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 Contos Eróticos

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Sexo Anonimo: Dei pro Cara do Site

Conheci esse cara, a quem vou chamar de Carlos, em um famoso site de relacionamentos gay (O título já diz tudo). Há muito tempo tenho o desejo de fazer sexo com outro homem, de dar a bundinha, de sentir um macho dentro de mim. Neste site eu recebi algumas propostas bem interessantes, mas as incertezas e o medo de que alguém descobrisse que sou gay, me faziam desistir. Cheguei a fazer e deletar o meu cadastro várias vezes.

Entretanto desta vez foi diferente. Carlos, disse que assim como eu, também era casado e portanto, até certo ponto, confiável. Ele diz em seu perfil que ama sua esposa, mas ela nunca quis fazer um boquete, razão pela qual estava procurando um contato gay.

Ao ler sobre minhas preferências sexuais, e ver as minhas fotos, ele resolveu fazer contato. A mensagem dele dizia: - Você é uma delícia! Queria beijar, lamber, e comer essa bundinha!

Quando acessei o perfil dele, gostei do que vi e do que li sobre ele. Pele clara, poucos pelos e um pênis impressionante, que deixou-me sem fala por alguns segundos, até que engoli a saliva que inundava minha boca e falei baixinho: - Hum. que gostosura!

Ativei a localização no meu celular, tentando verificar se ele morava próximo daqui. O tesão estava a flor da pele, e mal pude me conter ao ver que ele morava perto de minha casa. Na hora mandei uma mensagem: - Oi Carlos, acabei de ver o teu perfil e fiquei impressionado, você é muito gostoso!

Alguns segundos depois ele me retornou: - Obrigado Nic! Mas você com aquela roupinha branca então, que delícia. Destacou bem a tua bunda carnuda. - Eu respondo: - Que bom que gostou, comprei a pouco tempo, e mantenho escondida de minha esposa, essa lingerie é só minha! KKKKK.. - Ele envia umas carinhas dando risada e no final um coraçãozinho, seguido da palavra AMEI.

Ele continua: - Sou casado, mas estou sozinho em casa, e já que você mora aqui perto, o que acha de passar por aqui pra gente bater um papo e ver o que rola? - Respondo: - Seu doido. e se tua esposa chegar? - Não tem perigo - disse ele -, ela está viajando, foi a casa da mãe dela. tenho o fim de semana todinho livre. topas? Enquanto penso ele pergunta: - Sabe o que estou fazendo agora? - Falando comigo. - Respondi. Ele acrescenta: Falando com você, olhando suas fotos e batendo uma punheta gostosa e imaginando você aqui comigo.

Tomado de tesão, eu olho de novo sua imagem no perfil, que pau delicioso, pensei, mas bem que podia depilar o saco. Então eu disse: - Eu sempre quis chupar um cara se masturbando. você deixa? - Ele responde: - SIM SIM SIM - então eu digo: - Acho muito sexy e gostoso lamber e chupar dois bagos bem lisinhos. Hum! Chega a me dar água na boca. Depois de alguns segundos acrescento: - Com uma lâmina de barbear você podia deixar o saco bem lisinho pra mim. Eu ia babar muito! Olha essa foto.- Mandei um link de uma imagem que eu costumo observar sempre que posso. Alguns minutos depois, eu acrescento: - Se você deixar as bolas bem lisinhas, vou te lamber e chupar bem gostoso. Prometo!- Ele responde: - Eu topo. quando você vem?

Então pensei, desse jeito quem resiste? - Vou tomar uma ducha, me arrumar e passo aí lá pelas sete, pode ser? Passa teu endereço. - Maravilha, e traz a roupa branca, tá? Vou me preparar também, pode deixar. quero ver você babando no meu saco kkkkkk. Ele passa o endereço e nos despedimos. Ao perceber que já era pouco mais de dezessete horas, comecei a me arrumar. Um banho, uma chuca, depilação, óleo corporal, perfume suave, e estava pronto pra me vestir. Coloquei a cinta liga, as meias 7/8 que ele gostou e a uma camisa social rosa clarinha. Uma conferida no espelho, e depois de vestir o jeans, calcei o tênis. Não coloquei a sunga de propósito. Olhei pro relógio, e vi que estava na hora de ir.

Ao chegar com o carro na entrada do condomínio, toquei o interfone, e ele abriu o portão dizendo: - Oi! Estacione perto do bloco "C". Estou te esperando ansioso. - Dei uma risadinha nervosa e seguindo as instruções, cheguei ao apartamento dele. Carlos convida-me para entrar, e ao passar perto dele, ele exclama: - Hum! Que cheirinho bom. - Nervoso, eu apenas sorrio e agradeço - Ele continua: - Você aceita uma bebida? - Sim, mas nada muito forte, certo? - Pode deixar! Eu gosto de fazer drinques pros amigos, e a partir de hoje você será um deles. sente-se e deixe comigo, vou preparar algo docinho e tenho certeza que você vai gostar.

