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 Contos Eróticos

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Sexo Anonimo: Broxei, dei e gostei

Nasci e fui homem a vida toda, mas hoje em dia sou viado. Tenho 62 anos, sou casado, amo minha esposa e tivemos uma vida intensa, sexualmente inclusive. Tivemos duas filhas que já nos deram netos. Nunca, mas nunca mesmo, nem na minha adolescência tive qualquer contato sexual com homens, nunca tive atração por homens. Ao contrário, tive algumas poucas aventuras sempre com mulheres, poucas, pois gostava mesmo era de transar com minha amada esposa com quem durmo abraçadinho todas as noites, mesmo estando brocha. Bom, digo tudo isso para explicar minha iniciação, que acho foi de uma forma bem estranha, para dizer o mínimo, leiam e me corrijam se não concordarem.

Quando estava com 56 anos fui à um urologista para fazer o famoso exame da próstata. Vcs já devem saber como é. Você chega, conversa um pouco e ele te manda subir numa maca, abaixar as calças, virar de lado e aí enfia o dedo no seu rabo. Fiz tudo isso com muito constrangimento, mas fiz, era importante fazer.

Bom, depois ele disse que era para fazer um exame de laboratório. Fiz e quando voltei levar o resultado ele olhou e disse que tinha umas coisas não muito boas, que deveria fazer uma biopsia para confirmar, ou não, aquele resultado. Fiz, e puta merda, deu células cancerígenas na próstata e segundo ele o melhor era tirar a próstata inteira para evitar que o câncer se espalhasse. Nossa, não acreditei, fui sincero e disse que ia procurar mais uma opinião, no que ele concordou. Fui em outro urologista e fiz tudo de novo, inclusive o dedo no rabo, e deu o mesmo resultado. Não teve jeito, fiz a operação e como resultado acabei brocha. "Tudo bem, brocha mas sem câncer." Era o que familiares falavam para me consolar.

Eu e a esposa tentamos de tudo após a operação, até injeção de prostaglandina apliquei no pinto, mas o resultado nem era sempre era satisfatório, poucas vezes consegui uma ereção decente. Depois de um ano estávamos ambos decepcionados, cansados e naturalmente fomos parando de nos procurar. E eu que gostava tanto de olhar mulheres gostosas fui perdendo a atração. Mas nem por isso passei a olhar homens com outro olhos. Fiquei muito decepcionado, frustrado, cheguei a achar que era melhor morrer do viver daquele jeito, sem sexo nenhum.

Depois de uns anos, estava sozinho em casa pela manhã, pois ela ainda trabalhava, aquecendo água para fazer um café quando olho pela janela da cozinha e vi que no prédio ao lado, num apartamento em reforma, um andar abaixo do meu, tinha um trabalhador se trocando para iniciar a jornada. Fiquei olhando pois tinha que esperar a água ferver, mas sem nenhum interesse, olhando por olhar. De repente percebo que ele me viu e fez um sinal de positivo. Entendi como um bom dia e respondi da mesma forma, sai, fiz meu café e fui cuidar da vida.

Dia seguinte aconteceu de novo, tudo igual, com a diferença que dessa vez ele tirou a roupa toda e ficou de cueca e só depois fez o sinal de positivo, respondi, aí ele passou a mão pelo pinto e novamente fez o sinal de positivo, sem entender direito respondi igual, aí ele abaixou a cueca, pegou o pinto deu uma balançada e começou a se acariciar e novamente fez o sinal, não gostei e sai de perto do fogão, "que cara sem vergonha" pensei.

Dia seguinte, tudo de novo, do mesmo jeito, com a diferença que quando seu pinto estava duro ele sorriu para mim, apontou o pinto e depois apontou para mim e fez sinal de positivo, fiquei pensando "ele deve estar oferecendo", aí fiz sinal que não, ele se vestiu e foi trabalhar e eu fui coar o café.

Passei o dia lembrando daquilo, não conseguia me concentrar em nada que fazia. Lembrava e ao mesmo tempo pensava:

"- Caramba, ele quer me comer, só pode ser isso. Atrevido! Eu nunca dei e nem quero dar. Mas caramba, meu pau não sobe mais, virei um frouxo, para que serve um frouxo? Já não faço sexo há uns três anos. Sei lá, e se eu experimentasse? Se eu gostasse seria uma forma de continuar a fazer sexo. Não sei..."

Esses pensamentos e outros semelhantes me perseguiram e atormentaram o dia todo e a noite demorei para conseguir dormir porque uma curiosidade começou a me incomodar, "Como seria dar? Será que ia doer muito? Será que eu iria gostar? Valia a pena experimentar?"

