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 Contos Eróticos

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Outros: O quarto de chão batido e paredes nuas

Não lembro o dia, nem o mês, mas o ano eu consigo imaginar que tenha sido por volta de 1997 ou 1998, portanto no começo da minha adolescência.

Recordo que o dia era quente, era outono, terminei as lições de casa e fui brincar com meu amigo H. que tinha a mesma idade que eu. Brincávamos a tarde toda. Muitas vezes com outros garotos da nossa idade e também com os mais velhos, de 16 a 18 anos, pra nós era como se todos tivessem a mesma idade. Neste dia em especial ninguém podia brincar, somente H. e eu.

Por estar muito quente não fomos muito longe de casa, como morávamos no interior de minas, tínhamos a cidade inteira pra brincar, incluindo mangueiras no meio do nada, aonde íamos para chupar manga e passar à tarde. Por curiosidade olhei no Google outro dia e lá estão elas, ainda no mesmo lugar (ou não, mas histórias elas tem). Brincávamos basicamente no fundo do quintal da minha casa onde havia uma construção, lá também havia uma grande mangueira e brincávamos na sua sombra.

De repente meu amigo me mostrou:

- Olha, aquele é o Bill.

- Quem é Bill? Perguntei curioso.

- O Filho do GunGun.

Pronto, ajudou muito, eu sabia quem era GunGun, pois era o dono da única sorveteria da cidade e morava na quadra em frente a mim. Só isso que sabia até o momento. Mas fiquei curioso do porque ele ter me mostrado com tamanho fascínio o Bill. Perguntei por que ele falou daquele jeito, ele queria que eu conhecesse o Bill, mas ele não me disse, não me deu detalhes, apenas resumiu a voltar a brincarmos.

Fiquei com aquilo na cabeça, Bill era um homem com outro qualquer, 32 anos, porte médio/alto, corpo normal, pele morena jambo, quase mulata, olhos castanhos claros e cabelos negros espetado, barba sempre cerrada e estava sempre usando um jeans surrado e camisa social manga curta, pois sua família era evangélica e não podiam usar bermudas.

Certamente se do fundo do lote vimos Bill passando na rua, claro que ele também nos viu. Meia hora depois ouvimos um barulho dentro da construção que ainda estava com as paredes sem reboco e sem portas e janelas, basicamente paredes levantadas e telhados. Brincávamos muito de caçadores de mistério naquela época, éramos changemans, Bionicos, Cavaleiros do Zodiaco, etc, e fomos ver o que era o misterioso barulho dentro da casa.

Como gatunos fomos pé por pé até chegarmos a um cômodo, onde aparentemente seria ume dispensa, localizada no final da casa. E para nossa surpresa, lá estava Bill, encostado na parede, com as calças arriadas até o joelho, camisa de botões manga curta levantada até a altura do peito, cueca no meio das coxas, na mão esquerda uma revista destas vagabundas de pornografia barata e na mão direita uma rola linda e enorme com um saco enorme, com lindas bolas balançando. Bill se masturbava quando chegamos no cômodo e assim ficou depois que entramos e ficamos petrificados com aquela imagem.

Até então o primeiro homem que havia visto nu na minha vida, nu e com uma ereção pronta. Como disse, masturbando ele estava e masturbando ele continuou como se nós não estivéssemos ali.

Lembro-me perfeitamente bem, o cheiro de suor e chão batido que pairava no ar, aquele dia quente, aquela construção inacabada e aquele homem suado se masturbando na minha frente me causam calafrios até hoje. Já havia brincado com meus primos, mais novos e da minha idade, mas aquilo era diferente, na minha frente havia um Homem. Ficamos alguns minutos naquela situação, ele não fazia nada além de se masturbar, nós também, nada além de olhar. Então ele baixou a revista, e fez um gesto com a cabeça para que fossemos até ele, nos aproximamos alguns passos, suficiente para sentir o cheiro de suor aumentar. Ele fez um gesto para que tocássemos no seu membro duro e viril, ficamos parados, intactos, nada mais foi dito, Bill continuou a se masturbar até chegar ao gozo. E o que foi aquela gozada, farta, com jatos fortes, com um cheiro que até hoje lembro perfeitamente bem, fiquei admirado olhando pra aquele pau babado de gozo, pingando, enquanto ele levantava lentamente a cueca, depois as calças, baixava a camisa, enrolava a revista e colocava em um buraco no meio dos tijolos expostos da construção e saísse do cômodo em silêncio, apenas tocou com a mão no meu braço na saída, aquele toque me estremeceu da cabeça aos pés. Foi a primeira vez que vi um homem gozar.

