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Outros: Fui mais um na multidão

Após o fechamento do escritório da empresa, em uma cidade do interior e sem perspectiva de novo emprego, optei por aceitar transferência para São Paulo. Minha família continuaria por lá, pesquisei alguns locais para hospedagem e, temporariamente resolvi ficar numa pensão, dividindo o quarto com mais 3 pessoas.

Acostumado com vida do interior, morando com a família, a adaptação em SP foi complicada. Os moradores trabalham em horários diversos, não respeitam o silêncio e um monte de outras coisas. Iniciei pesquisa para ver alguém que estivesse dividindo moradia. Depois de várias pesquisas/visitas, me depare com o anuncio de um rapaz de 22 anos, que estava oferecendo edícula para alugar num local próximo a estação de metrô. Inicialmente o anúncio não me atraiu por se tratar de uma pessoa muito jovem, mas na volta de outras opções, entrei em contato e combinei de visitá-lo no final da tarde para conhecer o local.

Embora a estação do metro não fosse no local que gostaria, a moradia era bem próxima. Sobrado de 2 quartos, germinado de ambos os lados. O acesso a edícula se dava passando pela casa. Waldemir (fictício) disse que tinha herdado o sobrado da mãe (falecida), morava no quarto da frente e alugava o quarto dos fundos para 2 rapazes. Por ser deficiente físico, tinha dificuldade em arrumar emprego e alugava os quartos para manter o imóvel e a si mesmo. Disse que poderia usufruir de toda a casa, menos dos quartos. Fiz as considerações e optei por experimentar por 1 mês. Combinamos que eu viria no próximo final de semana.

No sábado, por volta das 9h, arrumei minhas coisas na pensão e mudei para o sobrado. Quando cheguei, Waldemir, estava aguardando, de shorts e constatei o atrofiamento da perna esquerda. Ele me acompanhou até a edícula, me ajudou a arrumar minha coisas e fomos para cozinha tomar café. Em seguida chegam os 2 outros rapazes moradores do imóvel. Um rapaz jovem, por volta de 20 anos e outro mais maduro, faixa de 40 anos, na hora percebi que rolava algo entre eles. Fomos apresentados, conversamos algumas coisas e eles foram lavar roupa. Ao sair, Waldemir comentou que os 2 eram namorados, que moravam ali há 6 meses e que trabalhavam na mesma empresa. Só comentei que essa convivência constante, poderia interferir no relacionamento.

Waldemir disse para eu ficar a vontade e que como boas-vindas, iria me dar almoço. Agradeci e me toquei que precisava comprar algumas coisas e ele me disse onde ficava o mercado. Fui me adaptando a nova moradia. Tinha avisado ao Waldemir que precisava acordar as 6h e ele disse que me chamaria todos os dias e cumpriu a promessa, sempre me acordando com um cafézinho.

O tempo passou e me afeiçoei bastante a ele. Nos finais de semana, quando não ia para o interior, preparávamos o almoço e passávamos o dia juntos. O relacionamento ficou tão bom, que passamos a assistir TV no quarto dele, numa cama de casal. Várias vezes acabei pegando no sono e era despertado por ele no dia seguinte, sempre com cafezinho. Para mim, era uma verdadeira amizade entre um cara maduro e um rapaz jovem.

Comecei a perceber que algo diferente estava acontecendo, quando ele começou a dormir só de bermudas (sem cueca) e ficar encostado em mim. Comecei a ficar mais atento, e comecei a perceber que, enquanto "eu dormia", ele passava a mão nas minhas pernas, dava uma alisada no meu pau. Claro que isso começou a me deixar cada vez mais excitado, agora eu também ficava só de bermuda, sem cueca, e já não me importava em senti-lo me alisando, inclusive passei a direcionar os carinhos dele em mim.

Não demorou muito e começamos a nos abraçar, beijar, e a dormirmos pelados. Adorava alisar aquela bundinha pequena e peluda dele. Agora já ficava com pau duraço encostado nela e, questão de dias, comecei a colocar na entrada do cuzinho dele. Ele adorava, gemia, e pedia para fudê-lo bem gostoso.

Nas primeiras vezes só gozava na entradinha e dormiamos assim, abraçados. Numa noite, quando brincava na entradinha do cuzinho dele, ele pegou um gel que tinha comprado, passou no meu pau, no cu dele e pediu para fudê-lo sem dó, ele precisava muito ser arrombado, tinha necessidade de sentir um macho dentro dele.

Comecei a colocar a cabeça do pau na entrada do cuzinho dele, e foi dar uma bombada, o pau entrou todinho sem o menor esforço. Ele gemia e rebolava e pedia para fodê-lo muito, adorava sentir um pau dentro dele e foi ai que percebei que ele estava acostumado a levar vara e gostava muito.

Bom, fodemos bastante e no final de semana reparei que os outros 2 moradores brincavam bastante comigo. Quando pude, comentei com Waldemir que os tinha achado diferente. Ele deu risada e me disse que os dois já sabiam que eu e ele estávamos trepando, e que eles estavam "dando um tempo" para nos convidar para uma suruba. Na hora respondi que não gostei, que ele não deveria ter contado para os caras de nossas trepadas.

Foi aí que a máscara começou a cair, disse que antes de eu ir morar na casa, os 2 já trepavam com ele. Que isso apimentava o namoro entre eles. Com o tempo, fui descobrindo outras coisas, aquele garoto era muito safado. Sempre trazia machos durante o dia para casa para trepar com ele. Os vizinhos sabiam que no sobrado rolava putaria direto, e que vários rapazes da região tinham acesso livre ao cu dele.

Comentei com Waldemir do que já estava sabendo e ele disse que tinha muita necessidade de trepar, de dar a bunda, e como não tinha o que fazer durante o dia, aproveitava.

Agora que as coisas estavam claras, ele começou a convidar "amigos" para visitas noturnas. Voltei a ficar só na minha edícula e assistir o desfile de machos que vinham fodê-lo constantemente. Talvez eu tivesse criado uma imagem falsa dele, um jovem órfão, com deficiência física e emocional, passando por necessidade financeira. Só sei que fiquei bem triste em assistir tudo o que rolava naquela casa, e a única solução foi me mudar.

Hoje divido apartamento com um rapaz da empresa. Sinto saudades do Waldemir, de como as coisas rolaram entre nós, das carícias, do cu dele, mas também sei que ele precisa de muitos machos para satisfazê-lo.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/



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