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 Contos Eróticos

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Fetiche: A vontade fala mais alto

Aquela semana não foi diferente das demais, era fato. Mas o misto de anseios por emoções, incômodos com a mesmice e as lembranças recorrentes das experiências prévias já dava o tom do que viria. Independente do ritmo profissional, familiar ou social estar na mesma toada, com maiores ou menores atividades e exigências, aquela chama inata em mim voltava a inflamar. Precisava da sacanagem íntima e gostosa que só um macho comedor era capaz de proporcionar.

Quando assim ficava (e ainda fico!), não bastaria apenas ler contos eróticos, ver fotos e filmes de homens nus ou deliciosamente trepando... eu precisava ser participante direto e sentir na pele o que via. Nestas horas, os chats e o MSN velho de guerra são a verdadeira zona de caça (no início da década passada Skype e smartphones, com seus vários apps, ainda não reinavam).

Nas brechas em que estava só, navegava sôfrego em busca da rola que eu precisava. Eis que me deparo com uma mensagem do Soares, no Hotmail, do dia anterior. Mulato claro, mesma idade que a minha, corpulento, barriga ampla, pelos abundantes e pica faminta por cu de homem, mandava-me saudações e convite para novas trepadas, já que a nossa última tinha sido ótima. Uma foto anexada exibindo seu cacete cabeçudo e o sacão grande, peludo e pesado coroavam com louvor seu contato!

A piscada do meu cu foi instantânea com aquela visão e recordação do tesão que aquele macho de ébano já tinha me proporcionado quando me comeu. Produto de um papo de chat vários meses antes, foi um dos que rendeu bons frutos com uma foda gostosa. Residente no Triângulo mineiro, pude me fartar naquele caralho numa viagem a trabalho que fiz a região. E, como o destino por vezes trama a nosso favor, coincidentemente eu necessitava visitar uma empresa daquela paragem.

Foi o estopim para eu celeremente agendar com o cliente, solicitar passagem, veículo e hospedagem para aquela mesma semana. Pouco mais de 1 hora, tudo ajustado, com satisfação respondo ao Soares informando que em dois dias estarei por lá, doido para sentar em seu colo e gemer feito uma puta (minha excitação não me inibia nas palavras, naquele momento). Seu retorno veio com a satisfação esperada, o endereço do bar e horário onde encontrá-lo, com mais uma foto de seu pintão tentador... não teve jeito, gozei nas calças!

O restante do dia e o seguinte foram longos... mas passaram. Viajei, visitei a empresa e ao fim da tarde fui ao hotel reservado para tomar um banho e preparar-me para a enrabada gostosa que me aguardava. Caprichei na raspagem do rego pois sabia que a língua gulosa do Soares iria passear por lá.

Cheguei no boteco combinado alguns minutos antes do horário marcado e me ajeitei numa mesa de canto. Antes do primeiro copo de cerveja terminar, Soares adentra o bar, ainda com uniforme da empresa de segurança. Amistoso e efusivo, saudou-me como um velho amigo, num forte abraço, envolvendo-me no seu corpanzil e fazendo-me sorver seu aroma de macho. Contente e ansioso, mas na minha tradicional postura masculina, retribui a confraternização com a moderação que o ambiente público exigia.

Entre goles e petiscos, colocamos o papo em dia. Comunicativo e fanfarrão, Soares contava os "causos" do seu dia a dia. Solteirão convicto, dois filhos gerados, levava uma vida simples, trabalhando e divertindo-se com o que tinha, sem maiores ambições mas sem comodismo. Futebol, biritas, pescarias e farras contemplavam a maior parte do seu lazer. No sexo ele tinha uma diretriz: meter a rola! Fosse uma buceta, uma boca ou um cu, e desse mole, ele fazia questão de foder. Ativo tradicional, começou a comer bunda de homem ainda adolescente e, como gaba-se em dizer, nunca mais parou. Sorte a minha!

O papo rolou, a noite chegou e o tesão aumentou. As cervejas e a cachaça local ajudaram neste acréscimo. A bebida costuma liberar mais as pessoas e, em meu caso, é comprovado. Falava mais, ria solto e apoiava minha mão com frequência na coxa grossa do Soares, que faiscava os olhos quando a sentia. Alto, mas ainda cônscio, percebi que a atração já não cabia mais naquele botequim. Pedi a conta e saímos, rumo ao meu quarto no hotel.