Pronto, nada mais de Bill, apenas seu cheiro no quarto de chão batido e paredes nuas. Falei para meu amigo H. para olharmos a revista, mas ele disse que não, pois aquilo era proibido, como sua família era evangélica, ele não podia ver revistas pornôs, pois era pecado. Nenhum comentário sobre o homem de membro duro que se masturbava na nossa frente há minutos atrás, mas tudo bem, eu não sabia o significado de hipocrisia até então.

Voltamos para a brincadeira e não muito tempo depois a mãe do meu amigo H. o chamou para fazer a lição casa (ele sempre esperava eu fazer minha lição para pegar o meu e "ver como eu tinha feito"), ele foi pra sua casa e eu voltei para a minha. Voltei e fui brincar no quintal de casa, de onde ao subir em uma pilha de tijolos dava pra ver exatamente a porta onde ficava o cômodo. Eu ainda estava tentando entender o que foi aquilo, não fazia sentido, um homem, se masturbando, com o pau duro, o saco balançando com o movimento, suado, cheirando a sexo, na minha frente. Aquilo não era errado? E o que era aquilo que eu sentia? Eu gostei, eu sabia que era "errado", mas eu gostei, gostei e queria toca-lo. Por que eu não o toquei? Ah, meu amigo estava do lado, não seria certo fazer aquilo com ele do meu lado. Enfim, fiquei brincando sozinho até umas cinco da tarde, que como era outono, ainda estava claro.

Então tomei uma decisão corajosa. Queria ver aquela revista, e mais, queria me masturbar vendo aquela revista, sim, eu não era de todo inocente, já sabia exatamente como me masturbar e já ficava babado naquela época embora ainda não ejaculasse. Falei com minha mãe que iria brincar com meu outro amigo, G. que morava em frente à construção. Discretamente atravessei um terreno vago que cortava caminho na diagonal até a rua adjacente e com o coração batendo forte entrei no lote onde se encontrava a construção. Entrei olhando a casa inteira, como se alguém me pegasse ali sozinho no final de tarde, dizer que estava só olhando a casa ia ser uma boa desculpa, passei por todos os cômodos e cheguei no final, onde se encontrava o quartinho de chão batido e paredes nuas, procurei a revista no buraco onde vi que Bill a colocou, mas não estava, então me veio um misto de frustração e conforto, mas mesmo assim continuei procurando, olhei tudo e vi que ela estava no alto da parede, entre a parede e o telhado, tentei pular pra pega-la mas não consegui, então subi em um cavalete que estava ali (cavalete são duas estruturas de 4 poios que sobre elas eram usadas taboas para que a obra fosse feita no alto). Subi no cavalete e alcancei a revista, quando a peguei que me virei pra descer, dou de cara com Bill e me tremi todo, quando ele disse.

- Se quisesse podia ter pedido pra ver, eu pegava pra você.

Fiquei gelado, sem cor, toda a excitação sumiu, fui pego no flagra, com uma revista pornô na mão, "e se ele contar para meu pai" era a única coisa que me ocorria.

Então ele disse pra eu descer senão ia cair e me machucar. Quando fui colocar a revista de volta ele disse que eu podia ver, que não tinha problema. Desci com a revista, ele me estendeu a mão e eu peguei naquela mão grande e grossa, cheia de calos pelo trabalho duro, desci, não tinha reação, não sabia o que fazer. Então Bill disse:

- Pode abrir a revista, pode ver, tem umas mulheres gostosas aí.

