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 Contos Eróticos

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Outros: Primeira vez com Patrick

Desde cedo comecei a perceber a minha sexualidade. Aos nove anos já brincava no banheiro com o priminho na casa da minha avó. Mas era só pegação: um pegava no bilau do outro e era só isso; inocente e bonito. E foi o começo.

Quando tinha doze anos um primo, Bill, me arrastou até a casa dele e tentou me seduzir. Pediu abertamente que eu lhe desse a bunda. Neguei, relutei, disse que nunca tinha feito isso, esquivei-me o quanto pude e virei as costas para ir embora.

- Eu deixo você dar uma volta na minha bicicleta...

Profundamente interessado na bicicleta incrementada, concordei de imediato e fomos para o banheiro. Ele estendeu a toalha no chão e pediu que eu deitasse de bruços, bunda para cima. Foi até o armarinho e pegou vaselina, lubrificou meu cuzinho e em seguida untou o pau enorme, cabeçudo e apontado para cima. Assustei com o tamanho... Bill era novinho e tinha um pau descomunal, eu certamente não suportaria.

Pediu então que eu arrebitasse a bunda e continuou com os dedos; em seguida esfregou o pau deixando-o deslizar gostosamente pelo meu rego, subindo e descendo, às vezes se demorando mais no anel anal.

De repente, sem que eu pudesse prever, ele estocou com força e me penetrou violentamente. Uma dor horrível... Urrei, saltei de lado e quase chorando falei que não queria mais, que ele havia me machucado. Inconsolável, fui embora com lágrimas nos olhos sentindo uma dor lancinante no ânus dilacerado, andando devagarinho, as pernas abertas, humilhado. Naquele instante jurei a mim mesmo que aquilo jamais se repetiria.

E assim fui levando a vida e cumprindo minha promessa. Anos se passaram e agora sou um adulto, casado com Giulia, pai de duas filhas: Sophia e Lenora. Sou advogado de uma grande empresa multinacional com escritórios espalhados pelo mundo e tenho uma vida tranquila, tanto emocional quanto financeira. Minha esposa é uma bela italiana da região da Emília Romanha, norte da Itália, que conheci em um congresso no Rio de Janeiro. Logo nos apaixonamos e casamos.

Visitei a Itália, conheci seus parentes, e casamos duas vezes: uma em Cesena com festa tradicional italiana, e outra em Curitiba, onde morava, desta vez com meus familiares e amigos próximos, além de alguns parentes de Giulia que vieram da Itália especialmente para a ocasião.

Numa noite quando fazíamos sexo, Giulia pôs-se a passar a mão em minha bunda. Fiquei cabreiro esperando para ver a continuidade daquele ato quando o senti o dedinho atrevido a brincar no meu anel. Ela viu que eu estava apreciando quando comecei a movimentar o quadril suavemente. Sorriu, foi ao aparador e pegou um creme. Perguntei o que pretendia fazer.

- Vou brincar um pouco com você, meu "ragazzo".

Dito isso, lubrificou o meu cuzinho e passou a dedá-lo.

- Pare, querida, isso não é coisa que se faça com um homem - falei com cara de ofendido.

Mas dizendo que isso não me deixaria menos homem, Giulia argumentou que a brincadeira estava gostosa e que eu também haveria de gostar, "lasciare correre alla deriva". Naquele instante o meu cu piscou com vontade e eu acedi silenciosamente.

A partir dessa noite eu sempre aguardava ansioso por umas dedadas quando tínhamos relações sexuais e a nossa vida conjugal melhorou bastante; às vezes fazíamos sexo até três vezes ao dia.

Tempos depois ela engravidou e a coisa amenizou; logo em seguida outra filha. Por fim, a rotina doméstica, a correria atribulada do dia-a-dia e o trabalho estafante no escritório (que havia expandido suas atividades) foram retirando pouco a pouco o tesão que a gente sentia um pelo outro.

E Giulia, por sua vez, passou continuamente a queixar-se da vida, das noites mal dormidas, da febre ou gripe que nossas filhas haviam contraído, da minha falta de solidariedade, etc. Tudo isso num italiano misturado com português, às vezes gritado. A vida no lar então se tornou insuportável, e dessa forma passei a procrastinar ao máximo a hora do retorno para casa depois da jornada de trabalho, geralmente sentado numa mesa de bar no centro da cidade a ler um jornal ou revista enquanto degustava o chope gelado acompanhado de um cálice de brandy.

Certo dia sentei-me no bar costumeiro. Após ser servido pelo garçom, abri o jornal e fiquei a folheá-lo distraidamente. Deparei-me de repente a ler os classificados e prontamente um anúncio me despertou a atenção: acompanhantes. Garotos e garotas de programa, cada um a se descrever maravilhas, discrição e sigilo total. Temeroso de que alguém pudesse ver o que eu estava lendo, fechei rapidamente o jornal e coloquei-o de lado.

O tempo foi passando. A vida, no entanto, continuava a mesma chatice. Não mais procurava Giulia e somente através da masturbação eu conseguia extravasar os meus impulsos e desejos sexuais. Passei a me masturbar quase que diariamente; e depois a enfiar um dedo no cu durante os banhos quentes e demorados.

