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 Contos Eróticos

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Fetiche: A Putinha do Zelador

Sou um cara gay, bem resolvido com minha sexualidade e com alguma experiência com homens. Sempre soube que era gay, nunca me relacionei com mulheres e as pessoas que convivem comigo conhecem minha orientação é sempre fui muito respeitado por ela.

Essa é a primeira vez que escrevo sobre minhas experiências e confesso que ainda estou bem eufórico com o que aconteceu comigo e com o Beto. Tudo ainda está muito recente é meio confuso na minha cabeça, ainda sinto o cheiro dele no meu lençol e se fecho os olhos lembro da sua respiração na minha nuca.

Tenho 31 anos, sou moreno claro, cabelos escuros, olhos cor de mel. Tenho um corpo normal, meio gordinho mas com as coxas bem grossas e torneadas. Sempre gostei de natação e bicicleta e acho que isso me ajudou a ter as pernas fortes, estilo jogador de futebol. Além das pernas, minha bunda é meu grande orgulho. Ela é grande, firme, bem desenhada e bem empinadinha.

Moro em São Paulo, perto do aeroporto no mesmo prédio desde que eu nasci. Aos quatro anos, meus pais se separaram e passei a morar com minha mãe e meu irmão. No prédio, há 35 anos trabalha o mesmo zelador, o Gilberto. Ele sempre foi um profissional exemplar, um cara batalhador, esforçado, que veio do Nordeste quando jovem para construir a vida. O Beto, como a gente o chama carinhosamente, é o faz tudo do prédio. Cuida de tudo, troca encanamento, arruma fiação e ainda quebra um galho enorme na minha casa sempre que a gente precisa.

Com a separação dos meus pais, minha mãe passou a cuidar sozinha de duas crianças e o Beto sempre ajudou bastante, ajudava a carregar compra, trocava a torneira de casa, até reformar a minha cozinha ele reformou. Claro que a gente paga por fora todos esses serviços mas ele sempre fez as coisas com muito carinho e cuidado, independentemente do dinheiro.

Uma vez eu pedi pra ele ver o que estava acontecendo que minha torneira não parava de pingar, deixei a chave na portaria, ele entrou em casa, arrumou a pia, viu que a lâmpada da sala estava queimada, comprou uma nova e trocou. Como o Beto me viu crescer e estava sempre em casa, era comum que ele chegasse quando eu tinha acabado de acordar ou estivesse saindo do banho. Eu nunca tive cerimônias, falava com ele de pijama, de cueca e até de toalha enrolada na cintura.

O Beto era casado e tinha duas filhas. Há uns 5 anos ele virou avô, todo orgulhoso mas logo a alegria deu lugar a uma tragédia familiar, a esposa foi atropelada. Com a Morte da mãe, as filhas saíram de casa e o Beto ficou sozinho. Ele sempre foi muito alegre, animado, nordestino brincalhão e piadista mas depois disso ficou triste, meio cabisbaixo e não havia nada que fizéssemos capaz de voltar o brilho no olhar do Beto.

O Beto tem um olho lindo, azul, bem bonito mesmo. Ele não é um galã de novela, pelo contrário, ele é baixo, barrigudo, careca mas tem um olho hipnotizador. Apesar de não ser bonito e ter quase a idade do meu pai (uns 50 e poucos anos), o Beto sempre me deu muito tesão. Ele tem o peito cabeludo e um charme que me rendeu muitas punhetas na adolescência. Mas nunca passou disso, uma grande fantasia na minha cabeça. Depois do fogo da juventude, esse tesão no Beto foi controlado, eu entendi que era muito arriscado tentar alguma coisa com alguém que era tão próximo da família, um funcionário do prédio em que moro, com esposa e filhas.

Na época em que o Beto ficou viúvo e sozinho, nós começamos a conversar um pouco mais. Entre um esbarrão e outro no elevador, sempre perguntava como ele estava, como estavam as filhas e a netinha. Nessa época, minha mãe foi trabalhar em outro estado e meu irmão foi estudar no interior. O Beto sabia que eu era péssimo na gestão do apartamento é sempre aparecia pra ver se eu estava precisando de alguma coisa.

Ate que um dia ele bateu na minha porta. Dessa vez não veio oferecer nada, mas veio avisar que precisaria trocar o encanamento do local de serviço porque estava tendo um vazamento no apartamento de cima. Ele me disse que o serviço todo demoraria uns dois ou três dias e que era pra eu deixar a chave na portaria sempre que saísse pra trabalhar. Como eu sou muito distraído e sabia que não ia lembrar de deixar a chave, achei melhor deixar uma cópia com ele, assim ficaria mais a vontade pra entrar e eu me sentiria mais seguro também.

