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 Contos Eróticos

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Outros: Casa nova, vida nova

Após o falecimento de minha mãe, meu pai perdeu a vontade de viver. Sendo meus 3 irmãos casados e somente eu solteiro e morando na casa dele, nos fim de semana eu cuidava dele e do sobrado, que por ser antigo e  numa rua movimentada e bem comercial, sempre estava cheia de pó. A situação do meu pai só piorava, foi definhando e, em menos de um ano, faleceu também.

Pintou a conhecida reunião de família para decidir o que deveria ser feito com o sobrado e, é claro, a conclusão esperada: vender. Mal foi colocada placa de venda, surgiram uma série de ofertas principalmente pelos comerciantes da região.  Após analisar as propostas, meus irmãos optaram pela melhor oferta em que seria dado um sinal e o restante seria pago à vista, sem financiamento, na entrega das chaves/assinatura da escritura. Começou a pressão para que eu desocupasse o sobrado. Como trabalho na região da Praça da Árvore, comecei procurar algo para alugar temporariamente e logo descobri uma Kit ao lado da estação do metro Saúde num prédio pequeno de 4 andares, sem elevador e com 2 apartamentos por andar. Na imobiliária fiquei sabendo que o dono também tinha interesse na venda. Com o que receberia na venda do sobrado, venda do carro (já q a KIT não tinha garagem), quase compraria à vista a Kit. Fiz a proposta de compra e foi aceita imediatamente. Problemas burocráticos resolvidos, em 3 meses já estava me mudando  O que aconteceu comigo hoje seria levado numa boa, mas naquela época não foi muito bom. Eu tinha uns 18 anos e sempre que podia ficava espiando minha vizinha do prédio, quando ela ia tomar banho, na saída estendia as peças intimas e toalha na área de serviço, ela sempre bem a vontade, de mostrar os seios, bunda e algo mais, ela me notava, sempre que eu estava olhando, ela era casada.

E depois de muito tempo, resolvi soltar umas piadinhas e ela levou numa boa e até alimentou o papo. Certo dia, sempre no mesmo horário, ela fez um sinal para eu ir até o apartamento dela, mas no sinal era para eu ir bem depois, eu não me contive, tomei um banho e fui logo, estava sozinho em casa, mesmo com o tesão saindo pela boca. Bati na porta e ela veio me atender de roupão e falou não era agora garoto, e nisso uma voz la dentro falou, vem logo, vi que não era a voz do marido dela, congelei, ela disse: agora estou ocupada, não esta vendo seu moleque, e o cara chamou ela de novo, quem esta ai, nisso ela me puxou e falou o filho da vizinha veio ajudar.

Não entendi nada, eu resisti mas ela disse: você veio, agora entra, e me puxou para o quarto no que entrei, vi aquela cara todo tatuado, nunca esqueci, deitado pelado com uma pica que dava duas da minha balançando, e falou: este é meu presentinho, ele veio para brincar, este safado fica me espiando a muito tempo. Ela mandou eu ficar a vontade e tirar a roupa, nisso deixou cair o roupão, eu não sabia o que fazer. Quando cheguei estava a ponto de bala, mas depois desta situação amoleceu, ela me ajudou a tirar a roupa e brincou: ele é miudinho olha só. Você fica me espiando, fica assim e me abraçou com aqueles seios enormes na minha cara que me animei, me pegou pela mão e vamos para cama, onde estava o tatuado balançando aquela geba que nunca tinha visto uma.

Ela falou: me ajuda e me puxou para perto do cara e começou a pegar na rola dele e beijar, e me puxando, venha não machuca, vai gostar, falei que não sou veado, ela disse: vem é só brincadeira, vai gostar, e me puxou com força que cai em cima do cara e apoiei a mão na serpente, ele me segurou e forçou minha cara no pau dele mandando, abocanhar por bem ou por mal, ela nesta hora já estava se deliciando, ai amoleceu de vez meu pauzinho, fiquei com medo e me cheguei para perto dela e toquei com a mão, ele forçando para eu abocanhar, nunca tinha feito com uma deste tamanho, só com um amigo que fizemos um troca troca de punheta e lambidas nada mais.

Quando dei por mim estava mamando aquela pica, e comecei a relaxar, mas pensando se ele for gozar saio fora, e mamei junto com ela, ela falava, mandei você vir mais tarde, veio agora tem que participar, nisso ela mamava meu pau que ficou duro de novo e eu mamava aquela pica enorme que nem cabia na boca toda. Ate que o cara falou larga meu pau, quero gozar numa bunda hoje.

Ela já foi ficando de quatro, ele falou: fica as duas bundas para eu ver melhor, ai gelei, e comecei a tremer, ela notou e falou fica tranquilo, ele quer é meu rabo, que prometi faz tempo e me puxou para seu lado e começou a me beijar e nos dois com os rabos pra cima.

