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 Contos Eróticos

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Sexo Anonimo: O técnico da seguradora

Ele tinha 45 anos, já perto de fazer 46. Bem formado, bem empregado, casado há 20 anos. Sua esposa, 5 anos mais nova, depois que perdeu o primeiro filho, nasceu morto, foi uma tragédia na família, entrou em depressão e desde então largou de se cuidar, engordou, e muito, a ponto dele não sentir mais atração por ela. A amava sim, mas não tinha mais aquilo que chamamos de tesão. Ele até sonhou em procurar alguém com quem fazer sexo, mas era muito acanhado e medroso. Já pensara em pagar uma prostituta ou mesmo um travesti, nunca havia feito sexo anal e seria interessante experimentar.

Naquele dia estava de férias em casa e a esposa no trabalho, não haviam conseguido férias no mesmo período. Enquanto aguardava a chegada do técnico da Cia de seguros para ver uma torneira que vazava ele colocou um short de ginástica e ficou fazendo esteira, que na verdade havia comprado para ela mas quem acabou usando foi ele. Fez um pouco só pois logo o interfone tocou avisando a chegada do técnico, mandou subir e ficou próximo da porta aguardando. Quando o técnico entrou ele reparou que eram quase da mesma idade e que era simpático e educado, bem apessoado até.

- Então e Sr está com problema em uma torneira. Vamos ver, costuma ser fácil e rápido.

Ele o levou ao banheiro e disse que devia ser o reparo, que talvez precisasse trocar.

- Não, nem sempre precisa trocar o reparo, basta trocar a "borrachinha".

Dito e feito, o serviço todo foi feito em menos de 15 minutos. Aí enquanto preenchia a ficha de atendimento pediu um copo de água.

Ele foi buscar e quando voltou o técnico estava olhando seus porta retratos.

- Essa é sua esposa? Bonita ela. Desculpa a ousadia, é só uma observação.

- Não tem problema. Essa foto é antiga, hoje em dia ela relaxou e engordou demais, perdeu as linha femininas. Não me atrai mais, nem fazemos nada já a algum tempo.

- Nossa! Que ruim heim? E como você faz. Desculpe chamar de você, mas me parece que temos mais ou menos a mesma idade.

- Não tem problema. Eu não tenho feito nada, nem com ela nem com ninguém.

- E como aguenta? Posso ser indiscreto? Desde que cheguei notei que você tem uma bundinha bonitinha.

Ele enrubesceu de vergonha.

- Obrigado, mas não, minha bunda é igual a de todo homem.

- Não é não, eu diria até que é quase feminina, e esse short justinho realça sua forma.

- Obrigado novamente, mas é você que a vê assim, ela é normal.

- Olhe, se fossemos amigos eu ia até pedir para ver, talvez até tocar para ver se é durinha.

- Que é isso? Não somos amigos a esse nível.

- Tudo bem, foi só um pensamento.

"Caramba, e eu que o achei gente boa, educado. Que será que ele pretende com isso?", pensou.

- Olhe, o serviço foi rápido, sua próxima visita é em seguida?

- Não, está marcada para daqui uma hora.

- Então sente um pouco, descanse, toma uma cerveja?

- Gostaria, mas é melhor não. Mas vou sentar sim e descansar um pouco.

- Isso. Me fale um pouco de você. É casado? Tem filhos?

- Sim, sou casado e temos um filho. Olhe, eu quero te pedir desculpa por tamanha indiscrição ao falar de sua bundinha.

- Não precisa. Mas vc falou sério mesmo?

- Sim, você tem uma bundinha linda.

- Não, eu pergunto sobre querer ver e apalpar.

- Nossa! Eu adoraria.

- Mas você gosta de homem?

- Aqui bem baixinho para que ninguém nos ouça, gosto sim, ainda mais agora que a esposa está de birra comigo e não faço sexo a uns 15 dias.

- Mas você faz o que com homem? Come eles?

- Sim, adoro. Com homem é diferente. Gosto demais. Você numa fez nada com homem?

- Não, nadinha de nada.

Aquela conversa toda estava deixando ele curioso e decidiu levar avante para ver até onde iria.

- Bom, posso dar uma abaixadinha no short para você ver se ela é tudo isso que imaginou.