No fim do primeiro dia de obra, cheguei em casa e encontrei a área de serviço imunda, muita poeira pra todo lado. Na hora eu fiquei puto com o Beto, peguei o interfone pra reclamar mas logo que atendeu ele já fez logo uma piada pra quebrar o clima é disse que no dia seguinte ia arrumar tudo, que eu não precisava me preocupar.

Na manhã seguinte acordei um pouco atrasado e quando estava no banho, ouvi o barulho de alguém entrando em casa. Antes que pudesse me assustar lembrei que o Beto iria e fiquei tranquilo. Como moro sozinho, tenho o hábito de tomar banho de porta aberta, nunca me preocupo com isso. Mas nesse dia, eu bati o olho no espelho e vi que o Beto estava do lado de fora e que me observava. Ele não estava fazendo nada além de me olhar. Tentei ver alguma coisa na calça que o denunciasse mas o ângulo do espelho me impedia. Não sei por quanto tempo ele ficou lá nem sei se ele percebeu que eu tinha o visto me olhando. Não dava bem pra saber se ele de fato estava com tesão em mim ou se estava ali por qualquer outro motivo. Eu sei que quando vi o Beto ali, do lado de fora do banheiro me observando, eu todo molhado e vulnerável, na hora voltei a ser o adolescente com tesão no zelador. Naquele instante, todos os meus pudores tinham descido com a água, meus medos foram ralo a baixo e meu corpo era dominado por um único desejo, ter o Beto dentro de mim.

Desliguei o chuveiro com a pele toda arrepiada e decidi encarar o Beto naquela hora. Ele já estava na área de serviço e como ainda não tinha se anunciado, decidi ir até a cozinha simular um encontro casual. Eu estava muito tenso, tudo em meu corpo tremia no ritmo em que sentia meu cu piscar. Mas aquela era a hora, eu precisava tentar. Pendurei a toalha no pescoço e fui pegar uma água na cozinha. Assim que vi o Beto, fingi surpresa, dei uma bronca fajuta por ele não ter avisado que estava lá e me cobri. Me enrolei na toalha a tempo de perceber a reação do Beto. Ele tinha ficado imóvel é um volume na calça denunciava que eu não era o único excitado naquele momento.

O clima estava tenso, era como se o ar tivesse se tornado uma grande massa densa e pesada. Corri pra fazer uma piadinha pra quebrar a tensão do momento e pedi pro Beto ir comigo até o meu quarto que eu queria mostrar um quadro que eu queria pendurar. Essa foi a desculpa que eu encontrei pra continuar testando essa situação.

Fomos até o quarto, eu na frente, ele atrás. Ainda estávamos um pouco sem graça, não falamos nada. Assim que entramos eu deixei a toalha cair e me abaixei pra pegar. Fiz questão de abaixar pro Beto ver minha bunda e minhas coxas. Naquele momento o Beto me encoxou, sim me encoxou e segurou na minha cintura. As mãos grossas e calejadas encostaram na minha cintura e meu corpo imediatamente se arrepiou inteiro. Aquele homem da minha adolescência, aquele macho rústico que me viu crescer também me desejava, agora eu tinha certeza. Levantei rapidamente, sem nem pegar a toalha, me virei para o Beto e aproximei meu corpo do seu.

Naquela altura, nos dois estávamos ofegantes e nossos corações batiam muito acelerados. Ele não soltou minha cintura, nos aproximamos, não sei se ele me puxou com os braços ou com os olhos, mas eu estava completamente dominado por aquelas bolas azuis e por aquele braço peludo no meu corpo. Senti seus lábios e logo minha boca foi invadida por sua língua. Era um beijo único, apressado, cheio de desejo e ao mesmo tempo doce e suave. A impressão que eu tive é que como não sabíamos como o outro iria reagir, aproveitamos cada milésimo de segundo como se fosse o último. E poderia ser. E quase foi. Terminamos de nos beijar e senti que o Beto estava muito atordoado.

O olhar que antes era de claro desejo se transformou em pânico, misturado com vergonha. Ele me falou: desculpa aí Diogo, não tenho nada contra mas eu sou homem, isso aí não tá certo não. Tentei argumentar mas ele estava muito desconfortável. Disse que ia embora e voltaria pra terminar o serviço assim que eu saísse pra trabalhar. Não tinha muito o que eu pudesse fazer. Ele foi embora e eu passei o dia com seu cheiro no meu corpo e o gosto da sua língua na minha boca e nos meus pensamentos.