Ele veio e começou a dar uns tapas nas bundas e pincelar, aquela pica na minha e na dela, falou para nos dois fazermos um 69, lambendo bem o rabo um do outro, gostei, muito bom a língua de uma mulher, lambemos bastante de escorrer. Voltamos para a posição que ele mandou e ele voltou a pincelar no dela e no meu, e dando tapinhas e pediu para nos dois, um puxar a bunda do outro para abri bem e ficou ali , quando senti, ele enfiou aquela pica toda de uma só vez no meu rabo, que dei um grito, acho que na esquina escutaram, e meio que apaguei, só escutava ela falar você é safado, sempre falou que não gostava de bunda de macho, ele riu e falou: um cabaço é sempre um cabaço, o teu está guardado, e não parava e socava tanto que meu cu estava pegando fogo, ela veio me agradar, me beijar, mamar meu pau, mas doía muito, e começou a falar, vou gozar neste cu delicioso, me pegou pela cintura e enfiou tudo, que senti o gosto da porra dele na boca, jorrou muito, estocando sempre, que dor e nem sei se era só dor, mas foi uma coisa totalmente diferente, e tirou de vez aquilo tudo que parecia que estava vindo tudo pra fora, e veio mesmo, me caguei todo, com peido e algo mais, sujei a cama toda dela, ela disse que porcaria é esta, olha o que fez, conheço a mãe dele, eu tremia e comecei a gozar sozinho, ele falou: olha o safado, está gostando, se gozou com a pica no rabo, seu veadinho, nisso ela veio mamar meu pau e o dele, foi uma sacanagem, ela disse: vamos para a sala está mais limpinha.

Fomos, ela disse: me ajuda a erguer esta pica, que também quero no meu rabo e começamos a mamar, que logo endureceu, ele se deitou no sofá e ela foi guiando para o cuzão dela e se sentou, tudo entrou. Eu estava ardido, mas acompanhei, ela mandou eu mamar a buceta dela e lamber o que saia foi muito diferente.

Confesso foi doido, ardido, constrangedor mas gostei da aventura, claro que nunca mais encarrei uma pica daquele tamanho, mas hoje se passaram uns 15 anos, e sempre que posso saio a três ou alguém que podemos fazer troca troca, o mesmo tesão que tenho para comer um cuzinho tenho para dar o meu cuzinho, com ela transamos varias vezes e ela sempre levava um vibrador bem menor que o amigo, mas gostoso e nos aproveitamos, para ele só aconteceu duas vezes depois, e se repetiu de eu ficar alguns dias sentando de lado todo ardido, no cu é gostoso mas tem que ser confortável, porque o prazer é bom, mas a dor não, pelo menos para minha bunda.

Na Kit, em frente a minha, morava um rapaz branquinho, magrinho e muito educado. Fizemos amizade e ele me ajudava bastante na montagem da minha Kit. Ele era do interior e estava estudando em SP sendo sustentado pelos pais. A medida que o relacionamento de amizade se estreitava, dei cópia da chave do apartamento para ele que passou a frequentar constantemente minha Kit. Cuidava da limpeza e sempre que eu chegava, trazia algo para eu comer. A situação estava bem confortável para mim. Ele cada vez mais íntimo, começou a vir só de shorts e algumas vezes só de cueca.

Já tinha percebido que existia outro interesse, mas me fazia de desentendido, mas curioso para saber o que poderia acontecer. Comecei a ficar só de cueca após tomar banho, e pedir para que ele me acompanhasse no jantar que ele mesmo havia preparado. Jantávamos sentados no sofá pequeno e constantemente nossas pernas se encostavam. Como  a kit dele era mais organizada, sugeriu que eu passasse a jantar lá após o banho. Na primeira vez fui de camiseta e shorts. Ele deu risada e disse que eu poderia ir à vontade, só de cueca pois só tínhamos nós 2 no andar.

No dia seguinte fui conforme o sugerido. Ele preparou nossos pratos e perguntou se eu queria assistir um filme diferente. Como não sabia do que se tratava, respondi que sim. Colocou um filme em que um mestre de capoeira treinava com um aluno. Na hora não curti muito, mesmo achando que eram morenos bem bonitos. Ao término do treinamento, mestre e aluno começaram a se acariciar e aquilo foi me dando tesão. A coisa foi rolando até os 2 ficarem pelados e começaram uma trepada deliciosa. Estava com tanto tesão que a baba do meu pau vazava pela cueca. 

Meu amigo, sem a menor cerimônia, se curvou e começou a lamber meu pau por cima da cueca. Meu tesão disparou. Ele começou a mordiscar meu pau sobre a cueca, lamber minhas coxas e me deitou no pequeno sofá, onde passou a beijar minha barriga, mordiscar meus mamilos, mas a posição estava desconfortável. Ele tirou minha cueca, me pegou pela mão e levou para a cama dele.

