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 Contos Eróticos

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Sexo Anonimo: A Descoberta

Sabia que algo em mim era diferente, a princípio não percebia exatamente a que se referia essa diferença, mas as pessoas percebiam. Obviamente a idade tenra evitava qualquer aproximação, mas, vez por outra, eu mesmo me sentia um tanto quanto agitado, e com um certo olhar para homens e mulheres que, com o passar do tempo, não me levavam a pensar que eu me enquadrava na postura sexual dos homens que eu tinha como modelos.

As experiências sexuais vivenciadas até então se resumiam a uma boca aqui e ali, risos, brincadeiras, nada demais em uma época que entre crianças e adolescentes tudo era permitido, até mesmo, se não com a conivência, com o silêncio ou, no máximo, a tolerância dos adultos.

O tempo foi passando, e não me sentia como outros adolescentes, via-me mais sensível, mais agitado, e às vezes com características que seriam mais comuns nas meninas. Aquilo começou a me fazer um certo mal, mesmo porque sentia um olhar repressivo por parte das pessoas. Comecei a sufocar aquilo de todas as formas, mas, se no estereótipo parecia que eu conseguia trazer meu comportamento à dita normalidade, internamente meus desejos se intensificavam em proporção inversa.

A adolescência se findava nesse conflito emocional, psicológico e físico. Tudo me era complicado, os próprios hormônios me aplicavam das suas. Certa feita, meus mamilos incharam, e uma professora na escola me disse que alguns meninos tinham essa alteração por conta dos hormônios na saída da adolescência, mas que era passageiro. Em mim durara uma eternidade, além de ter começado tardiamente, aos 17 anos, isso se estendeu até meus 18 anos.

Enfim, fui providenciar minha identidade, naquela época era comum a obtenção da identidade somente aos 18 anos e não antes. Aliás, já haviam passado três meses desde que completei a maioridade. Paralelamente meu pai me disse que eu precisava ajudar a pintar a casa, ele havia contratado um amigo dele para fazer o trabalho, mas ele não poderia vir, tendo indicado seu filho para fazer a pintura que, todavia, precisaria de ajuda.

No dia combinado, eu não fui à escola, já estava no final do ano e eu já havia conseguido obter as notas para passar de ano, e meu pai foi trabalhar e me disse que o filho do tal amigo viria com o material de pintura e que eu o ajudaria.

Pouco depois das 10 da manhã ele chegou, era um cara dos seus quase trinta anos, bateu na porta, quase a derrubou na verdade, eu estava tomando banho. Eu tinha mesmo era esquecido, e repeti a velha rotina de tomar banho para entrar na escola às 11 horas, e lá estava eu tomando banho. Eu me enrolei na toalha e fui abrir a porta. Bem sei que deveria ter vestido um short rapidinho, mas não. Abri a porta e ele entrou.

Ele me olhou como se estivesse vendo um fantasma e eu perguntei o porquê daquela expressão estática. Ele abriu um sorriso e disse que a toalha enrolada até em cima seria mais adequada para uma mulher (eu ainda estava com os mamilos inchados, não tanto quanto antes, mas estava). Eu fiquei meio sem jeito e disse que ele tinha razão e que eu ia me trocar.

O banho não devia ter existido. Coloquei uma roupa mais velha e fui ajudá-lo. Minha experiência zero no assunto me fez ficar todo sujo de respingos de tinta. Ele também não estava essa limpeza toda. Conseguimos pintar três cômodos, tendo parado apenas para um lanche. Ele então perguntou se poderia tomar banho lá em casa. Eu disse que não havia problemas, e fui pegar uma toalha pra ele. Quando voltei, ele já estava de cueca, e eu passei a olhar os detalhes de seu corpo. A barba baixinha, a sobrancelha cerrada, os pelos desenhados em seu peito me chamaram a atenção, vestia uma cueca diferente das minhas, pequenas, parecia um short, o que hoje seria a boxer.

Ele notou meu olhar, e me perguntou que cueca eu usava, eu disse que era uma cueca normal. Ele pediu para ver minha cueca, pediu que eu ficasse como ele, de cueca, para ver como eu ficava. Eu estava preocupado, tinha os mamilos mais altos e ainda eram perceptíveis, mesmo assim, tirei a camiseta e o short que eu tinha usado para pintar as paredes.

Ele percebeu os mamilos e se aproximou. Eu fiquei parado, e ele os tocou com suas mãos. Fiquei paralisado, mas percebi que imediatamente sua boxer se avolumou. Ele me perguntou se eu estava gostando, e eu, meio sem jeito, balancei a cabeça afirmativamente. Ele então pegou minha mão e a levou sobre sua cueca. Eu apertei e senti seu membro duro e pulsando sob sua cueca. Ele foi me empurrando lentamente até minha cama, deitou-me e se deitou meio em cima, meio ao lado de mim. Eu tremia, mas não sabia se de medo ou de prazer.

Ele puxou minha cueca, e viu que eu não estava excitado, mas isso gerou nele um efeito inverso ao esperado. Ele sorriu e me perguntou se eu nunca tinha feito aquilo, e eu disse que não. Contei apenas de brincadeiras que nunca evoluíram para aquela situação. Ele então olhou nos meus olhos e me disse que iria me fazer gostar daquela situação e que eu sentiria realmente prazer.

Ele tirou sua cueca, saltando dela seu membro rijo, e diferente do meu. Nas ereções espontâneas que eu tinha, meu membro era reto. O dele era curvo como um parêntese que se fecha. Ele começou a me envolver com seus braços, sua mão alisava meu corpo e fui me deixando levar. Quando percebi, ele já estava comigo de bruços e ele ali em cima de mim. Senti sua boca, sua língua atrás de mim, eu continuava a tremer todo. De repente, seus joelhos se fincaram na parte anterior de ambas as minhas coxas, e ele então foi empurrando seu membro em mim. Eu tentava me mexer mas as coxas presas me impediam. Um certo incômodo me levou a gemer, tendo com resposta sua inclinação sobre minhas costas e seu sussurro em meu ouvido: - Relaxa, relaxa!

Mas não passava, ao contrário, eu ia sentindo uma ardência, mas, ao mesmo tempo, eu não queria reclamar. Pensava no membro curvo, mas isso não me amedrontava, excitava-me até, sentia que meu próprio membro começava a ser enrijecer entre meu corpo e o colchão.

De repente, eu senti uma pontada forte e dei um grito. Por sorte, não havia ninguém em casa. Dei um quase salto na cama, mas ele seguiu ali forte, tendo parado por um instante. Eu virei meu rosto e o olhei, seu suor escorria pelo rosto, pelo peito, dizendo-me baixinho: - Consegui, entrou!

A ardência havia passado, senti até mesmo um amortecimento, mas sentia um movimento de vai e vem lento, algo que eu nunca tinha sentido. Olhei pra ele, que me disse: - Tá vendo, agora tá um pouco melhor, não?! Vou devagar aqui.

De repente, senti uma pulsação e um gemido que agora era dele, não meu. A ardência voltou a ficar forte. E ele deu uma estocada final que me fez ver que o tal amortecimento era uma ilusão.

Ele saiu de cima de mim. Corri para o banheiro, vi um líquido rosa saindo de mim, mistura de vermelho e branco. Ali senti que eu acabara de descobrir que, definitivamente, eu não era como os outros.

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