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 Contos Eróticos

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Outros: Mãos à obra

Olá, meu nome anônimo é Daniel, tenho 23 anos e esse conto é um relato verídico.

Sou um rapaz de boa aparência, pardo, 178 altura, 82 kg e gosto de pensar que sou interessante devido às experiências.

Conheci um cliente na loja onde trabalho e por ele ser pedreiro, mantive contato com ele por conta de uma obra que precisava fazer aqui em casa. Tempos depois, eu sugeri que ele viesse em minha casa para fazer um orçamento dessa obra, mas ele me disse que não poderia fazer o trabalho por conta de um outro que ele estava fazendo, mas me indicou o irmão dele. Fomos até minha casa eu e o irmão dele, fiz o orçamento com ele e marquei de começar a obra em uma quinta feira, conversamos sobre o serviço e ele disse que precisaria de um ajudante.

Na quinta feira marcada, chega o pedreiro e o ajudante e esse ajudante, logo me chamou a atenção por ser muito bonito. Ele era um moreno jambo, sorriso perfeito, boca bem carnuda, não era sarado mas tem um corpo bem mais interessante que qualquer homem musculoso, 19 anos, gostoso e muito simpático sem precisar falar até porque ele é mudo.

Mãos à obra e eu não consigo parar de olhar para aquele garoto lindo e as vezes percebia os sorrisos amigáveis que me deixava ainda mais interessado nele. Paramos e fomos almoçar e durante a conversa com o tio do rapaz, que vou dar o nome de Gabriel, soube muitas coisas referente a família deles, ele era filho do primeiro pedreiro que é cliente da loja onde trabalho, não escutava mas entendia bem quando falávamos com ele, não namorava e já terminou o ensino médio. O Gabriel ficava itertido no celular, mas sempre estava olhando e sorrindo, mais tarde, fiquei sozinho com ele por um bom tempo e por também ser jovem tive muito medo de tentar qualquer coisa à mais com aquele garoto, mas para minha surpresa ele se mostrou bem comunicativo, ficava me tocando toda hora pra eu olhar pra ele quando ele queria água ou alguma ferramenta, em uma dessas vezes eu não estava entendo o que ele queria e ele ficou meio impaciente aí eu coloquei a mão no ombro dele e pedi calma, daí ele pegou na bermuda sinalizando e eu fiquei meio constrangido na hora mas em seguida consegui entender que ele queria ir ao banheiro. Levei ele até o banheiro e sai, mas o menino não fechou a porta e eu não me contive, olhei ele do início ao fim de sua urinada e quando ele terminou e balançou aquele pau surpreendente mole grande, quando em sua cintura estava a marca da sunga entre seu corpo moreno e aquela parte bem mais clara, fora o suor em suas costas que deslizava por aquele corpo liso e bem carnudo. Não contive a vontade e fiquei super empolgadaço dentro das calças e pra priorato não consegui virar pra disfarçar e é lógico, ele viu que eu estava olhando.

Passou um tempinho, estávamos na obra novamente eu ajudando ele é o tio ainda ausente, ele me chama, mas dessa vez foi meio inesperado porque ele estava muito quieto. Eu paro, olho e espero ele reagir e ele me vem com a mão cheia de massa corrida e passa em meu rosto, por alguns segundos eu fiquei sem reação enquanto ele ria, mas eu não perdoei aquela brincadeira, tratei de passar a mão na massa e tentar esfregar no rosto dele, ele segurou a minha mão que ficou bem de frente pra as partes baixas daquele corpo delicioso, lógico que eu não ia ceder e deixar passar a oportunidade, passei bem no chort dele é quase senti o pau dele, ele se assustou um pouco e foi para trás soltando minha mão, e ficou rindo meio assustado, quando, nesse momento e cheguei mais perto e fui direto do peito dele e ainda fixei a mão deixando marcado do desenho dos meus dedos, Gabriel já estava empolgado com aquilo é eu dentro da brincadeira não parava de pensar em tirar proveito de só sentir aquele corpo e é chegada a melhor parte, lá vem ele bem bruto, me agarra pela minha cintura com os dois braços, frente à frente, olhando em meus olhos, durando alguns minutos e nada de me soltar, parei e deixei aquilo acontecer bem devagar, não fiz força alguma pra sair daquele nó, deixando ele me guiar até a parede. Corpo suado, cheiro forte, pau meio boma, olhos nos olhos e o inesperado rosto bem colado... o beijo, selinho molhado, seguido de uma língua deliciosa e fogo entre dos corpos suados.