Quando estava na ativa com Giulia, eu sempre comia o cuzinho dela e ela adorava. Um dia refleti comigo: será que eu aguentaria agasalhar um pau do tamanho do meu enfiado em mim? (o meu pau não é grande: dezesseis centímetros, rosado, veias salientes). Esse pensamentos me trouxe repentinamente de volta ao dia em que Bill enfiara o seu pau com violência em mim. Com um estremecimento, uma saudade indefinida me sombreou a alma.

A partir de então comecei a introduzir objetos no canal do reto. Percebi que o relaxamento tornava a penetração suave e quase indolor. Corajosamente passei a me desafiar e a sacrificar impiedosamente o meu pobre cuzinho com objetos que iam gradativamente aumentando de tamanho. E eu estava ficando especialista em meus experimentos.

Com o passar dos dias eu me pegava buscando coragem para ligar para um desses garotos dos classificados. Certa feita liguei e quando atendeu, desliguei. Dois dias depois voltei a ligar.

- Alô.

Era uma voz normal de homem. Patrick, vinte sete anos, branco, loiro, versátil. Marcamos o encontro. Ele me esperaria na porta de uma loja conhecida no centro. Parei o carro e ele entrou.

Cumprimentamos e no segundo seguinte eu estava a analisá-lo: bonito, estatura mediana, corpo normal, sem barba; aparentava ter menos idade, mas isso não foi empecilho. Fomos a um motel na saída da cidade. Eu estava tenso, mas queria aparentar tranquilidade.

- É sua primeira vez?

Confirmei com um sorriso amarelo. Seguimos o trajeto em silêncio.

Ao chegar ao motel, enquanto ele abaixava o toldo fechando a garagem, entrei no quarto. Nesse curto espaço de tempo meus olhos percorreram a alcova. Era um motel de padrão elevado e status, conceituado na cidade pelo seu luxo e conforto, razão pela qual vários amigos solteiros faziam questão de dizer que lá haviam estado com fulana ou sicrana. E não exageravam.

Patrick entrou e fechou a porta. Aproximou-se de mim e me deu um beijo na boca. Beijo suave, quase um selinho.

- Não fique tenso, vou ser carinhoso com você.

Dizendo isso começou a desabotoar minha camisa e a alisar o meu peito. A mão passava carinhosamente pelos mamilos; depois veio com a boca, a língua me arrepiando por inteiro. Deixei-o continuar até quando ele abriu minha calça. Ajudei-o na tarefa e fiquei só de cueca, de frente para ele. Patrick me puxou e beijou meu pau por cima da cueca, enquanto suas mãos acariciavam as minhas coxas.

Naquele instante eu estava a vivenciar um sonho mágico, embora a realidade fosse trunca-da, compungida, bem como aliada a um corrosivo sentimento de culpa e arrependimento. Um macho estava a me bolinar, eu, heterossexual, casado, pai. Pedi que ele parasse e solicitei pelo interfone uma bebida: gin.

Duas doses foram o bastante para me descontrair. Num repente as coisas ficaram claras e bem mais simples. Eu agora já podia enfrentar com menos censura o que viesse pela frente... ou por trás.

Aproximei-me de Patrick e o beijei demoradamente. Tirei-lhe e roupa e iniciei um boquete. O pau não era grande (eu mesmo já introduzira objetos mais grossos e compridos no ânus). Cheirei-lhe as virilhas, senti seu cheiro de macho, lambi suas bolas. E da base do pau ia até a glande, colocava tudo na boca. Macio. Bom. Deixava escapar um caldinho que eu lambia arrebatado.

Deitamos na cama e entre beijos e amassos ele começou a massagear meu cu. Pegou um gel e foi enfiando um dedo, circulando na portinha. Fiquei de quatro e o chamei.

Patrick colocou a camisinha, passou mais um pouco de gel no meu rabo e apontou seu pênis em direção ao meu orifício. Numa pré-embriaguez, eu estava solto e deixei-o penetrar em mim sem resistência. Começou a bombar e a dizer que eu era muito gostoso, que meu rabinho era quente e apertadinho. E confessou: o meu jeito de executivo bem sucedido era de dar água na boca de qualquer macho.

Ficamos assim durante uma boa hora nessa sacanagem. Perguntou se eu queria comê-lo, mas como eu já tinha bebido e estava um pouco embriagado, recusei.

Dessa forma, aos trinta e seis anos de idade, eu fui apresentado ao mundo homossexual.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/



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16/08/2016 16:46:22 - Gostei do relato é em sintese parecido com o meu. Pode servir de estimulo para outros homens descobrirem o prazer homo q é umam delicia!!!!

14/08/2016 21:05:08 - Muito bom. Fiquei excitado com o lance entre vc e sua esposa. Adoraria ter uma esposa liberal assim. Mas infelizmente a minha não é e não passa pela cabeça dela que eu faça sexo com homens.

14/08/2016 20:45:15 - Muito bem narrado! Parabéns! Tem mais episódios a serem revelados?

14/08/2016 19:09:06 - Adorei tua história... parecida com a minha até a ousadia de telefonar para o GP... continuo frustrado e sem coragem... abs e bjs

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