Abri a revista, não falava nada, só sentia uma mistura de prazer e medo em estar fazendo aquilo ali, na frente daquele homem. Via a revista e não consegui conter a excitação, fiquei de pau duro, mas não olhava para as mulheres gostosas como ele havia me dito, eu só olhava para os homens das fotos e seus membros viris. Em determinado momento ele se aproximou de mim e fiz menção de sair, ele pegou forte no meu braço e falou: - Não se preocupe, não vou contar nada pra ninguém.

- Nem para meu pai? Perguntei com a voz tremula e com um misto de alivio e curiosidade.

- Não. Nem pra ele, pode ver tranquilo, mas se você contar pro H. eu chamo a polícia e vão te prender por ver revista de sacanagem, vão te prender e não vão mais deixar você ver seu pai e sua mãe, nem ninguém, não pode contar pra ninguém ta?

Fiquei apavorado com a ideia de ser preso naquela idade, de não ver mais ninguém, mas também não queria deixar aquilo passar.

- Ta gostando?

Acenei que sim com a cabeça.

- E do que você ta mais gostando?

Eu não tinha reação, só conseguia desviar o olhar dele para a revista e da revista para ele.

- Esse cara tem um pauzão né? Olha como ele mete na bucetinha dessa mulher. Disse ele passando a mão no pau por cima da calça que a esta altura já estava duro.

- Deve doer, olha o tamanho do pau. Foi só o que eu consegui dizer.

- Dói não, essa é a cara de tesão dela.

Assenti com a cabeça.

E então ele se aproximou ainda mais de mim, foi abrindo a calça, desabotoou, baixou o zíper e baixou a calça até os joelhos, como antes e em seguida baixou a cueca até o meio das coxas exibindo seu membro duro feito pedra, apontando para a minha direção, me lembro daquele membro cheirando a porra e a suor bem na minha frente. Era um pau grande, grosso, com a cabeça de um tamanho normal e engrossando ao longo do pau, ficando extremamente grosso do meio até a base, com pentelhos negros e um saco enorme balançando.

Então ele falou.

- Pega nele.

Eu não tinha reação. Não sabia o que fazer, só sabia que eu queria muito, mas não conseguia me mover.

Sentia o cheiro do chão batido, do suor daquele macho rustico e viril, o cheiro de porra, pois certamente ele não havia tomado banho depois daquela gozada, estava tudo ali e eu cheio de medo e tesão, com o corpo em cólera de desejo. - Pega nele. Ele repetiu com a voz mais grave.

Então peguei em suas bolas, como eram grandes, macias, pesadas. Na proporção da minha mão para aquelas bolas, seria como se hoje eu segurasse laranjas. Que delicia segurar o saco daquele homem, eu apertava, pegava em um ovo, depois em outro. E meu corpo queimando de desejo.

Então ele pegou minha mão com sua mão áspera e colocou em seu pau.

Como esquecer a primeira vez em que peguei no pau de um Homem. Um membro duro, rijo feito pedra, grande e grosso de tal forma que minha mão estava longe de fechar segurando aquela jeba morena, que delicia poder pegar em um pau de um Homem, aquele membro duro e macio ao mesmo tempo.

Então ele começou a fazer um movimento de vai e vem com minha mão. Um movimento que eu já conhecia bem. Eu estava tocando uma punheta para o Bill, para um Homem, era o fascínio que me ocorria naquele momento.

Um tempo ficamos naquele jeito, eu o masturbando e ele segurando a revista pra vermos, até que ele baixou e começou a beijar meu pescoço, sua barba cerrada fazia cocegas, me arrepiava, até então eu não sabia o que era beijar, nunca havia beijado ninguém, e ali, naquele quarto de construção, com chão batido, paredes nuas e cheiro de reboco, aquele homem estava beijando meu pescoço e me segurando com suas mãos fortes. Lembro-me de sentir certo nojo daquela língua úmida passando no meu pescoço e me deixando molhado por onde passava.

