. Quando trocava de roupa o viadinho veio ao meu encontro, trocamos telefone e estamos ate hoje tentando realizar o desejo dele. Quanto ao negão, eu é que estou ate hoje tentando dar o cu para ele, sem êxito ate agora, mas cheio de esperança, o que aumenta ainda mais o tesão.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/geanmavi



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