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 Contos Eróticos

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Outros: Medo e vontade

Olá, eu tenho vários nomes, mas nesse caso eu me chamo Daniel e essa é uma longa história que irei resumir.

Eu era um adolescente revoltado, cheio de vontades e rebeldias "sem motivos". Um dia em uma briga com meu pai, decidi fugir de casa e sumir pelo mundo, peguei minhas coisas, coloquei na minha mochila e me mandei pelo mundo. Eu não fazia ideia do que estava fazendo ou para onde iria, mas só sai andando pelas ruas, sem pensar muito no destino.

Quando caiu a fixa para o quê eu estava fazendo, veio o desespero que piorou quando notei que já estava bem longe e perdido. Entrei em uma rua deserta e segui em frente na intensão de encontrar alguém que eu pudesse perguntar onde eu estava. No final dessa rua estava um rapaz parado, olhando pro nada... eu, aos meus 18 anos de idade, tinha muito medo de me aceitar como gay, mas aquele rapaz era exatamente o que eu tinha como figura de um cara que um dia eu iria querer transar, e foi o meu desejo realizado.

De bermuda, sem camisa, sarado, sem pelos no corpo, branquelo, peito rosado... o que podemos chamar de " O Cara"...

Estava bem próximo dele quando ele me notou e fixou os olhos em mim, eu fiquei intimidado com a olhada que eu não sabia se rejeitava ou cumprimentava, passei direto por ele e ele continuou me olhando, notei que a rua em que eu estava, parecia não ter saída, pensei na hora " deve ser por isso que ele ficou me olhando" , decidi voltar e quando cheguei perto dele, para minha surpresa ele falou comigo:

-oi parceiro, tá perdido?

Eu- é, to sim ! Achei que tivesse saída nessa rua...

Ele- tá indo pra onde ?

Eu- cara, não sei onde eu to, tem algum ponto de ônibus aqui perto ?

Ele- mas vc quer ir pra onde ?

Eu- é que eu... eu to indo pra... eu sai de casa e fui andando aí cheguei aqui... eu queria ir pra um ponto. Vou voltar!

Ele- ah, tá...vamos ali cara, ali tem um beco que sai na rua da lona cultural, te mostro o caminho e tu segue a rua que no final tu vai achar o ponto.

E lá fomos... não tinha notado maldade nele, e achando que ele estava só sendo legal, mas logo quando entramos nesse beco ele começou... "quer mamar", disse ele do nada e eu, lógico, fiz o "surdo" naquela hora. Mama aqui, vem cá... insistiu e já não dava pra fingir que eu era "surdo" e eu não sabia o que responder pra ele, só parei e fiquei olhando ele apalpar o pau e me chamando... ficamos alguns minutos nessa situação até eu conseguir falar " cara, tá doido, para com isso" e ele perguntando se eu queria, insistindo e já não dava pra esconder que eu queria mesmo, até que eu decidi, mas falei " cara aqui eu não faço, mas se vc tiver um lugar que ninguém posso ver, eu faço" e lá fomos nós, descemos o beco, saímos na rua da lona cultural e fomos sentido contrário... ele, empolgado e eu cheio de medo do que eu estava fazendo, seguimos andando até chegar perto de uma escola, quando, ele começou a dar as instruções pra pular o muro da escola, eu não estava louco a esse ponto e falei " cara, aqui não, vc nãos conhece outro lugar" ele de pau duro, louco pra ser "mamado", ficou meio estressado na hora, mas me guiou até uma outra rua que ficava perto da casa de um parente dele, mas era bem deserto e escuro naquela hora.

