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Sexo Anonimo: O seminarista e o rapaz do onibus

Ao partilhar aqui neste espaço situações e ocasiões é revivê-las mesmo que seja somente no pensamento e no desejo de repeti-las, talvez não com as mesmas personagens ou as mesmas cenas. Mais re-viver ao bom é sempre bom! O ano era 1997, primeiro ano da faculdade de Filosofia na PUC de Campinas e o segundo do seminário; o momento: período de férias do meio do ano, portanto, julho; o ambiente: cidade de São Paulo.

Estava hospedado na casa de um casal amigo e meu mais velho morava em Embu-SP, cedinho fui até Santo Amaro, para lá pegar uma segunda condução que me deixaria praticamente na porta da casa de meu irmão, era um sábado. Fazia um pouco de frio, pois era inverno. Sou um dos primeiros da fila do circular. Aos poucos a fila vai se tornando maior.

De repente surge aquela figura: estatura baixa, forte, cabelos pretos lisos curtos, óculos escuros numa manhã sem sol, pernas arqueadas. Rumou para o final da fila. Acompanhei apenas com o olhar. Ele me deixou com muito tesão. Logo, pela maneira como caminhou, minha esperança desapareceu.

Chegou o ônibus e o cobrador já indicou para os passageiros entrarem. Queria muito voltar o olhar para trás, porém tinha receio. Entrei, paguei a condução e dirigi-me para o final do ônibus. Meus olhos fixos na entrada de cada passageiro, esperando a entrada da figura. Eis que adentra ao ônibus e se dirige para o final do ônibus e se senta do outro lado, contrário ao que eu estava sentado.

O tesão se transformou em tremor. Quando o ônibus começa a circular ele me olha e pega na mala que não era pequena. Assustei-me mais encarei. Passei a língua nos lábios. Quando esvaziou um pouco o coletivo ele abriu a calça e pôs aquele monstruoso cacete todo babado pra fora, fui ao delírio.

Ao descermos nos aproximemos e conversamos um pouco. Era praticamente impossível fazer alguma coisa. Ele voltava do trabalho. O cansaço e o sono lhe dominavam. Marcamos um encontro para a semana seguinte no centro de São Paulo. No encontro tomamos um café e conversamos bastante. Ele um verdadeiro cavalheiro. Daí, falamos de nossas preferências sexuais, facilitando assim e adiantando muita coisa. Não foi nenhuma surpresa para mim quando ele me convidou para nos instalarmos num hotel.

O beijo dele era perfeito. Imaginei se seu beijo é tão bom assim, ele deve meter e fazer muito gostoso. Bingo! Foi o que realmente imaginei. No inicio, confesso que senti medo pelo tamanho do seu membro, muito grande e grosso. Chupei muito aquele pauzão. Depois ele me mostrou como um macho de verdade sabe e deve chupar um cu. Fui ao delírio com sua língua no meu cu. O carinho era sua arma predileta. Então tomei coragem e lhe confessei o medo pelo tamanho do seu pau. Nisso, calmamente ele me deitou na cama, lubrificou bem tanto o meu cu quanto o seu pau e com muita calma, apesar de todo nosso tesão, foi carinhosamente introduzindo aquele pauzão no meu cu. Parando e me beijando e me apertando. Por incrível que pareça não senti dor, só muito tesão, prazer. Ele foi agiu com uma maestria e uma perfeição que jamais antes e depois alguém agiu daquela forma comigo. Ele foi perfeito! Ele me comeu em todas as posições possíveis e imagináveis. Foi maravilhoso!

Tudo aquilo foi tão bom que ele me pediu em namoro. Como responder positivamente àquele pedido tendo a vida que eu tinha? Então, senti-me na honestidade de lhe falar minha verdadeira identidade e o porquê não ser possível vivermos um namoro, um romance. Tais informações lhe causaram grande decepção.

Não nos encontramos mais, infelizmente. Hoje desejo re-encontrar alguém que me aceite com a vida que tenho e escolhi para algo em sigilo e discrição.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/pedro_eros1



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