Logo ele traz uma batida de pêssego fabulosa e senta junto a mim, no braço do sofá. Enquanto conversamos, afago sua coxa, e deslizando a ponto dos dedos avanço até sua virilha. Ele coloca seu copo na mesinha do centro, e começa a abrir a camisa. Eu acompanho, abrindo sua calça e inclinando-me um pouco para frente beijo com ternura seu peito. Em seguida retiro meus calçados e fico de pé a sua frente. Fico bem pertinho dele, na verdade meio que entre suas pernas, já que ele está ainda sentado no braço do sofá, e virando-me de costas para ele, começo a baixar a minha calça. Ele me segura pelo quadril, e comenta: - Uau! Embrulhadinho pra presente! Está do jeitinho que eu queria. - e afaga minhas coxas e a bunda. Dando um passo para trás, encosto-me nele e pergunto: - Quero ficar de camisa por enquanto, certo? Mas e você? Não vai tirar a roupa? Quero brincar também!

Enquanto ele tira a calça e a sunga, eu arranco sua camisa e em seguida, com jeito eu o empurro contra a parede. Abaixo-me e coloco seu pau em minha boca, mas ele ainda tenta se desvencilhar da sunga, que é arremessada pra longe com os pés. Eu sabia direitinho o que ele queria. Ele segura minha cabeça e faz movimentos pra trás e pra frente, gemendo de prazer. - Ah! Que boca gostosa. hum. - Ele falou isso diversas vezes, então abaixo-me um pouco mais, e batendo punheta pra ele começo a bolinar seus dois bagos, que estavam bem depiladinhos, apetitosos. Enquanto chupo, chafurdo e lambo os testículos, ele não tira os olhos de mim. parece hipnotizado. Agora ele se masturba e esfrega o saco em minha boca. Parece que ele já quer gozar, mas não vou deixar, ainda não. Peço que pare, e fico de pé.

Novamente de costas pra ele, curvo o corpo para frente e apanho o copo de licor da mesinha. Ele vem por trás de mim e abrindo minhas pernas se encaixa, colocando o pau no meio das minhas coxas, e começa a brincar de vaivém de novo. Fecho as pernas e prenso o seu pênis, coloco os dedos no copo e virando o tronco meio de lado, faço ele chupar o licor da ponta dos meus dedos. Espalho um pouquinho no seu queixo e em seguida dou lambidas e chupadas. Neste meio tempo, desço a mão até segurar o seu pênis, tiro do meio das minhas coxas e coloco ele de pé, encaixado no meu rego. Ainda olhando pra ele, seguro em seus quadris e começo um lento rebolado, subindo e descendo. Então, segurando e puxando minha nuca ele beija minha boca. Está no ponto, pensei.

Apanho o frasco de gel que havia no bolso de minha calça e aplico um pouco no pênis dele e digo: - Vou te deixar lambuzadinho. você vai ver que gostoso! - Depois disso, monto no braço do sofá, bem na beirada, de pernas abertas, como sobre um cavalo. Aplico também o gel no meu cuzinho e reclino para a frente. Puxando a camisa pra cima e deixando a bunda bem empinada eu convido. - Monta aqui comigo. monta na garupa!

Ele se aproxima segurando o seu pau duro e encaixa em meu cuzinho. Agora sou eu que suspiro e dou gemidos. - Ai! Carlos. que duro. - Ele empurra de modo firme, até que a cabeça entra no meu corpo, e deixo escapar um gemido mais alto. - Quer que eu pare? - Pergunta ele debochando. - Não. Oh! Mas vem devagar, tá? - Respondo suspirando. Ele avança lentamente até entrar inteiro em mim, daí cola seu corpo no meu e sussurra: - Agora que a festinha começa. mas não esqueça, quero gozar na sua boca!

Entre suspiros eu respondo: - Hum! Não esqueci... Oh! Você promete encher minha boquinha de porra? - Com certeza. Mas você vai ter de engolir tudo! - Rindo eu digo: - Essa é a bebida que eu mais quero. duvido que algum amigo teu já provou. - Ele também ri, enquanto desfere estocadas no meu traseiro e fala colado ao meu ouvido: - Não. essa batida é exclusiva pra você, minha putinha!