Então Bill fez o algo que eu não esperava daquela situação. Beijou minha boca. Senti sua barba cerrada passando no meu rosto, ele me apertava contra sua boca com tanta força agora, que sua barba não mais fazia cócegas, machucava, espinhava. E sua língua tentando irromper minha boca que eu cerrava com todas as minhas forças, fazendo movimentos circulares e de penetração sua língua passava por todo meu rosto, por toda minha boca, queixo, bochechas, deixando tudo molhado, neste momento tentei lutar contra, soltei seu membro e tentei me desvencilhar dele, me sufocava, me deixava sem ar, tentei retirar minha cabeça de perto, mas ele me segurou com mais força, foi então que entendi que seria melhor deixar, e abri minha boca, onde fui penetrado por aquela língua voraz e sedenta, ele me apertava e me beijava com força, me sugava como quem sugava minha alma e enfiava sua língua em minha garganta como se quisesse me penetrar inteiro com ela.

Ficamos naquela situação até que ele passou a mão sobre minha bunda, eu sabia bem o que ele queria, mas eu jamais deixaria algo tão grande como aquele entrar em mim, nem meus primos mais jovem tinham conseguido me penetrar até então, sempre doía muito quando brincávamos, aquele monstro que não iria entrar em mim.

Mais uma vez tentei sair dali e ele mais forte que antes pegou pelo meu braço e me disse.

- Deixa eu meter em você.

- Não.

- Deixa, eu meto devagar.

- Não, vai doer.

- Doe não, eu já meti no H. e ele nem sentiu nada. Só não pode contar pra ele que te contei.

- Vai doer sim, o L meu primo tentou me comer e doeu muito.

- Vem aqui, deixa eu colocar só a cabecinha então.

- Não, tenho que ir embora, minha mãe daqui a pouco vai me chamar.

- Quando ela chamar você vai. Deixa eu meter em você. Só a cabecinha, se doer eu tiro.

- Não. Não quero, não gosto disso, não sou mulherzinha.

- Não, mulher não gosta de dar o cu, isso é coisa de homem, vem aqui só a cabecinha e deixo você ir embora. Disse ele apertando ainda mais forte.

- Não Bill, deixa ir embora.

- Deixa só eu esfregar ele na portinha do seu cu então, não vou meter não, só esfregar e deixo você ir.

Com a promessa de que nada aconteceria, cedi e fiquei, até porque de nada adiantaria eu com meus 12 anos lutar contra um homem de 32.

Fiquei e deixei que ele continuasse a me beijar, e aos poucos foi passando a mão na minha bunda, primeiro sobre meu short, depois enfiou a mão dentro e com um dedo enorme e grosso, começou a massagear meu cuzinho que piscava e se contraia de tesão. Eu ali, segurando aquela vara grossa e grande, sendo beijado por aquele homem cheirando a suor de macho e ele com sua mão dentro de meu short massageando minha bunda e meu cuzinho, me fazia delirar, eu estava totalmente sendo possuído por ele.

Foi então que ele baixou meu short e cueca até o joelho e começou a apertar mais forte minha bunda. Ele cuspia na mão e passava freneticamente o dedo cheio de cuspe no meu cu, nos momentos em que ele tirava a mão para cuspir mais uma vez, eu sentia minha bundinha toda molhada e melada.

Então ele conseguiu enfiar um dedo, tentei tirar, mas ele segurou dentro falando baixo no meu ouvido. - Viu, meti o dedo, nem doeu.

De fato não doeu, eu senti um prazer enorme naquilo, mas uma coisa era o dedo, outra, era aquele pau enorme que minha mão nem fechava de tão grosso, ser enfiado no meu cu que até então só tivera sido penetrado por seu dedo. Então ele me empurrou no canto da construção, entre duas paredes e baixou meu short ainda mais baixo e começou a roçar com aquele pau enorme na minha pequena bunda, passando nas nádegas, uma, depois a outra, esfregava freneticamente o pau em toda minha bunda, e eu sentindo minha bunda melada e gosmenta, pois a essa altura não era só sua saliva que lubrificava minha bunda.

De repente ele fez um primeiro movimento de penetração, eu me mexi para não deixar e peguei no seu pau com a mão o tirando. E ele disse no meu ouvido.

- Não vai doer não, só vou passar o pau na portinha.

- Não enfia não, por favor. Pedi, temendo a dor.

- Não vou meter não, só passar na portinha.

E continuou passando aquele pau enorme na portinha do meu cu.

Então ele falou.

