Já é assinante?
Esqueci a senha
 Contos Eróticos

Quer receber contos eróticos diariamente no seu email? É grátis!

Sexo Anonimo: Caçada noturna

Olá pessoal! Mais uma experiência verídica da minha vida para vocês.

Essa aconteceu em 2007.

Como já sabem sou loiro, olhos verdes, 43 anos, 1,80 de altura, 92kg, poucos pelos no corpo, calvo tenho uma bunda boa e um cacete de 18cm.

Eu morava sozinho em Porto Alegre e tinha o fetiche de transar com seguranças, vigias ou rondas noturnos. Então em uma noite que voltei de uma festa um pouco alto por causa da bebida. Cheguei em casa com o maior tesão e louco para fuder, acessei a internet para ver meus contatos de putaria no extinto msn, mas não havia ninguém online. Então resolvi ir dormir claro que antes bateria uma bela punheta lendo um conto, achei um sobre um cara que fudeu com um segurança de um condomínio. Fiquei mais excitado ainda. Olhei para o lado vi minha calça de abrigo no chão e resolvi parar com a punheta e vestir a calça sem cueca mesmo e uma camiseta criei coragem e sai para a rua de madrugada para caçar um macho. Isso eram mais de 3 horas da manhã eu morava numa rua que apesar de ser no centro da cidade a noite ficava deserta.

Tomei mais duas cervejas e sai do meu prédio com meu abrigo e de pau duro pela rua meio que cambaleando por causa do efeito álcool e fui a caça de um pau para pelo menos mamar.

Andei por cerca de vinte minutos pelas ruas e sempre que um carro aparecia na rua eu baixava minha calça ficando de bunda de fora, mas nada acontecia além de buzinadas ou xingamentos. Andei mais um pouco já quase desistindo da minha caçada e resolvi andar pela rua debaixo. Quando avistei um estacionamento e sabia que lá sempre tinha um guarda o do dia era um coroa bem interessante até, mas o da noite eu nunca o vi.

Pensei "vou me oferecer para o vigia daquele estacionamento" caminhei até lá e de longe avistei a luz da televisão que vinha de dentro de uma cabine, olhei pra dentro e vi o vulto de um homem com os pés em cima da mesa assistindo algum programa na televisão.

Cheguei bem perto do portão para que ele me visse, sem pensar muito nas consequências, pois poderia levar uma surra do cara que estava lá dentro. Mas a bebida me enchia de coragem. No Portão o cara demorou para me ver pois estava muito escuro então fiz barulho na grade do portão e vi que ele tirou os pés de cima da mesinha e veio até mim.

Perguntou "e aí carinha o que tu deseja?" Olhei para ele e vi que ele era um cara alto e parecia forte, vestia uma camiseta regata e uma bermuda jeans, não enxerguei muita coisa porque estava escuro.

Aí eu respondi para ele "está afim de uma chupada nesse pau gostoso?"

Na hora ele começou a me xingar e mandou eu sair dali que ele não curtia veados, fiquei decepcionado e virei de costas para ele e comecei a andar antes de ir de vez, olhei para trás e vi que ele continuava parado na grade e eu sem pensar baixei a minha calça e mostrei meu rabo branco para ele.

Quando fiz isso ouvi ele dizer "e não é que o puto tem uma bunda boa" e me chamou de volta. Sem pensar duas vezes fui até lá. Ele abriu um portão menor e disse para eu ir até o fundo da garagem que lá tinha um banheirinho que fosse até lá e o esperasse sem acender a luz. E assim fiz.

Chegando lá no tal banheiro esperei por uns 5 minutos e ouço os passos dele vindo, nesse momento me deu um arrepio na espinha, fiquei pensando que ele poderia me bater ali.

Mas ele entrou no banheiro que era bem apertado só tinha um vaso sanitário e uma pia.

Ele entrou e disse "então o puto quer chupar um cacete?" e eu respondi com muita gula "sim quero mamar uma pica" Nisso ele me mandou sentar na privada eu continuava sem ver o rosto do macho ali na minha frente, pois estava muito escuro. Ouvi ele abrindo o cinto da bermuda ele pegou minha cabeça e disse então chupa aí esse pau.

