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 Contos Eróticos

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Sexo Anonimo: O morador de rua

No bairro onde moro há um morador de rua que já vive aqui há bastante tempo. Não é usuário de drogas e sempre ajuda as pessoas, faz pequenos serviços em troca de dinheiro ou comida, convive bem com os moradores. Ele tem uns 50 anos, é moreno, calvo, baixinho e parrudo. Sempre o via no bairro mas nunca tinha falado com ele até o dia que aconteceu o que vou narrar.

Era junho de 2016, estava bastante frio e chovendo naquela noite. Por volta das 23h ouvi a campainha de casa tocar. Pelo olho mágico, percebi que era ele. Estava completamente molhado. Abri a porta e sai na garagem. Ele me pediu desculpas por incomodar tão tarde, mas era a única luz acesa na rua e imaginou que eu estivesse acordado. Disse que estava morrendo de frio e pediu se eu não tinha sacos de lixo pra dar pra ele se cobrir. Não pensei duas vezes, abri o portão e pedi para que entrasse. Ele ficou com vergonha, pois estava molhado. Insisti bastante e ele entrou na garagem, tremendo. Como estava muito molhado, falou que esperaria ali mesmo. Insisti que não tinha problema, que entrasse e eu o ajudaria.

Já dentro de casa, perguntei se ele queria tomar um banho bem quente enquanto eu aproveitaria pra separar roupas secas. Agradeceu muito, disse que eu era uma boa pessoa. Mal sabia ele que eu não tirava os olhos de sua mala, que marcava bem na calça de moletom molhada. Mostrei a ele onde era o banheiro, pedi que deixasse a roupa molhada num canto, fui buscar toalha limpa e sabonete. Quando voltei, ele estava só de calção. Percebi que não usava cuecas por baixo da calça, por isso que sua mala se destacava bem. Tinha um corpo até bacana, uma barriguinha saliente, do tipo que eu gosto. Com vergonha, cruzava as mãos na frente do calção. Falei que ficasse tranquilo, que iria ajudá-lo, olhando bem fixo pra região de seu pau. Entreguei a toalha e o sabonete, também aproveitei e entreguei um daqueles kits de motel com escova de dente descartável e creme dental. Perguntei se ele se incomodava se eu ficasse ali conversando enquanto ele tomava banho no box, ele disse que não, talvez pensando que eu estava com medo de que fosse roubar algo. Tirou o calção só dentro do box.

Comecei a puxar assunto, perguntei seu nome, de onde era, mostrando interesse em conhece-lo melhor. Ele respodeu que se chamava Paulo, tinha 52 anos e era baiano. Tinha vindo pra SP pra tentar a vida, mas acabou ficando desempregado e a mulher voltara pra Bahia com os filhos. Lá ela acabou se casando com outro e ele, sem dinheiro, foi despejado de onde morava. Sem endereço fixo, o máximo que conseguia eram alguns bicos. Perguntei se tinha outra namorada, ele falou que não, porque ninguém ia se interessar por um cara na situação dele. Aproveitei e puxei assunto sobre sexo, se estava na seca há muito tempo, como fazia pra dar uma trepada. Ele falou que a maioria dos moradores de rua transava com outras mulheres da rua, mas ele não curtia drogadas porque podia pegar alguma doença. Se resolvia na punheta mesmo. Quando ele disse isso, reparei que seu pau estava duro. Parecia ser bem maior do que eu imaginara. Meu tesão foi parar nas nuvens, eu tinha de dar um jeito de chupar aquele pau.

Ele desligou o chuveiro, se enrolou na toalha e saiu do box. Seu pau fazia um volume lindo na toalha. Ele percebeu que eu estava olhando, pediu desculpas. Falei pra ele ficar tranquilo, que eu entendia. O chamei para ir pegar as roupas que eu tinha separado. Ele me seguiu até o quarto. Agradeceu pelas roupas (um agasalho e uma camiseta, sem cueca, claro), falou que eram novas, que não precisava ser algo tão bom. Falei que não se preocupasse, que eu não usava mais, pois tinha perdido bastante peso e elas não serviam. Ele ficou espanatado e perguntou se eu tinha sido gordo mesmo, falei que sim, mas que já fazia uns anos que emagrecera. Falei que ia deixá-lo sozinho para se vestir, ele falou que não precisava, que estava gostando de conversar, às vezes passava dias sem falar com ninguém, que muita gente tinha nojo dele, que se sentia invisível nas ruas.