Entrando na tal rua nem fez cerimônia, já foi logo me puxando pelo braço e abrindo a bermuda... QUE PAU ERA AQUELE !? ...e dizia " chupa", " abre essa boca", " isso". Não esperou nem eu me abaixar ou ajoelhar e foi mandando aquela rola grande, gostosa, cabeçuda, rosada de qualquer jeito na minha boca e sem pensar muito eu chupei e chupei, chupei mais um pouco, comecei a achar uma forma confortável pra me abaixar naquele chão de terra daquela rua escura e deserta e sem saída e ainda com a pica daquele cara na boca e que delícia que era aquilo... peguei com a mão, guiei ele pela pica um pouco mais à frente daquela rua onde tinha um cantinho entre um carro e uma parede e lá, no chão coloquei minha mochila e sentei em cima dela, com a rola na mão, nem sabia exatamente como faria, continuei. Chupei, e chupei e olhava aquele homem virando os olhos sentindo minha boca e mão em sua pica, dizendo varias coisas e olhava pra mim perguntando " tu gosta, tá gostando" e dizendo "que delícia moleque"... e eu lá louquinho naquilo até ele começará dar as ordens, "agora levanta, deixa eu sentar aí", " ajuelha e chupa só a cabeça", "agora engole tudo", "chupa minhas bolas"... até que ele pediu "deixa eu botar um pouquinho em você", eu nunca tinha feito antes e falei que "não", mas ele insistiu muito até eu pedir "deixa eu botar em vc tambem", aí que ficou estranho mesmo porque ele ficou meio puto, mas pediu pra ir primeiro em mim, já estava ali mesmo, tinha que fazer por completo. Ele levantou, me colocou contra a parece, mandou eu empina, segui as ordens,mas fiz questão de pegar uma camisinha dentro da mochila, esperei ele colocar já posicionado pra levar uma rola que devia ter uns 22 a 23 cm. Eu estava me perguntando como seria aquilo dentro de mim quando ouvi ele cuspir na mão, vi ele passando a mão de cuspi no pau e depois na minha bunda, confesso que me deu um pouco de nojo, mas lá foi ele passando o pau na minha bunda, e alisando com a pica no meu cu, passando até que pegou na minha cintura, cravou a cabeça da pica bem na mira do meu cu e foi de uma vez só para o meu desespero.

- cara, tira tá doendo, tira que dói muito, aai, aíii...

Ele- relaxa, acostuma, vai parar de doer, já foi tudo dentro ...

Eu fiquei em xoque, aquela pica grande dentro de mim que era tão magrinho, e o pior foi quando ele começou a meter de verdade, e metia e metia e eu não conseguia gostar daquilo, mas tentava relaxar com aquela pica entrando e saindo sem parar e saco batendo entre as minhas pernas, ele me apertando na cintura ,metendo e metendo, eu chorando de dor e querendo sair, ele insistindo, me segurando.

Minutos depois, ele molhado de suor e louco de tesao, sentou na mochila e mandou eu ir por cima, eu já não estava aguentando de tanta dor, ainda consegui me agachar em cima daquela pica, sentado no colo dele, já sem as calças, até tentei fazer alguma coisa pra aliviar a dor mas ele não parava e de todas as formas, queria meter e meteu com vontade. Ali, no colo dele, começou a ir mais fretenido dentro de mim e eu estava de costas pra ele, fui virando de lado pra ver o rosto dele enquanto ele dizia "vou gozar, na sua cara",dito e feito... levantou num pulo, tirou a capa, começou a tocar na minha frente, quando percebi naquele escuro, os jatos vindo na minha cara, eu nunca senti aquilo antes e foi delicioso daquela forma, já nem lembrava mais de que queria ser ativo também, mas terminei aquela foda chupando o pau dele novamente até conseguir gozar muito.

Saímos dali conversando como dois amigos normais, ele me disse o nome dele e idade (Júnior 20) e é assim que eu lembro dele, me levou até o ponto,se despediu e foi indo... Esperei o dia clarear no ponto de ônibus, cheguei em casa com a mochila e minha calça sujas de terra, tentei fingir que nada tinha acontecido, rs .

Essa foi minha primeira vez 😉

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/



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