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 Contos Eróticos

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Fetiche: Sessão de dominação

Tenho sentido curiosidade em coisas diferentes e há algum tempo atrás me bateu vontade de participar de uma sessão de BDSM. Não como dominador, muito menos como submisso, pois não me vejo nesta posição.

Através do site Disponivel, fiz contato com alguns perfis de usuários que se intitulavam dominadores. Não foram muitos e, da maioria deles, tive retorno positivo quanto à possibilidade, mas também ficou por aí, nada aconteceu. Até que...

Conheci o Dom Barbudo através de um app. Por poucas vezes trocamos algumas mensagens e sempre ficávamos de marcar um encontro para nos conhecer e curtir um bom sexo. Por fim rolou e acabou sendo bacana. Nada ligado ao BDSM, entre nós o típico sexo convencional.

Ao final da brincadeira batemos um papo, falamos coisas triviais um do outro e acabei tocando no assunto da minha vontade em presenciar uma sessão de dominação. Ele foi bastante receptivo dizendo que seria possível sim, desde que o submisso aceitasse a minha presença. Disse que costumava fazer sessões e, se houvesse a oportunidade, ele me chamaria. Chegamos a trocar whatsapp para não perder o contato e ficamos por aí.

Algumas semanas passaram quando recebi uma mensagem sua dizendo que haveria uma sessão e perguntando se eu estaria disponível. Respondi que sim e que estaria presente. Seria num domingo, às 17h.

No dia marcado, enviei uma mensagem perguntando se realmente estava de pé. Sua resposta foi objetiva dizendo que sim, mas que, infelizmente, o submisso não gostaria de mais ninguém presente. Para mim foi um balde de água fria, mas entendi perfeitamente, agradeci o convite, a tentativa em me incluir e por sua cordialidade. Sua resposta foi de que ele continuaria tentando.

Minutos depois recebo outra mensagem dele dizendo que o submisso tinha concordado, desde que eu fosse apenas para assistir. Topei de cara, afinal essa era a intenção desde o início: observar. Em outra mensagem do Dom Barbudo, ele pergunta se eu poderia fotografar a sessão. "Claro, sem problema", respondi.

Faltava pouco menos de duas horas para começar. Tomei um banho, me vesti e aguardei a hora de sair. A maior praticidade é que moro a uma quadra de sua masmorra e pontualmente às 17h eu estava lá, pedindo para ser anunciado.

A primeira surpresa que tive ao ser recebido foi notar que havia mais um cara por lá. Aqui ele será tratado como Dom Convidado, outro dominador pelo que fiquei sabendo após nos apresentarmos. Minutos depois a minha chegada o interfone toca avisando a chegada do submisso. Para que não haja dúvidas de quem foi esse submisso, aqui ele será tratado como Submisso 333. Um garotão nos seus vinte e poucos anos, pele morena, tipo indiano, corpo bem torneado, cabelos pretos ou castanho-escuros (a iluminação não me permitiu ter uma real noção), olhos no mesmo tom, por volta de 1,75m, realmente uma delícia.

Eu estava sentado numa cadeira, de costas para a janela do ambiente e do lado oposto à porta de entrada. À minha direita estava sentado o Dom Convidado. À direita dele e próxima a nós, havia uma estante, à nossa esquerda um sofá encostado numa parede acusticamente revestida e, à nossa frente, no extremo oposto e também revestida, uma parede com muitos acessórios pendurados e bem organizados tomando quase todo o espaço da mesma.

A campainha toca, a porta é aberta por nosso anfitrião e, com um simples gesto, o Submisso 333 é convidado a entrar ficando de frente para a parede (a mesma do sofá). Em seguida ele se ajoelha e permanece olhando para frente, mas de cabeça baixa. A impressão que tive nessa hora é que ele parecia estar envergonhado por estarmos ali, mas, na verdade, foi um comportamento total de submissão e obediência. Ou uma mistura de tudo isso, não sei dizer. Houve uma troca de diálogos muito singela entre o Dom Barbudo e o Submisso 333, mas a música não permitiu ouvir com exatidão. Do que consigo lembrar, o garoto foi "orientado" (não sei se este seria o termo correto para o momento) a não olhar para nós.