Passaram-se duas semanas e a gente mal se via no prédio. Eu segui a vida mas as vezes fantasiava sobre o que poderia ter acontecido se tivéssemos continuado. em um sábado, decidi que era hora de encarar essa situação. Liguei na portaria e pedi pra transferirem pra casa do Beto, o porteiro me disse que ele não tava mas que assim que chegasse pediria pra ele me ligar. Era umas 17h quando o interfone tocou. Eu tinha saído do banho e passado alguns cremes que gosto de passar no corpo. Era o Beto. Pedi que ele viesse até minha casa porque achava que estava com vazamento no banheiro (essa foi a melhor desculpa que arranjei na hora pra ele não poder recusar). Dessa vez achei melhor recebê-lo de roupa, não sabia como rolaria a conversa e não queria constrangê-lo mas do que já havíamos ultrapassado alguns limites.

Ele chegou em casa e foi direto pro banheiro ver o vazamento mas eu logo avisei que era mentira e que o tinha chamado para conversarmos. Ele fez cara de que não gostou muito da pegadinha mas aceitou sentar para conversar. Logo de cara ele começou a pedir desculpas. Disse que não era viado mas não tinha nada contra quem era. Disse que aquilo não estava certo, que ele era pai e agora era avô também. Que não estava certo com a memória da esposa. Assim que falou nela, seus olhos ficaram cheios de água, me aproximei e coloquei a mão em sua coxa. A intenção era consolar mas naquela altura soou como se estivesse dando em cima dele que logo se afastou.

Deixei que ele falasse sobre ela, ouvi, ele dizia que sentia muita saudade é que desde o acidente ele não queria mais saber de mulher nenhuma. Aos poucos ele foi se desarmando, contando de suas lembranças e se abrindo comigo. Eu disse que entendia é que não faríamos nada que ele não quisesse, que se ele preferisse a história acabaria ali é que nunca ninguém saberia de nada. Contribuir dizendo que sempre me senti atraído por ele e que aquele beijo tinha sido muito especial pra mim. Ele disse que também tinha sido pra ele. Disse que nunca tinha sentido atração por homem mas quando me viu no banho sentiu algo diferente.

Nessa hora já estávamos com os corpos próximos, as mãos dadas. Eu disse que ele era muito importante pra mim e ele derramou uma lágrima ao dizer que se sentia só. Nos beijamos novamente. Dessa vez era como se tivéssemos todo o tempo do mundo, como se não quiséssemos que esse beijo acabasse, era como se esperássemos que o tempo parasse e pudéssemos sentir nossas bocas pra sempre. A boca macia estava decidida e me invadia, e me deixava arrepiado. Ele me beijava como se eu fosse seu grande amor, sugava minha língua como se estivesse tentando engolir minha alma e meu corpo.

Eu estava completamente entregue mas interrompi aquilo assim que percebi que entramos em uma estrada sem volta. Ele começou a beijar meu pescoço e eu tinha certeza de que logo estaria completamente pelado com aquele homem dentro de mim. Pedi pra ele esperar um pouquinho que eu precisava me preparar. Fui até o quarto e procurei uma lingerie que eu costumo usar com um cara que adora uma cdzinha. Era uma calcinha é uma meia calça brancas de renda que contrastavam com o tom da minha pele e de deixavam irresistível. Me arrumei rápido pra que não desse tempo dele desistir e quando voltei, percebi que ele também havia se preparado. Estava só de cueca me esperando no sofá. Aquele homem parrudo, com aquele peitoral cabeludo estava ali, completamente entregue esperando sua putinha.

Quando ele me viu, pude perceber o misto de surpresa e tesão. O sorriso parecia de uma criança abrindo presentes de Natal. Me aproximei calma é delicada e sentei naquele homem. Logo senti sua rola dura de tesão, mas ainda não era hora de encarar a pica do meu macho. Ele precisava me sentir como sua fêmea, sua putinha toda entregue a ele. Comecei a beijá-lo como uma serva. Obediente e apaixonada. Beijei sua orelha e sussurrei "sou sua, agora é quando quiser". Nessa hora eu senti todo o prazer em seu corpo. Os beijos começaram a ficar mais intenso, suas mãos incontroláveis já tinha percorrido minhas costas é encontrado minha bunda. Ele me apertava como se quisesse que eu virasse parte dele. Começou a lamber meus mamilos, a chupar como se esperasse que dali saisse Leite.

Aos poucos fui beijando seu corpo, ele estava completamente a vontade a essa altura. Desci para o chão e fui com a boca em direção a seu pau. Ainda na cueca, comecei a lamber, a provocar. Ele se contorcia de tesão. Falava: me chupa, sua puta. Mama seu macho. Tirei a cueca com o dente e encontrei uma rola grossa é dura pulsando como se fosse estourar. Devia ter uns 18 cm mas era grossa e cabeçuda. Passei a língua na sua cabeça sem tirar os olhos do meu macho. Olhava com olhar de paixão, tesão e devoção. Ele me retribuía com a certeza de que ele nunca tinha sido mamado daquele jeito. Desci com a língua pela base e comecei a chupar com toda a vontade do mundo. Engolia aquela rola como se fosse a única coisa que importasse. E era. Naquele momento eu só queria ser perfeita para aquele homem que se entregava pra mim. Ficamos loucos quando a cabeça chegou na minha garganta. Nesse momento ele assumiu o controle, me pegou pelo cabelo e fudeu minha boca sem piedade. Ele forçava até me ver sem ar engasgando e babando na sua rola.

