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 Contos Eróticos

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Fetiche: Novinho do pé e do pau grande

Meu nome é Alex, tenho 22 anos, sou branco, 1,78 de altura, 74 kg, porte magro com um pouco de músculos, olhos castanhos e barba. Marquei um encontro com o Gabriel pelo Grindr. Ele tem 19 anos, é mais alto, mais ou menos do mesmo porte. Também usa barba, tem olhos escuros, cabelo raspado estilo militar e é branco também. Apesar da pouca idade, Gabriel é um macho bem safado e experiente. Essa história aconteceu há alguns dias.

Peguei o carro e fui até o seu apartamento. Ele mora com uns amigos, mas todos estavam viajando pro feriado, menos ele. Quando cheguei lá, ele já sabia do meu fetiche por pés e me esperava usando uma havaianas azul simples. Geralmente, chinelos não me atraem, mas com ele foi diferente. Subimos até o décimo andar, ele me levou até a sala e me mandou tirar a roupa.

Obedeci. Ele sentou no sofá e me mandou ajoelhar no carpete, estendendo seus pés, 44, suadinhos para mim. Não perdi tempo, tirei seus chinelos e comecei a chupar seus pés. Fiz o serviço completo, cheirei, chupei, lambi seus dedos, deixei seus pés inteiros môlhâdinhos. Logo, fui subindo suas pernas peludas até chegar em sua rola. Comecei cheirando e mordendo pelo short mesmo, tava com cheiro de macho, marcando de tão dura. Ele tirou o short e a cueca e exibiu seu cacete, lindo, branco, uns 20cm, grosso, com alguns pentelhos na região da virilha.

Além do pauzão gostoso, suas bolas médias eram deliciosas. Comecei a mamar, com gosto, chupava a cabeça, colocava o pau inteiro na boca, dava atenção para as bolas, cheirava os pentelhos. Ele fodia minha boca com vontade também.

Depois, ele me puxou pelo braço, me beijou, colocou a camisinha, lubrificou o pau e meu rabo e me mandou sentar no caralho dele, duraço, reto, apontando pra cima. O pau dele pulsava de tesão e meu cu já tava piscando também. Sentei, senti a típica dor inicial, fazia um tempo que eu não dava e o trem era grande. Mas logo me acostumei, aí eu sentava gostoso, rebolava, cavalgava como uma puta, enquanto ele gemia de tesão.

Ficamos assim um tempo até que ele pediu pra eu levantar, me levou até a sacada, me curvou e começou a meter ali mesmo, de frente pra janela, pro prédio vizinho, ele socava com força, me dava tapas na bunda, me xingava de puta, de viadinho, falava que eu era dele.

Ele começou a me enforcar e a socar mais forte, o suor escorrendo, o cheiro de foda, o barulho do saco dele na minha bunda e a sensação daquele pau enorme entrando fundo, eu já tava louco, quase gozando. Ele tirou a rola, me levou de novo pro tapete, mandou eu deitar e ergueu minhas pernas e meu cu o máximo que conseguiu. Então ele começou a socar nessa posição, enfiando o cacete com tudo, até o fim, como quem controla uma britadeira.

E eu, lá de baixo, aos seus pés, olhando e sentindo a jeba branca do meu macho me arrombar. Meu tesão foi no máximo e eu gozei assim, com ele me comendo em pé, por cima. Foi porra na minha barriga toda, até quase na minha cara. Ele saiu de dentro de mim, me beijou de novo e avisou que ia gozar na minha boca e que eu tinha que engolir tudo.

Voltei pro boquete, aquele pintão gostoso, quente, já pulsando. Não demorou muito ele gritou e jorrou, três jatos de porra quentinha e gostosa na minha boca. Engoli e continuei chupando mais um pouco. Depois, ele me beijou de novo, sentindo o gosto da própria porra e fomos pro banho juntos.

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