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 Contos Eróticos

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Outros: O coroa do bate papo

Meu nome é Fabricio, Sou casado com mulher, então, me considero bissexual. Sou moreno, baixo, corpo normal, um pouco calvo, barbudo e peludo. Tenho 42 anos e a história que passo a contar agora tem uns 12 anos mais ou menos.

Sou um cara normal, que não tem necessidade de sexo imediato, nunca procurei beleza e e sim caráter, pra uma possível amizade e a a partir dai desenrolar o que pode vir a acontecer.

Conheci Antônio numa sala de bate papo, ele tinha 65 anos e eu 30. Ele baixinho, cabelo branco, tb casado e com um bom papo. Do bate papo passamos para o email e do email, para o telefone. Não tinhamos pressa. Enquanto isso conversávamos por horas a fio. Ele passivo (porém masculino), e eu 100%ativo, aproveitamos uma viagem da minha mulher para que ele viesse a minha casa, num dia de manhã.

Preparei o café da manhã, e fiquei aguardando ele chegar. Quando ele chegou, dei o meu melhor sorriso e o recebi com o abraço que ele merecia. Apresentei a casa a ele e sentamos na sala pra bater um papo. Notei ele muito tímido, e também muito nervoso. Ofereci um café que ele recusou. mas mesmo assim continuei tentando quebrar aquele gelo, conversando sacanagem. Ele então foi se desinibindo um pouco, e eu então resolvi a lhe lamber a orelha e a falar putaria (sou muito verbal), ele nitidamente curtindo, mas ainda inibido, lhe perguntei qual era a parte do corpo que ele sentia mais prazer, ele então pediu que eu adivinhasse e eu não me fiz de rogado, puxei a camisa dele e comecei a lhe lamber os mamilos.

O velho foi a loucura! Se soltou e começou a gemer dizendo que aquilo ali lhe dava muito prazer. Então chegou a minha vez de lhe perguntar qual seria a parte do meu corpo que me dava mais prazer, e sem dar espaço pra ele responder, já peguei na sua mão e a coloquei em cima da minha pica, que a essa hora já estava dura feito pedra querendo rasgar a cueca.

Ele apertou e ficou segurando por um tempinho, meio que sem saber o que fazer direito, eu então pedi que ele a soltasse e desse um beijinho de boa vindas a ele. e ele obedeceu. Tirou minha blusa, arrancou meu short e puxou a cueca, liberando meu garoto, que nem é grande, mas é grosso e muito babão. ele então, com meu pau na mão, abaixou e deu um beijo bem gostoso na cabeça do garoto, e lá ficou, beijando e cheirando por uns 5 minutos, ate que não aguentando, me perguntou se podia me chupar. Eu na hora só forcei sua cabeça de encontro a pica, que afundou naquela garganta como manteiga no pão.

Que boca, meu amigos! que boca tinha aquele coroa. Deixei ele chupar por um tempo, até que levantei e pedi que ele ficasse de bruços pra mim, ele ficou e eu então comecei a lhe lamber as costas enquanto enfiava os dedos no seu cu. Ele delirava, mas como disse anteriormente, sou muito verbal, caí na asneira de falar que já que ele tinha recusado o café da manhã, eu iria lhe sacanear, fazendo com que de uma maneira ou de outra, ele iria tomar leite naquela manhã. Mas o coroa não entendeu a segunda parte e achou que eu fosse fazer algo violento com ele e deu um pulo de onde estava implorando que eu não fizesse nada com ele.

Eu então parei, sentei e argumentei que eu era um cara do bem, que ele relaxasse, que eu não faria nada que ele não quisesse e que só tinha falado aquilo com ele pela recusa dele em não querer tomar o cafe que eu tinha preparado. Ele então foi relaxando, e se ajoelhou na minha frente e começou a chupar meu pau novamente, eu então, ganhando confiança, comecei a verbalizar novamente perguntando a toda ora se ele estava gostando de estar com minha piroca na boca, ele dizia que sim com a cabeça, até que do nada, pediu pra eu não perguntar mais aquelas coisas pra ele. eu sem entender muito, fiquei calado só curtindo a chupada.

Quando senti que ia gozar avisei a ele, pra que ele tirasse da boca (pois no telefone ele havia dito que não gostava de que gozasse na boca dele) e ele então se fingindo de surdo, intensificou a chupada, eu então avisei mais uma vez ele então, sem tirar o meu pau da boca pediu que eu enchesse a sua boca de porra. Não me fiz de rogado e gozei litros naquela boca quente. Conforme eu ia gozando, ele ia engolindo. Não tirou meu pau da boca nem um segundo e nem desperdiçou nenhuma gota. so tirou o pau da boca depois dele estar totalmente limpo. Olhou pra mim, sem graça, e me pergunto se podia ir ao banheiro.

Nos recompomos e ele foi embora, dizendo que me ligaria depois. Confesso que fiquei muito frustrado por não ter lhe comido o rabo, mas o que eu poderia fazer?

No dia seguinte ele me ligou, pedindo desculpas pelo comportamento dele, mas ele estava muito assustado, com medo de que eu fizesse alguma coisa com ele, pois ele já tinha ouvido muitas histórias de violência e tinha muito medo de acontecer algo com ele, por isso ele não tomou café na minha casa, com medo do boa noite cinderela.

Eu ri, disse que compreendia, mas que ele poderia ter me dito isso antes. ele então, disse que queria me compensar, e perguntou se poderia voltar na minha casa para (palavras dele) me servir como um um veado deve servir a um macho.

Óbvio que eu permiti, óbvio que ele voltou, óbvio que eu fui servido como um macho deve ser servido por um veado, óbvio que essa história eu conto numa outra vez.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/



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