Soares levou o carro, com um sorriso safado no rosto, pois deliciava-se com minha mão pegando com vontade sua mala volumosa e rija. Cheio de vontades, eu falava: "Que delíciaaa! Como você é um tesão!!". Sabedor que eu já estava no papo, respondeu: "Hehehehe! Você bebim fica bem mais viadinho, safado! Fica sussa que este caralho é todo seu hoje...".

Já na recepção, peguei as chaves e anunciei o Soares como colega de trabalho (hoje lembrando, creio que o recepcionista sacou na hora que eu iria ser enrabado por aquele mulatão...). Pegamos o elevador o fomos para o quarto.

Mal a porta fechou-se, Soares me prensa contra a parede e me lasca um beijo forte, intenso. Sua língua grossa ocupa toda minha boca, enquanto suas mãos percorrem meu corpo, de cima a baixo, parando e puxando-me pelo quadril. Surpreso e meio sem fôlego, sinto a pressão ampla daquele corpão ardente e o contundente volume de sua jeba totalmente dura na minha barriga.

Com as bocas grudadas, fomos andando em direção a cama. Literalmente caímos sobre ela, com seu corpo sobre o meu. Ele agora beijava, lambia e mordiscava meu rosto, pescoço e orelha, enquanto desabotoava minha camisa e calça e com os pés arrancava meus sapatos. Rapidamente eu já estava pelado, todo arrepiado, com seus lábios sugando meus mamilos e suas mãos alisando e apertando minhas coxas e anca.

Não havia sons de palavras, somente respirações ofegantes, gemidos profundos e urros satisfeitos. Dominando as ações, Soares me virou, me puxou pelos pés até minha bunda ficar na beira da cama, abriu um pouco minhas pernas, encheu seu mãozão no meu rabo arreganhado e soltou: "Ahhhhh!! Agora eu vou me fartar neste cuzão gostoso e guloso!"

Aquela língua grossa e áspera levou-me ao paraíso já no primeiro toque em meu anel. O ir e vir, o subir e descer, os círculos da ponta na minha portinha, os dedos que abriam espaço para a saliva viscosa adentrar e o corpo espesso me penetrar, os beijos e mordidas nas nádegas, a barba áspera a me roçar a bunda... se tivesse poderes mágicos, perpetuaria aquele momento de prazer supremo!

"Huuummm! Assim que eu gosto, meu putinho obediente. Lembrou de raspar este reguinho pro teu macho, né safado?! Esse cuzão ficou bem mais apetitoso assim... Tesão de cu, cara!!", ouvia Soares comentando enquanto, incontrolavelmente, eu rebolava e jogava meu traseiro contra seu rosto. Um cunete bem feito é o ápice do meu tesão e Soares (e bem poucos outros parceiros, infelizmente!) sabia disso. Comer um rabo é fácil mas foder gostoso um cu, causando prazer em quem dá, é uma arte que poucos machos dominam, mas Soares era um competente artista pronto para pincelar sua obra...

"Ahhhhhhh... que tesão! Que delícia! Me come, meu macho gostosooo... enfia sua rola na minha bunda, vai! Me fode o cu, por favor... me fooooode!!", gritava eu, desesperadamente embriagado pelo prazer.

Excitado com meu fogo no rabo, mas experiente, deu uma última cravada de língua no meu cu babado, levantou-se e comandou-me: "Sossega, putinha assanhada! Tem que primeiro mamar gostoso a bengala do teu nego... deixar ela molhadinha pra eu enterrar nesse cuzão."

Saindo um pouco do transe, sentei-me na cama para iniciar o boquete ordenado. Só ai me dei conta que ele ainda estava vestido! Com um passo a frente, Soares colou sua mala estufada na minha cara, fazendo eu sentir a delícia que teria que abocanhar. Apalpava aquilo tudo, desabotoava suas calças e abria o zíper para libertar a fera... e ela surgiu! A cueca slip que ele usava jamais conteria aquela tora em plena ereção.

Um pau grande, marrom, grosso, duro, glande feito um cogumelo... em suma, engoli até onde pude! Por mais que me empenhe, não sou um mamador de primeiro time, principalmente se a rola for muito longa e grossa. Quando se aproxima de minha garganta, a ânsia é automática, levando-me, algumas vezes, até a desagradável situação de vômito. Já tendo chupado aquela maravilha da natureza antes, sabia até onde poderia engolir. Soares, mesmo sendo um taradão típico, compreendia minhas limitações e não fodia minha boca, deixava que eu ditasse o ritmo e profundidade do boquete. Morder aquela tora grossa e sugar com pressão aquela cabeçorra imensa era espetacular e ele gostava muito.

