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 Contos Eróticos

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Sexo Anonimo: Me entreguei

Quando embarquei a trabalho no avião rumo ao rio não tinha pretensões nem sabia o que me esperava.

No contato com o gerente do banco objeto do serviço que estava prestando, como não havia possibilidade de ser atendido no mesmo dia e teria que retornar no dia seguinte, fui surpreendido pelo gerente da agência bancária com um convite para um chopp, já que o expediente estava para acabar e o calor estava intenso.

Sem compromissos, fora aquele, e sem conhecidos na cidade, topei, e sob orientação dele o esperei numa choperia não muito distante do banco e, como vim a descobrir depois, muito próxima seu apartamento.

Apos duas horas, vários chops e dois ou três destilados, quase indo embora devido ao calor e a embriagues, fui surpreendido com sua chegada que já não esperava.

Era mais alto e mais forte do que permitiu ver a mesa bancaria. e mais ousado, sem duvida. após três chops e um destilado declarou que necessitava ao menos trocar de roupa para algo como bermuda e camiseta e uma ducha rápida, o que eu, naquele momento, já queria também. Nisso, assim que falei que também iria ao hotel para ducha e troca de roupa ele disse primeiro ele depois eu, ingênuo, aceitei.

Em seu AP, após a ducha disse que iria buscar gelo, disse que eu deveria tomar uma ducha ali mesmo e que ele deixaria uma bermuda e camiseta para mim sobre a cama, e que eu ficasse a vontade.

Inocente, aceitei. Quando sai da ducha ele não havia voltado, mas sobre a cama não havia roupas masculinas, mas sim lingerie e baby doll. não acreditei. ja estava recolocando minha roupa quando ouvi sua voz comentando para outra pessoa que o cara no banho era gostoso de visual, e que s o recado sob a cama desse certo, a noite prometia. me despi, olhei pela fresta da porta e o vi pelado com um cara... Aai que cara...alto, forte, másculo, peludo e desinibido.

Em alguns minutos aceitei a mensagem e vesti como queriam....uau...nem sei como me entreguei aquele momento sem pudores ou reservas e me deixei possuir por aquelas mãos fortes que me me contratam e empurrava sem que eu pudesse reagir, sem que eu quisesse reagir.

Fui puta. Sofri cada centímetro daqueles falos pulsantes, rijos, grossos, que certamente não caberiam em mim não fossem aquelas línguas hábeis a explorar minhas nadegas e centro delas com muita volúpia, intensidade, destreza e tesaõ... Me senti puta... Me entreguei como puta, rebolei como puta, gozei como puta.

Ao amanhecer, estava dominado, estava entregue, pensei em ir embora e fui acariciado, beijado, dominado, agarrado, e novamente penetrado. Ai... Deixei... sentei... me entreguei... Gozei!

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/oscarpinta



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