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 Contos Eróticos

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Outros: O professor

Acordei às 6:37 da manhã, sentia meu corpo todo doer pela noite de ontem, nunca havia bebido tanto ou fodido tanto em minha vida.

Minha cabeça latejava anunciando a ressaca e eu ainda estava atrasado para a aula.

Levantei antes que alguém aparecesse e visse meu estado: nú, com olheiras ao redor dos olhos, sinal de que não tinha dormido tão bem, lábios rachados e inchados pelos beijos e o cabelo completamente desgrenhado.

Tomei um rápido banho frio para despertar e vesti-me com o uniforme da escola. Desci as escadas em direção à cozinha e lá peguei uma maçã, saí apressado com a mochila nas costas e por sorte ainda encontrei o motorista do carro - cujo meu pai insistia que me levasse todos os dias para a escola, coisa um tanto quanto desnecessária, pois já tenho carteira.

O mandei me levar para aquele lugar o qual fui obrigado a estudar nos últimos dois anos como forma de castigo por ter reprovado e quase batido o carro num poste enquanto voltava bêbado de uma festa, talvez este também seja o motivo de eu não poder usar mais o meu carro.

Cheguei lá às 7:04, e infelizmente não escapei de uma advertência do diretor.

Aquele velho rabugento provavelmente levou um fora da própria esposa na hora do sexo e está descontando suas frustrações no primeiro que vier pela frente.

Depois de ouvir os avisos e broncas do diretor eu segui para a sala 3B e fui recebido por um olhar verde intenso, aqueles lábios rosados levemente abertos, macios e finos que logo me fizeram imaginar um boquete feito por aquela boca em meu pau.

A visão do professor magro e de aparência delicada me fez suspirar pesadamente e eu quase corri para a minha carteira antes que notassem a ereção entre minhas pernas.

- Bom, como dizia, quero que estudem os conteúdos que irei anotar no quadro para a prova de quarta. - Yuri, o professor no qual me fez ficar duro, continuou a dizer o que, quando entrei acabei por o interromper. - Vale lembrar que como sendo a última avaliação de vocês, ela é decisiva.

Ele andava de um lado à outro frente a turma. Depois, ao chegar perto de sua mesa, pegou um pincel preto, voltou-se para o quadro e começou a anotar algo. Quando terminou, virou-se e, olhando para mim disse: - O fato de reprovar em matemática pode ser evitado caso estudem, é o último ano do ensino médio e não pensem que seram poupados por isso.

Engoli em seco. Afinal, Yuri sabia que meu pai era um dos homens mais influentes da cidade e que eu já havia subornado (ou pelo menos tentado subornar) alguns professores no ano anterior.

As aulas que se seguiram foram não muito melhores mas eu sobrevivi ao inferno.

Quando ia saindo vi Yuri andando à passos firmes para o seu carro. O chamei e ele se virou surpreso.

- Sabe prof eu pensei muito sobre o que me disse na sala de aula. - falei chegando cada vez mais perto, o encurralando para o seu Ford.

- E a que conclusão chegou? - disse meio sem jeito, olhando para os lados, com medo de ser notado com um aluno.

- Que eu preciso de aulas particulares. E que você poderia me ajudar com isso... - falei, com a voz suave quase como um sussurro perto de seu ouvido. O senti tremer.

***

Eu estava no meu quarto, vestido apenas com uma calça cinza de moletom e por baixo uma cueca branca. Sentado numa cadeira frente ao computador eu ouvia uma musica nova de uma banda que eu curto.

Sabia que daqui a pouco Yuri chegaria e eu precisava estar (mais) irresistível. Só de pensar naquele cara me vêm a mente tudo o que eu posso fazer com aquele corpo... Foder sua boca até meu gozo lhe atingir o céu da boca... Ou ainda, penetrar com minha língua naquele cuzinho rosadinho o fazendo gemer de excitação...

Respiro pesadamente de novo e sinto meu pau como uma rocha por dentro da cueca.

A campainha toca e eu desso as escadas rapidamente. Quando chego à porta de entrada Yuri já estava sendo atendido pela empregada.