Enquanto me esforçava em engolir sua benga, Soares já estava nu também, deixando a mostra o amplo corpo mulato, com fartos pelos negros, de um fascinante macho quarentão. Sem tirar a pica de minha boca, me conduziu até eu ficar de quatro na borda da cama, de forma que minha bunda ficasse ao alcance de sua hábeis mãos.

Fazendo uso do lubrificante anestésico que deixei no criado mudo, umedecia meu ânus para receber aquele mastro viril. Quanto mais ele enfiava e girava os dedos no meu buraco, mais eu espremia com a boca aquela cabeçona arroxeada e mais empinava o rabo faminto, sinalizando o que e o quanto eu queria. Seus gemidos másculos e palavras sacanas elevam ainda mais o clima de tesão naquele quarto.

"Pronto, meu paulista bundudo! Tá na hora de sentar e levar rola do seu macho mineiro. Arreganha este cuzão e engole o caralho do teu nego, viadinho guloso!!", mandou transbordando de tesão, encapando o danado e deitando-se na cama, pernas abertas e pés no chão.

Fui para cima dele com a euforia de um menino que adora brincar na gangorra, mas sem a inocência infantil. De cócoras, mãos apoiadas naquele peito peludão, fui descendo meu traseiro de encontro a felicidade. O cacetão em riste resvalou em minha entrada mas deslizou por baixo do meu saco... tesão da porra que isso também dá! Subi a bunda e desci de novo... a porta ameaçou abrir mas o bicho escapou meu rego afora... "Cusinho arisco, né, seu puto! Deixa eu mostrar que manda aqui...", soltou absolutamente excitado, por entre os dentes.

Mantendo a pica em pé, firme, com uma mão, e com a outra conduzindo meu quadril, ajustou precisamente a mira e a bazuca acertou o alvo. Meu esfíncter cedeu e engoliu aquele cabeção gigante... Meu "aaaiiiiiiiiiiiiiiiiiii" soou alto e esganiçado, tentei refugar, mas Soares, com firmeza, segurou meu corpo e não permitiu-me a fuga.

"Relaxa este cu, tesudo. Você já levou esta rola e vai levar de novo"

A dor aguda foi breve, o anestésico rapidamente entrou em ação e o lubrificante fez sua função, levando a pica grossa para além de minha entrada rebelde. Com o alívio gerado, o tesão primordial tomou seu devido lugar... o pau mais gostoso do universo estava prestes a comer minha bunda!

Gradativamente fui sentando, subia e descia um tanto além da sentada anterior e quando dei conta, o sacão peludo já estava grudado na minha bunda. Pela segunda vez na vida aquele monumental aríete negro estava cravado no meu rabo. A euforia tomou conta de ambos.

"Eita! Que este cu é gostoso demais da conta, sô! Vai, meu paulistinha viado... senta e rebola no caralho do teu macho mineiro... Ahhhhhhhh! Tesão de cu! Senta, putão... senta mais...", dizia Soares arfando e com as mãos cravadas na minha bunda arrebitada.

"Ahhhhh... ahhhh! Que tesão!... ahhhhh.... ahhhhh! Este seu pintão grosso e cabeçudo me deixa doido de prazer!... ahhhh... ahhhh! Delíiiiiccciiiaaaa!!", falava eu, entre suspiros de prazer, sentando e rebolando mais que as cachorras do funk!

Dominados pela inundação hormonal, nos devorávamos. Beijos ardentes, beliscões nos mamilos, dedos chupados, pelos arrancados, pele arranhada... o domínio do frenesi!

Reassumindo sua condição de ativo dominante, Soares girou a nós dois e deixou-me em frango assado, com pleno poder de bombar meu cu como bem quisesse... e assim o fez! Aquela cabeçorra gigante batia forte dentro de mim, fazendo reverberar até meu umbigo. Parecia que aquele pau estava no meu estômago! Desconfortável com aquilo, pedi uma nova posição. Rateando um pouco, o pintudo faminto cedeu e permitiu eu ajeitar-me.