Ele foi se transformando no macho que eu sempre sonhei, estuporava a minha boca e falava "toma rola, safada", "eu sei que você gosta". Ele alternava momentos de pura dominação com espasmos de doçura em que eu me sentia a esposa mais amada. Depois de arrebentar minha garganta, ele me levantou e sem tirar os olhos dos meus olhos começou a me beijar de novo. Dessa vez, enquanto sua língua me devorava, senti seus dedos ásperos na minha bunda. Ele brincava com os dedos no meu cu mas antes de enfiar me fez chupar seus dedos "pra ficar bem molhadinha". Quando senti seu dedo em mim, minha perna ficou bamba, dei uma falseada e ele me segurou firme.

Ele arrumou meu cabelo, me fez um carinho no rosto e me colocou de quatro no sofá. Eu não queria que aquilo acabasse nunca. Eu tinha perdido completamente o controle e agora estava ali totalmente entregue ao meu macho. Sem tirar minha calcinha, ele começou a beijar minha bunda engolindo cada pedacinho. Sempre me depilei, gosto de estar lisinha e com a pele macia. Eu sentia sua boca e só conseguia gemer de prazer. De repente, ele começou a linguar meu cu em um ritmo que nunca ninguém tinha feito. A língua firme dele tinha uma curiosidade que fazia com que eu sentisse seu beijo em cada uma das minhas pregas. A essa altura o meu tesão já estava nas alturas, eu me contorcia de tesão e comecei a pedir rola. "Me fode" "Dá rola pra sua putinha" "fode sua cadelinha". Ele permanecia indiferente aos meus pedidos e continuava devorando meu rabo que não parava de se abrir.

De repente ele se levanta, me puxa pelo cabelo e pelos braços, me coloca de pé contra a parede, se coloca por trás de mim e diz: "empina o rabo pro teu macho". Na hora meu corpo todo obedeceu a ordem. Imediatamente minha bunda se empinou e meu rabo começou a se abrir pra receber aquela rola grossa. Não sei se é porque eu estava com muito tesão, se é porque ele foi com muita calma, mas conforme seu pau ia me penetrando, eu sentia como se meu corpo estivesse abraçando aquele membro duro em mim. Ele colocou e tirou algumas vezes até que sentiu que meu rabo já estava amaciado e começou a socar. E como ele socava, puta que pariu. Ele me segurava pela cintura e não tinha dó, penetrava aquela rola num vai e vem cada vez mais intenso.

Com o pau dentro de mim ele me conduziu até o sofá, me colocou de quatro e continuou me fudendo. Agora ele estava completamente a vontade. Me puxava pelo cabelo, me chamava de cadelinha tesuda e me mandava rebolar. Eu obedecia tudo e gemia pra mostrar como estava feliz. Ele bombou bastante no meu rabo até que senti que estava ficando cansado. Coloquei ele deitado no chão e disse que agora era comigo. Sentei naquele homem e rebolei como uma piranha no cio. Eu fazia questão de não tirar os olhos dos seus olhos pra decorar cada expressão de prazer do meu macho. Seu peito cabeludo batia acelerado. Eu rebolava sem dó do macho que estava embaixo de mim. Não aguentei e gozei. Jorrei minha porra no peito do meu macho.

Perguntei onde ele queria gozar. Ele não me respondeu. Me colocou de joelhos e levantou. Tirou a camisinha e começou a me dar uma surra de piroca na cara. Eu disse que não queria no rosto. "Quero na boca" "Quero seu gosto comigo". Ele seguiu numa rápida punheta até que colocou seu pau novamente na minha boca. Senti seu jato na minha boca e engoli cada gota de sua porra. Ele me deu um sorriso e me beijou. Deitamos no tapete da sala, eu deitado em seu peito, ele fazendo carinho nos meus cabelos. Adormecemos.

Ele acordou assustado. Disse que precisava ir. Me deu um beijo e começou a se vestir. Eu ainda não tinha forças pra me arrumar. Ele fez um carinho no meu rosto. Disse pra eu descansar, deu um tapinha na minha bunda e disse para eu me cuidar porque ele ia voltar. Nos beijamos novamente e ele foi embora.

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