- Que bom que veio, vamos pro meu quarto, temos muito o que fazer. - disse parando à sua frente. Seus olhos percorrem todo o meu corpo musculoso devido a grande prática de exercícios desde a infância na academia do meu pai.

- T...tudo bem. - ele gagueja tentando fixar os olhos em outra coisa um pouco menos... Excitante.

- Por aqui, é no segundo andar - faço sinal para que me siga.

Ando pelas escadas ao seu lado, encostando meu braço no seu de vez enquando, o que o deixa ainda mais nervoso.

- Mi quarto és tu quarto - digo abrindo a porta e fazendo reverência para que ele entrasse.

Peguei alguns materiais necessários para o estudo e o chamei para se sentar na cama, ao meu lado, o que ele fez em silêncio.

- Então, por onde quer começar? - peegunta, sua voz soando impassível.

- Por aqui... - e o beijei.

No começo ele tentou desviar mas logo em seguida cedeu e então o deitei na cama com o peso do meu corpo, com uma das mãos agarrei seus cabelos e com a outra fui subindo sua camisa. Yuri por outro lado já passava a mão no meu pau por cima da calça e arranhava minhas costas.

O peguei pela cintura e o virei de costas para mim, ele entendendo o recado afrouxou suas calças e eu a tirei vagarosamente; a medida que ela escorregava eu descobria aquela bundinha durinha por baixo da cueca boxer larga em seu corpo.

Dei um tapa forte em suas nádegas e ele gritou, surpreso. Não aguentando de tesão eu puxei a cueca para o lado e dei de cara com seu cuzinho rosado (assim como nos meus sonhos) piscando para mim. Meti a língua em seu orifício e ele deu um gemido abafado pelo travesseiro.

Yuri empinou sua bunda para receber melhor minha língua e afastou as nádegas com as mãos.

-Vai devagar que eu sou virgem... - disse com a voz falha de excitação.

Ouvi-lo dizer aquela palavra (virgem) só me deixou com mais tesão ainda, afinal, nunca tinha comido um virgem e a experiência deveria ser ótima!

Meus planos para Yuri eram completamente diferentes, mais depois do que ele disse, precisava atender à seu pedido.

Passei meu dedo do meio seu ânus e com a voz firme o mandei chupar para sentir o próprio gosto. Depois de bem lumbrificado, comecei a forçar entrada e ele respirou pesadamente, contraindo seu cuzinho.

-Relaxa, senão vai ser ruim pra nós dois... - disse perto de seu ouvido, ainda com o dedo dentro de Yuri.

Logo quando tirei meu dedo dei uma cusparada em seu ânus e o fui colocando novamente. Dessa vez entrou com mais facilidade; iniciei um vai e vêm lento, vez ou outra lambia ao redor de seu buraquinho e ele gemia pedindo mais. No terceiro dedo seu gemido foi um misto de dor e tesão e pouco tempo depois, quando ele já quase rebolava em meus dedos vi que estava pronto pro meu pau.

-De joelhos. - falei com a voz firme.

Entendendo o que eu queria, logo sua boca engolia meus 18 centímetros com dificuldade. Talvez pela falta de experiência, seus dentes as vezes roçavam meu pau.

Sua lingua percorria minhas bolas e toda extensão do meu pênis, quando tentava pôr tudo em sua boca delicada acabava engasgando e voltava para a cabeça. Quando percebi que meu pau estava bem lumbrificado pelo excelente trabalho de Yuri, o ponho de quatro na cama e ter uma visão privilegiada de seu ânus que piscava pedindo para ser fodido fazia meu mastro pulsar e desejá-lo ainda mais.

Minha língua toca seu cuzinho e sinto suas pernas fraquejarem, injeto meus dedos e o preparo novamente para me receber.

Meu pau roça sua entrada e ouço seu gemido de súplica para lhe foder logo. Forço entrada e meu membro entra com um pouco de dificuldade, me movimento para frente e para trás devagar para Yuri ir se acostumando. E então ele me dá cartão verde para seguir em frente.

Seguro com uma das mãos em sua cintura e com a outra agarro seus cabelos o forçando a bater suas costas em meu peitoral.

- Tá na hora de você conhecer um homem de verdade. - digo em seu ouvido e ele estremece.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/Não



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