Deitou sobre mim, com a bunda voltada para meu rosto e começou chupar minhas pernas, foi para o saco, pau. Eu delirava de tesão e senti aquela bunda lisinha colada no meu rosto. Comecei a beijá-la. Ele remexia a bundinha, mas como ainda estava de cueca, não via o cuzinho dele. Ele mudou de posição, começou a me beijar e tirou a cueca.

Fiquei pasmo, aquele rapaz magrinho tinha um pau enorme, muito maior que o meu. Não sei se percebeu meu espanto mas continuou a me acariciar, foi chupando meu peito, até chegar no pau e saco. Levantou minhas pernas e, a medida que lambia meu saco, sua língua ia se aproximando do meu cú. Não conhecia essa forma de prazer e fui facilitando para que ele chegasse com a lingua no me cú, o que não demorou. Agora eu nem disfarçava mais, gemia e remexia a bunda sem parar. Ele voltou a chupar meu pau e enfiar um dedo no meu cú.

Embora prazeroso estava incomodo, mas ele não parava. Pegou um lubrificante ao lado da cama, passou no meu cú e continuou a massagem, agora já eram 2 dedos e o incomodo havia diminuido. Como percebeu que eu não me importava mais, tentou colocar outros dedos mas pedi para parar. Eu estava numa posição tipo frango assado, ele deitou sobre mim e colocou aquele pau enorme na entrada do meu cú.

Sem deixar que eu falasse nada, pediu para eu relaxar e só sentir o pau dele na entrada do meu cuzinho. Foi colocando bem devagarinho a cabeça, eu me contraia e ele parava e pedia para eu relaxar, iria doer um pouco mas depois eu iria gostar. O cara sabia fuder mesmo. Aos poucos foi colocando aquele pau enorme no meu cú. Eu sentia dor e ele pedia para eu aguentar, que no começo seria assim, mas depois eu iria adorar.

Não passou muito e aquele pauzão enorme já estava todinho dentro do meu cú,  foi quando ele começou com movimentos lentos e depois foi intensificando. Já não sentia mais dor, e sim um tesão como nunca tinha sentido antes. Ele me fudia cada vez mais e dizia que desde que me viu, sabia que iria me comer. Que tinha cuidado bem de mim e agora eu iria cuidar dele. Me fez ficar de 4, me fudia e dizia que sabia que iria fuder muito a minha bunda linda.

Quando mais putarias ele falava, mais tesão eu sentia. Pedia para eu não gozar pois ainda queria judiar muito de mim. Me levou para a beirada da cama, levantou minhas pernas, quando pensei que fosse enviar novamente aquele pauzão dele no meu cú, pegou um pênis artificial, muito maior que o pau dele e disse que eu iria experimentar uma vara diferente. Eu disse que não queria, mas ele nem se importou, lambuzou meu cú  de gel e começou a enviar aquele pau negrão de borracha no meu cú.

A dor que já tinha passado voltou, ele deu risada e disse que era para eu ralaxar novamente, que iria aprender a servi-lo como ele curte. Depois que enfiou aquela vara todinha em mim, mandou eu ficar com aquela vara no cu, e colocar minha cabeça para fora da cama.

Coloquei a cabeça como ele pediu e ele começou a enfiar o pau dele todinho na minha boca. Eu me engasgava sem conseguir respirar e tentava tirar o pau dele da minha boca. Quando conseguia, saia um monte de saliva e as lágrimas escorriam. Ele dava risada e dizia que eu já estava aprendendo. Que agora eu iria aprender a levar vara no cú e na boca. Mandava eu abrir bem a boca, e sentir o caralho dele na minha garganta. Fez isso várias vezes e fui acostumando. Agora ele enfiava a vara até o fundo da garganta e ele ja bombava.

Quando ele estava para gozar, tirou o pau do fundo da garganta e colocou a cabeça do pau na minha boca. Mandou eu sugar toda a porra dele. Em seguida encheu minha boca de porra e retirou o pau. Levantei da cama com aquele caralhão preto no cú e a boca cheia de porra para ir ao banheiro cuspir.

Ele me segurou e disse que não. Que eu iria ficar deitado com a porra na boca até engolir tudo. Me fez deitar na cama e começou a mamar meu pau. Sugava com tanta força que eu enchi a boca dele de porra. Ele abria a boca e mostrava minha porra na boca dele, engoliu para me ensinar como eu deveria engolir a porra dele.

Como eu queria parar, acabei engolindo. Quando ele viu que não tinha mais nada, levantou minhas pernas e retirou aquele caralhão enorme que estava no meu cú. Pegou o celular e tirou várias fotos do meu cú todo arrombado, Disse que iria me mandar as fotos para que eu sempre lembrasse de como seria tratado daqui para frente.

Fui trabalhar no dia seguinte com o cu dolorido e recebi mensagem dele com foto do meu cú arrombado, e pedindo para eu não atrasar. O jantar estaria pronto e ele queria muito comer gostoso, só que meu cú.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/



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