Contos Eróticos

#ENTRE AMIGOS O Rapaz Novo e o Coroa no sofá

Nem eu mesmo acredito no que se passou comigo agora há pouco, por isso resolvi registrar para não esquecer alguns detalhes.

Após conhecer um moço por meio de um aplicativo, iniciamos uma amizade virtual e, em decorrência, conversávamos duas ou três vezes por semana. Isso durante uns cinco ou seis meses, até tomar coragem para o encontro real. Como o objetivo do aplicativo era sexo, em nossas primeiras conversas falamos um pouco sobre isso. Nada que nos envergonhasse, sem pudor, foi possível, aos poucos, nos revelarmos, um para o outro e falar de alguns de nossos desejos mais íntimos.

Em um momento ele me disse em segredo: você é um coroa muito gostoso, sexy e inteligente! Vendo meu sorriso de agradecimento, ele ainda destacou, "ainda mais sendo de esquerda"! Falávamos de mil histórias. Ele, das batalhas com os estudos do curso de Geografia - que abandonou, e sobre a nova graduação em Psicologia. A conversa não girava somente em torno do nosso umbigo, falávamos também sobre a vida, de amores e desamores, de pequenas e grandes vitórias e, também, claro, de derrotas, de perdas, solidão, carência, e etc e tal. Até de política, vejam bem!

Coisa rara de encontrar em aplicativos, onde reina, de modo absoluto, outros modos de tratar a próxima "carne". No primeiro encontro, ele chegou de UBER na minha casa. Nossa saudação foi um breve apertar de mãos, com o tradicional "prazer em conhecê-lo!". Assentamos no sofá e ele, logo de início, passou a mão em meus dedos, em meus braços, peitos, descia a mão lentamente. Já havíamos conversado demais e ele parecia afoito para um bom sexo. Após passar a mão em meu peito, parecia produzir um pequeno suspense para o que viria na sequência. E assim, a mãozinha passou pelo umbigo, acariciou os pelos da barriga, e se nada acontecesse, em breve, chegaria rapidamente em minha rola. Mas ele não tinha pressa.

Ao abrir o meu zíper e tocar, levemente, a minha piroca, já dura, ele apenas disse baixinho: "parece grande, ein?". Disse com leve sorriso no rosto. Ainda apertando levemente, parecia não querer tirá-la para fora da bermuda jeans, ficou somente acariciando, enquanto sua língua perpassava o meu corpo, repetia com o beijo, o que ocorria com as mãos. Nada era apressado! Tudo parecia calculado, refletido, planejado. Assim, enquanto essas ações se davam nos dois corpos físicos, no plano da consciência, o nosso pensamento era acionado em diversas direções. Assim, não apenas as mãos e a boca, mas o pensamento também agia sobre os nossos desejos! Algo se dava para além da minha compreensão.

Certamente, imaginei: ele deve acreditar que é preciso demorar nestas preliminares, para deixar plantado o gostinho de "quero mais"... Ou talvez pensasse, "é preciso planejar e manejar o meu pensamento para não fazer bobagem com esse macho gostoso". Ou, antes do sexo, é necessário me colocar à disposição, para que fluíssem sentimentos bons como alegria, plenitude, afetividade e, até possibilidade de novo amor. Por que, não? Eram os meus pensamentos, enquanto aquele menino, com pouco menos da metade de minha idade, me tocava o corpo inteiro.

Após colocar a piroca para fora, admirou-a e exclamando falou do tamanho. Já me acostumei com comentários do tipo. Quase sempre assim, falam do tamanho. Sei que, para além de ser grande, é uma rola bonita, avermelhada, cabeça à mostra, meio inclinada para a direita. Posso dizer sem modéstia: em minhas transas, os caras sempre expressavam admiração por meu "instrumento"! Uma rola boa para colocar na boca e acariciar com a língua. No entanto, esse menino do aplicativo, parecia indeciso. Ainda assim, beijou levemente a cabeça e só depois, começou a mamá-la, mamava, passava a língua na cebeçona, sugava ora devagar, ora de modo faminto, como se desejasse leite em abundância. Inicialmente, fazia isso de maneira bem gostosinha! Enquanto ele se deliciava com o meu pinto em sua boca, eu acariciava seus peitinhos e o admirava, pois ele era um homem muito gostoso e lindo!