Beijo demorado e altos toques entre os apertos de suas mãos em meu corpo e eu bem colado ao dele, sua mão forte e ainda suja pala massa fazendo desenhos em cada toque até que não resisti e acelerei, desci até sua cintura, abri sua bermuda e aquele pau já rígido que tem uns 20 cm bem grosso, pulando pra fora em direção a minha boca, lá estava eu chupando a tão desejada rola do menino gostoso, ele por sua vez estava louco e por não poder falar, olhava bem em meus olhos, com a boca aberta que as vezes mordia os lábios enquanto segurava minha cabeça sem forçar, fiquei naquele estado por bastante tempo até ele me levantar e fazer o mesmo em mim, o que mais me surpreendeu foi ver que ele parecia me ensinar, pegava com muita vontade no meu pau que não é muito diferente do dele, bem veiudo também, segurava firme e ia deslisando a língua por todo o membro me fazendo delirar e gemer entre os suspiros silenciosos... assim foi indo a nossa mamada, saímos dali ainda com o tio dele ausente, fomos para o banheiro, não fiquei preocupado com nada naquele momento, peguei o preservativo e coloquei nele, já estávamos em baixo do chuveiro fechado.

Eu sou bem pouco experiente em ser passivo apesar de ter uma bela bunda bem carnuda, nesse caso por conta de todo meu interesse naquele garoto fui até o fim para matar o meu desejo nele, virei de costas e deixei ele fazer do jeito dele, o que dificultou um pouco, mas lá estava ele cravando sem pena aquela tora grande e cabeçuda no fundo do meu rabo, foi uma dor quase insuportável, meu corpo tremia naquele momento, mesmo parado e colado eu sentia aquele membro queimando dentro de mim, não falava um ai, mas quase não aguentava até ele começar bem devagar, o barulho daquele saco que era médio já me fazia querer mais forte e mesmo não pedindo ele entendia o sincronismo e bombava firme, sem parar e bem rápido dentro de mim e eu sentia toda a sua vontade de me pegar de jeito, eu não aguentei e nem precisava tocar no meu pau, ele forçou tudo dentro e eu jorrava goza na parede, fiquei de quatro logo em seguida de ter gozado, e ele abaixou o corpo todo pra meter em mim, e foi mas uma vez com tudo dentro, ele estava se acabando, se apoiou em minha bunda e foi metendo, metendo e metendo até que tirou de uma vez o pau de dentro do meu rabo e gozou sem muito esforço o que me deixou louco foi ver ele simplesmente deixar os jatos cair em minhas costas sem nem se masturbar. Fiquei parado por alguns minutos no chão, me apoiando na parede sem conseguir levantar direito ainda com o copo trêmulo.

Eu pensei estar satisfeito mas meu pau não abaixou, e durante aquele banho, voltei para o pau dele e fui chupando enquanto me masturbava e foi uma loucura gozar do jeito que gozei já depois de ter gozado. O pau dele estava delicioso em minha boca, aquela baba que saia de sua pica me deixava louco e eu chupava com mais vontade, o pau dele pulso dentro da minha boca anunciando o gozo, um foi dentro e os outros dois bem no meu rosto.

Terminamos o banho e paramos a obra neste dia, mas logo ele volta! Encontrei ele no dia seguinte e ele me olhou de um jeito, piscou o olho e sorriu.

Esse foi o meu segundo conto aqui, espero que gostem.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/



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