- Posso colocar só a cabecinha? Se doer eu tiro.

Só o que consegui fazer foi acenar com a cabeça que não.

Ele então levantou meus braços que até então eu usava pra não dar de cara contra os tijolos da parede, e os segurou com uma das mãos, com a outra mão ele deu uma cuspida do fundo da garganta, e esfregou toda aquela escarrada no meu cu.

Naquele momento me senti todo lambuzado, e então Bill me forçou ainda mais contra a parede, e falou no meu ouvido.

- Vou colocar só a cabecinha.

Não fiz nada pois o peso dele já estava praticamente me imobilizando contra o canto da parede. Só disse um inaudível, não.

Ele empurrou o pau que de tantas dedadas e cuspidas entrou a cabeça, de fato não doeu tanto, senti uma dor, mas nada tão forte quando o que estava por vir. Ele ficou todo teso com aquela situação, senti sua excitação aumentando, seu membro mais duro e pulsante que antes, ou era meu cu que pulsava com aquela cabeça penetrando meu cu até então virgem.

Ele me disse no ouvido.

- Viu, falei que não ia doer.

E ficou fazendo movimentos de vai e vem só com a cabeça do pau dentro de mim.

Até que em determinado momento o pau saiu, tentei mais uma vez me desvencilhar e ele me empurrou contra a parede e falou.

- Fica quietinho, ta gostoso, você não está gostando?

Assenti com a cabeça, no fundo eu estava gostando.

Então ele voltou a lambuzar meu cu de cuspe, passou aquele pau enorme na porta do meu cuzinho piscando e enfiou devagar a cabecinha, a esta altura eu me tremia todo, pernas bambas, com meu corpo febril de tesão, culpa, desejo e medo, mas quando entrou pela segunda vez sem doer, apenas com aquele costumeiro latejar, eu relaxei, deixei ele continuar os movimentos, confiei, ele sentindo aquilo me falou baixinho bem no ouvido.

- Vou meter tudo no seu cú. Se você gritar eu vou chamar a policia e ainda vou te bater.

E dito isso me espremeu forte no canto da parede, o peso daquele homem me apertando contra a parede me esmagava, eu sentia o cheiro do chão batido, dos tijolos da parede, sentia o cheiro de suor, o cheiro de tesão no ar. Bill me empurrou com tanta força que não conseguia mais me mexer, no desespero tentei me desvencilhar e ele falou alto e forte.

- Fica quieto, vou meter em você.

Aquilo me deixou apavorado, tentei sair, meu short baixo me limitava os movimentos da parte de baixo e o corpo suado e forte do Bill me prendia na parte de cima, além dele segurando minhas mãos pra cima.

Então o senti colocando a cabecinha na porta e com uma violência que ele até então não tinha usado, empurrou com força aquela jeba grossa pra dentro de mim.

Me senti sendo rasgado, tentava me mexer e não conseguia, não podia gritar pois o medo não deixava, gemia de dor, gemia alto e quanto mais eu gemia, mais ele me forçava contra a parede, mais violentamente ele empurrava seu pau pra dentro de mim, pouco a pouco senti cada cm daquele pau que ate então tinha sido o maior que vi na vida entrar no meu cuzinho virgem, até que depois de fortes socadas senti que tinha entrado tudo pois ele parou e senti seu saco encostando na minha bunda. E então ele começou a fazer movimentos, começou a socar com tudo, eu pedia pra parar mas ele não parava, só ouvia seus gemidos guturais, ele me forçava contra a parede, com uma mão segurava meus braços pra cima, com a outra agora me segurava pela cintura, ainda me espremendo contra a parede. E socava, enfiava com força, eu sentia seu saco enorme batendo na minha pequena bunda enquanto ele gemia, gemia feito um bicho, eu pedia pra parar, falava que estava doendo, mas isso era como se fosse combustível para seu tesão, mais forte ele socava, então eu não pedi mais pra parar, apenas chorava calado, só lágrimas escorrendo. E Bill não parava, eu sentia meu interior sendo rasgado e socado, meu cu latejava e doía, foi assim por um bom tempo. E ele dizendo. - Viu, falei que não doía. To metendo meu pau no seu cu, não era isso que você queria?

