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 Contos Eróticos

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Sexo Anonimo: Sem Compromisso

Bem, escrever sempre exige uma pré disposição. Após uns 10 minutos de espera, finalmente chega o trem. Apesar de não ser tão cedo, estava um tanto cheio. Por isso, também, não quis arriscar de adentrar tanto, ficando entre dois sujeitos interessantes que estavam encostados na porta. Sabia que com o avançar das estações iria encher um pouco mais, me fazendo ficar bem mais próximo a eles.

Sendo o da minha esquerda mais baixo que eu, optei por ficar com a metade do corpo frente ao da minha direita, que além de mais alto, tinha um porte mais atlético, e é onde estava segurando um pequeno envelope plástico. Como já sabia, a medida que foram entrando novos passageiros, fui sendo empurrado de encontro aos "meus parceiros". Fingia resistência, porém com o balanço do trem, meu braço começou a encostar de leve na perna do sujeito, que também fingiu não reagir. Com o avançar da situação, e percebendo não haver resistência, já comecei a sentir certo volume na perna do cara. A deixa tava dada! Ele colocou o braço atrás do corpo, fazendo com que esse projetadas um pouco mais para frente.

O que favorecia a um contato maior, entre sua caceta e o meu braço. Assim fomos pouco a pouco um sentido o outro.Ele aproveitava o balanço do trem, e fazia leves movimentos com o corpo ,para frente e para trás. Eu aproveitava a situação e forçava cada vez mais o braço de encontro ao seu pau, que já sentia estar maior e mais duro em sua perna. Continuamos nesse vai e vem, até que ele se empolgou um pouco mais, puxou seu corpo um pouco mais para fora do meu, fazendo com que sua rola ficasse bem na direção da minha mão.

Aí ele abriu um pouco mais as pernas, se abaixou, esfregou e apertou a caceta em minha mão, freneticamente, no que correspondia. Vez em quando nossos olhares safados e de desejo se cruzavam como num consentimento. Ele sacou o celular do bolso e começou a mexer. Não quiz olhar, para não ser indiscreto. Foi aí que com o intuito de melhor ver as informações do aparelho, ele o colocou frente ao meu peito, é começou a bulir suavemente em meu mamilo direito. Bulia e apertava, e eu forçava cada vez mais a mão contra o seu pau.

Já havia passado a estação onde eu deveria ter descido, mas no torpor da safadeza, resolvi ficar com ele até onde quisesse. Muitos já haviam descido, e não havia mais motivos para continuarmos tão próximos, mas como o trem balança muito, aproveitava-mos qualquer oportunidade para continuar.

A estação final estava chegando, aí pensei se ele faria um contato a mais. Porém logo que chegou, ele desceu e saiu rápido, não dando a oportunidade de uma maior aproximação. Fui em busca do trem de volta ao meu destino, e vida que segue!

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