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 Contos Eróticos

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Outros: Faxineira nova

Sou 50tão, boa pinta, casado, representante comercial e por isso mantenho escritório em casa mesmo. Como estava começando uma faxineira nova a esposa pediu para eu ficar em casa nesse primeiro dia. Ela era uma senhora casada, nem bonita, nem feia, corpo bem feito, mas nada que tenha me provocado alguma atração.

Pois bem, já tinha passado a hora do almoço e eu ali na sala sentado, sonolento, esperando ela terminar de passar umas roupas e dar por terminada a faxina.

As tantas ela me pediu para segurar a escada pois ia guardar umas roupas no maleiro.

Levei a escada, ela subiu, guardou a roupa e desceu. Mas nessa hora eu estava distraído e não me afastei, então ela esbarrou em mim, ficou entre eu e a escada, como se eu a tivesse encoxado.

- Opa, desculpe, foi sem querer.

- Não tem problemas.

E se afastou indo para a cozinha.

Voltei para a sala e só fiquei pensando na resposta. "Como não tem problema? Serão que ela gostou?" E ia ficando excitado e de pau duro. As tantas não resisti e fui à cozinha.

- Com licença.

E passei por trás dela deixando meu pinto esbarrar bem nela.

- Ops... desculpe de novo.

- Não tem problemas.

Enrolei um pouco ali na cozinha e com ela não disse mais nada voltei para a sala.

Pouco depois ela entra na sala dizendo:

- É seu Edson, o senhor está precisado mesmo heim!

- É sim, estou mesmo.

- Olhe, o senhor sabe que sou casada e não quero trair meu marido, mas acho que posso lhe ajudar.

Em seguida se abaixou em minha frente e me abaixou a calça de moletom, como eu estava sem cueca o pinto praticamente pulou para fora.

Ela o pegou, alisou, acariciou e colocou na boca, não sem antes pedir para não gozar em sua boca, e começou a chupar.

Eu imediatamente enfiei as mãos dentro de sua blusa e apalpei seus seios, que estavam duros, até pontudo de tesão. A levantei e pedi para ficar de quatro no sofá.

- Não se preocupe, não vou comer sua buceta e você não vai trair seu marido.

Ela ajoelhou e eu tirei sua roupa, que bunda bonita. Lisinha. Imediatamente comecei a lamber e mordiscar sua bunda. Ela gemia de prazer e me entusiasmando lambi seu cuzinho, ela tremeu de tesão. Aí passei gel e comecei a enfiar, devagar e com carinho.

Uma vez lá dentro dei a clássica paradinha para ela se acostumar com o volume lá dentro e comecei a meter. Que delicia. Não aguentei muito tempo e gozei.

Nem tinha acabado de gozar direito quando sinto alguém bater em meu ombro:

- Seu Edson, já terminei a faxina.Preciso receber pois vou-me embora.

Levantei assustado e ai percebi que estava todo melado e com uma mancha molhada no moletom.

- Ah... tá, tenho que te pagar o dia né?

Peguei o dinheiro do bolso e a paguei. Enquanto guardava o dinheiro, olhando para a mancha molhada me disse:

- Olha seu Edson, é melhor o senhor se lavar. E aproveita também para lavar o moletom para a dona Elisa não pensar que eu tive alguma coisa a ver com isso.

- Ah... você não imagina, mas teve sim.

Ela já entrando no elevador disse:

- Não tive não, hoje não.

E foi-se embora.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/coroapassiv



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