Contos Eróticos

#ENTRE AMIGOS O Namorado da minha Filha

Estava numa festa, quando fui apresentado ao segundo namorado da Gabi. O segundo rapaz que ela me apresentou, foi logo após a sua formatura do curso superior. Aliás, foi exatamente na festa de formatura que o conheci. Um pouco mais velho que ela e com cara de filhinho de papai.

Vi aquele sujeito e nos falamos sem muito entusiasmo. Não parecia ser o cara que seria amigo do sogro. Calado e tímido, conversamos amenidades e, depois disso, não o vi mais. Sei que continuaram se encontrando durante uns seis meses. Depois, sumiu de vez.

Ate que um tempo depois, também em uma festa, ela me apresentou a outro namorado. Um menino bonito, de uns 23 anos, chamado Daniel. Também meio tímido e sério, mas com uns papos legais sobre literatura, cinema, teatros, falava de astrofísica, de globalização, de política; enfim, uma boa prosa. De imediato, gostei do menino e de seu papo. Visivelmente, a Gabi estava amarrada na dele. Também entrei na torcida para que o namoro desse certo.

Duas semanas depois do nosso primeiro encontro, ele apareceu em minha casa. Entrou, tomou uma cerveja comigo e falou de alguns projetos. Minha esposa fez alguns elogios e, naquela noite fria, Jantamos e pouco tempo depois, ele se despediu. Assim que colocou os pés na porta da casa, uma chuva forte começou a cair e ele se recolheu novamente no interior de nossa cozinha. Conversamos mais um tempo. A chuva não cessava. Então, minha esposa sugeriu que ele ficasse no quarto de hóspedes. Poderia ficar até o outro dia cedo. Ele aceitou o convite. Conversamos mais meia hora e, após minha filha e minha esposa mostrarem os aposentos onde ele iria pernoitar, todos nós nos recolhemos aos nossos aposentos.

No meio da madrugada, como de costume, apenas de cueca, fui até a cozinha, pois estava com sede. Abri suavemente a porta do quarto e vi que a luz do banheiro social estava acesa. Certamente, ocupado por Daniel. Não me intimidei, afinal ainda que estivesse apenas de cueca, eu estava na minha casa. Assim, enquanto tomava água, escutei o barulho da descarga, a porta do banheiro se abrir e ele também se dirigindo à cozinha. Me viu e ficou um pouco sem graça. Pediu desculpas e também apanhou um copo para beber água.

Notei que Daniel não tirava o olho da minha piroca que, a esta altura, começou a dar sinal de vida. Endureceu totalmente e já não dava para esconder mais. Ao perceber que ele também estava excitado, peguei na minha própria rola, enquanto olhava fixamente para a dele. Tomei coragem, tirei o copo de sua mão e direcionei-a para a minha piroca que, a esta altura, estava louca por uma boca quente. Ele pressionou levemente, tirou-a para fora e abocanhou com voracidade. Sugava-a e me olhava com aquela carinha de menino levado. Levantei-o e beijei-o na boca. Ele retribuiu gostosamente! Que delícia! Beijamo-nos por longos minutos.

Depois, ele ajoelhou novamente e sugou a rola, como havia feito da primeira vez. Achei uma delícia! Não fiz nenhum juízo de valor. Paciência se ele gostava e eu também! Beijei-o novamente. Tomei-o pela mão e dirigimo-nos para quarto que ele ocupava. Passamos a chave na porta...

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