Pela manhã acordei e fui fazer meu café, não demorou ele abriu a janela da área de serviço e começou a se trocar, aí quando me viu fez sinal de positivo ao que prontamente respondi, ele fez tudo de novo e quando seu pau estava bem duro apontou para ele e para mim, eu meio sem saber o que ele queria dizer respondi com um sinal igual, aí ele apontou para mim e para a direção da frente do prédio e um sinal que eu entendi que era para eu descer. Inseguro, mas curioso fiz um sinal de positivo. Ele se vestiu rapidamente e saiu da área, eu desliguei o fogo e sai, nossa eu não sabia o que estava fazendo. Mas agora eu tinha que descer e explicar que não, que aquilo tudo tinha sido um engano, que eu era homem, que não curtia homens.

Quando saí do prédio já vi ele me esperando em frente ao outro prédio.

Cheguei, nos cumprimentamos com um aperto de mão e nos apresentamos.

Aí ele olhou para os lados e me disse baixinho:

- Vamos entrar, lá dentro é mais discreto para conversar.

Entramos e fomos ao apartamento. Assim que fechou a porta disse:

- Já tem alguns dias que vejo você olhando eu me trocar e cobiçando o meu pinto, então veja ele agora ao vivo e em cores e sinta ele nas suas mãos.

Disse e tirou para fora, já bem duro. Fiquei sem saber o que fazer.

- Não, você entendeu tudo errado. Eu não estou interessado.

Disse, acho que sem muita convicção, pois me sentia inferior, afinal era um frouxo. Não consegui reagir quando ele pegou minha mão e colocou no seu pinto. Nossa! Estava duro que nem pedra e pulsava, senti uma sensação no mínimo estranha. Tentei tirar a mão mas a curiosidade me fez ficar por alguns alguns segundos segurando, o que fez ele entender que eu tinha gostado.

Aí me pegou pelos braços, me virou e me encoxou. Tentei sair mas ele me segurava forte. Eu estava com uma calça de moletom então foi fácil para ele abaixar. Nossa, aí que me lembrei que ainda estava sem cueca.

- Então o viradinho acha que entendi tudo errado é? E vem aqui já sem cueca? Você quer dar mesmo.

Encaixou seu pinto no meu reguinho, me puxou forte para mais perto dele, me acariciou e quando passou a mão pelo meu pinto sentiu ele mole e murcho:

- Que é isso, não fica duro não? Não que eu goste, mas gosto de ver meus passivos sentindo tesão ao serem enrabados.

- É que tirei a próstata inteira e fiquei impotente, brocha total mesmo. Não endurece mais.

- Ah então é por isso que você dá o rabo.

- Não, eu não dou, nunca dei, nem fiz nada com outro homem.

- Ah tá, mas hoje você vai dar né?

- Não! Tenho receio. Não quero ser mulherzinha de ninguém, eu sou homem.

- Sim, claro, mas é como homem mesmo que te quero.

- Mas dói, tenho medo.

- Deixa comigo, faço com bastante carinho, depois você vai pedir mais, pode acreditar.

- Não sei, você garante que não vai doer?

- Sim, mas você tem que relaxar, um pouco sempre dói, mas dizem que é uma dor gostosa de sentir.

- Posso até tentar, afinal estou brocha mesmo, mas com muito cuidado tá?

Me mandou abaixar e chupar seu pinto, como me lembrava de como me chupavam tentei fazer igual, ai ele me mandou levantar e ficar de 4 em cima de um sofá que ainda tinha lá, colocou uma camisinha que nem sei de onde surgiu, colocou o pinto na entrada do meu cu, que para mim sempre foi saída a vida toda, seria a primeira vez que serviria como entrada. Ele colocou e começou a forçar um pouco, tentei tirar mas ele me segurou forte e não deixou, foi forçando devagar até que entrou, acho que só a cabeça, deu uma parada e disse para me acostumar com aquele volume dentro de mim, em seguida enfiou o resto e deu outra paradinha, só então começou a me fuder. Nessa hora me arrependi de ter deixado, doía muito, estava morrendo de vergonha, arrependimento e me sentindo humilhado. Ele devia estar bem atrasado pois não demorou quase nada para gozar.

Nos limpamos, nos vestimos e nos despedimos, sai dali morrendo de vergonha com o que tinha acabado de fazer, havia acabado de perder a virgindade e a honra.

Não fui perto da janela da cozinha o dia inteiro, não queira mais vê-lo, mas dia seguinte não teve jeito, fui ferver a água do café e lá estava ele, me abriu um sorriso bem feliz e fez um sinal de positivo bem efusivo, não teve como não responder, mas logo me afastei para coar o café, não cheguei perto da janela de novo naquele dia.

No dia seguinte mudei meu horário do café e não o vi, mas perto da hora do almoço desci para comprar alguma coisa e eis que encontro ele na entrada do prédio:

- E ai? Como vai?

- Bem. Apesar da vergonha.