Suas mãos passeiam pelas minhas costas, por dentro da camisa, descem até as coxas e agarram meus quadris enquanto ele soca tudo até o fundo muitas vezes. Não consigo me segurar, e tenho um orgasmo - Ai! Carlos. eu vou gozar. vem, vem. Oh! Tô gozando. - Carlos agarra meu corpo e mete com força, sem parar. Tive o orgasmo sobre a camisa dele, que tinha ficado sobre o braço do sofá, deixei ela toda lambuzada. mas quem se importa? Depois de alguns minutos delirantes de prazer intenso, quando fico mais relaxado, ele convida para irmos pra cama. - Quero te comer na minha cama. vem! - Segurando minha mão ele me conduz até o quarto.

Ele coloca-me de bruços sobre a cama, e monta sobre mim. Ele é o jóquei, e eu uma égua no cio. - Hum! Aqui posso rebolar a vontade! - digo eu, empinando a bunda e esfregando na sua virilha enquanto ele penetra novamente, e desta vez sem usar as mãos. - Só não vai gozar, tá? Quero teu creme na boquinha. você prometeu! - Pode deixar. na hora certa você vai saborear meu licor especial.

Durante um bom tempo nos esfregamos. Eu faço movimentos sinuosos e ele me aperta e empurra com força. Passando a mão por entre minhas pernas, eu faço carinhos no saco depilado dele, e percebo toda a dimensão daquele pau endurecido que afunda dentro de mim. Até que: - Prepara essa boquinha. Eu tô quase gozando. - Diz ele. Virando-me de frente pra ele eu peço: - Então deixa eu te chupar. deixa!

Coloco dois travesseiros sob a cabeça, e ele se apoia na cabeceira da cama. Carlos vem subindo, até que mete o pau na minha boca e começa a foder. Eu o seguro e digo: - Calma, coração! Vem devagarinho. vai durar mais e será muito mais gostoso. confie em mim!

Ele faz movimentos lentos de vaivém. Por um tempo, só permito que entre a cabeça do pênis, então de modo repentino, afundo até o fundo da garganta. Ele geme alto e parece que vai gozar. Então, volto a brincar com a glande, lambendo e chupando de leve. Sinto o pênis latejar e fico parado, de boca aberta até que jorra sobre a língua aquele primeiro jato de porra. Ele se retorce e consegue se controlar.

- Foi apenas o primeiro gozo! - Digo eu, pedindo que ele se vire, e recoste na cabeceira da cama enquanto me ajeito entre as suas pernas. Em seguida, deixo escorrer o esperma da boca sobre o pênis dele. Chafurdando pelo saco lambuzado de porra, volteio a língua, esfrego os lábios e chupo tudo. Ele então fala: - Que coisa gostosa. mete na boca, mete quero gozar agora! - Tem certeza? - Pergunto. - Sim, tenho! Quero gozar na tua boca agora. Coloco o pênis entre os lábios e começo novamente o sobe e desce, mas acrescento movimentos com a mão, batendo punheta pra ele. O pênis pulsa em minha mão, e sinto as seguidas golfadas de esperma inundando minha boca. Algum esperma escapa e desliza pelo pênis, mas minha boca fica bem cheia.

Quando ele termina de gozar, levanto o rosto e mostro a boca cheia de porra, então brinco com a língua e engulo tudo. Acariciando minha cabeça, ele me chama de puta e vagabunda. Com um sorriso, eu abaixo novamente e chupo o sêmen que caiu na barriga dele e falo: - Essa batida deliciosa não pode ser desperdiçada. - Chupando e lambendo recolho o restinho do esperma que havia no pênis e que escorreu até o saco dele. Deixei tudo bem limpinho.

Depois disso, disse que gostaria de tomar uma ducha. - Claro! Vem que vou te dar uma toalha. Quando saí do banho já vestido, ele oferece outra taça de batida de pêssego, e diz: - Espere um pouco, vou tomar um banho rápido também. Mais tarde, na sala conversamos algum tempo, até que vi as horas e exclamei: - Puxa! Já é tarde, preciso ir embora!

- Ir embora? Por que? - pergunta ele, e acrescenta: - Dorme aqui! - Surpreso eu respondo: - Não posso! Minha mulher já deve estar em casa. - Ele me interrompe chegando bem pertinho, e com um beijo suave no meu rosto ele sussurra em meu ouvido. - Se você ficar não vai se arrepender! - Ele beija carinhosamente meu pescoço deixando-me todo arrepiado e explica: - É que eu li no teu perfil que você queria um macho gozando em teu cuzinho... - Ai! Assim você me deixa doido de tesão. - Respondo eu. Então olho pra ele e afagando sua face eu digo: - Você é muito gostoso. e eu quero isso sim. Mas hoje não dá!

Ele beija delicadamente meus lábios e me acompanha até a porta. Nos despedimos formalmente, afinal alguém pode estar olhando. Ele fica na porta até que chega o elevador, então ele diz: - Vou entrar em contato, certo? - Eu apenas olho pra ele e aceno com a cabeça concordando.

Entre em contato com o autor: http://disponivel.com/



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