Aos 25 anos, ele me fazia delirar de tesão! E olha que quase nunca sou de ficar com rapazes dessa idade, pois prefiro os mais coroas também! Assim, fechei os olhos e senti a pressão das mamadas. Pensei: "como estava precisando disso!". Estava realmente gostoso! Ele sabia fazer uma massagem com a língua numa rola grande e grossa! Mamou, engasgou, olhou para mim, com olhos de quem está passando por grande sofrimento, olhos lacrimejados por estocar até a garganta! Mamou de novo! Tarado por rola o menino! Em algum momento, parei para admirar a bunda do garoto. Mais do que gostosa! Pirei com aquilo! Queria comer, apesar do anúncio dele de que talvez não fosse aguentar!

Ao forçar o corpo dele para junto do meu, senti o hálito gostoso de menta! Estava mascando chicletes. O prazer do hálito adocicado se misturou com o tesão ao sentir as rolas duras se roçarem! Realmente, constatei em pensamento, esse mocinho é muito gostoso!

Nos beijamos, sem pressa, gostinho bom de chiclete! Ele buscando vorazmente tocar a sua na minha língua! Pirei com os beijos! Sem palavras, eu lhe tomava a boca, o queixo, as orelhas, eu queria, literalmente, comer o moço! Ele estremecia todo e delirava de prazer com os toques das rolas, do tórax, da boca, Pauzão duraço! Arrepiava com minha língua em sua orelha, falando sacanagem! Foi quando voltamos a conversar, conversa boa de velhos amigos! Papo inteligente! Respostas sagazes e boa percepção! Esse moço, eu garantia: "foi feito para mim!". Muitas qualidades e uma em especial me chamou a atenção, era possível uma conversa de igual para igual!

Nesse quesito, pensei, ele é páreo para qualquer outro coroa que eu escolhesse para foder! E falamos da vida, da diferença de idade entre a gente, perguntei a ele si se relacionar com alguém 28 anos mais velhos trazia incômodo?! Ele disse preferir os maduros. Essa resposta me fez gostar ainda mais dele! Por um momento pensei, "podemos ser até mais do que amigos!". Naquele momento, tudo parecia caminhar para uma relação sexual muito intensa e saborosa! Mas não foi bem assim...

Senti um pouco de fome, contudo, estava tão bom aquele abraço que o corpo pedia para ficar coladinho nele, enquanto o estômago reclamava, e o pensamento criava malabarismo em torno de um menino tão novo e tão bonito e gostoso! Será mesmo que isso vai dar certo? Pensava, vez ou outra! Apesar da ampla experiência, poucas vezes curti levar rapazes muito novos para a cama. Sempre coroas da minha idade, convictos de seus desejos mais profundos! E, mais do que isso, sempre gostei de trocar ideias, antes e depois do sexo.

Ainda de pau duro, levantei e dirigi-me à cozinha! Ele sorrindo e segurando a minha mão, perguntou sobre cervejas, podíamos comprar cervejas, disse-me, baixinho. Eu sabia que tinha duas ou três latas de cerveja na geladeira. Assim, ele, peladinho como estava, se assentou próximo ao fogão, enquanto eu servia uma cerveja. Com o gesto de pegar uma cerveja gelada e servir, veio o desejo de comer fritas! Brindamos, enquanto ele me perguntava se eu fumava também. Sim, raríssimas vezes, mas quase não fumo! "Tenho até um pouco aqui, no armário!"

Não apenas o cigarro - tudo isso mexia conosco - mas além do cigarro, a batata na panela de gordura, dois ou três copos de cerveja!!! Havia também uma cama que foi ficando cada vez mais improvável à medida que tentava me aproximar dele! Algo havia quebrado entre nós, após o cigarro. Ele já não se mostrava tão à vontade quando eu me aproximava. Por algumas vezes, senti uma negação dissimulada. A pressão das mãos me empurrando, já dava demonstração de repulsa! Que coisa - pensei comigo - o que aconteceu com esse moço, gente? Não disse nada e terminamos de fumar! Ao sentir que o tesão dele diminuiu, me afastei, retirei um pouco de batatas da frigideira e coloquei mais um pouco na frigideira. Eu estava muito "doidão de cerveja", mas agora, senti um desejo incomensurável de levá-lo para casa e não mais para a cama. Não havia mais nada a ser feito! O frenesi inicial havia se dissipado e ele, literalmente, deixou de me desejar!

