Já é assinante?
Esqueci a senha
 Contos Eróticos

Quer receber contos eróticos diariamente no seu email? É grátis!

Sexo Anonimo: O chaveiro

Um dia eu estava voltando de um exame cardiológico no centro do Recife quando dei por conta ter esquecido as chaves de casa na clínica. Fiquei arretado, pois eu não estava disposto a retornar para clínica apenas para pegar as chaves. Daí percebi que havia um chaveiro que trabalha próximo ao prédio onde eu moro e resolvi chamá-lo para arrombar a fechadura da porta do apartamento.

Ao chegar no prédio, o cara começa o serviço e começo a reparar no corpo dele. Moreno, em torno de 1m90, barriga saliente, meio calvo, gordinho parrudo, aparentava ter entre 45-50 anos e vestia um macacão de peça única (daquele tipo de mecânico). Ao abrir a porta, adentro meu apartamento para separar o dinheiro do serviço enquanto o chaveiro faz a troca da fechadura da porta. Minutos depois ele pede para usar o banheiro e lá dentro percebe que há um bom estoque de camisinhas. Saindo do banheiro, ele comenta:

- Cara, você tem muita camisinha no teu banheiro. Deve trazer muitos caras para trepar aqui, não é?

Eu respondi:

- Às vezes, especialmente quando estou com muito fogo no rabo.

Ele deu aquele sorrisinho safado e continuamos o diálogo:

- E agora? Tá com fogo no rabo?

- Estou.

Sem dizer mais nada, ele tranca a porta do apartamento e põe o pinto para fora, ordenando que eu desse uma mamada. Começo a lamber a cabecinha da rola e desço até a base, dando aquele trato também nas bolas. O puto do chaveiro gemia alto e tempos depois ordena que eu vá para o quarto e que fique de quatro. Ele foi ao banheiro, pegou as camisinhas e sem a menor cerimônia meteu com força no meu rabo, me chamando de frango (essa é a gíria para viados no Recife) e afirmando que minha bunda era gostosa, mas que seria apenas aquele momento e não haveria repetições, pelo fato dele ser casado, etc. e tal.

Após um bom tempo levando aquele pau grande e grosso na bunda, o chaveiro começa a arfar e gozar como um puto no cio, dando sonoras palmadas no meu traseiro. Depois da trepada, o puto diz:

- Eu poderia te cobrar o dobro, pois precisei arrombar duas fechaduras. A do seu apartamento e a do seu cu. Mas como você é um frango safado e tem um rabo gostoso, te faço um desconto desde que você não saia por aí dizendo o que aconteceu entre nós.

Respondo:

- De acordo.

Em seguida, pago o serviço e ele vai embora sem se despedir. Fico com aquela sensação de abandono mas ao mesmo tempo de relembrar os momentos de prazer que tivemos durante a transa. Não vejo a hora de precisar novamente dos serviços domiciliares desse chaveiro gostoso.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/Nordeste



COMPARTILHE ESSA HISTÓRIA COM SEUS AMIGOS

Deixe seu comentário, o autor do conto será avisado!
Não é permitido informar telefone, email ou outras formas de contato. Apenas para fazer comentários sobre o conto!

Seu email (não será divulgado)


Seu comentário

Aceito receber contos eróticos no meu email gratuitamente