A pica dele ainda estava mole, abocanhei aquele pau e comecei a mamar feito uma puta de rua, e fui sentindo aquele pau crescer na minha boca foi ficando comprido e grosso, a cada chupada que eu dava, maior ficava aquele cacete, acho que ele chegou há uns 19cm grosso, mal cabia na minha boca e o macho em pé na minha frente de bermuda e cueca arriadas começou a gemer e fuder minha boca com força, eu sentia os pentelhos dele roçarem no meu queixo e nariz. Me engasguei algumas vezes e quando me engasgava ele metia mais e dizia "não queria pica? Agora aguenta."

Eu estava amando chupar aquele pau, ele pediu que eu chupasse o saco dele quando fui lamber as bolas do macho desconhecido, fiquei com mais tesão ainda, pois o cara tinha um saco enorme com duas bolas bem salientes e bem peludas, fiquei pensando que quando ele fode um rabo devem fazer barulho batendo as bolas contra a bunda.

Fiquei uns 5 minutos ali naquele saco colocava uma bola na boca depois a outra e no fim as duas o cara urrava de tesão.

Nisso ele disse que eu chupava muito melhor do que qualquer mulher que já havia pego, que estava afim de comer minha bunda mas que naquele dia não daria tempo, fiquei meio decepcionado, mas não parei de chupar aquelas bolas.

Ele pegou o pau dele e começou a meter de novo na minha boca, com as duas mãos começou a fazer movimento de vai e vem mais rápido e com mais força, gemia alto e falava muita putaria, me chamava de viado, puto, vadia, cadela. E nisso avisou que gozaria tentei tirar o pau dele da minha boca, mas ele não deixou e encheu minha boca de porra nunca vi sair tanto leite de um pau.

Ele terminou de gozar e disse que se eu quisesse poderia cuspir a porra na privada e foi o que eu fiz. Cuspi e fiz menção de sair do banheiro e ele me pegou pelo braço de disse "onde o veado pensa que vai" com a pegada dele no meu braço senti se tratar mesmo de um homem forte. Mandou eu sentar de novo e limpar o pau dele com a língua, peguei o cacete dele já meia bomba na mão e comecei a lamber e limpar aquela pica quando ele achou que estava bem limpa. Tirou o pau da minha boca vestiu a cueca e bermuda e pediu que eu esperasse um pouco para sair. Foi o que eu fiz esperei uns 3 minutos e sai do banheirinho e fui em direção a saída do estacionamento. Passei por ele tentando ver o rosto do macho que acabara de gozar na minha boca mas não consegui, pois agora além de escuro ele estava com um boné.

Quando passei por ele, me deu um tapa na bunda e me disse "até a próxima putinho, estou aqui sempre nas noites de segunda, quartas e sábados"

Voltei em direção de casa muito satisfeito mas antes de entrar no meu prédio sentei no meio fio da calçada e bati uma punheta ali mesmo, gozei muito e gostoso. Entrei em casa tomei um banho fui dormir e acordei ao meio dia tentando saber se foi sonho ou realidade. Mas quando olhei para meu braço havia dois roxos onde ele me pegou com força e fiquei feliz porque tive certeza que foi realidade.

Voltei lá mais duas vezes, para mamar aquele homem que até hoje não sei como é seu rosto muito menos o seu nome. Ele nunca me comeu infelizmente.

Mas fudia muito bem minha boca.

Infelizmente me mudei de lá e nunca mais passei naquele estacionamento.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/loirourso



COMPARTILHE ESSA HISTÓRIA COM SEUS AMIGOS

Deixe seu comentário, o autor do conto será avisado!
Não é permitido informar telefone, email ou outras formas de contato. Apenas para fazer comentários sobre o conto!

Seu email (não será divulgado)


Seu comentário

Aceito receber contos eróticos no meu email gratuitamente