Na primeira de três sequências de indagações, desliguei o fogo do fogão. O silêncio da casa foi quebrado pelo meu questionamento: "o que tá havendo, mano?!". Resposta nenhuma! "Que porra de repulsa desse moleque! Quem é ele? Perguntei para mim mesmo. Não o toquei mais! Restava ainda um copo de cerveja e não havia mais cigarro. As batatas, comemos. Ali mesmo na bancada da cozinha. Os dois ainda pelados! O que inicialmente, parecia algo descontraído e leve, começou a tornar-se um incômodo! Vesti a bermuda novamente. Não estávamos conseguindo conversar sobre nada, nem quando quis saber o motivo que o levou a "curtir coroas!" Só conseguiu embolar duas ou três palavras, não estava nem me ouvindo! O Cigarro e a Cerveja havia "batido na mente" do infeliz! Não apenas dele, mas eu também estava envolto às minhas questões! Apenas me incomodava ter que pegar a direção do carro para levá-lo em casa. Eu não faria isso, pois a cerveja, me deixou muito maluco.

Enquanto ele finalizava o copo de cerveja, me deitei na cama! Convidei-o mas ele não quis! Comecei, então, a imaginar que mais do que sexo, aquele moço, bem mais novo e muito mais forte que eu, poderia querer me matar! Falou qualquer coisa! Eu já me encontrava chateado por aquela reação de repulsa a mim, após os bons beijos que demos! O que eu sabia era que "terminantemente, esse cara era um babaca!". Daí em diante, não senti mais nenhuma atração! Comecei a vê-lo como criminoso! Aquele sujeito estava ali com um propósito: nos embebedamos, fumamos e, agora, essa "porra" iria me matar! Indagava o motivo de, repentinamente, ele ter parado de conversar! Parecia desconhecer todos os assuntos. Quando indagado sobre o pai, não falou nada! Dos demais três ou quatro "maduros" com os quais ele havia ficado, não falou nada além de que "há um cara na minha vida, mas vive na França! Só isso e calou-se!

"Caralho, logo eu, que adoro sexo e conversar depois!". "Que merda! Esse menino queria me conhecer e, como um louco, agora, fica indiferente! Está mudo como se desconhecesse a língua materna!", pensei e, por um momento, quase explicitei meu pensamento! Não adiantava falar, pois o "puto" parecia não saber mais falar! Parecia não saber ouvir! Parecia um garotinho indefeso e desprovido da palavra! Mas isso tinha que acontecer logo comigo que curto uma boa conversa? "Merda, merda..."!

Em meus pensamentos, ele só poderia estar ali, naquelas condições, para me roubar, me roubar ou coisa do gênero. Verbalizei que iria chamar um táxi! "Táxi não, que é caro!", ele disse lastimoso! "Eu queria ficar!!!" Eu já havia escutado tantas histórias que, por um momento, abri a porta e fui para o quintal! Pensei: "pelo menos daqui, há alguns vizinhos que podem escutar, se eu precisar chamar!". "Que coisa mais chata!".

A solução era baixar um aplicativo da UBER no meu celular, pois o celular dele estava sem internet! "Que merda! Que merda!". Nunca havia usado um aplicativo desses, falei baixinho! Demorou a baixar aquela coisa! Quando baixou, veio o aviso de que eu já era cadastrado. Pediu senha, sem senha! "Que chato, sou mesmo incompetente com essas tecnologias!", disse para ele! Não adiantava, pois, agora, nem mais uma palavra. Parecia meio atordoado! Tentei falar sobre isso, mas não resolvia nada! Não havia escuta!

Tomamos mais água! Voltamos para o sofá... Não havia outra solução, a única maneira era esperar passar aquela "onda da cerveja"! Ele dormiu! Recostei no sofá e tentei dormir, mas não conseguia fechar os olhos. Estava tomado de medo. Ele acordou, após uns longos minutos de sono! Falou que queria ir para casa! Apreensivo, demonstrei ter ficado feliz com as palavras dele! Entendi claramente que entre nós, não havia nada em comum! Apenas um abismo de diferença!

Ele me tomou, das mãos, o meu celular. Fiquei meio assustado com o ato abrupto, vi que era apenas para encontrar minha senha e um modo de chamar um carro, no aplicativo, buscou a senha nas mensagens e, num segundo, não titubeamos e chamamos o UBER! Dei a grana ao motorista e nem nos despedimos!

O último pensamento da noite foi esse: "talvez, um dia - quem sabe - consigamos conversar sobre isso!!! A merda é que coisas assim me fazem acreditar mais e mais que a solução é mesmo o amor entre macho e fêmea!".

Entre em contato com o autor em: https://disponivel.uol.com.br/https://disponivel.uol.com.br/JOCABHATIVO52

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