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 Contos Eróticos

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Outros: Dormi e acordei melado

Estava em casa, sem muita perspectiva, quando chega um caminhoneiro que eu havia conhecido a alguns dias em um posto quando esperava meu carro que estava trocando o óleo, sabendo ele que eu já havia estado em Goiás, me convidou para irmos junto nessa viagem até uma cidade chamada Cocalinho, entregar produtos diversos.

De pronto aceitei, já que não tinha muito que fazer por aqui, ele tinha um caminhão cuja boleia era composta com um banco que abria e virava um sofá-cama, e ainda ele carregava uma rede para dormir pra fora quando o calor era intenso.

Fiz minha mochila com algumas roupas e o celular, e levei algumas camisinhas e lubrificantes, já que coisas acontecem nas viagens, andamos durante o dia todo estrada a fora desde as 4 da manhã, já passava das 12 hs quando chegamos em Minas e achamos um posto e somos almoçar e descansar um pouco, seguimos a estrada e por volta das 18 hs estávamos chegando em Goiânia, bela cidade, passamos pelo centro e seguimos a té a estrada que segue para o MT e assim paramos em um posto para tomar banho e dormir, era um posto de caminhoneiros e havia chuveiros diversos e restaurantes 24 hs.

Peguei a toalha e fui para o banho, cheguei na porta e vi que todos os chuveiros estavam ocupados, fiquei esperando e contemplando aquele mar de homens pelados e cacetudos, havia pinto de todo jeito, preto, curto, grosso, cabeçudos, peludos, sem pelos, mas todos muito ajeitados e tesudos, fui sentindo um calor que meu pau começou a querer subir, mas controlei, afinal ia ficar meio sem graça ficar de pau duro ali. Tomei banho e observando aqueles meninos com seus meninos todos prontos para serem usados, chupados e gozados, affffi estava alucinado de tesão e com uma vontade enorme de ter um qualquer dentro do meu cuzinho. Começava a chover, uma chuva fina, e isso obrigava a dormir os dois na cabine, ajeitei o banco, cobri com um lençol e fiquei esperando o zelão, nome do motorista, para dormir, ele chegou em seguida e disse: - porra chuvinha boa pra dar uma. e continuou - Taludo quando vi vc abaixar pra pegar o sabonete e vi aquele rabão me deu uma vontade de te enrabar. eu disse: - fica à vontade, e fui tirando o lençol e mostrando minha bunda apetitosa.

Ele sentou no painel e tirou a bermuda, saiu aquela cobra dura e pulsando, caí de boca e comecei a mamar tudo até o saco, e ele gemia e forçava minha cabeça naquela rola deliciosa, eu me sentia todo tremulo com aquele pirocão, virei de quatro e ele enfiou aquela língua áspera no meu cuzinho, que logo iria virar um cuzão, lambeu, enfiou dentro, me fez gemer, enfiou o dedo, nossa guaze gozei, aí eu disse : -poe logo esse cacetão que eu estou doidinho por esse pau.

O zelão não fez cerimonia, ajeitou e eu de quatro com a bunda pra cima, foi colocando aquele mastro delicioso e quente, começou a bombar forte e eu delirava e fazia movimentos de ida e volta e dizia: -Ai zelão me faz de putinha e me fode, me come, me arromba, me deixa com o cú lambuzado de porra, e senti o pau dele inchando e um grito e alagou com leite quente dentro do meu cú, estremeci todo e já de pau bem duro bati uma e gozei no chão do caminhão, e ele pois o pau na minha boca pra limpar toda a porra que sobrou, lambi tudinho, delicia. Foi assim nossa noite, até mais, eu volto com o resto da viagem, beijo e até.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/taludotarso@outlook.com



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