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 Contos Eróticos

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Fetiche: Gari pauzudo fodeu meu cu

Quase todos os dias que voltava do trampo, encontrava com um gari na porta do meu condomínio, isso passou a virar rotina.

Com o passar do tempo tive uma outra impressão daquele distinto rapaz, percebi que por baixo do seu uniforme laranja que o tornava invisível perante a sociedade, existia um homem magnífico.

Passei a vê-lo com outros olhos, estava fascinado por ele, me vi tocado pela sua simpatia e simplicidade, era como se fosse um misto de fetiche e tesão.

Em um determinado dia, me aproximei como quem não quer nada, e comecei a falar amenidades, coisas que pra ele não tinha o menor nexo, queria só arrumar uma forma de puxar assunto.

Com uma humildade samaritana, ele veio até mim e falou o seu nome Alfredo, tinha 30 anos e morava na Zona Leste da Capital.

Convidei pra tomar uma cerveja no fim de semana e para minha felicidade, ele aceitou.

No local e horário combinado, vejo surgir diante dos meus olhos, um principe que nada lembrava o sapo de uniforme, estava um verdadeiro gatão. Levei ele para conhecer um bar que costumo frequentar na Vila Madalena e tomamos nossas brejas até altas horas.

Convidei para ir até o meu apto, tomamos mais umas cervas e o resto foi por conta do destino. Num rompante de tesão, misturado com o álcool, fui impulsionado a tomar a iniciativa, não estava nem aí se iria levar um fora, só queria mesmo ter aquele macho para mim.

Segurei sua rola sobre a calça e não teve nenhum impedimento, liberei seu cacete e me pus a mamar sua rola grande, grossa e cheia de veias.

Lambia a cabecinha que parecia um cogumelo, botei tudo na boca e me deliciava com todo o prazer do mundo. Fiquei numa posição bem estratégica, onde eu podia continuar chupando o seu pauzão e ele chupando o meu cu que piscava de tesão.

Sua língua áspera sugando a minha rosca e o seu dedo grosso entrando e saindo do meu buraco guloso estava me deixando com o tesão à flor da pele.

Arreganhei bastante o cu com as duas mãos pra ele meter sua enorme vara e me matar de prazer. Alfredo pegou a camisinha que lhe dei, enfiou no seu cacetão e me mandou sentar.

Fui abaixando bem devagar, sentando de leve, mas o cabeção do seu pau não entrava de jeito nenhum no meu cu. Peguei um creme hidratante, untei o seu pau e sentei novamente. Dessa vez entrou tudo sem nenhum empecilho, fiquei entalado com o seu cacetão enterrado no meu cuzão apertado.

Era dolorido e ao mesmo tempo muito gostoso ter o seu cacete invadindo o meu rabo, a sensação era que a qualquer momento eu iria cagar por estar com aquela tora toda atolada no traseiro. Ele me colocou de quatro e começou a bombar sem dó nem piedade, meu cu começou a afrouxar de uma tal forma que não conseguir me segurar e peidei. Quanto mais ele socava, mais vontade eu tinha de peidar. Quando senti o seu gozo inundando o meu anelzinho já todo arregaçado, gozei bastante ordenhando o seu pau com o meu cu.

Seu pau era valente, ainda continuava imponente dentro do meu cuzinho esfolado, só saiu de dentro depois que ficou totalmente flácido, foi vencido por uma rosca estranguladora que mesmo peidando aguentou até o fim. Depois dessa experiência, ainda tivemos muitas outras trepadas, até Alfredo desaparecer do mapa sem dar notícias. Mas valeu a experiência de ser enrabado por um gari. Hoje os vejo com outros olhos, olhos de puro tesão!

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/



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