Perguntei se ele já tinha comido algo, ele falou que tinha comido no almoço, mas à noite estava sem comer nada. Falei que não tinha algo pronto, mas se ele esperasse eu ia pedir uma pizza e podíamos comer. Ele agradeceu muito, mas disse que não queria incomodar. Falei pra ele que não era incômodo algum, que eu morava sozinho e se ele quisesse podia passar a noite ali, não fazia sentido sair naquela chuva e no frio. O chamei pra sala e fui pedir a pizza. Ele ficou lá, sentado no sofá, vendo TV. Fui ao bar e peguei uma garrafa de whisky pela metade e dois copos. Ofereci a ele, dizendo que era pra esquentar. Ele virou o copo num gole só. Deu risada e comentei que ele era macho mesmo, já enchendo o copo novamente. Lá pela terceira dose ele foi ficando meio alto, rindo e se sentando mais solto no sofá. Aproveitei a deixa e perguntei se queria ver um pornô. Ele falou que sim, peguei o controle remoto e coloquei no canal erótico. A cena mostrava uma mulher chupando um negão. Na mesma hora ele colocou a mão no pau, por cima da calça, pra desfarçar a ereção. Apaguei a luz da sala e peguei um edredon, falei pra ele se cobrir. Na tv, a cena mudara pra sexo anal. Aproveitei e perguntei se ele gostava de comer um cuzinho. Ele me falou que nunca tinha comido um, que por ser "grandão" nenhuma mulher tinha aceitado, mas que sempre teve vontade. Por baixo do edredon, coloquei minha mão sobre seu pau. Pra minha surpresa, estava pra fora da calça. Ele me pediu desculpas, falei que estava tudo bem. Perguntei se podia continuar, ele disse que sim. Peguei seu pau e comecei a tocar uma punheta. Ele se contorcia no sofá. Comentei que seu pau estava seco, perguntei se podia molhar um pouco, ele respondeu que sim. Levantei o ededron, enfiei a cabeça embaixo e cai de boca no pau dele. Realmente era grande, mas nada exagerado, o diferencial era que era muito grosso, quase não consegui abocanhar. Mal comecei a chupar ele segurou minha cabeça e pediu pra parar. Explicou que estava quase gozando, fazia muito tempo que estava na seca. Falei que não tinha problema. Perguntei se queria que eu continuasse. Acenou com a cabeça, eu obedeci. Fui devagar desta vez, chupando a cabeça, depois engolindo tudo. Ele realmente não mentiu, em pouco tempo senti o jato de porra na minha boca. Muita porra, até escorreu na minha cara. Levantei e fui até o bar, peguei outra garrafa e coloquei perto do sofá. Perguntei se estava tudo bem, ele falou que sim, ofegando. Falou que nunca tinham chupado seu pau, as mulheres que ele transou não curtiam essas coisas, era só o papai e mamãe, nem havia feito em outras posições. Perguntei se ele queria tentar algo, ele respondeu que precisava descansar um pouco, não era mais um jovenzinho. Falei que tudo bem, tínhamos a noite pela frente. Ele riu e comentou que tinha tirado a sorte grande aquela noite. Ficamos lá no sofá conversando mais um pouco, até que vieram entregar a pizza. Fomos à cozinha e comemos, conversando como se fôssemos velhos amigos.

Voltamos pra sala e, claro, continuei oferecendo bebidas e comentando as cenas de sexo dos filmes, passando a mão no seu pau. Logo foi ficando duro outra vez. Ele brincou, dizendo que estava acordado. Perguntei se ele não queria ir pro quarto. Meio nervoso, ele me falou que não queria me ofender, mas que não ia me dar a bunda, que não fazia isso. Respondi que não se preocupasse, a gente só ia fazer o que ele quisesse, e se ele não quisesse a gente podia só deitar e dormir.

Chegando no quarto, tirei a roupa e fiquei só de cueca. Ele fez o mesmo, mas como estava sem cueca, ficou totalmente nu, com o pau em riste. Era um bom sinal, pensei. Nos deitamos na cama e puxamos as cobertas. Perguntei se queria que apagasse a luz, ele pediu pra deixar acesa, que queria me ver enquanto conversava. Disse que eu era um cara bem apessoado, bem branquinho, que se sentia feliz por eu não ter nojo dele. Explicou que nuca tinha feito nada com outro cara antes, nem quando era moleque, então não sabia direito o que eu queria. Me abraçou bem apertado, senti seu pau nas minhas coxas. Pra minha surpresa, me deu um beijo no boca. Correspondi, era meio estranho, realmente ele não tinha muito jeito, mas aquilo me excitava ainda mais. Peguei sua mão e coloquei na minha bunda. Ele apertava com força, logo colocou a mão dentro da minha cueca, os dedos grossos e ásperos indo em direção ao meu cu. Pediu pra ver minha bunda, me deitei de bruços e ele tirou minha cueca. Se deitou em cima de mim, sentia seu peso sobre meu corpo, sua respiração ofegante no meu pescoço. Parecia um animal, me mordia, lambia meu pescoço. Abri a gaveta do criado mudo e entreguei uma camisinha. Ele pediu que eu colocasse nele, tinha medo de colocar errado, pois nunca tinha usado. Se deitou na cama, me sentei sobre suas pernas e coloquei a camisinha com cuidado. Seu pau era grosso, tive certa dificuldade. Passei um pouco de lubrificante e fui me sentando sobre seu pau. No começo foi difícil, mas logo foi entrando tudo, até o talo. Falei que ele estava todinho dentro de mim, perguntei se ele estava gostando. Com um sorriso no rosto, me abraçou forte e me beijou de novo. Cavalguei um pouco, subindo e descendo de vagar. Pedi que me avisasse se fosse gozar, que eu pararia. Era ótimo ver a expressão de felicidade em seu rosto, eu estava dando a ele um prazer que nunca tivera. Sai de cima, perguntei se ele queria me fuder. Perguntou se eu ficaria de quatro igual a atriz do filme. Claro que fiquei, levantei bem a bunda e comecei a falar putaria pra ele, pedindo que me fudesse com força, chamando de meu macho. Ele foi à loucura, dava bombadas com força. Alguns minutos depois, avisou que ia gozar. Me deitei, ele com seu corpo em cima de mim, respiração ofegante, passando as mão no eu cabelo. Disse que nunca tinha gozado daquele jeito, que tinha adorado comer meu cu. Dei risada, falei que podia repetir a dose quando quisesse. Tirei a camisinha de seu pau, limpei todo o resto de porra com a língua. Depois disso acabamos dormindo.

Na manhã seguinte, falei para ele que poderia voltar lá mais vezes, e que poderia usar meu endereço para tentar conseguir um emprego. Acabamos transando mais algumas vezes ao longo dos meses. No começo do ano ele conseguiu um emprego e saiu da rua. Ainda nos falamos, somos amigos e amantes até hoje.

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