Já é assinante?
Esqueci a senha
 Contos Eróticos

Quer receber contos eróticos diariamente no seu email? É grátis!

Sexo Anonimo: Em troca de uma jaqueta de couro

Desde pequeno sempre fiquei de pau duro com homens usando jaqueta de couro. Nunca entendi o por que, talvez fosse o jeito, a consistência... Eu sempre tive a fantasia de transar com um motoqueiro que usasse uma jaqueta durante a foda toda, infelizmente nunca achei um.

Eu estava no bate papo procurando por alguém que pudesse realizar minha fantasia ou só me pegar de jeito. Acabei conhecendo um cara que usava o nick de "Jonatas fodedor", nós conversamos, respondemos aquelas perguntas de sempre: como você é? Idade? Tc da onde? Tem local? e etc...

Jonatas morava praticamente a dez minutos de mim, o problema é que nenhum de nós tinha local, então ele sugeriu que pararia na minha rua e então eu poderia mama-lo. Eu concordei por que fazia um bom tempo que não mamava alguém e estava louco para fazer isso. Ele disse que não passaria o whats, pois era casado. Combinamos que quando ele chegasse na minha rua iria buzinar e sair para fora do carro. Nunca tinha feito algo do gênero, principalmente sem ver a cara dele antes. Segundo o que ele havia dito tinha 30 anos, olhos azuis, barba, peludo e com um corpo bem trabalhado.

Com medo de Jonatas não gostar de mim, decidi me arrumar. Eu não me acho feio, tenho 1,75, olhos verdes, corpo magro, bunda peluda. Tomei um banho rápido e decidi usar minha cueca slip bottom free (não cobre o cu). Vesti uma calça jeans que ficava bem colada em meu corpo e uma camisa social leve (eu sempre gosto de me arrumar bem quando vou dar). Assim que calcei o tênis ouvi a buzina. Como não sou assumido, costumo a dar ou mamar de madrugada enquanto minha família dorme.

Sai da casa e logo dei de cara com Jonatas. Ele usava uma calça jeans bem colada que mostrava o pau excitado dele, o que me deixou louco foi a jaqueta de couro que ele estava, era igualzinha a do Tom Cruise em A Guerra dos Mundos (quantas vezes havia batido punheta vendo aquele filme), meu pau começou a crescer e eu podia sentir minha cueca ficando molhada.

- O que você acha? - Perguntou ele colocando o pau para fora. Eu fiquei um tanto assustado quando ele fez aquilo bem no meio da rua.

Ele me deu um beijo e me jogou contra o capo do carro, e esfregou o pau na minha bunda. A adrenalina que subiu em meu corpo junto com o tesão me deixou louco, abaixei ali mesmo e comecei a mamar ele, um carro passou na rua e buzinou.

- Entra - Ele disse abrindo a porta do carro e fiz o que ele mandou.

Ele abaixou a calça na rua e entrou no carro, fechando a porta, fiquei um pouco mais calmo, principalmente por que o carro era coberto com insulfilm bem escuro. Continuei mamando ele com vontade, aquele pinto grande e grosso que ficava me fazendo engasgar.

- Eu quero seu cuzinho - ele disse - me da esse cuzinho.

- não aqui.

Ele ficou insistindo até que ofereci a ele um acordo. Eu daria para ele, se ele me desse em troca a jaqueta de couro. Ele não entendeu muito, mas concordou mesmo assim. Sai do carro e tirei minha calça, ele começou a lamber meu rabo e colocar a lingua ali dentro.

- Sabia que você ia valer a pena - Ele enfiou um dedo, dois, três - Agora vem cá no meu colo.

Sentei no colo dele e comecei a cavalgar lentamente, ele abriu os botões da minha camisa e começou a apertar meu mamilo, fiquei louco e comecei a cavalgar mais rápido, eu gemia de prazer enquanto sentia a pica dele dentro de mim. Ele me abraçou o que fez com que eu sentisse o couro gelado de encontro com a minha pele, fiquei mais louco ainda, eu estava praticamente pulando na pica dele. Fiquei fazendo isso por um bom tempo.

Ele pediu para que eu saísse de cima dele e me deita-se no banco do passageiro, fiz o que ele pediu. Ele saiu do carro e abriu a porta aonde estava minha cabeça ele começou a se masturbar e gozou na minha cara, aquele leite quente me deixou louco, lambi a pica dele.

- a que delicia, bebe tudinho, bebe.

Ele me beijou e tirou a jaqueta jogando ela para mim.

- só por que você valeu a pena.

Eu bati uma no banco da frente do carro espirrando minha borra no volante dele, acabamos nos pegando por mais um tempo ate que ele disse que tinha de ir. A esposa era enfermeira e ele tinha de buscar ela no emprego. Acabei a noite com meu cu dolorido, mas ao menos com uma jaqueta de couro deliciosa.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/



COMPARTILHE ESSA HISTÓRIA COM SEUS AMIGOS

19/09/2016 19:29:52 - Maravilha, que tesão de conto...

Deixe seu comentário, o autor do conto será avisado!
Não é permitido informar telefone, email ou outras formas de contato. Apenas para fazer comentários sobre o conto!

Seu email (não será divulgado)


Seu comentário

Aceito receber contos eróticos no meu email gratuitamente