Mal durou uns 10 segundos. Enquanto buscava os travesseiros na outra ponta da cama, fiquei de quatro, rabo empinado, cu abertão... Soares não perdoou! Montou em cima e cravou com tudo... firme e forte. Daquela forma, não havia anestésico que minimizasse... doeu na alma e meu grito foi alto, mas breve, pois o malandro empurrou minha cara contra o colchão, abafando minha agonia. Se meu cu ainda tinha alguma prega remanescente, ela foi-se naquele instante.

Percebendo que animou-se além da conta, Soares segurou um pouco o arroubo da libido, aliviou um pouco a pressão do pau no meu cu e esperou eu me acostumar com a invasão abrutalhada. A dor aguda passou, o latejamento foi diminuindo com o regularizar de minha ofegante respiração e com meu corpo descendo na cama, ficando, como pretendia antes, deitado de bunda para cima.

"Puta sacanagem, meu!", disse irritado. "Assim você me arrebenta por dentro, me machuca. Adoro dar o rabo e ter prazer com um pau gostoso, mas odeio sentir dor desse jeito!", completei, ainda ajustando o rabo ao pau duro e grosso que permanecia enterrado em meu cu.

"Desculpa, gostoso... foi mal! Me empolguei demais com a foda, tava muito tesão teu cuzão mastigando meu cacete, não queria parar. Quando você arreganhou o cuzão de novo, não resisti... precisei meter meu trem nele", respondeu Soares ao pé do meu ouvido, com seu sotaque mineiro, deitado sobre minhas costas com o peito peludão me roçando, passando a mão em minhas coxas e suavemente mexendo a rola dentro de mim.

O sedutor sem vergonha já tinha me ganhado novamente, reascendendo o fogo no meu rabo, me fazendo rebolar e empinar outra vez. Afinal, aquele cilindro de ébano com cabeça de cogumelo que tanto eu desejava continuava enfiado em meu traseiro...

Maliciosamente rindo ao sentir os movimentos safos e pidões do meu corpo, da um sonoro tabefe na minha bunda, funga no meu cangote e afirma: "É, meu gostoso... parece que este teu bundão guloso já me perdoou... hehehe. Já te me convidando pro entra e sai bem apertadinho... hehehe".

Ciente que voltava a me dominar, levantou um pouco mais minha anca, posicionou os dois travesseiro por baixo e começou a tirar e enfiar aquela piroca tesuda no meu cu, a princípio lentamente, mas gradualmente acelerando o ritmo, batendo com vontade o sacão pesado no meu rabo insaciável.

Tresloucado, entre gemidos, repetia: "Ahhhhh... ahhhh! Que delícia!... ahhhh!... ahhhh! Que tesão... Rola gostosa... ahhhh... me come!... ahhhh!... me fode!.... me fooodddeee!"

Em poucos minutos gozei intensamente, do jeito que eu gosto: com a rola gostosa de um macho fodendo meu cu por trás, apertando minha bunda e bombando taradamente meu rabo empinado. Soares gozou na sequência, de tanto que pisquei o cu no meu orgasmo.

Fora de mim, urrava com prazer, de satisfação, pela realização. Viajei mais de 800 km para saciar um desejo, aceitando uma vontade que falava mais alto. Senti satisfação e até um certo orgulho de mim mesmo, por não me acovardar perante riscos ou moralismos castrativos, que tantas vezes já me fizeram abdicar de meus prazeres e desejos.

Mas não desta vez. Pois ali estava eu, deitado pelado na cama, com outro macho peludo e picudo, de bunda para cima, pau gozado, cu arrombado e feliz da vida. Ambos exaustos, mas saciados. Eu queria dar a bunda, ele queria foder um cu. Nos encontramos e aconteceu. E valeu a pena!

Encontrei mais umas duas vezes com o Soares, todas com o mesmo prazer grandioso. Mas, como outros em minha caminhada, acabei perdendo contato. Uma pena, mas uns se vão e outros chegam, coisas da vida. Agradeço os parceiros com quem já compartilhei o prazer intenso que só homens sabem dar, mas sigo em frente e foco no hoje pois sei que minhas vontades ainda tem muito a falar e há muitos machos ansiosos para escutar.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/engmen



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04/09/2016 00:29:14 - legal seu onto, mas muito demorado valeu.nõ deu muito tesaão.

27/08/2016 11:43:02 - Tenho uma história semelhante e sua narrativa me fez lembrá-la. Nota 10.

27/08/2016 11:31:44 - belo conto vc sabe escrever adorei

27/08/2016 10:43:01 - gostei parabem iso mesmo ainda tem muito o que vir pela frent abraço

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