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 Contos Eróticos

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Sexo Anonimo: Metrô 18:50h

Tenho 38 anos, estatura média, bancário, casado com mulher, dois filhos. Trabalho na sede de um grande banco no centro de São Paulo. Era uma sexta-feira e eu estava voltando para casa depois de um dia muito cansativo. Fui para a estação Sé do metrô e meu destino era o lado leste da cidade, em direção a Itaquera.

Estação cheia e vagões igualmente cheios. Não houve possibilidade de ir no primeiro trem. No segundo, consegui entrar. Com muita dificuldade, no corredor, com apenas a mão esquerda, alcancei uma alça em que pudesse me segurar.

No entra e sai das duas primeiras estações, um senhor de aproximadamente 50 anos, terno e gravata, pouco mais alto do que eu, postou-se próximo a mim, bem próximo. A perna esquerda dele encostou em minha perna direita; na verdade, seu lado esquerdo do corpo colou-se ao meu lado direito, pelas costas. Senti que, no balanço do trem, o calor que seu corpo emanava começou a me aquecer. Senti, também, que à medida que o tempo ia passando, seu pênis, embora flácido, encostou no meu corpo, na nádega direita.

Um calafrio percorreu minha espinha, um frio no estômago se instalou. Cogitei encostar mais nele. Por essas razões que desconhecemos, decidi sentir seu corpo por inteiro e fui me direcionando para sua frente.

Ele estava com as duas mãos no balaústre horizontal do trem e, com o corpo livre e firme, praticamente me escorava. Senti seu pau por inteiro. Gelei! Que fazer agora?! Lenta e gradualmente, fui direcionando minha bunda em direção ao seu quadril.

A atitude que tomei provocou nele uma imediata reação: seu pênis iniciou o processo de endurecimento. Assim, passei a aproveitar o balanço do trem em movimento e roçar minha bunda em seu cacete, que endurecia a cada segundo. Ele, tendo percebido meu claro consentimento em ser encoxado, passou a cutucar-me. Percebi tratar-se de um órgão vigoroso e grande.

Como eu estava com a mão direita livre, direcionei esta para dentro de seu paletó e passei a puxá-lo de encontro ao meu corpo, particularmente à minha bunda. Estávamos, ambos, enlouquecidos pelo tesão que de nós tomou conta. Ele curvou-se um pouco e, discretamente, gemeu no meu ouvido, balbuciando:

- Gostoso!

Aquilo foi a senha para uma atitude um tanto ousada, mas irrefreável - peguei no seu cacete e senti que sua calça já estava úmida.

Ele colou-se ainda mais no meu corpo, tendo soltado sua mão esquerda do balaústre e apertado minha nádega. Pegou no meu cacete que estava igualmente duríssimo e, novamente curvado, gemeu e, trêmulo, me disse:

- Vou gozar!

Fui tomado de uma sensação que nunca tinha vivido - ser passivo numa relação homo. Me contorci e colei-me ainda mais em seu corpo.

Durante alguns segundos, ficamos parados, usufruindo aquele momento único.

Estávamos nos aproximando da penúltima estação. Virei-me para trás e disse-lhe:

- Vamos descer?

Ele concordou e, com algum custo, fomos para a porta. Já na plataforma, nos abraçamos, nos apresentamos. Que homem lindo!

Conversamos por alguns instantes, trocamos cartões de visita e passamos a nos telefonar.

Hoje, decorridos daquela noite inesquecível mais de dois anos, temos nos encontrado num hotel do Centro pelo menos duas vezes por mês e fazemos amor como dois adolescentes.

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