Há detalhes que serão omitidos para que não torne este relato cansativo e longo demais, mas que, certamente, foram necessários para a preparação e início da sessão. Duas coisas que acho interessante mencionar: a primeira delas, o rapaz foi vendado, ainda de frente para a parede. O Dom Barbudo se senta no sofá ao lado e passa a dar voz de comando até direcionar o submisso a sua frente e de joelhos, tirando a sua venda em seguida. Ao final ele pergunta:

- Você sabe o porquê disso?

- Não senhor - responde o submisso.

- Isso é uma demonstração de confiança, algo que tem que ter com o seu Mestre. Consegue entender isso?

- Sim, senhor.

- Outra coisa: nunca faça sexo sem proteção, não importa com quem seja, entendeu?

- Sim, senhor.

A outra questão foi a apresentação de um "questionário" dada ao submisso para que ele lesse, preenchesse e assinalasse suas preferências. Após ter ciência e assinar, o Dom Barbudo nos deu para ler e ver quais eram suas fantasias e fetiches. Ou seja, o que quer que fosse acontecer ali, seria com total consentimento prévio do submisso.

A partir daí a coisa foi mais visual do que audível e eu sempre fotografando e tentando pegar os melhores ângulos de acordo com a pouca iluminação. O Submisso 333 foi encoleirado, mandado que tirasse a roupa, rastejou nú de um cômodo a outro por um corredor para logo em seguida deitar no sofá e ser acorrentado pelas mãos.

O Dom Barbudo o pegava de jeito e com firmeza, beijava, chupava os mamilos, deitava sobre ele soltando o seu peso e roçando os paus fazendo com que o submisso não parasse de gemer e a tentar se controlar, pois a todo o momento ele suplicava para o DB parar, do contrário ele gozaria. E a coisa só estava começando.

Era uma situação totalmente nova assistir a tudo aquilo e, de certa forma muito excitante também. Por vezes o Dom Convidado se aproximava de mim para ver as fotos tiradas e sugerir outros ângulos.

Em um desses momentos o Dom Barbudo pediu para que eu parasse de fotografar, se virou para o Dom Convidado e disse: "pega ele". A partir daí o que era para ser uma sessão de voyeurismo passou a um tesão generalizado. Literalmente nos atracamos nos beijos, abraços, muitas roçadas e passadas de mãos. Fomos tirando a roupa um do outro aos poucos, sempre no maior dos sarros entre os dois. Beijamos muito e nos revezamos nas mamadas, em um momento eu estava sendo chupado, no outro era eu quem chupada o Dom Convidado, ora no pau, ora no rabo e íamos alternando. Parecíamos dois caras no cio. Chegou ao ponto do Dom Barbudo nos oferecer o quarto, se quisessemos ficar mais a vontade, mas não era esse o nosso propósito ali. Eu queria mesmo, apesar de todo o tesão, continuar a assistir a sessão.

Continuamos todos ali, juntos, e vi o submisso ser comido, chupar, passar por uma sessão de cócegas, pegadas firmes... em determinado momento, enquanto ele era comido pelo Dom Barbudo, ele chupada o pau do Dom Convidado. Em outro, estávamos os três sobre ele: o Dom Barbudo metendo, o Dom Convidado sendo mamado e eu chupando seu mamilo. O submisso só fazia gemer, se contorcer, quase chorar e gozar de tesão.

Passado o ataque coletivo sobre o sub, não sei se para dar um fôlego a ele, o Dom Barbudo iniciou a sessão de palmadas, chicotadas, chineladas naquele rabão lindo que pedia para ser castigado até não agüentar mais. Chegou a ficar levemente avermelhado, mas o submisso agüentou bem.

O grande final foi no quarto, com o Dom Barbudo gozando comendo o sub enquanto este chupava o Dom Convidado, o submisso chegando ao gozo também e, para ser honesto, não consigo lembrar se o Dom Convidado gozou. Só sei que foi uma experiência diferente e que eu espero repetir em outro momento qualquer, seja com o DB ou com qualquer dominador interessado.

Aproveito para deixar o meu agradecimento ao Dom Barbudo pela oportunidade que me foi dada em participar de sua sessão e, principalmente, por ter se empenhado para que eu pudesse conhecer, ao vivo e em cores, uma pequena amostra do universo BDSM, saciando um pouco a minha curiosidade.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/kallek



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