- Hum, obrigado pelo privilégio

- Não é privilégio, é que senti confiança em você..

Disse isso, se levantou, virou de costas e abaixou.

- Uau! É melhor do que imaginei. Posso apalpar para ver se é durinha?

- Você já viu mesmo, então pode. Mas olhe, ninguém pode saber disso heim!

Aí ele sentiu aquelas mãos apalpando, depois alisando, e aí um dedo acabou passando pelo seu anus. Ele sentiu uma sensação estranha e arrepiou. O técnico percebeu.

- Hum! Parece que você gostou.

- Não, só deixei para satisfazer sua curiosidade.

- Mas você arrepiou. Só arrepia quem sente tesão.

- Bom, senti uma sensação diferente, mas tesão não.

Estava mentindo pois a essa altura já estava de pau duro. Aí o técnico o pegou pela cintura, o virou de frente e abaixou seu short.

- Ah safadinho, você sentiu tesão sim, olha aí seu pau duro.

- Só um pouquinho.

- Mas eu não foi um pouquinho só não, quer ver como você me deixou?

- Você que sabe. Se quiser me mostrar, eu vejo, mas não faço questão.

Estava mentindo novamente pois estava super curioso de ver.

Aí o técnico se levantou, abaixou a calça e a cueca deixando a mostra seu pinto duríssimo. Ele ficou olhando aquele pinto, e sem ação não sabia o que fazer.

- Vem mais perto, pegue ele e sinta como está duro.

- Já te disse né, nunca fiz nada com homem.

- Tudo bem, pode pegar.

- Posso?

Aí estendeu a mão e pegou. Sentiu uma sensação estranha e gostosa ao mesmo tempo. Automaticamente começou a acariciar e a punhetar, então o técnico se aproximou e o abraçou. Ficaram assim um tempo, abraçados e ele masturbando o pinto do técnico que sussurrou em seu ouvido:

- Agora abaixe e chupe ele um pouco.

Nem pensou se era certo ou errado, abaixou, colocou na boca e ficou mamando. Foram alguns minutos até o técnico dizer para ele levantar e ficar de 4 que queria gozar.

Automaticamente, sem nem pensar em nada, levantou e ficou de 4 no sofá. Aí o técnico colocou na entradinha e forçou, doeu pra cacete, ele pediu para parar e foi no banheiro buscar uma bisnaga de gel ainda do tempo que fazia sexo com a esposa, voltou correndo e a entregou ao técnico que logo passou no pinto e um pouco em seu cuzinho.

Automaticamente voltou a ficar de 4 e de novo o técnico encostou o pinto e forçou, só que dessa vez entrou. Primeiro só a cabeça, deu uma paradinha e disse para se acostumar com aquele volume, que já ia colocar o resto.

Ele estava nas nuvens, num tesão que nunca havia sentido antes, só conseguiu dizer para colocar logo, que doía mas que estava bom. E assim ele fez, enfiou até o fim e fudeu, começou devagar e foi aumentando conforme ele ia se acostumando, e falando umas sacanagens no seu ouvido. Não demorou muito anunciou que ia gozar e gozou. Foi muita porra.

Ele, apesar de ser o passivo estava muito cansado e ficou ali deitado de bruços com o técnico deitado em cima dele. O técnico esperou um pouco e então tirou, a porra começou a escorrer, foi um deus nos acuda, caiu na roupa, no chão, uma meleca só.

- Caramba! Nem lembramos da camisinha

Conseguiram salvar pelo menos o sofá. Os dois se olharam e riram muito da situação.

O técnico se recompôs, ele se limpou e acompanhou o técnico até a porta, não sem antes trocarem os números dos celulares, os dois haviam gostado demais e queriam repetir.

Ele entrou e começou a limpar tudo, teve até que lavar o short, aí sentou e ficou rememorando cada momento daquela experiência, daquela descoberta deliciosa que acabara de fazer, então se levantou e foi ao quarto, abaixou a calça e se olhou no espelho, "nossa, não é que ele tinha razão, minha bundinha é mesmo bonitinha, tomara que faça sucesso". Fizeram mais uma vez em seu apartamento, mas aí as férias acabaram e complicou um pouco. Mas todos sabemos que para fuder sempre se dá um jeito. Né?

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/disponivel.uol.com.br/Coroapassiv



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