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 Contos Eróticos

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Sexo Anonimo: Mudança de escola

Meus pais sempre foram comerciantes, e costumavam comprar e vender comercio com muita frequência.

Certa vez, fomos para uma cidade do interior em meio de período escolar, e foi muito complicado para me adaptar, pois, muitas matérias que eu não sabia já havia sido dado nessa escola. Três dias depois que cheguei, foi aplicado uma prova na qual foi um horror. minha nota sangrou, fiquei desesperado, sempre fui um bom aluno, com notas e comportamento bons.

Comentando com um garoto da classe, ele se propôs ajudar, e combinamos que iria em minha casa, no dia seguinte para me atualizar naquela matéria. Fez isso várias vezes, e sempre foi muito bem recebido pela minha mãe, que sempre agradecia com presentinhos, e lanche especial para ele.

Num determinado dia ele avisou que não poderia ir em minha casa, pois, seus pais estavam implicando por ele sair todos os dias, e eles não tinha controle sobre ele, pois, ambos trabalhavam em um escritório, e quando ligavam para casa ele não se encontrava.

Convidou que eu fosse estudar na casa dele, concordei, pedi à minha mãe, que aceitou sem qualquer dúvida, pois, ele era muito comportado,e tínhamos praticamente a mesma idade, ele era um ano mais velho, eu tinha 12 e ele 13. Como combinado fui passar a tarde na casa dele para estudarmos.

O comportamento dele estava diferente, encontrei-o sem camisa e sunga, ele queria ir para a piscina do prédio antes de estudar, falou que estava com muito calor.

Me emprestou uma suga, e com a promessa de ser rápido topei entrar na piscina também.

Entrei no banheiro para me trocar, ele me acompanhou, e não saiu do banheiro enquanto me trocava, ficou me olhando, fez comentário sobre minhas pernas e minha bunda, rimos juntos e fomos para água.

Assim que voltamos, ele foi tomar banho e me convidou para tomar banho juntos, para ganharmos tempo, e para depois estudar. Achei meio estranho, topei, estávamos molhados, e percebi que o pinto como o dele estava pequeno, acho que devido a água que estava fria da piscina.

Assim que começou a jorrar água do chuveiro, ele pegou sabonete e quis passar em mim, não aceitei, me afastei, e ele pediu que passasse nele então, e eu comecei a ensaboar, as costas , a bunda, as pernas, ele se virou e pediu para passa na frente também, atendi, porém, não tive coragem de passar no pau dele. Ele pegou o sabonete e passou no pau e começou a esfregar, e percebi que estava ficando duro.

Ameacei sair do box, ele me segurou e começou a passar o sabão em mim, passou no corpo todo principalmente no meu pau que também ficou duro.

Ele se encostou em mim, senti que também estava de pau duro e começou a se esfregar, pau com pau, senti um prazer enorme, enfiava o pau nas minhas coxas, estava muito gostoso.

Em um movimento brusco, me virou e começou a esfregar o pau em minha bunda, tentei novamente sair do box, mas ele me segurou pela cintura, e me empurrou para parede.

Moleque maior, mais forte não tive muita saída, fiquei de frente a parede e percebi que ele encostou o pau na minha bunda, roçando, esfregando no meu cu.

Tive medo, nunca havia sentido um pau na bunda, mas ao mesmo tempo, estava com vontade, sentia muito tesão, estava com pau duro também.

Aos poucos senti que ele posicionou eu pau na direção do meu cuzinho, abriu minhas pernas, e não teve dó, foi enfiando, a cada centímetro me dava mais dor e prazer, ele começou a bombar, cada vez mais forte e rápido, até que gozou, me prensou contra a parede, me machucando o rosto. Soltou um gemido, e seu corpo abandonou, largou o meus corpo estava satisfeito.

Naquela tarde pouco estudamos, senti muita dor, mal conseguia me sentar direito, ele não tocou no assunto, apenas estudamos. Não mais voltei estudar com ele, estava proibido de sair de casa, e tive que me virar estudando sozinho, e com ajuda dos professores.

Ainda o encontro as vezes, nos shopping ou andando pela cidade, agora somos mais velhos, e nunca tocamos no assunto, tomamos café, ou até almoçamos juntos, mas sem qualquer menção daquela transa, a primeira que fiz, hoje quando não estou com minha namorada, sozinho em casa lembro de como foi, sinto saudades, sinto falta de ser novamente esmagado contra a parede, mas com ele certamente não haverá mais possibilidade, infelizmente...

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/sim



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