- Precisamos repetir, quer hoje? Agora?

- Nem sei se quero, acho que não.

- Quer sim, você foi muito bem, vem comigo.

- Não. Não quero mais, preciso respeitar meus netos, pare com isso.

Ele me segurou pelo braço e acabei o acompanhando, meio sem querer mas fui. Lá chegando ele me mandou ficar nu e também ficou, seu pau estava duro que nem pedra de novo. Me mandou chupar e uma hora ele segurou minha cabeça e começou a me fuder a boca, "que coisa estranha, nunca fiz isso", estava pensando assim quando senti ele gozando na minha boca. Nossa, senti um nojo danado, tirei a boca de seu pinto e cuspi tudo aquilo, quase vomitei. Quando fui reclamar ele me abraçou e me beijou na boca, senti nojo novamente. Depois me colocou no sofá de quatro e enfiou, dessa vez devagar mas direto sem parar e logo já começou a me fuder, notei que doeu menos dessa vez, dava para sentir os movimentos direitinho. Rapido ela gozou de novo, só então percebi que havia sido sem camisinha, encheu meu cu de porra. Quando tirou tentei ficar bravo com ele pois meteu sem camisinha, mas ele me abraçou e me deu outro beijo na boca, bem longo e senti sua língua me explorando. Dessa vez não senti muito nojo, só um pouco. Me limpei, nos vestimos e fui embora, de novo arrependido pelo que tinha feito.

No elevador o cu deu uma golfada e saiu um pouco de porra na minha cueca, foi uma sensação gostosa, e isso se repetiu algumas vezes durante o dia, tive que lavar a cueca no banho para a esposa não perceber.

Semana seguinte mudei toda minha rotina para não ver ele de novo, deu certo, mas na terça da outra semana tocou o interfone:

- Sr. Fulano, tem aqui o Sr. Beltrano, diz que o Sr. pediu para ele vir fazer um orçamento, posso mandar subir?

Caraca!! Era ele! Só podia ser. Eu não havia pedido orçamento nenhum.

- Não, diga a ele para me esperar no salão ai embaixo, vou descer.

Chegando ele já veio com aquele sorriso safado e me estendeu a mão:

- Olá, como vai? Não te vi mais, que houve?



- Você está louco? Que veio fazer aqui?

- Vim me despedir. O serviço acabou e estou indo fazer outro em outro bairro. Queria uma despedida bem calorosa.

- Não, você endoideceu.

- Que é isso? Precisa me ajudar, estou numa seca da porra. A esposa tá de birra comigo, já tem uma semana que não faço nada, a ultima foi com você.

Demorei uns minutos pensando e lembrando da ultima e acabei dizendo:

- Se é só para te ajudar tudo bem, vamos lá no apartamento.

- Não dá, o dono está lá agora, vim só para receber, vamos no seu.

- Não, lá é onde moro com a esposa, é um lugar sagrado para mim.

- Que é isso? Ninguém vai saber, deixamos tudo limpo e arrumadinho de novo.

Demorei um pouco mas acabei concordando. Só deixei claro que não seria no meu quarto e muito menos na minha cama, ele concordou.

Tudo se desenrolou como das vezes anteriores, ficamos nus, peguei, chupei e fiquei de quatro para ele, que meteu e gozou rápido. Queria mais, ai me colocou de frente para ele, segurou minhas pernas e enfiou, ele disse que se chamava "frango assado", vi sua expressão quando gozou, era de muito prazer, depois ele se limpou, se vestiu e ao sair me deu um cartão de visita:

- Olha, logo-logo você vai estar querendo de novo, pode apostar, ai me liga e combinamos um dia e um horário e eu venho te comer de novo.

Fiquei ali escorrendo porra pelas pernas, tive que limpar a sala inteira que ficou respingada. Não guardei o cartão, é claro, mas como ele disse uns poucos meses depois já estava morrendo de vontade, lembrava com detalhes daquelas três vezes quase todos os dias. Não sabia o que fazer, não tinha mais o cartão que havia me dado. Perguntei na portaria do outro prédio, mas também não tinham.

Comecei a olhar e pesquisar na Internet e acabei achando um site de encontros e lá acabei marcando uns encontros, alguns bons, outros nem tanto, demorou um pouco mas acabei encontrando não um, mas dois caras muito legais, eles me querem e aceitam como homem, nada de ser mulherzinha, de vestir roupinha, nada disso, até chupam meu pinto murcho em sinal de carinho. Tive muita sorte, nem acredito. Nunca mais voltei ao site. Atualmente dou para um numa semana e para o outro na outra semana, tudo bem que as vezes um ou outro falha, afinal também são casados, mas um não sabe da existência do outro. Estou feliz agora, acho que encontrei meu outro eu.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/http://disponivel.uol.com.br/Coroapassiv



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