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 Contos Eróticos

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Fetiche: Devaneio Matinal

Hoje e eu decidi ficar um pouco mais na cama. Minha esposa acordou mais cedo, ela é uma pessoa dinâmica, sempre em busca do que fazer. Acontece que esta manhã acordei cheio de tesão, mas assim como acontece já há muito tempo, não tinha nada haver com ela.

O Felipe não saia da minha cabeça! Fiquei imaginando ele comigo na cama. como eu o seduziria? Ah, me entreguei a fantasia. Eu o imagino aqui, sentado na beirada da cama, enquanto conversamos. Apesar dele ser casado também, sei que algumas mulheres se sentem atraídas por ele, e agora ao que parece, eu também.

Na minha fantasia, minha esposa foi ao mercado, mas voltaria logo. Felipe e eu estamos sozinhos em casa. Diversas coisas que vou contar agora, eu realmente fiz, outras, por estar sozinho não foi possível. Começa o meu delírio.

Baixo o lençol até o bumbum, como se estivesse com calor e começo a espreguiçar-me e a virar o corpo até ficar de bruços, empino a bundinha e deslizando as mãos, fantasio estar esfregando no seu corpo.

Se fosse verdade, eu diria algo como: - Acho que dormi de mau jeito. Estou com um pouco de dor na nuca. - Ao que ele responderia: - Aqui? - e começaria a massagear. Neste devaneio, eu respondo: - Isso! Aí mesmo. oh! Que delícia. Mas, espere um pouco, Felipe! Deixe-me tirar a camisa pra você poder pegar melhor. Você não se importa se eu usar você um pouquinho, né? - Ele responde: - Que nada, tá de boa! - Ótimo. então também vou deixar você me usar se quiser. - Será que ele entendeu meu "discreto" jogo de palavras? Penso eu.

A resposta vem em seguida. Ele deixa sua mão descer deslizando em minhas costas, e pergunta: - Usar você? - Pergunta o safado, fingindo não entender. Então levo minha mão para trás e seguro a dele, e a conduzo deslizando sobre as lombadas do meu traseiro.

- Você não acha minha bundinha gostosa? - Meio sem jeito ele comenta: - Olha. sim, quer dizer. acho que sim. Minha esposa sentiria inveja. - Essa foi a gota dágua, era o que estava esperando. - Então deita aqui comigo. só um pouquinho! Vem!

Não consigo conter um suspiro, e um breve gemido bem baixinho quando imagino ele ajeitando-se sobre mim. Começo a rebolar bem de mansinho, e posso até sentir o seu pênis crescendo.

Seu corpo é bem pesado, mas quando ele começa a fazer movimentos de vaivém com seus quadris, então tomo a iniciativa e baixo minha sunga. Com jeitinho eu prossigo até tirar tudo, ficando nu debaixo do seu corpo. Então abro um pouco minhas pernas, e peço: - Agora sim está bom. Oh! Quero dizer, quase! Só falta você dentro de mim. vem! E não diga que não quer, eu estou sentindo seu pau duro. Não tem perigo. minha esposa saiu! Mas temos pouco tempo. Tira a roupa. vem!

- Você tá ficando doido. e me deixando doido também! - Em seguida Felipe baixa sua bermuda e a sunga, colocando seu pau duro pra fora encaixando no meu rego, no meio do valinho. - Hum! Que pauzudo você é. Será que eu aguento ele todinho? - Pergunto com malícia, enquanto remexo a bunda sinuoso. - Vamos ver. - Ele responde, e tenta enfiar a enorme cabeça inchada do pênis no meu cuzinho, mas afoito eu peço: - Deixa que eu coloco.

Neste momento, louco de tesão, abro minhas pernas, e penso na sua rola, que deve ser maravilhosa. Finjo que estou encaixando bem na entradinha. - Vem, Felipe! Empurra devagar pra não doer muito, tá? - Neste momento já estou com dois dedos no ânus, mas é apenas um pobre substituto.

Acredito que antes de terminar a frase, já sentiria meu ânus se rasgando com a invasão do seu pau duro. - Ai! Hum. Não para. Ai! - Felipe interrompe: - Não vou parar nem se você pedir. aguenta que a cabeça já tá todinha dentro do teu cuzinho. agora vai o resto!

- Oh! Coloca tudo, Felipe. ah! - O que se segue é uma mistura de gemidos de prazer e dor. Não sei se era sonho ou realidade, mas sinto quando ele entra todinho e seu saco fica espremido em minha bunda. Começa então um frenesi, marcado pelas estocadas fortes do Felipe, ao passo que eu tento manter a minha bunda bem empinada.

- Não temos muito tempo, tem que ser rapidinho! - Digo eu. Ele aumenta o seu ritmo e logo avisa que está quase gozando. - Então goza. enche meu cuzinho de porra. - Gemendo ele se contrai e se afasta um pouco, ao que parece mantém apenas a cabeça do pau dentro de mim. Eu até tento confirmar isso por levar a outra mão para trás também, como que para segurar o seu pau duro.

Se fosse verdade, mesmo com alguma dificuldade eu bateria punheta pra ele, mantendo a cabeça do seu pênis dentro de mim. No minha ilusão, é o que acontece. Até que, entre gemidos e palavras confusas, poderia sentir em minha mão o seu pau pulsando forte. Ele parece que vai explodir. e então, lança fortes jatos de sêmen inundando meu cuzinho.

Assim que ele acaba, se retira e ajeita a bermuda. Extasiado, mal posso me mexer. O ânus pisca e arde como brasa. Ah! como queria sentir o seu esperma transbordar e escorrer. - Oh! Seria uma delícia.

Enquanto imagino isso tudo, reviro pela cama e acabo me masturbando. Logo eu chego ao orgasmo, enchendo minha própria mão de porra, e levo até a boca. Chupando tudo e lambendo os dedos, imagino ele gozando em minha boca. Que sonho seria!

Assim que ajeito minha roupa e me cubro novamente, enquanto ainda estou delirando e engolido o sêmen, minha esposa entra no quarto e fala. - Acordou? Então levanta logo que tenho muita coisa pra fazer, e preciso arrumar o quarto. A realidade chega como um tabefe!

Mais tarde, naquele mesmo dia, encontro o Felipe. Enquanto ele fala, eu penso: Ele nem imagina o tesão que sinto por ele. Ah! quem sabe um dia! Bem que ele poderia me dar um tabefe, na bundinha...

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