Eu gemia de dor, minhas pernas tremiam, eu sentia um misto de arrependimento e tesão, culpa e excitação, dor e prazer. E ele afirmando no meu ouvido, falando entre gemidos.

- Que delícia meter no seu cu menino. Que cuzinho apertado.

E continuaram as socadas fortes, não demorou muito e aumentaram as socadas, a força com que ele metia aumentou, o ritmo aumentou, eu sabia o que ia acontecer, ele me apertou com força na cintura, por onde passava seu braço direito, me espremeu ainda mais contra a parede com seu corpo todo molhado de suor. Bombou com tanta força que cheguei a ver estrelas de tanta dor, e num determinado momento me avisou o que ia acontecer, entre gemidos. - Vou encher seu cuzinho de leite menino. Vou gozar dentro do seu cuzinho.

E então as socadas chegaram a um ritmo em que senti todos meus órgão interiores sendo currados e então pararam. Só conseguia ouvir os gemidos dele, que a essa altura já não estavam baixos. Ele gemia e me apertava. Então neste momento ele me tirou do canto da parede e me puxou pra junto do seu corpo, me mantendo suspenso no ar , me segurando agora com as duas mãos pela cintura, enquanto jorrava aquele leite quente dentro de mim.

Depois daquilo, ele me baixou, senti meus pés descalços tocando o chão, minhas pernas estavam bambas, e Bill ainda estava todo dentro de mim, pulsando os últimos jatos de seu gozo. Eu ainda sentia meu corpo arder em cólera, uma revolta, um tesão, uma excitação sem limites. Sentia meu cú pulsando forte em seu pau e seu pau pulsando ainda dentro de mim. Ele tirou pouco a pouco, eu sentia cada cm daquele maior pau que tinha visto até então saindo de dentro de mim, doía, ardia, machucava. Então só me lembro dele dizendo baixinho.

- Nem sujou.

Nem Sujou? Naquela época não entendi o que aquilo significava, hoje sei.

Fiquei ali apoiado na janela daquele pequeno cômodo de chão batido e paredes nuas, com o short ainda baixo até o joelho e com as pernas tremulas, não ousei olhar pra trás, sabia que ele estava ali me observando, ouvia sua respiração ofegante, o que se passava em sua cabeça? Quanto a mim, só olhava pra fora e via que o sol estava se pondo, já começava a escurecer. Sentia meu cu latejando muito e uma dor horrenda dentro de mim, comecei a sentir uma ardência no cu que não sabia o que era, com as mãos tremendo toquei minha bunda com todo cuidado pra não doer ainda mais e vi que a porra do Bill estava escorrendo pelas minhas pernas.

Então olhei pra ele. Ele estava vestindo as calças e saindo pra dentro da construção.

Fiquei ali um tempo, vesti a cueca com todo cuidado, depois vesti o short, a revista estava jogada num canto do quartinho. Abaixei, peguei-a e comecei a folear, via todos aqueles paus enormes dentro daquelas mulheres grandes e já adultas e no fundo eu sentia orgulho de ter aguentado uma rola tão grande quanto aquelas tendo a pouca idade que eu tinha.

Me limpei o máximo que pude, sequei minhas lagrimas com a camiseta, guardei a revista no buraco da parece e fui pra casa fingindo que estava brincando com meu amigo G., o banho foi muito dolorido, como ardia, e ainda me sentia todo dolorido por dentro, eu ficaria dias sem conseguir sentar ou ir ao banheiro sem sentir dor. Mas o orgulho de ter aguentado aquela rola imensa de um Homem, foi maior, me sentia orgulhoso, não menos homem, mas mais forte, por ter aguentado toda aquela dor. Adoraria ter contado para meu amigo, mas mesmo sabendo que ele já havia passado pelo mesmo que eu, não contei. Fiquei quieto, absorto em meus pensamentos, pensando em quanto foi doloroso e prazeroso ao final das contas. Terminei meu banho e antes de dormir naquela noite, me masturbei pensando no Bill.

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20/12/2016 08:52:46 - belo conto esse valeu a pena ler, excitante demais muito bom mesmo

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