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Sexo Anonimo: O feirante arregaçou meu cu

Meu nome é Jorge, tenho 45 anos, corpo atlético, grisalho e sem falsa modéstia, muito atraente. Moro em um apartamento no Centro de São Paulo com mais dois amigos e todos os domingos vamos comer pastel na feira da Santa Cecília.

Num desses passeios pela feira livre me deparo com um negão fabuloso em uma das barracas. Pelo fato de frequentar a feira assiduamente, confesso que nunca tinha visto aquele exemplar de macho no local. Fiquei tão excitado e atraído por aquele macho que tratei logo de saber como descolar o seu telefone. Para minha surpresa, o cara era muito simpático e receptivo, o que facilitou a minha abordagem.

Depois de pegar o seu telefone e me certificar que ele era tava afim de curtir uma sacanagem, preparei o ambiente para mais tarde. Marquei com ele em um shopping próximo da feira e de lá iríamos a um motel. No horário e no local combinado, João (nome fictício), estava no meu aguardo ainda mais bonito e gostoso. Fomos até a praça de alimentação e tomamos um chope para descontrair. Depois de muito blábláblá, saímos para um motel próximo para ficarmos mais à vontade.

João era rústico, mas tinha uma certa candura que me atraía. Chegando no motel, não resisti a sua boca carnuda e gostosa e lhe tasquei um beijo na boca bem demorado. João retribuiu alisando a minha bunda e enfiando um dedo no meu cu. Fiquei excitado e comecei alisar o seu pau por cima da calça de moletom. Ao tocar o seu pau pude perceber que ele era bem grande e grosso. Falei: "Nossa que pauzão grosso você tem?". Ele falou maliciosamente: "Ele foi feito especialmente para viado do cu guloso. Mas pena que nem todos aguentam ele inteiro no cu. Mesmo assim, já fiz muito viado cagar no meu pau". Não me fiz de rogado, enfiei a mão na sua calça e tirei pra fora um cacete que mais parecia uma pica de jegue de tão enorme e grosso que era.

Ele falou que media 24 cm e pelo que eu vi não restava nenhuma dúvida e a grossura era igual a um desodorante aerosol. Então ele falou, vê agora porque eu disse que já fiz muito viado se cagar no meu pau? Eu olhei pra ele e respondi: "Será que serei mais um?". E ele respondeu: "Não sei, está a fim de encarar?".

Ele tirou a calça e a cueca, comecei a chupar com tanta gula que o seu caralhão cresceu na minha boca e vi o real tamanho do caralho do negão. João tinha um pauzão muito grande e muito grosso, deu certo receio, pois eu nunca tinha ficado com nenhum cara com o pau daquele tipo, mas comecei a mamar aquela pica como se tivesse chupando o mais dos deliciosos picolés. Falei pra ele se eu não aguentasse seu pauzão todo no rabo, iria chupar até lhe fazer gozar.

Ele falou pra eu ficar de boa, mas que não abriria mão de foder minha bunda gostosa. Chupei mais um pouco aquela rola deliciosa e ele aproveitou e chupou meu rabo me levando às nuvens. Após deixar meu cu bem molhadinho, lubrifiquei mais ainda com gel e deixei bem laceado para agüentar o seu picão. Ele colocou a camisinha, eu fiquei de quatro, para receber sua tora dentro de mim.

João se posicionou para enfiar o seu cacete no meu buraco e foi colocando bem devagar. A cabeça da pica foi rasgando as pregas do meu cu me fazendo gemer alto e de dor. Falei pra ele tirar que estava doendo muito e ele atendeu, sem reclamar.

Depois de dar uma relaxada, João voltou a enfiar seu pauzão no meu cu e dessa vez criei coragem e empurrei a bunda contra sua vara e as pregas cederam lugar para o cacete de João deslizar cu adentro. Ele ficou parado com aquele salame italiano atolado no meu rabo. Mesmo doendo muito estava muito satisfeito por ter aguentado até o talo o pauzão grosso de João no meu traseiro

Já acostumado com a rola de João no meu cu, ele começou a bombear bem devagar, mesmo com as pregas relaxadas, ainda doía muito, mas depois comecei a sentir prazer, o filho da puta ao perceber isso começou a socar mais forte e cada vez mais e eu num misto de dor e prazer nem sabia mais o que estava sentindo, só sei que estava muito gostoso e ele socando fundo.

A cada socada que ele dava eu soltava um peido e um gemido de dor, ele só falava, que rabo gostoso de foder, e aguentou tudo, que delicia cara vou encher teu cu de porra, vou te deixar arrombado, e eu já tomado pelo prazer dizia: "Mete seu puto, mete seu pauzão todo no meu cu, soca até eu cagar".

João ficou tão excitado que socou meu cu com tanto tesão que seu pauzão grosso escapuliu do meu rabo, nessa hora eu soltei um peido tão estrondoso que fiquei morrendo de vergonha do João. Percebendo o meu constrangimento, ele me deu um beijo na minha boca e sussurrou no meu ouvido me pedindo pra eu peidar de novo. Aquilo me excitou de tal forma que o meu desejo era passar a noite toda com o pau dele no cu só pra peidar e satisfazer aquele negão safado.

Mesmo sentindo muito prazer, não aguentei mais as suas socadas no meu cu e acabei cagando no seu cacete. Ele tirou o pau de dentro do meu cu, foi uma sensação de alívio muito grande, tanto que peidei outra vez. Sua rola tava toda cagada parecendo um Chokito caramelizado.

Enquanto estava sentado na privada cagando, ele mandou eu chupá-lo até que gozasse e assim eu fiz só não deixei ele gozar na minha boca, mas deixei ele gozar na minha cara e dar um banho de porra no meu peito até escorrer na minha barriga. Eu gozei tão gostoso como nunca havia gozado antes.

Valeu super a pena ter encarado uma pica descomunal como a do João. Meu cu estava tão arregaçado que tinha a impressão que meu buraco não fecharia nunca mais. Fiquei quase uma semana sentindo dor, as pregas do cu frouxas, era difícil até ir ao banheiro. Mas foi uma foda maravilhosa tanto que eu e o João continuamos a nos encontrar mais vezes. Só deixamos de nos ver por que ele se envolveu com uma garota e acabou lhe engravidando e por esse motivo deixamos de nos ver. Até hoje sinto falta daquele pauzão gigante e grosso que deixou meu cu arregaçado e apaixonado.

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